The Star Of Our Future
16 Missão pai.
Notas iniciais

A luz já invadia o quarto, fazendo um certo rapaz acorda aos poucos de forma preguiçosa.
— Mmm… — Ele virou para o outro lado da cama lançando seus braços na tentativa de abraçar algo, ou melhor alguém. — Mmm… Plano. — Resmungou ainda com os olhos fechados em quanto alisava as mãos no colchão. — Pla-no?! — Finalmente abriu os olhos acordando rapidamente, Natsu se sentou na cama, olhou para o banheiro que tinha a porta aberta, esfregou os seus cabelos já bagunçado e olhou novamente. Forçou sua vista na tentativa de enxergar através das paredes, suspirou até criar coragem para levantar da cama. — Não esta?! — Natsu disse parado na porta do banheiro, olhou em volta do seu quarto piscou algumas vezes até avistar sua bermuda jogada no chão, foi até ela e a vestiu. Saiu do seu quarto e foi até a sala onde não tinha sinal algum de alguém. Foi até a cozinha também não tinha ninguém. — Onde diabos foi todo mundo?! — Coçou a cabeça se sentando na mesa, notou um papel preso por um saleiro então ligeiramente pegou o papel e começou a ler.
“Natsu, Happy e eu fomos em uma missão com a Erza e o Gray, não demoraremos a volta.”
— Que malditos! Nem me chamaram. — Continuou a ler.
“Não se esqueça que hoje é seu dia de limpar a casa e….” — Natsu ouviu um barulho e viu uma figura entrar na cozinha.
— Papai?! — Uma rosada sonolenta estava esfregando seus olhos. — Bom dia. — Natsu arregalou seus olhos.
— Não… Está na missão com sua mãe?!
— Missão? — Ela olhou confusa. — Não. Por que? Ela foi em uma? — Natsu correu seu olhar para o papel novamente.
“E mas uma coisa, Nashi ficara com você. Ela estava dormindo tão profundamente quando sai que não quis acordá-la, por favor não queime nada ou destrua a casa em quanto eu estiver fora e trate de alimentá-la devidamente.”
— Lu-cy. — Natsu fechou seus olhos. — Nashi, a mamãe foi em uma missão com Happy a Erza e o Gray.
— EH?! — Ela pegou o papel.
— Ela me deixou sozinha com você?! — A garota parecia desesperada.
— Ei!
— Desculpe papai, mas você tem ideia de como cuidar de uma criança sozinho?!
— Eu. Sei. — Disfarçou.
— Sabe? — Ela cruzou seus braços. — Também sabe que é seu dia da limpeza e que tem que consertar a porta do quarto?
— Porta? — A garota suspirou.
— Francamente. Você nem prestou atenção no que a mamãe estava falando ontem?!
— Desculpe. As vezes sua mãe fala muitas coisas ao mesmo tempo. — A garota revirou seus olhos sussurrando " homens. " — Mas, vamos… Não vai ser tão difícil assim, tudo que tenho que fazer é limpar a casa, consertar a porta e ficar de olho em você.
— Só?! — Ela franziu o cenho, Nashi abriu a geladeira. — Você também terá que fazer o almoço.
— O quê? — Natsu entrou na frente da menina e viu que não tinha nenhuma refeição pronta. — Na-da?
— Estamos encrencados. — A garota suspirou.
— Ei. — Natsu virou para garota. — Você tem dinheiro não é? — Nashi encarou o rosado sério. — Não me olhe assim, eu gastei todo meu dinheiro ontem. Irei devolver mais tarde. — Bom…. Tenho, mas não penso que seja muita coisa. — Como assim?!
— Você-sabe-que-eu-amo-bolo. — Ela disse tão rápido que demorou para o garoto entender o que ela estava querendo dizer. Ele suspirou derrotado.
— Não é mais fácil irmos para a guilda?! Podemos comer lá.
— Não podemos. — A rosada seguiu o garoto até a sala. — Eles estão preparando a guilda para os dias dos namorados de amanhã. Obviamente está fechada para a decoração e tudo mais. Tsc, de todos os dias...
— Bom, Não é o fim. Podemos comer bolo!
— De novo isso. — Ele a fitou risonho. — Vem aqui! — Ela correu até a cozinha e Natsu a seguiu.
— Tsc, o que está tentando fazer?! — Natsu ergueu a menina que dava incansáveis pulinhos em frente de um armário.
— Eu sabia! — Ela começou a tirar um saco de farinha, fermento e mais outras coisas.
— O que vai fazer com tudo isso?! — Natsu a encarou.
— Bolo! — Disse sonhadora. — Com isso nosso almoço esta a salvo! — Ela correu até a geladeira tirando a manteiga, leite e outras coisas. — Ovo! — Disse séria. — Ovo?!
— Não temos ovo!
— Ah! — Natsu bateu de punho fechado em uma de suas mãos. — Sei onde conseguir! Vem. — Natsu puxou a garota para fora, seguiram correndo até a pequena floresta que tinha próximo a sua casa. — Shhh! — Ele fez sinal de silêncio para a rosada quando se aproximaram de um canteiro onde havia várias galinhas.
— Papai…. — Nashi sussurrou. — Elas parecem ser bravas. Se avançarem na gente? — Disse preocupada mas quando se deu conta Natsu já estava mexendo no ninho de uma das galinhas que havia-se afastado. Pegou todos os ovos que pode e começou sair de fininho sem ser percebido, isso é, até um galo aparecer e começar a cacarejar. Natsu tomou um susto, as galinhas começaram a pular e voar na direção do garoto.
— NASHI. CORRE! — A rosada não pensou duas vezes e começou a correr em direção a casa em quanto Natsu veio atrás levando diversas picadas da galinha que supostamente devia ser a mãe.
— Faz alguma coisa! — Nashi gritou ainda correndo quando o galo veio até sua direção. — Tsc, me deixe galo estúpido. — Ela correu mais rápido.
— O que?! — Disse protegendo os ovos em quanto corria.
— Sei la, qualquer coisa! — Nastu se virou e cuspiu suas chamas afastando os animais, depois de tanta correria eles finalmente tinham entrado no terreno da casa, Nashi se jogou no chão cansada, Natsu se sentou ao seu lado e começou a rir. — Deus. — A garota bufou e os dois rosados riam juntos feito louco.
— Sua mãe não pode saber disso. — Nashi riu ao ver a cara de pavor do rosado e assentiu. — Vamos. — Natsu ajudou a menina a se levantar e entraram dentro da casa.
— Depois dessa correria pela manhã perdi minha fome. — Disse rindo.
— Eu também. Mas ainda temos o que fazer. — Disse abrindo uma porta de armário debaixo da pia, onde havia um monte de produto de limpeza que a loira tinha providenciado. — Mesmo não gostando. — Ela fez uma cara esquisita.
— Eu dou valor a minha vida. — O rosado se lembrou da última vez que se recusou em ajudar a loira. Pegou as coisas que a rosada passou para ele.
— Hahaha. A mamãe te mataria se não fizesse o que ela manda.
— De repente as coisas ficaram assim. — Ele riu, porém ele parecia satisfeito.
— Eu vou te ajudar! Ficarei com os quartos e a sala. — Nashi pegou uma vassoura e um balde que Natsu tinha acabado de preparar com uns produtos.
— Okay! Eu fico com a cozinha e os banheiros. — Nastu já começou pela cozinha, tinha pouca louça já que a loira sempre tinha o costume de fazer todos lavarem assim que terminasse de comer, era mais os talheres e panelas.
Ele lavou a louça rapidamente, começou a limpar o fogão e depois disso a rumar os armários e passar pano em tudo. Limpou a mesa e até lavou a geladeira, varreu o chão e depois passou pano para dar aquele toque final e deixar com um cheirinho agradável. Ele sabia como a loira gostava da cozinha bem branquinha e cheirosa, sorriu satisfeito com o resultado e saiu em direção dos banheiros.
O rosado começou com o do corredor, ele olhou para a porta do quarto ao lado e pode ouvir Nashi cantarola da mesma forma que Lucy cantarolava quando cozinhava, o que o fez rir. Natsu começou tira tudo de dentro e varreu, começou a lavar o banheiro praticamente tomando um banho junto. Ele sempre exagerava no sabão, o que dificultava na hora de enxaguar pois parecia que quanto mais
— Que gaaato! — Nashi dizia sonhadora observando alguns posters.
— O que está lendo?! — Natsu encarou a menina desconfiado.
— Na-da! — Disse fechando a revista corada.
— Nada?! — Ele puxou a revista da mão da menina abrindo onde havia vários pôster de magos e magas pousando em praia, festas e até nas suas perceptíveis guildas. — Hibiki?! — Ele olhou para a rosada cruzando os braços vendo ela ficar corada.
— Bo-om… Mamãe falo que ele era muito bonito e até lembrava um amigo ma- — Disse nervosa.
— A Lucy disse isso é?! — Uma veia saltou na testa do garoto. — Interessante… — Ele entregou a revista para garota e foi para o fundo da cozinha onde tinha uma outra porta que dava até a área de serviço. — Lucy. — Natsu guardou as coisas e pegou algumas ferramentas. — De repente eu to gostando menos ainda desses caras da Blue Pegasus. — Ele entrou marchando até o seu quarto onde começou a concertar a porta, Nashi apontou sua cabeça no corredor e viu o pai um tanto perturbado, deu de ombro e volto a mexer em sua revista de forma tediosa. — Terminei! — Natsu se jogou no sofá ao lado da menina. — Com fome?! — Olhou para ela. — Hum, um pouco.
— Vamos fazer esse bolo então?
— Só se for agora! — Natsu guardou as ferramentas e foi para cozinha, Nashi colocava tudo na mesa em quanto Natsu lavava suas mãos. — Certo ta tudo aqui.
— Hmm… E agora? — Ele olhou para a menina?
— Agora o que? — Disse confusa
— Como assim e agora o que? Como vamos fazer isso?
— Bo-om temos que seguir a receita!
— Você não sabe né?!
— Eu só como! — A garota cruzou os braços fazendo bico.
— Oz, vamos seguindo a receita. — Ele pegou o livrinho que estava nas mãos da garota. — Vamos ver… Primeiro bata as gemas com o açúcar e a manteiga. — O que isso que dizer?! — Ele olhou para menina. — Que dizer que temos que pegar uma vasilha e mistura tudo.
— Há! Parece fácil então. — Ele pegou uma panela e quebrou um ovo.
— Acho que vai mais que isso.
— Hmm, acho que você tem razão. — Ele quebrou mais 3 ovos.
— Agora a manteiga. — Nashi passou a manteiga. — Coloca tudo? — Ele olhou pra menina que agora lia a receita.
— Bom. Aqui não diz nada, acho que meio pote está bom. Já que não temos certeza!
— Certo! — Natsu raspou o pequeno pote com uma colher e assim fez, Nashi foi dando mais instruções até a massa ficar um tanto pastosa e verde dentro da forma.
— Isso… Está certo?! — Nashi olhou com nojo.
— Seguimos tudo que estava escrito nesse caderninho ai, então só temos que assar. — Sorriu. — Mas será mais rápido se eu usar o meu fogo certo?!
— Papai acho que isso nã- — Natsu cuspiu na direção da forma.
— Pronto. — Disse sorrindo, ele virou a forma em cima de um prato e com um soco bem forte, faz algo preto e duro sair de dentro dela.
— Ah…. — Nashi observou aquilo com receio, Natsu experimenta um pedaço e logo em seguido ficou roxo.
— COF… COF… — Ele cuspiu segurando sua garganta com força.
— Papai!
— COF… COF… Como pode ficar tão ruim assim. — Disse enjoado.
— Vamos. — Ela o levou até a sala e deu um pouco de água. — Se sente melhor? — Ela o abanava.
— Estou bem. — Ele olhou para a revista que a rosada usava para o abanar. — Não me abane com isso. — Fez bico.
— Hã? Por que.
— Tsc, esquece. Vou preparar seu banho.
— Certo. Há, papai! — Natsu se virou para a menina. — Eu tenho que lavar o cabelo hoje?
—?
— Bom, eu só lavo o cabelo quando a mamãe diz que é para lavar. — Natsu ainda olhava para menina com cara de paisagem. — Eu o lavei ontem… Acho que não precisa. — O rosado preparou a banheira e tudo mais para Nashi, já estava anoitecendo e ele se sentia extremamente cansado. Chamou a rosada para que ela tomasse banho, ele foi fazer o mesmo no banheiro de seu quarto.
— Estou morto! — Natsu apareceu na sala depois de seu banho, ele se jogou no sofá então Nashi apareceu com os cabelos todo molhado e uma toalha na mão. — Não disse que não ia lavar? — Ela corou.
— Queria que o papai secasse meus cabelos. Digo, a mamãe sempre faz isso e é divertido. — Natsu riu e puxou a menina fazendo ela se sentar no chão entre suas pernas.
— Espero que esteja pronta! — Disse em um tom ameaçador e jogou a toalha na cabeça da menina e começou a bagunçar todos seus cabelos.
— Hahahaha, não! Vai dar nó.
— Não adianta fugir agora. — Disse cutucando a menina na barriga fazendo ela rir mais ainda.
— Para hahaha. — Ficaram assim por um bom tempo até o cansaço e o tédio os pegarem, Nashi adormeceu sentido os carinhos que Natsu fazia em sua cabeça, o rosado também dormiu ali em cima do sofá com a garota em seu colo.
~*~
— Estamos em casa. — Lucy entrou sorridente cheio de sacolas na mão, junto com o gato.
— Oh! — Happy bateu a fuça na costa da loira que tinha parado de repente. — O que foi? — Disse um tanto impaciente.
— Francamente. — A loira colocou as sacolas em cima da estante e pegou a menina no colo, um tanto pesada pelo seu tamanho mas Lucy não se importou. — Vou levá-la para o quarto. Happy guarde as coisas na cozinha por favor. — Disse carregando a menina.
— Aye! — Happy pegou todas as sacolas com dificuldade e levou até o outro cômodo.
— Dormir tão cedo não é o comum dela. — Riu cobrindo a rosada, Lucy fechou a porta do quarto e fui até a sala onde um Natsu adormecia. — Tão calmo quando dorme. — Lucy sorriu se aproximando mais do rosto dele.
— Vai me beijar? Eu espero. — Ele abriu seus olhos que se encontraram com os da loira.
— Natsu! — Ela caiu de bunda ao lado do sofá se assustando com a reação inesperada do garoto. — Está acordado?
— Senti seu cheiro. — Ele se levantou. — Bem-vinda. — Sorriu.
— Estou em casa. — Disse sem graça.
— O que ia fazer comigo agora? — Natsu foi se aproximando.
— Na-ada! Eu… Eu…
— Você? — Ele se agachou e foi ficando sobre ela no chão. —?
— Não ia fazer nada seu idiota! — Ela o empurrou e saiu pisando duro até seu quarto.
—?! — Ele olhou perplexo para o vão do corredor. — Não! — Ele se levantou do chão. — Eu não esperei o dia inteiro atoa. — Ele saiu atrás da loira. — Lucy!
— Hã?! — Ela se virou vendo Natsu fechar a porta. — O que pensa que está fazendo?!
— Estou com fome. — Ele se aproximou dela.
— Ce-certo... Eu esqueci de deixar algo pronto para Nashi. — Natsu a encarou. — E para você também. Desculpe. — Disse nervosa com aproximação do garoto.
— É. Fui muito cruel da sua parte. — Ele a prendeu contra parede. — Mas…. — Ele aproximou sua boca o ouvido dela. — Minha fome é de você.
— Natsu. — Sua voz amoleceu, Natsu começou a beijá-la, seu beijo era de início doce e depois se tornava algo profundo o que lhe causava certas reações em seu corpo. — Natsu… Já fizemos ontem a noite. — Disse corada.
— Hoje já é outro dia. — Ele começou abaixar o zíper do short da loira. — E também estou frustrado.
— Natsu… — A loira gemeu quando ele puxou sua roupa de baixo, ele a ergueu usando a parede como apoio e começou a chupá-la. Outra vez Lucy sentiu aquela língua quente correr e sugar sua intimidade, ela estremecia e gemia baixo o nome do rosado fazendo com que ele a chupasse com mais força até a maga não aguentar mais. Sem perder tempo Natsu a colocou em sua cintura, tirou seu membro já ereto de sua bermuda e invadiu o interior da loira sem aviso prévio. Ela não se importou o prazer que ele estava proporcionando a impedia de reclamar de qualquer coisa que fosse, ele puxou a cintura da loira mais para si, queria estar mais dentro dela o possível. A costa de Lucy batia com força contra parede, devido a força e a pressa que o garoto a penetrava, ele abaixou e a virou de costa, puxou seus braços para trás deixando sobre seu próprio cóccix e a penetro novamente. Dessa vez de forma mais lenta até acelerar o ritmo, Lucy começou a gemer um tanto alto e Natsu tapou sua boca com força para abafar os gemidos e começou acelera mais o ritmo até seu gozo vir, a loira sentiu seu corpo estremecer de início e depois falecer ali mesmo.
— Na-tsu... — Lucy viu Natsu cair no chão. — Natsu?!
— Eu…. — Ele disse meio mole, até o som em sua barriga o denunciar. — Fome.
— Francamente…. — Ela suspirou nervosa em quanto vestia suas roupas. — Vou cozinhar algo.
— S-im… Por favor.
— Vista alguma roupa! — Ela saiu do quarto e foi fazer a janta, depois de tudo feito ela foi tomar o seu merecido banho, claro ela teve que grita algumas vezes e até usar a violência contra um certo rosado que insistia querer ir junto.
~*~
— Outra vez lendo essa revista?! — Natsu disse emburrado para garota que tinha sido acordada para a janta.
— É. Você sabia que o time da Blue Pegasus é tão incrível assim?! — Disse fascinada.
— Não. — Disse cruzando os braços.
— O que foi Natsu?! — Happy estranhou o comportamento do amigo.
— Nada.
— Como nada? Você parece emburrado. — Disse a loira simples.
— O papai está com... — Ela sorriu sapeca. — Ciumes!
— HÃÃÃ?! — Ele a olhou incrédulo, como sua filha podia ter-lhe entregado assim. — Oh, isso faz sentido! — Happy riu.
— Por que estaria? — Lucy olhou para o rosado confusa, ele estava corado e com cara amarrada.
— Não estou com ciúmes desses idiotas.
— Acho que foi porque mais cedo eu contei para o papai sobre o que me disse do Hibiki! — A rosada disse apontando para a foto do rapaz na revista.
— Oh, era isso? — Lucy encarou a revista. — Sobre ele ser bonito? — Lucy olhou normal para o rapaz que parecia preste atacar fogo em tudo há qualquer momento.
— Sim. — Nashi voltou olhar sonhadora, deixando Natsu mais irritado ainda.
— Nashi, lembra-se do que lhe disse né? — Lucy riu vendo a menina olhar a revista tão fascinada.
— Sim. Não é para se deixar levar, pois eles não passam de um rostinho bonito que tem personalidades assustadoras. Eles gostam de todas e são todos pervertidos como seu amigo Loei, do qual eu devo manter a distância! — Ela disse sorrindo, deixando um Natsu abobado.
— Uhum. Eles são pessoas boas, mas suas personalidades são um tanto estranha. — Disse a loira séria.– Estranha? Então, você não gosta dele? — Natsu encarou a loira
— Do que está dizendo? — Lucy viu o rosado olhar para o nada. — PUF! — Lucy tampou a boca na tentativa de segura sua risada, o rosado olhou para loira e depois para os outros dois, todos na mesa faziam o mesmo gesto que a loira. — Natsu… Era por isso que você disse que estava frustrado? — Disse em risos. Ele abaixou a cabeça corado.
— Natsu. — Lucy o flitou.
— Desculpe por sentir ciúmes das pessoas que eu amo. — Ele a flitou corado, mais logo tratou de desviar o olhar. — Vocês duas são preciosas para mim.
— Papai. — Nashi o encarou.
— Isso me deixa feliz. — A loira sorriu virando o rosto do garoto e beijando sua testa. — Mostra o quanto nos ama não é?! — Lucy olhava nos olhos do rosado o deixando sem reação. — Embora não imaginava que você seria o tipo ciumento. — Voltou a rir.
— Você também! Pare de rir! — Natsu olhou nervoso para Nashi. — Esta proibida de querer um cara como aquele. — A pequena rosada caiu na risada.
— Não seja bobo. Eu só tenho 10 anos!
— Não importa, até seus 90 anos você está proibido!— Ela caminhou até ele o abraçando.
— Eu também te amo papai. Você e a mamãe. — Fechou seus olhos quando foi abraçada pelos dois.
— Por que me sinto menos amado aqui. — Happy largou seu peixe e observou a cena.
— Happy. — Lucy sorriu para os outros dois de forma sapeca, de repente os três voara na direção do gato dando um super abraço.
— AH! Retiro o que eu disse, eu retiro o que disse! Me odeiem, por favor. Alguém me salve.
— Vem cá amigão.
~*~
— Meu rei….
— Já está na hora?
— Eu pedi a ela. — Uma luz brilhante flutuava ao lado do rei dos espíritos. — Ela ira visitá-la novamente.
— Você sempre exige demais daquele pobre espírito.
— Não se preocupe, ela é esperta o suficiente.
— O eclipse total….
— Eu estarei na terra outra vez.
— Estarei ansioso por isso.
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