The Story Of The Daughter Of Zeus
8 Eu agradeço a quem me ajuda.
Notas iniciais
Pov. Lize
- Tem... – Temia! Lutei para continuar a palavra, mais só me lembro dos olhos verdes de Hazel me focando. E de uma lagrima rolando por seu belo rosto. Senti minha mente ficando vazia e o peso de meu corpo sendo preenchido por uma leveza surreal.
Depois de ter visto seu rosto, tive uma espécie de sonho. Era turvo, difícil de distinguir.
Estávamos lá, andando. Quem? Eu, Thalia, Annabeth, Percy, Hazel e Tyson. Estávamos apreensivos, a espera de algo, andávamos pesadamente em direção ao sol. Thalia carregava um arco e flecha em suas costas, e uma lança empunhada. Percy e Hazel andavam com suas laminas empunhadas também, Annabeth andava com uma faca. Tyson com um escudo apenas. E uma bolsa. De repente o sol tornou-se fraco, não sei como, mais sabia que não se passava das 14:15 da tarde, impossível ele estar se pondo. De repente tudo ficou escuro. Uma menina apareceu no meio de nosso caminho, ela carregava consigo uma brisa exaltante. Parecia ter uns quinze anos ou menos. E então todos se ajoelharam, como uma atitude de respeito e admiração. Com um ato de reflexo me ajoelhei também. Thalia parecia extremamente feliz com a aparição daquela criança. Junto dela estavam outras adolescentes. Empunhando armas (arco e flecha em geral)
- Lady Ártemis. – Ela se aproximou e se ajoelhou. – Estava a sua espera, viesse para me buscar?
- Tudo tem seu tempo Thalia. Acalme-se
- Porque o sol esta assim? Cadê o sol minha senhora? – Perguntou Annabeth.
- Não sei, onde meu irmão foi parar, algo deve ter acontecido. Peço a ajuda de vocês.
- Iremos te ajudar. – Disse Hazel. — Agora diga o que devemos fazer, e aonde ir
- Na hora certa filha de Zeus, na hora certa.
A deusa tremeluziu e suas caçadoras se dispersaram. E então eu fui sugada pela minha mente.
E então eu acordei. Pela segunda vez dentro daquele quarto, e pela segunda vez ela estava ao meu lado. Desta vez dormia. Parecia estar cansada, abatida. Decidi deixar que ela descansa-se, fechei os olhos, pressionando os. Fazia isso quando queria pensar. Abri os olhos novamente e vi Percy ao meu lado.
- Olá Lize. Como se sente?
- Estou meio destruída, mais bem. – Meu corpo pesava como se tivesse sido jogada contra a parede mais dura de todo o mundo.
- Normal, tome um pouco disto. – Ele me entregou o copo. – Néctar de ambrosia, ótima para semideuses. Um humano se incineraria ao tomar do néctar dos deuses. Entra em combustão.
- Ah obrigado. – Me senti melhor, meu corpo começou a pesar menos.
- Como ela esta?
- Bem, cansada mais bem.
- A ultima coisa que vi foi ter visto ela chorando em quanto me segurava.
- Ah bem, é. Ela disse que senti uma espécie de sentimento PROTETOR por você.
- Ah, devo agradecer a ela depois.
- Agradeça agora. – Ele sorriu e olhou para Hazel que estava acordando. Ele deu as costas. – Vou procurar Annabeth, bem precisamos conversar, se é que me entende. – Ele se virou e me deu uma piscadela. – Até mais Lize
Eu encarei Hazel com toda força e vergonha que tinha dentro de mim, meu cérebro parecia ter virado meleca e geléia, não sabia o que dizer. Por fim, ela se levanto e se aproximou.
- Oi. – Ela era confiante. Até de mais
- Oi. Olhe eu quero te agradecer. – Eu me embaralhava, normal.
- Não agradeça, cheguei tarde de mais, não fiz nada. Nem mesmo consegui evitar que você se machucasse.
- Você fez muito, você estava la. Me segurou em seus braços. Deixou uma lagrima desferir por seu rosto por minha causa, isso é muito. Obrigado.
Ela sorriu, um sorriso de perspicaz. E ao mesmo tempo gratidão e reconhecimento. Seu sorriso era doce, ardente e cheio de carisma. Seus olhos brilhavam e tinham todo uma doçura por traz daquele rosto com piercing e um olhar maldoso tinha alguém doce e gentil
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