The Stab
2 Capítulo 2 - O Massacre começa!
Dia 08 de Junho de 2012 – 00h00min de uma madrugada de inicio de sábado, casa da família Evans.
Na sala de jantar podemos vê uma jovem sentada a uma cadeira debruçada em uma mesa, uma moça muito bonita, de cabelos pretos cacheados até metade dos ombros, vestida em uma blusa branca e uma calça jeans, esta é Cris Evans, dezenove anos, estudante do 3° ano do ensino médio na escola municipal de Walkersville, muito concentrada ela está lendo um pequeno livro de romance, quando em uma investida de olhar ela consegue vê um vulto pela janela daquele local que vai de encontro à varanda, levantando-se dali ela questiona a ação vista.
- Quem está ai? – Rapidamente ela pega uma faca sobre a Pia de pratos, se aproximando bem devagar da porta dos fundos ela abre em um agito rápido, seu namorado James Kant estava ali em pé com um buquê de flores, muito lindo até, ele era um rapaz alto branco, cabelos castanhos curtos, camisa pólo e calça um pouco justa.
- Você quer me matar? – Cris o questiona o recepcionando com um beijo e pegando as flores dentre as mãos do rapaz.
- Desculpa amor, eu tive que passar correndo, não queria que você me visse pela janela com o buquê, mas gostaste da surpresa? — Cris rir.
- Claro que sim seu bobo. — Ela pede que ele se sente a uma cadeira, fazendo o mesmo ela coloca-se ao seu lado.
- Noite fria esta não é? Eu nem estava querendo lê mesmo, ainda bem que você chegou para me esquentar. – James olha para Cris com um ar de sarcasmo.
- Você nem está devassa esta noite. – Não mesmo! – Ela rir o beijando, mas os dois são interrompidos com a mãe de Cris sobre as escadas, era Halley Evans, ela tinha cabelos castanhos escuros, branca, mas com uma aparência bem jovem, trinta e dois anos não era nada, ela estava vestida em calça jeans com uma blusa roxa até os ombros.
- Posso saber exatamente o que o senhor James Kant faz em minha propriedade a esta hora da noite? — Cris levanta-se com o rapaz.
- Ele só estava de passagem mãe, já está indo embora. — Pois é dona Halley, só vim mesmo para dar boa noite a sua filha e entregar estas flores. – James fica com um pouco de vergonha, mas Cris segura sua mão. — Halley que a cada palavra dita do rapaz ficava mais séria resolveu abrir um grande sorriso.
- Incrível estas desculpas, fique tranqüilo meu jovem, minha filha será sua no momento devido. — Ela desce os degraus e vai de encontro aos dois, retirando Cris dentre as mãos dele ela continua.
- Achamos melhor agora que vá para sua casa, está tarde e tem que acordar cedo, não vai querer que eu vá até a sua escola comunicar o diretor Júlio sobre suas travessuras no meio da madrugada, não é mesmo? — Cris aperta a mão da Mãe, James que já estava muito envergonhado começa a sair se batendo entre alguns jarros da sala.
- Não dona Halley, de maneira nenhuma, já estou me retirando, fique bem e Cris nos vemos amanhã. Boa noite. — Ele abre a porta e se retira rapidamente. Halley começa a rir e Cris séria a interrompe.
- Não sou mais uma criança mãe. – A mulher já subindo as escadas a responde.
- Tenha paciência Cris, tudo vai se caminhar, apenas quero o melhor para você, se hoje te protejo é porque não quero que você fique viúva cedo assim como eu. — Cris se aproxima dela.
- Tem que superar a morte do Pai, está na hora de encontrar alguém, assim como eu estou tentando seguir minha vida. – Halley desce um degrau e encara a filha.
- Eu já superei Cris, não vivo mais chorando pelos cantos, dezenove anos se passaram, você nem o conheceu, mas isso não é uma forma bruta de dizer, apenas quero deixar bem claro que nada me impede de encontrar alguém, basta eu querer. – Cris com os olhos trêmulos cheios de lágrimas sobe a frente de Halley.
- Eu espero que você tenha entendido a minha realidade. — Cris a responde.
- Tenha certeza que eu a entendi perfeitamente. — Entrando em seu quarto, a jovem coloca ao ouvido seu fone de um pequeno aparelho celular, apagando as luzes podemos apenas ouvir os soluços de um choro, ela não chorava pelas palavras da mãe e sim por uma amargura interna de nunca ter conhecido seu pai.
Na manhã seguinte Cris acorda dentre seu despertador que, aliás, era muito escandaloso, observando as horas ela tinha pouco tempo para se está na escola, à aula da professora Trudy começava ás 09h45min, se arrumando com bastante pressa ela abre a porta de seu quarto e desce as escadas correndo, passa pela cozinha, pega um copo de suco na geladeira, toma-o quase se engasgando e retira-se pela porta dos fundos, Halley já a esperava no carro.
- Pensei que ia se atrasar. – Ela rir ao canto dos lábios.
- Nem posso, ás aulas da senhorita Trudy são maravilhosas. – Cris entra no carro, Halley a acompanha. Dentro do veiculo a mãe da jovem encara sua filha com afeto, sua atitude seguinte foi inevitável, um abraço assim foi feito. — Quero te pedir perdão se eu disse algo que a machucou ontem. — Cris com um sorriso de paz a responde.
- Está tudo bem mãe, vamos continuar nossa vida em plena harmonia porque seremos felizes um dia. — Com certeza! – Afirma Halley ligando o som do carro.
- Adoro esta música. – Cris rir, Halley dá partida se dirigindo a escola da filha.
Chegando ao local uma grande multidão de jornalistas se encontrava em pleno furor, o diretor Júlio tentava acalmar a situação, ele era um homem alto branco, cabelos grisalhos, mas bem conservado perante a idade de quarenta e oito anos, ao seu lado o Policial Antony instruía a outros homens da lei a informar aos alunos que as aulas naquele dia estavam canceladas, Antony era um pouco baixo branco, um bigode bem feito, usava seu uniforme impecavelmente, Cris que não agüentando está dentro do carro sem saber do que se passava resolve sair do veiculo e ir de encontro a sua amiga Amber Aniston, esta que era loira de cabelos longos, tinha um corpo maravilhoso, seios volumosos, blusa vermelha e calça jeans que chamava total atenção dos rapazes.
- Amber! O que está acontecendo aqui? – Cris logo vê ao longe a repórter do jornal central da cidade Julie Mendes tentando arrancar alguma informação do diretor Júlio, ela era baixa, cabelos loiros escuros, olhos verdes, uma típica Gale Weathers dos filmes “Pânico”.
- Não vai me dizer que você não soube? – Amber faz cara de chocada.
- Não mesmo e gostaria agora que você me contasse. – Amber segura Cris pelo braço e caminha até uma árvore.
- Exatamente ontem á noite na casa da família Jhonson houve-se um banho de sangue, enorme mesmo, Mandy, Patty, Hilton e Kelvin foram encontrados mortos, algo totalmente brutal, o policial Antony disse que após a averiguação de tudo este assassino está se baseando nos filmes da franquia “Pânico”. – Cris ainda em choque coloca a mão sobre a boca, Halley se aproximando vê o estado da filha.
- O que foi Cris? – Pergunta Halley vendo a expressão da filha em choro, Cris a responde com as mãos trêmulas.
- Quatro pessoas foram mortas ontem mãe. — Amber abraça Cris.
- Eu sei que Mandy era nossa amiga, acredite, Eric está mais abalado que todos nós. – Halley resolve sair da presença das meninas para saber mais informações com Júlio, ao longe Cris consegue avistar Eric sentado a uma pequena fonte, ela toca ao braço de Amber para avisar sobre o rapaz, elas decidem ir até ele, Cris chegando a presença do jovem resolve abraçá-lo fortemente, este a corresponde.
- Sinto muito pela sua irmã. – Eric era um rapaz calmo, branco de olhos castanhos, tinha cabelos cacheados, procurava sempre está na presença dos amigos fazendo suas palhaçadas, mas naquele dia não se havia nada que pudesse fazer para arrancar dele um esticar ao canto de lábios.
- Fico pensando Cris que quando pegarem o desgraçado que fez isso com Mandy e os amigos dela, eu quero ser o primeiro a cortar ele de cima a baixo. – Amber observa pela primeira vez o ódio aos olhos de Eric.
- Eles vão pegar Eric, tenha certeza disso. – Afirma Amber segurando o ombro do amigo. – Halley que conversava com Júlio consegue assim saber mais detalhes.
- Por enquanto temos que deixar os alunos fora da escola, este assassino está solto, não podemos arriscar mais ninguém. — Concordo plenamente com o senhor diretor. – Afirmou à senhorita Trudy, esta que era uma mulher alta, de cabelos ruivos e uma pele branca com algumas sardas dentre as bochechas. – Você deve ser a professora Trudy, não é isso? – Pergunta Halley olhando de cima a baixo a mulher. — Sim, sou eu mesma, como sabe quem eu sou? – Trudy a questiona com um sorriso alargador. – Minha filha Cris Evans a muito linsojeia. – Nossa!Cris é uma ótima aluna, uma das melhores até, tem sorte de uma filha assim. – Obrigada! – Halley então se retira, Júlio resolve entrar adentro da escola, a senhorita Trudy o acompanha, logo atrás a repórter Julie tenta se aproximar.
- Com licença senhor diretor, é verdade que o assassino está se baseando na ficção dos assassinatos de Woodsboro? — Mas nenhuma resposta foi dita. – O policial Antony se colocando a frente de Julie a pergunta.
- Porque vocês repórteres são sempre intrometidas?
- Não há resposta mais digna que a minha carreira, veja onde eu estou e saberás que o poder de uma boa noticia leva ao céu. – Julie se retira apressadamente com sua bolsa dentre as mãos, Antony tira seu chapéu apreciando o corpo daquela mulher.
James que estava chegando ao local consegue vê Cris perto de Eric, em passos rápidos ele caminha até eles, mas é interrompido por Kelsie Santana, sua prima de terceiro grau, ela era uma morena de cabelos cacheados, blusa verde com uma calça jeans clara.
- Nós temos que ir até a biblioteca esta noite, além de eu ter que passar na sala de vídeo para pegar um dos filmes “Pânico”, com isso tudo acontecendo é bom saber quais são as reais referências. — James passa a mão sobre seu rosto em forma de nervoso.
- Até nessas horas você pensa em filmes Kelsie?O Eric perdeu a irmã, você sabe o que é isso? Mas enfim, eu vou com você, me espere ás 20h00min em frente à McDonald’s da segunda entrada do local que iremos, pegaremos isso e logo vamos para casa, não podemos ficar muito tempo na rua. — Kelsie que já estava sentida com a repreensão do primo volta a olhar ele com um sorriso.
- Te espero então. — James então vai em direção aos outros.
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