The Story Of The Daughter Of Zeus
6 Fazemos uma fogueira
Notas iniciais
Assim que ouvimos o aviso, fomos em direção ao refeitório. Eu queria conversar com Thalia, mais ela ultimamente as coisas não estavam tão normais para o meu lado, ficou meio difícil conversar com ela. Encontrei a ela e Jason na fila do refeitório. Ela parecia feliz, mais inquieta. Queria conversar com ela.
— Olá Thalia. – Eu disse sorrindo.
— Olá garota, esquecestes de mim?
— Oh não mesmo, devo muito a você, como iria te esquecer? É só que foram muitas agitações para pouco tempo.
— Ah claro, fiquei sabendo da nova campista.
— É foi estranho ter a encontrado no meio dos bosques assim
— É eu sei bem como é.
Sentamos em nossas respectivas mesas, fizemos a oferenda, e pela primeira vez senti um pouco mais de confiança e consegui dizer.
— Para Poseidon. – Percy abriu um sorriso de canto de boca e disse o mesmo.
Nos dirigimos a nossa mesa, sentamos e terminamos nossas refeições. E então Senhor D. apareceu.
— É bem..ham ham. Campistas teremos a maldita fogueira, e todas aquelas babozeiras e bla bla bla bla. – Quiron sussurrou algo em seu ouvido – Ah sim, temos uma nova campista. Liza Dave. – Pensei ter ouvido Percy ter dito “como sempre errando nomes”. Então Quiron, voltou a sussurrar em seu ouvido. – Ah bem sim, desculpe. Lize Davis. Indeterminada. Agora vão fazer suas idiotices na beira do fogo.
Nos dirigimos a fogueira, todos em seus respectivos grupos. Os filhos de Apolo dirigiram as cantorias. A noite toda, nós rimos, nos divertimos. Percy e Annabeth, Thalia e eu. Lize ficou um pouco mais próxima a seu chalé honorário. E então decidi me aproximar dela, enquanto chegava perto do local que ela estava sentada, pude sentir os olhos dos outros campistas cravados em mim.
Lize se levantou para me cumprimentar , e então a rainha do desastre Hazel Rue entrou em ação. Não sei explicar, mais era difícil andar em uma superfície plana sem encontrar uma pedra, um buraco, para eu cair. E então me surpreendi, Lize em um movimento rápido, engatou seu braço ao meu e evitou que eu levasse um tombo em frente a todo o acampamento.
- Cuidado Hazel, assim você vai cair. – Ela parecia um pouco mais a vontade. Aquela situação, a fogueira as cantorias deixavam qualquer a vontade.
- Nada incomum.
- O que? Não consegue andar em uma superfície plana sem achar algo para tropeçar e cair? – Ela me estudou, viu que me constrangi. E deu uma risadinha.
- É, isto, eu caio ou tropeço freqüentemente.
- Oh, bem eu tropeço freqüentemente , mais ninguém me nota então, quase ninguém percebe que eu tropeço.
- Isso extremamente chato, e a propósito. Obrigado por evitar que eu levasse um belo tombo em frente a todo acampamento.
- Não foi nada, posso te pedir algo? – Ela parecia incomodada.
- Claro, diga.
- É que isso tudo esta legal, mais é que eu não consigo parar de sentir os olhos dos campistas em mim. Estou incomodada, podemos andar um pouco?
- Ah claro, venha, vou te mostrar o chalé de Poseidon.
- Obrigado
Deixamos o grupo de campistas e seguimos em direção a meu chalé. Entramos no chalé, e então ela fez algo que eu não esperava. Sentou em minha cama, e começou a chorar. Não sabia o que dizer. Eu não tinha tanta experiência assim, quer dizer, o único contato que tenho com outras pessoas é para bater. Não sou muito carinhosa. Lize enterrou seu rosto em suas mãos e desabou em choro, me sentei a seu lado, passei meus braços em volta dela e comecei a murmurar algumas coisa inúteis, era péssima com aquilo. E ela por incrível que pareça parou de chorar.
- Bem, eu preciso que me explique o porque disto tudo. Quer dizer, quero te ajudar.
- Olhe não é bem a melhor hora, mais garanto a você que te explicarei tudo. Me de apenas um tempo para me acostumar com tudo isto.
- Claro eu te dou este tempo, o que for preciso, saberá onde me encontrar.
- Obrigado. – Ela me abraçou, seu abraço era quente, cheio de afeto. Me senti melhor em seus braços.
Eu poderia jurar, que enquanto estava em seus braços, enxerguei muito além do agora, pude ver como se nossa amizade fosse além só de gratidão.
E então começamos a conversar, até que então chegamos a um assunto meio que, bem digamos, legal. Ela me contará que não era muito ligada nestas coisas de namorar. Assim como eu.
- Curte que timos de meninos? Já se apaixonou?– Preparei um discurso em minha mente.
- Nunca fui uma daquelas meninas que ficava se apaixonando na escola, até porque eu
acho que não é muito comum meninos de colegial terem tatuagens, piercing, porque é esse o tipo de meninos que eu me apaixono. Me apaixonei por vários guitarristas, principalmente os cheios de tatuagens, era algo quase inevitável. Esse negocio de roupa de marca não cola comigo, a parada é uma blusa simples, calça jeans básica e um all star. Isso sim cola comigo. – Ela arregalou os olhos, e soltou uma risada.
- Oh, sou da mesma forma, digamos que estamos nos mesmos padrões, mais faltou uma pequena coisa. Barba
- Barba? – Não havia parado para pensar.
- Claro, é algo extremamente sexy. Eu enlouqueço com elas.
- Pior que é
- Cara um exemplo. Jeremy Davis. Baixista da Paramore. – Ela dizia como se eu não conhecesse minha banda predileta.
- Jerms? Ah meu Deus sou apaixonada por ele, aquele loiro lindo.
- Como? Curti Paramore?
- HÁ HÁ HÁ HÁ se eu curto Paramore? É minha banda predileta.
- A minha também. – Seus olhos brilharam
Passamos o resto do tempo que tínhamos juntas conversando sobre paramore e rock, e pela primeira vez, encontrei alguém que tinha os gostos totalmente como eu. Ela era tão eu.
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