The Story Of The Daughter Of Zeus
12 Se é assim que quer.
Notas iniciais
Ok, eu vivi todo este tempo da minha vida sem saber o'que é ter uma melhor amiga. Antes de todas as eventualidades então sofridas eu era uma menina aplicada na escola, só tirava boas notas, não bebia, não ia em festas. Era alguém totalmente dedicada a esportes.
E de repente a minha vida da um tranco, tudo de uma vez só. Perdi meu irmão, e pouco tempo depois eu descubro que sou filha de Zeus. Ah e não posso esquecer, estou em uma missão para salvar Apolo. Isso é muito bom, não acha? Tudo que eu mais precisava era de um abraço e de meias palavras carinhosas dirigidas a mim. E eu não tinha, nem mesmo a metade disto.
La estava Hazel, querendo me ajudar. Ela me ajudou desde o começo e eu não sabia como retribuir. Então decidi deixar que ela me ajuda-se. Mesmo que ela não soube-se como me ajudar, eu deixaria que ela pelo menos tentasse.
- Preciso de ajuda sim. — Senti o peso das palavras
- O que foi? Pode desabafar, estou aqui .
- Bem por onde começar?
- Do começo? — Ela me olhou com uma cara de cinismo.
- Nossa, obrigado pela ajuda, se você não tivesse me dito isto eu não saberia por onde começar
- Estamos ai. Agora pode começar a contar? — Lancei um olhar incrédulo.
Contei toda a historia, lógico que eu não contei tudo, omiti algumas partes que ela não precisava saber.
- Não sei o'que dizer. — Não é mesmo?
- Normal, é a coisa que eu mais ouço.
- Olhe não é porque eu não saiba o'que lhe dizer neste momento que eu não te entenda ok? Eu te entendo, apesar de nunca ter perdido alguém assim tão próximo eu entendo.
- Obrigado. — Hazel deu um passo a frente, e tocou meu rosto. E limpo a lágrima que até então eu não tinha sentido em minha face.
- Não chore, eu estou aqui. Não estou? — Ela me abraçou. Mesmo que ela fosse menor e tivesse que ficar se inclado para frente, era um abraço sincero.
- Ok, obrigado. Não quero ficar te enchendo com isto.
- Não ligo.
- Não?
- Não? Quero te ajudar, sempre.
- Se é o'que você diz.
Ficamos olhando as estrelas silenciosamente. Pensando e pensando.
- Ah olhe uma estrela cadente. — Eu disse apontando ao céu.
- Onde? Heim?
- Passou. — Não coloquei a mão no bolso, mais fiz um pedido, silenciosamente. É claro.
- Eu nunca vejo nenhuma, que droga.
- Já perdi a conta de quantas eu já vi.
- Sorte a sua.
- É.
- Vamos voltar para o acampamento?
- Sim, Percy e Thaliajá devem estar se matando, ou estão preocupados conosco.
- É.
- Hey.
- Sim?
- Me promete algo? — Ela me olhou seriamente, e deu sorrisinho bobo? — Algo simples.
- Se estiver a meu alcance.
- Se for chorar, não chore sozinha. Estarei a sua disposição, sempre que precisar desabafar.
- Quem cala consente.
- Não afirmei nada, então não espere nada.
- Sim você prometeu, e vai se lembrar disto quando precisar
- Eis a questão, não vou precisar.
- Sim você vai, e quando você precisar eu vou estar lá, para te dar um abraço e chorar só por te abraçar. Quero ser sua amiga, sua melhor amiga, sua irmão, sua vida. Entendeu? Panacá.
Ela deu um sorriso, o sorriso perfeito para a situação. E então eu vi que seus olhos cor de esmeralda estavam extremamente lindos ao luar, seu piercingreflectia com o prata do luar, seu sorriso por mais esparramado que fosse era lindo, e extremamente cheio de vida. Ela era linda, cheia de atitude e segura de si, mesmo que ela fosse mó bocó. Enquanto eu tinha os olhos inexpressivos, um sorriso devastadora-mente desencorajado, assim como eu.
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