The Story

8 Fujir é sempre a melhor opção


Notas iniciais
OINN MEUS PEIXINHOS ♥ Cara que sdds de vocês ♥3 Desculpa esse trocentos séculos sem cap. a sra inspiração se foi. MAASS.. Creio que não demorarei mto mais a postar. É só vocês colocarem suas opiniões de o q pode ser implantado na fic e eu darei um jeito de faze-lo. BJOOS

( Não esqueçam de ler as notas no começo, Obg♥3)

–Agora você substitui o "X" por 13 e... Pronto, aí está a sua resposta. — Falei encarando Percy.

Hoje, em pleno sábado, cá estou eu ajudando o Jackson a estudar. Se antes eu tinha alguma dúvida de que iria mesmo para um lugar bom no pós-morte, agora eu tenho certeza. Ok, tudo bem, eu admito que a minha convivência com o Percy está melhorando, mas minha opinião ainda é a mesma.

–Quer comer alguma coisa? — Disse ele levantando da cadeira e se espreguiçando.

–Não — Conferi as horas no celular. — Está quase na hora do jantar, acho que já vou indo. — Recolhi meu livro e caderno, coloquei a mochila nas costas e segui Percy até as escadas.

–Ah! — Ele parou virando-se para me encarar. — Tava pensando se você tá afim de uns ingressos para a minha festa de Halloween, como forma de agradecimento.

Mas antes de eu se quer pensar em responder, a campainha tocou, ao mesmo tempo franzimos o cenho e nos encaramos.

–Você pediu pra alguém te buscar? — Ele perguntou em um sussurro.

–Não. Você tá esperando alguém?

–Não. Nem Ty.

Encaramos em sincronia a porta pelo que pareceram minutos intermináveis, até tocarem novamente a campainha, baterem na porta e finalmente, a pessoa atrás da porta falar.

–Amoooor.. — Mais batidas. — Abre logo, Percy.

–Rachel. — Falamos em sincronia, ele com tom desesperado e eu revirando os olhos.

–Vem, se esconde. — Ele me puxou escada abaixo, o que fez com que eu quase caísse algumas vezes.

Descemos as escadas, ele abriu uma porta dupla branca, me jogou para dentro do mesmo e antes de fechar sussurrou as palavras "Quando tiver a oportunidade, saia." o que me fez me sentir "A Outra". Eu não quero ser a amante de ninguém, muito menos do Jackson. Milhares de pensamentos começaram a inundar a minha cabeça, a maior parte eram xingamentos voltados até a quinta geração do Percy.

"Porque demorou para atender?" Ouvi a voz irritante da Rachel perguntar. Bufei me virando de costas para a porta, pelo jeito ficaria mais um tempo até o caminho estar livre. Saquei o celular e enviei duas palavras para a minha mãe "Vou demorar" e mais três para Lia "Presa. casa. Jackson". Só então observei o escritório, que devia ser do Sr. Jackson.

A sala tinha paredes em um tom azul quase branco. Na parede do fundo e a parede da direita, uma grande estante escura lotada com livros que envolviam o mar, estatuetas de criaturas marinhas tinham a função de segurar os livros . No meu lado esquerdo, uma grande janela com as persianas fechadas. No centro da sala, uma grande mesa de mogno acompanhada de uma cadeira tipo presidente. Encima da mesa havia alguns papeis jogados, outros arrumados e no canto da mesa destacando-se na sala de tons escuros, uma action figure do Aquaman do “Super Amigos”.

Meu celular vibrou com mensagem da Thals, dizendo:

–”Sério?? Vc tá de refém do meu primo? Eu vou chamar o Luigi e nós vamos te salvar princesa, ou eu não me chamo Super Mario.”
Com um sorriso de canto respondi:

–”Vc sabe que o primeiro nome dele não é ‘Super’, né?”- A resposta veio rapidamente, não me permitindo voltar a ver os títulos dos diversos livros.

–“Hum... Então, eu não me chamo Mario Bros. :D” – Ouvi os passos subindo as escadas, junto com a voz insuportável de Rachel se afastando.
– “ Eles subiram, essa é a minha hora de sair daqui.” – Mandei.

Abri lentamente a porta e olhei para confirmar que eles tinham subido as escadas, saí e a passos largos atravessei hall e saí. Como uma adolescente fugindo de casa, corri pela grama meio abaixada até chegar no vizinho, onde comecei a correr normalmente até a esquina onde estava o meu carro.

–“ Eai? Conseguiu?” – Thals perguntou.

– “Sim, creio que ninguém me viu” – Respondi.

Joguei minha bolsa no banco de trás e o celular no banco do passageiro, passei o cinto de segurança, dei a partida e dirigi para casa.

P.O.V. Percy

Com a chegada inesperada de Rachel em casa, eu realmente achei que ela descobriria que Annabeth estava me ajudando nos estudos e que meu posto de capitão do time estava ameaçado. Mas o pior não era ela descobrir sobre isso, e sim as conclusões que ela ira tirar se visse a garota mais zoada da escola inteira na minha casa. Tenho certeza que ela falaria com o pai dela e espalharia para a escola inteira, e muito provável que aumentaria a história em 100%.

Por isso minha primeira reação foi agarrar o pulso de Annie e correr para esconde-la. E logo em seguida, correr para o banheiro no mesmo corredor, tirar minha camisa, molhar o cabelo e pegar uma toalha. Quando atendi, Rachel já estava cuspido fogo, mas depois do ciúme inicial ao perceber que não havia nenhuma garota comigo, ela voltou a ser a doçura de sempre. Com doçura, quero dizer, começou a falar sobre coisas fúteis que ela e as amiguinhas fúteis fizeram e que eu não dou a mínima.

Subimos as escadas e seguimos para o meu quarto. Lá, logo que ela entrou, já notou algo que não é comum ver no meu quarto, livros abertos. Rachel caminhou até a escrivaninha, na mesma hora em que, pela janela, vejo Annabeth atravessando meu gramado correndo.

–Que isso, Percy? – Rachel ainda encarava os livros, papeis, canetas e principalmente sujeiras que estavam sub a escrivaninha.

–Hã... – parei ao seu lado e comecei a apontar conforme nomeava as coisas. – Livro, casca de lápis, papel de rascunho, canet-

– Disso eu sei. – Me cortou. – Quero saber porque do nada isso tudo está aqui, você nunca foi de estudar. – Me encarou.
Nessa hora me senti um personagem de um jogo feito pela Tell Tale, o qual havia dois caminhos a seguir. O da direita eu contaria a verdade, que estava com o meu cargo de capitão chefe ameaçado e muito provavelmente iria repetir com último ano, e que por isso, recorri a Annabeth para me ajudar a entender tudo até as provas de meio de ano. E eu tinha o da esquerda, em que eu mentiria para a minha namorada, dizendo uma semi-verdade.
Eu não sei vocês, mas a da esquerda me pareceu mais... confiável.

–Isso sempre esteve aí. – Respondi sério. – Como vou convencer os meus pais que sou um aluno exemplar, se nem ao menos tenho um ou dois livros espalhados pelo quarto.

Ela pareceu pensar por um instante e então assentiu. Como eu estava dizendo crianças, mentir para suas namoradas ou namorados é feio, mas uma semi-verdade é bom as vezes.
Por isso...
[***]

Não mintam. Para ninguém. E nem “digam uma semi-verdade”. Deuses... as vezes acho que o Percy tem algas ao invés do cérebro. Eu não quero nem saber da onde ele tirou esse negócio de “semi-verdade”.

Mas então, estamos em outro dia, mais especificamente, segunda-feira. Pelo jeito, o demônio ruivo ficou na casa do “Sr. Semi-verdade”, então, eu finalmente tive um dia de folga. Que foi resumido em: Fui acordada com o peso da Thalia e Luke sobre mim e fui arrastada para todos os lugares possíveis pelos dois. ~Yeehh dia de folga~

Hoje, como de costume, fui buscar a esmagadora de pessoas. Entretanto, ao bater na porta dos Grace, a madrasta da Lia, Hera, quem atendeu e me disse que a enteada tinha ido mais cedo. Hera tinha suposto que tínhamos combinado algo antes da aula, e eu quem tinha ido buscar Thalia. Pelo jeito não.

Dei uma desculpa esfarrapada dizendo que eu que me atrasei para o nosso compromisso, alegando ter dormido demais, e que muito provavelmente, Luke tenha buscado Thalia no meu lugar. Não sei se isso chegou a convencer Hera. Ela era uma mulher de poucas expressões. Nunca conseguia distinguir se ela estava séria ou se estava sentindo o cheiro de esgoto, era sempre a mesma cara de nojo.
Só que isso não importa agora, o que importa é que eu tenho que ter uma conversinha com os meus amigos. O tipo de conversa que começa assim:.

Notas finais
Comentem. E muito obrigada por lerem. o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.