The Strenght Of Love
4 Encontro Marcado
Notas iniciais
Essa semana não deu pra postar muito não é? Eu fiquei um pouco ocupada, mas semana que vem vai dar certo. Nos vemos lá em baixo!
O som estava muito alto quando entrei, mas eu gostava, eu podia sentir a energia das pessoas ali. A música tocando era Turn it Down de Kaskade, Rebecca & Fiona.
Mas e agora? O que eu iria fazer? Entrar no meio da pista de dança e começar a dançar? Eu me sentia sem coragem e solitária naquele formigueiro de pessoas bonitas e sorridentes.
Havia sofás lindos e grandes encostados na parede, lustres enormes no teto e um open bar mais ao fundo. Hey, open bar? Seria mesmo melhor eu tomar alguma bebida para descontrair e me soltar. Fui até o cara fazendo batidas e fiz meu pedido.
– Porfavor um suco de laranja com vodka. — disse com uma cara estranha.
Ao pedir a bebida lembrei dos meus pais. Eu nunca tinha bebido nem se quer uma gota de álcool na vida. Mas eu já tenho 18 anos, eu posso beber isso agora. Eu vou fazer tudo o que nunca pudi.
– Aqui está. — disse o barman com um sorriso malicioso.
– Obrigada.
Fiz uma careta quando bebi o primeiro gole por causa da vodka. Pelo menos o suco aliviava. Mas seria melhor eu tomar para ficar um pouco mais á vontade. Enquanto tomava, um cara loiro e cheio de piercings que estava do meu lado começou a me olhar.
– Oi. — disse ele sorrindo.
– Oi.
– Você está sozinha?
– Hmm... estou sim. — disse segurando a timidez.
– Me desculpe ter começado assim... Qual o seu nome?
– Clara... Clara Miller.
– Prazer, Bill Kaulitz. Eu também estou sozinho, meu irmão me abandonou aqui. Quer dançar?
– Err... pode ser. — disse soltando todo o ar prendido.
Ele me estendeu a mão me convidando para ir e eu dei a minha. Ele me puxou para a pista de dança. Fiquei um pouco tímida quando começamos a dançar... ta bom eu fiquei muito, mas depois fui relaxando. Bill fazia uns passos engraçados me fazendo rir, isso me deixava mais tranquila.
Alguns homens passavam por mim e me provocavam, mas eu não ligava e continuava dançando com Bill, até um ser enlaçar minha cintura por trás, me apertando.
– Para! — disse tentando tirar seus braços de mim.
– Qual é o problema linda? Vamos conversar... — disse ele sussurrando em meu ouvido e mexendo no meu cabelo.
– Para, está machucando. Eu não quero nada! — disse em um tom de grito.
– Ela já disse pra você parar! — gritou Bill me puxando.
As pessoas ao redor estavam todos nos olhando e comentando. E a criatura que me assediou foi embora com uma cara de "só não te dou um porrada porque...". Esses homens de hoje não sabem mais a hora de parar.
– Obrigada. — disse em um tom de agradecimento.
– Tudo bem, eu tinha que fazer alguma coisa. Esses tipos de caras não respeitam vocês.
– Hey, o que aconteceu Bill? — disse um homem de tranças de mãos dadas com uma mulher atrás dele.
– Não foi nada... Só um mau educado.
– Então, eu vou indo...
O homem e a mulher foram embora dali para algum lugar, mas eu não consegui ver. Mas afinal, quem era ele?
– Quem é? — perguntei.
– Só o chato do meu irmão. O nome dele é Tom.
– Nossa, vocês não se parecem nada.
– É o que todo mundo diz, isso porque somos gêmeos.
– Sério? — disse arregalando os olhos.
– Aham... Você quer sentar pra se acalmar um pouco?
– Sim.
Fomos até um sofá roxo brilhante aos fundos, e nos sentamos.
- Obrigada por me proteger, se não fosse você eu tinha dado um chute nas partes dele. — disse rindo.
– Magina. — disse ele mostrando seus lindos dentes brancos.
– Bem, acho que chega por hoje... É melhor eu ir embora.
– Você quer que eu te leve pra casa? Deve estar frio lá fora e perigoso.
– Não, eu vou ligar pra minha prima, ela vem me buscar. Muito obrigada. — disse sorrindo gentilmente.
– Então tudo bem...
Peguei meu celular e liguei para Yo, já eram quase 4 da manhã, o tempo tinha passado rápido. Não era muito longe a casa dela até aqui, não iria demorar, então resolvi esperar do lado de fora.
– Você quer vir comigo Bill?
– Claro. — disse ele se levantando.
Passamos pela multidão de pessoas e finalmente chegamos á porta da saída. Ficamos esperando Yo chegar na calçada.
– Está mesmo um pouco frio aqui fora. — disse passando as mãos nos meus braços, aquecendo-os.
– Tome — disse Bill colocando sua blusa de couro sobre meus ombros — Até sua prima chegar. Eu não estou com frio.
– Obrigada. Você é muito gentil. É muito díficil encontrar homens como você hoje em dia. — disse corando.
– Ha, é bom saber disso. Eu gostei muito de te conhecer... — disse sorrindo. — ele estava sempre sorrindo, e eu amava isso.
– Eu também.
– O que acha de você me dar o seu telefone? Nós podíamos sair amanhã.
– Hm, é claro.
Ele pegou seu celular e anotou meu número. Depois eu anotei o dele no meu. Olhei para o final da rua e vi o carro de Yo chegando.
– Bem, parece que minha prima chegou. Tome aqui sua jaqueta. — disse devolvendo-lhe e vendo Yo estacionar o carro na nossa frente — Obrigada pelo o que você fez, até... amanhã?
– Sim! Amanhã eu te ligo, e você me dá o seu endereço pra mim te buscar.
– Tudo bem. Tchau. — disse abrançando-o e sentindo meus batimentos cardíacos aumentarem.
Esse abraço foi meio que automático. Ele era bem cheiroso também. Fui andando em direção ao carro com um sorriso estampado no rosto, eu não pude evitar. Entrei e me sentei no banco da frente, como de costume quando Ryan não estava. E logo Yo começou a perguntar, mas isso eu já tinha adivinhado.
– Quem era aquele cara com você? E esse sorriso no rosto? Pelo jeito a noite foi boa, me conta tudo! — disse Yo dando pulinhos.
– Ta bom, eu vou te contar...
Notas finais
Enfim, deixem reviews sobre o que acharam, beijos ♥
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