The Sword of Love
2 Sentimentos ocultos
Notas iniciais
Chin Mae pov's on
—Tsc, eu não acredito que vou ter que explicar tudo quando ela acordar.- Pego Sun Hee em meu colo e me teletransporto para a sala.
A deito no sofá e me sento no chão. Nunca pensei que "morreria" no dia do aniversário do meu irmão que era o príncipe, mantinhamos esse segredo desde que nosso pai decidiu cuidar dele, na época tinhamos uns 5 anos e naquele dia fatitico acabei salvando a vida do irmão que se esqueçeu de mim e me rejeitava. Foi uma irônia do destino que acabou me martirizando durante séculos até conhecer Sun Hee e desde seus 15 anos eu cuido dela.
—Hum.- Ouço um murmúrio e olho para Sun Hee que comçava a acordar.- O-onde estou?- Ela pergunta atordodada.
—Em casa.- Respondo sério.-E não se atreva a gritar, se não terei que te calar à força.- A mais baixa me olha assustada e logo se pode ser ouvida uma trovoada.
—Ahhh!- Sun Hee pula em mim e fico surpreso.-C-como você me segurou?- Ela pergunta e bufo.
—Primeiro: sai de cima e segundo: eu não morri, fui amaldiçoado a viver a eternidade como um espírito.- Respondo enquanto a menor me observava.- Fui dado como morto por todo o império, mas só o imperador e o príncipe sabiam a verdade e a materam enterrada.- Explico.
—Só eu posso te ver ou as outras pessoas podem te ver tambem?- Sun Hee pergunta e me surpreendo com a compreenção rápida.
—Ambos só se eu quiser.- Cruzo os braços e a menor dá um sorriso suspeito.- Sei oque você está pensando, eu não vou vestir roupas atuais, nem vem que não tem.- Me levanto.
—Eu faria isso sim, nem que eu tenha que te render.- A de cabelos curtos fala e dou uma leve risada.- Oque foi?- Ela pergunta.
—Nunca serei derrotado por uma garota.- Falo convencido e a menor me derruba.- Que?!- Sun Hee começa rir e eu coro.
— Tá com fome?- Ela pergunta se levantando e eu murmuro um "sim".- Ok... vou pedir comida porque eu tô com preguiça de cozinhar hoje.- A menor sorri.- Você viu a minha mochila?- Ela pergunta novamente.
— Tá aqui no sofá.- Pego e jogo a mochila para ela.
—Valeu!- Sun Hee dá um sorriso.
—Não há de que.- Coro um pouco.
—Por que você veio falar comigo?- A menor olha para mim.
— Desde que fui amaldiçoado tenho prtegido a sua fámilia.- Respondo.- Seu ancestral era meu melhor amigo e por minha culpa ele morreu no mesmo dia que sua filha ia nascer, seu nome era Duck Young, a única pessoa que eu confiei a minha vida.- Sinto lágrimas escorrerem na minha façe e Sun Hee me abraça.
—Tá tudo bem, não chore, seja oque tenha acontecido não foi culpa sua.- Retribuo a abraço.
—Quando te conheci a maldição foi se enfraquecendo e eu começei a manipular alguns pontos dela.- Suspiro.- Eu não sei bem o por que, mas...sempre estarei aqui para te proteger.- A menor cesa o abraço e olha para mim.
—Já penso se....- Sun Hee tapa a boca e corre para a cozinha.
Hum... se eu já pensei que isso poder ter ocorrio por meio do meu amor por ela? Sim, eu me apaixonei por ela. Sun Hee é a única coisa colorida nesse meu mundo acinzentado desde que livrei meu irmão dessa maldição, mas acho que ela nunca iria me amar, além de eu ser um espírito agora ela tem uma vida toda pela frente e eu não quero que eu seja apenas um contra tempo. Será que ela corresponde meu sentimento? Há tantas perguntas como essa, pena que só o tempo vai poder responder.
—Sun Hee!- Ouço alguém a chamar, me teletranporto para fora da casa e vejo um homem de cabelos vermelhos, provávelmente tingidos, arrumados em um topete.
—Dong Sun.- Falo cerrando os dentes.
—Vou ligar para a polícia, já cansei disso! — Ela pega o celular e fica digitando nele.
Eu já havia visto ela com raiva, mas nunca desse jeito ela parece até o Duck Young... dois esquentadinhos. Por que ele tinha que morrer? Nunca pedi para ele se sacrificar por mim e perder o nascimento de sua filha. Começo a chorar muito e a mais baixa olha para mim preocupada enquanto falava no celular.
—Obrigada, tchau. — Ela desliga o celular e me abraça fortemente. -Não chore eu não quero te ver assim. — Sun Hee acaricia meus cabelos e relaxo.
—Mas... o Duck Young morreu por minha causa. -Ela me abraça mais forte. — Ele deu sua vida pra me salvar... ele perdeu o nascimento da própria filha.
—Não é culpa sua. — Sun Hee cessa o abraço e me encara.- Nunca foi sua culpa. — A mais baixa aproxima seu rosto do meu e me dá um beijo na bochecha.
—Sun Hee... — Suspiro me inclinando.
—Chin Mae. — A beijo e sinto seus braços me envolverem.
—"Te amo."- Penso.
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