The Sound Of 2 Hearts: Segunda Temporada

11 You Had A Lot Of Croocks Tryna Steal Your Heart.


Notas iniciais
FERIADOOO! Descansem em paz todos aqueles que já se foram!! Bom, eu tive muita dificuldade para escrever essa capítulo porque, além dos trabalhos, minha criatividade fugiu de mim ~novidaaade~ daí eu sofro :c Mas eu consegui, haha. Boa leitura gatinhas! - Desculpas por esses problemas de alinhamento do texto, mas eu não consigo arrumar de jeito nenhum! -

- Miranda

— Ele queria que vocês fossem amigos? – Lizzie terminou o sorvete dela e me encarou com aqueles olhos verdes sob uma franjinha desfiada.

— Aham. – Respondi, olhando fixamente o pedacinho de chocolate no meu sorvete.

— Chaz e eu terminamos há tempos, mas nós continuamos amigos. Vocês dois... Se não estiverem namorando, já é estranho.

— Hm... Como assim? – Joguei minha colher na pia e guardei o sorvete no freezer.

— Sei lá... Vocês dois... Não dá para imaginar vocês de outra forma a não ser namorando, casando, tendo filhinhos e sentados numa varanda vendo os netinhos...

— Entendi! – Interrompi-a. – Mas ele disse que queria ser amigo.

— Sei não, hein? Fica esperta, Miranda. – Ela me alertou. Revirei os olhos e lavei as colheres. Meu celular vibrou. Scooter.

— Tenho que ir. Trabalho me chama. – Fiz uma careta.

— Vai lá. Vai ser amiguinha do Bieber. – Ela provocou. Joguei um pano na cara dela e saí de casa.

Kenny estava praticamente no meio da entrada do estacionamento da gravadora. Ele acenava para que eu virasse numa entrada que dava para os fundos da gravadora.

— Estava em casa? – Perguntou, abrindo a porta do carro para mim.

— Estava. – Sorri. – O que foi?

— Seu primeiro trabalho. – Sorriu.

Entramos na gravadora e fomos direto para um estúdio enorme. Parecia um estúdio de fotografia. Havia uma aglomeração de pessoas no centro, como se rodeassem alguém. Demorei um pouco a reparar que realmente era um estúdio de fotografia montado.

— Dê uma chance à garota! – Scooter falava com alguém.

— Não! Ela não é profissional, como você mesmo disse. – Outra voz disse. À medida que me aproximava, pude ver quem falava. Um homem quarentão, alto e magro, algumas mechas brancas denunciavam a idade. Ele me viu. – É você?

— Hein? – Respondi, parando de andar automaticamente. Scooter virou-se e sorriu.

— Você chegou! É ela sim, nossa fotógrafa. – Scott me anunciou, passando o braço por meu ombro, orgulhoso. O outro fez um muxoxo de desgosto, fazendo com que eu me sentisse um lixo.

— Você pirou, Braun. Desde quando se contrata uma adolescente para trabalhar?

— Assim você nos ofende, cara. Ela foi recomendação do próprio Justin. – Garantiu. Imediatamente procurei pelo garoto naquele estúdio. E lá estava ele, no meio da aglomeração, sendo arrumado por uma equipe de mulheres cheias de mãos bobas.

Nossos olhares se cruzaram e ele entendeu. Abriu um sorriso e articulou um “de nada” com os lábios. Desviei o olhar, me segurando para não fazer um gesto e causar uma impressão ainda pior naquele cara que estava desconfiado de mim.

— Certo. Vamos ver do que ela é capaz. Traz o Bieber aqui! – Gritou. – A propósito, meu nome é Leon. Observe e aprenda. – Gabou-se e foi na minha frente.

Observe e aprenda. – Remedei. Babaca. – Meu nome é Miranda.

— Que seja. – Gritou por cima do ombro. Ele se achava demais, não era? De repente me toquei que estava ao lado da mesa do buffet. Peguei um pãozinho e mirei.

— Não faça isso. – Uma mão quente e macia me livrou daquele petisco.

— Vai embora, Justin. – Peguei outro pãozinho.

— Você me chamou de Justin. – Arqueou uma sobrancelha.

— Hm... – Estava ocupada demais mirando. Ele tirou da minha mão de novo. – Ah, fala sério!

— Amanda! Vem aqui! Você também, Justin. – O Leon nos chamou.

— É Miranda! – Corrigi.

— Ou isso aí. Vem aqui agora; já vamos começar! – Corri para o lado dele e observei. Justin posou, fazendo aquelas caras irresistíveis. Me concentrei na técnica do Leon para não babar no menino.

— Legal, não é? – Scott veio para o meu lado. Agradeci mentalmente por aquela distração.

— Muito. – Sorri, empolgada. De repente uma câmera apareceu na minha frente. Peguei-a e vi Leon se afastando, sem dizer nada. Minha hora de brilhar, seu imbecil.

Justin abriu um sorrisinho e piscou para mim. Deixei a câmera em cima da mesa e fui até ele, dar uma mexida no visual dele. Baguncei um pouco seu cabelo e abri mais um botão de sua camisa. Normalmente, eu me sentiria extremamente desconfortável de estar tão próxima dele, mas eu estava entretida no trabalho.

— Perfeito. – Comentei e voltei para o meu posto. Podia sentir o olhar de Leon me queimando. Capturei umas seis fotos e passei a câmera para o outro, que foi checar minhas fotos.

— Nada mal. – Comentou, com desdém. Ficaram perfeitas, admita.

O babacão não me deixou fotografar mais. Eu acabei por ajudar as figurinistas a vesti-lo, já que eu precisava me sentir útil em algo. Sempre ia lá e dava aquela batidinha em seu cabelo para deixar levemente bagunçado. Ele ficava parecendo um bad-boy, ainda mais com aquele sorrisinho que não saía de seu rosto enquanto eu estava lá, arrumando. Dei meia volta para sair e fui impedida por um grito.

— O que você acha de fotografar os dois? – Leon sugeriu, enquadrando a gente entre seu indicador e o polegar.

— Olha, não é uma má ideia. – Scooter analisou. Ouvi um xingamento baixinho vindo de Justin.

As moças vieram de novo. Uma tirou meu casaco, outra passou a maquiagem leve e deu as mesmas batidinhas que eu dava no cabelo do Justin no meu.

— Abrace-a. – Leon pediu. De início, nenhum de nós se moveu. Leon pigarreou. – Anda! Não temos o dia todo! Justin passou um braço timidamente pela minha cintura, depois o outro. – Mais junto!

O espaço foi reduzido entre mim e ele muito lentamente. Pude ouvir vários click. Justin soltou uma piadinha, fazendo todos rirem e eu tinha quase certeza de que o cara estava registrando tudo.

Recoloquei meu casaco e fiquei incumbida de guardar o equipamento enquanto os profissionais iam editar a foto, analisar, qualquer coisa assim. Apoiei meus braços na mesa e encarei aquele monte de peça espalhados por lá, pensando em como eu iria guardar tudo.

— Formamos uma bela dupla. – Uma voz falou, logo atrás de mim.

— Uhum. Quer dizer então que você me recomendou ao Scott?

— Foi. Nós precisávamos de alguém competente que pudesse ser nosso fotógrafo. Você é a primeira coisa que me vem à cabeça. – Disse. Levantei os olhos da mesa e o encarei. – Quero dizer... Quando alguém fala de fotografia, eu lembro de você. O que tem demais? Pf. – Corrigiu-se. Eu ri da cara dele.

— Tudo bem. Obrigada, então. Acho que nós dois aparecemos em momentos oportunos. – Controlei a risada.

— Como assim?

— Eu vou ter que pagar minha própria faculdade. – Fiz uma careta, lembrando da conversa com meus pais.

— Bom... A menos que queira estudar em Harvard, não vai ser tão impossível assim pagar seu semestre. – Brincou. Parei de sorrir. – O quê? Você pretende ir para Harvard?

— Estava brincando. Quero uma universidade de artes, aqui na Califórnia, talvez. – Confessei.

— Fazer fotografia?

— É. – Balancei a cabeça, parecendo uma criança de seis anos. – E você, Bieber? Ainda pretende fazer arquitetura?

— Como sabe disso?

— Tenho meus contatos...

— Você estava pesquisando sobre mim. – Ele abriu um sorrisinho provocador.

— Com certeza. Eu iria muito gastar meu tempo assim. – Revirei os olhos. Na verdade, durante esse tempo todo, eu tentei me manter longe de tudo que tivesse JB no nome. A dor era inevitável, eu iria senti-la de qualquer forma antes de dormir, mas eu não ia me torturar durante o dia com coisas que me fizessem lembrar.

Com um susto, lembrei que tinha que guardar aquelas coisas antes que o Leon voltasse. Peguei algumas peças acessórias e guardei.

Ele riu e olhou a mesa, enquanto eu guardava tudo com certa pressa. Pude o ouvir puxando o ar com calma, meio que desconfortável ali. Justin pousou sua mão em meu braço, virando-me gentilmente para olhar para ele.

— Miranda...

— As fotos ficaram ótimas! – Scooter entrou sorrindo. – As suas principalmente. O JB aqui parecia outra pessoa!

— Ei! – Justin protestou. Sua mão ainda segurava meu braço. Sutilmente, me desvencilhei dela e me aproximei mais do Scooter.

— É melhor você terminar com isso aí, gatinha. O Leon é um chato com esse tipo de coisa. – Avisou.

— Ah, claro. – Voltei minha atenção para a mesa, guardando agora a câmera principal com todo cuidado. Terminei um segundo antes de Leon voltar ao estúdio.

— Obrigado, Fernanda. – Agradeceu sem nem ao menos me olhar.

— É Miranda! – Quase gritei.

— Pode ser isso aí também. Bom, nós terminamos por aqui. Obrigado pelo seu tempo, Justin, é um prazer trabalhar com você outra vez. – Apertou a mão de Justin e depois a de Scooter. Acenou para mim e saiu, com sua equipe, todo metido.

— Ok, quem está com fome? Sessão de fotos sempre me deixa com fome. – Justin falou.

— Você está sempre com fome, Biebs. – Scooter falou, arrancando risadas minhas e de Kenny.

— É sério! Vamos ao McDonald’s! – Protestou.

— Só se a Miranda aceitar. – Scooter jogou a bomba para mim.

— Bom... – Fiz uma careta. Justin me olhou, pidão. – Você ainda está me devendo um sorvete, então acho que podíamos ir lá.

Ele tentou me abraçar, mas eu recuei sem querer.

- Justin

— Desculpe. – Ela sussurrou, antes de entrarmos no carro. Assenti, sorrindo fraco.

Estive me sentindo estranho nesses últimos dias, como se algo em mim tivesse voltado a viver. É clichê e estranho, mas é a verdade... Se ao menos Selena estivesse aqui, ela saberia o que dizer. Tentei ligar para ela, mas não tive resposta.

O McDonald’s fora fechado para nós. Eu não gostava muito daquilo, tirar o direito das pessoas de comerem ali só por minha causa. Mas se elas estivessem lá, quem iria perder esse direito era eu. Algumas garotas estavam lá, do lado de fora. Como minhas fãs sempre sabiam onde eu estaria, eu nunca vou saber, mas eu até gostava disso.

— Boa noite, garotas. – Pisquei para elas, arrancando gritos.

— Boa noite, Justin. – As vozes eram derretidas, algumas cheias de malícia, outras cheias de lágrimas. A malícia era algo que já não me incomodava mais. Eu cresci, mudei. Eu sou sexy e sei disso. Sorri.

Entramos no estabelecimento e pedimos nossos sanduíches. Sem querer, reparei demais no modo como Miranda agia ali dentro. Ela estava quieta, sorria somente quando alguém se virava para falar com ela, seu sorvete estava pela metade, sendo mexido de uma forma tediosa.

Peguei meu celular, liguei e esperei o cara da entrega chegar. Os seguranças na porta o barraram e eu tive que levantar da minha confortável cadeira e ir até lá. O cara nem acreditou que era eu.

— Cara! Minha irmã é sua fã número 1! Pode autografar para ela? – Me passou um bloquinho e eu assinei sem a menor cerimônia. – Muito obrigado, cara! São vinte dólares.

— Que isso. Diga à sua irmã que eu amo ela, ok? – Sorri, entregando a ele a nota e pegando o saco de papel de suas mãos.

Voltei para a mesa e coloquei o saco na frente de Miranda, que levantou os olhos da mesa e me encarou, confusa. Apenas sorri e voltei ao meu lugar. Comi minhas batatinhas enquanto assistia ela abrir o saco do Burger King e comer algumas fritas. Nunca entendi porque ela não gostava do McDonald’s; era tão bom, tão maravilhoso. Iria perguntar a ela mais tarde.

— Por quê...? – Kenny perguntou, olhando a mesma garota que eu olhava.

— Ela não gosta daqui. – Respondi, baixinho.

— E ofereceu o McDonald’s mesmo sabendo que ela não gosta? – Scooter se intrometeu na conversa.

— Como você quer conquistar a menina assim? – Kenny arqueou a sobrancelha e Scooter assentiu. Estava tão na cara assim que eu queria me reaproximar dela?

— Não quero conquistar ela. – Rebati, colocando outra batata na boca.

— Não, que isso. Imagina. – Os dois responderam, zombando.

Olhei a garota, que agora conversava alguma coisa com o Ry. Ele conseguiu arrancar uma risada dela; esse era o Ryan Good que eu conhecia. E aquele era o sorriso que, há algum tempo atrás, eu mataria para poder ver de novo.

— Você ainda gosta dela, Biebs? – Ken me analisava enquanto pronunciava cada letra.

— Eu? Ahn, não. Claro que não. Claro que não. – Respondi. Ken e Scooter trocaram um olhar estranho e não falaram mais nada.

Terminamos tudo e voltamos para casa. Minha mãe não estava em casa e em circunstâncias como essas, eu só conseguia me lembrar daquela noite. Liguei a TV e desabei no sofá. Dormi ali mesmo.

Ficamos mais um dia em Atlanta, resolvendo problemas do Scooter com a gravadora. Voltamos para L.A e reunimos a equipe da turnê no galpão. Era um bom lugar, discreto, não chamava a atenção de paparazzi ou coisas do tipo. Estávamos todos lá: meus dançarinos, o Dan, o pessoal da produção, todo o “Bieber Team”.

Eu e Miranda estávamos bem, mais próximos que antes, eu diria. Bem até ela conhecer o Alfredo, que logo se transformou em Fredo, porque eles ficaram amiguinhos rápido demais. E já estavam me dando nos nervos.

— Como está a mamacita, Biebs? – Fredo perguntou.

— Mamacita? – Miranda perguntou, olhando para ele.

— É como o JB chama a Selena às vezes. – Fredo contou e Miranda abafou uma risada.

— Mamacita do espanhol? Tipo... Mamãe? – Ela sorria muito, meio que para conter a risada. – Ok, Bieber, você é estranho.

Revirei os olhos e ignorei.

— Selena está bem, obrigado por perguntar. – Respondi. Fredo assentiu e voltou a conversar com Miranda.

Eu estava muito à parte ali. Todos da equipe estavam fazendo algo para a turnê e tudo que eu podia fazer era assistir. Ninguém vinha aqui perguntar minha opinião ou sei lá o que porque aquele era o padrão e ninguém ia mexer no modelo de show da My World Tour. Senti falta do Butler ali. Ele não iria sair em turnê comigo, como a gente fez na primeira parte da turnê.

Eu também não podia me distrair com Selena, já que ela estava preparando as coisas da sua turnê também, além da sua festa de aniversário que é amanhã. Às vezes, eu sentia como se ela desse mais valor a outras coisas do que a mim. Mas era somente impressão, eu sabia.

E ainda havia aquele sentimento estranho que estava me incomodando...

— Ei, você está quieto. Isso não é normal.

Olhei para cima e encontrei um par de olhos castanhos me fitando. Não sabia que tínhamos nos reaproximado tanto assim.

— Só estou pensativo.

— Pensando sobre...?

— A vida.

— Justin Bieber pensando sobre a vida? Está pensando em quanto vai ganhar com os próximos shows? – Ela brincou.

— Você me julga rápido demais.

— Ei, perguntar não ofende! Ok, sério. Aconteceu algo?

— Por que quer saber? – Perguntei e de repente meu coração bateu acelerado, à espera da resposta. Eu sabia o que eu queria ouvir.

— Não somos amigos? – Abriu um sorrisinho de canto. Senti como se minha cara tivesse trincado. Como eu era idiota.

— Ah, sim... Bom, estou me sentindo meio sozinho. – Confessei, me sentindo o maior otário por falar aquilo para ela.

— Bom, você tem toda essa gente, Justin. Por que exatamente se sente sozinho? E a Selena? Onde ela está? – Miranda olhou em volta, procurando.

— Ela não está aqui. Eu não sei... Eu só me sinto.

— Ok, eu serei sua companhia. Sobre o que quer falar? – Ela se ajeitou na cadeira e ficou de frente para mim. Eu adorava aquilo nela. Sempre disposta a ajudar os outros.

— Certo, vamos falar sobre o aquecimento global. – Falei, arrancando dela uma risada.

— Isso é assunto de Miss! – Ela riu mais ainda.

— O que é tão engraçado? – Fredo chegou, sentando-se ao lado dela.

— Nada. – Respondi.

— Está preparado para a festa de amanhã? – Perguntou, brincando com o pedaço desfiado do jeans de Miranda.

— Claro. – Abri um sorriso.

— Que festa? – Miranda quis saber.

— Amanhã é o aniversário da Selena. – Fredo respondeu. – Quer ir comigo?

— Ahn... – Ela baixou os olhos, encarando o chão. – É, acho que pode ser legal.

— Vai ser a melhor festa de todas!

Apenas sorri. Selena não falou nada sobre convidar alguém... Principalmente Miranda. Mas acho que por ser o Fredo quem a convidou, Selena não iria surtar.

Aquela reuniãozinha acabou e voltamos para o hotel. Os flertes do Alfredo com a Miranda já estavam me irritando.

— Eu te acompanho até o seu quarto. – Ofereceu.

— Não precisa, você deve estar cansado, pode ir direto para o seu. – Ela dispensou.

— Ou podemos ir direto para o meu quarto. – Piscou. Miranda riu, completamente sem graça. Revirei os olhos, que amador.

— Esquece. – Ela começou a andar na direção oposta à nossa do corredor. Sim, quarto dos meninos muito separados do quarto da menina. Scooter era um careta. O que ele achava que iríamos fazer? Festa de madrugada no quarto dela? Fala sério.

— Boa noite! – Gritou. Ela só acenou por cima do ombro, sem nem ao menos olhar para trás e entrou no seu quarto. – Cara, que garota.

— Você flertou com ela a noite toda. – Fiz uma cara de decepção.

— Não vou pegar ela, Biebs. Ela era sua namorada!

— Ah e em consideração flerta com ela?

— Aham. Você entendeu, garoto esperto! – Ele me deu um leve murro no ombro.

Fingi gostar da piadinha e entrei no quarto. Amanhã seria um dia longo. Iria levar Selena para fazer compras, almoçar com ela... Mimar muito, esse tipo de coisa que eu acho que cada garota deveria receber todos os dias.

“Boa noite, Mamacita. Nos vemos amanhã! Será um grande dia! Xoxo, J.”. Mandei a mensagem para ela e desabei na cama.

Notas finais
Gostaram? Mano, eu to achando isso aqui uma droga. E nem adianta vocês me dizerem o contrário porque eu não vou acreditar, tá ruim e ninguém tira isso da minha cabeça. Preciso da um up nisso aqui ¬¬ Enfim, acho que posto de novo no sábado a parte da festa HSUAHS q. Beeijos meus amores ♥