The Six Blue Bloods.
6 Capítulo seis:
Notas iniciais
Finalmente consegui
(^.^)/
Capitulo seis:
Julieta se encontrava sentada em uma das camas da mansão Phantomhive, depois de ter levado um ataque direto ela desmaiou, e então o garoto aproveitara para fugir, Ciel podia pedir simplesmente para Sebastian ir atrás do garoto mas não era tão fácil, o pequeno conde queria saber sobre toda a historia de Julieta, e essa era a hora perfeita, Julieta tinha terminado de fazer o curativo, rapidamente Sebastian bateu na porta do quarto onde ela se encontrava:
– Entre – disse a albina se levantando e arrumando a camisola que Sebastian havia achado para ela, Ciel acompanhado de seu mordomo entraram no quarto:
– Nos deve explicações, Julieta – disse o conde ficando na frente de Julieta:
– Antes gostaria de perguntar uma coisa, para o seu mordomo ter lutado de igual para igual com “ele”, isso significa que Sebastian não é humano... Poderia ser, você, Sebastian, seja um demônio? – perguntou quase sussurrando, Sebastian deu apenas um sorriso “demoníaco”, Julieta entendendo o significado do silencio olhou para suas próprias mãos:
– Não estava enganada então – disse a albina, Ciel a olhou:
– Como sabia? – perguntou se referindo ao contrato que tinha:
– Eu sinto as almas das pessoas, alguns seres não têm almas ou tem almas muito malignas, então eu associo apenas – respondeu olhando para o pequeno conde:
– Agora a explicação, por favor – “pediu” Sebastian em tom de ordem :
– Bom... Se você é quem eu penso que é, então conhece a historia dos Seis Sangues Azuis, não é? – perguntou Julieta, Sebastian ficou quieto, mas Ciel estava confuso:
– Seis Sangues Azuis...? – disse o conde em tom de duvida, o mordomo olhou para o mestre e sorriu:
– É uma lenda. Seis humanos abençoados com o poder divino, mas é claro, só uma lenda – explicou Sebastian, Julieta o olhou tristemente:
– Quem me dera fosse só uma lenda – disse ainda triste, Sebastian e Ciel olharam para a garota – Há algum tempo, no Extremo Oriente, mas especificamente em uma base militar do Japão, tentavam criar um humano perfeito, um ser místico, um anjo. Claro que na época, havia um boato, que um homem, um caçador, conseguira matar um anjo e que tinha o sangue dele, um prova divina. A historia era meia verdade, matar o anjo ele não tinha feito, mas ele realmente tinha o sangue de anjo. Os cientistas da base conseguiram pegar o sangue, mas digamos que não foi de boa vontade.
“Eles testaram muitas vezes o sangue, mas aquilo não tinha explicação lógica. Para criar um ser humano perfeito, os próprios cientistas sacrificaram os filhos. Ironia do destino, todos as crianças eram quase recém nascidas. Os testes começaram, eu e meu irmão, Dylan, éramos umas das seis crianças, todas aceitaram bem o sangue, no começo os sangues aceitos eram da cor azul, mas quando começamos a crescer alguns começaram a enlouquecer, dois dos seis morreram, um acabara sendo engolido pelo sangue e se matou, já o outro foi encontrado morto. Os cientistas descobriram que o sangue daquele que era “engolido” ficava negro.”
Julieta olhou para o chão e respirou fundo para continuar a historia, a essa altura os três estavam sentados, Ciel escutava tudo com muita atenção e Sebastian tinha os olhos sérios:
– Eu, Dylan e mais dois dos modificados fugimos para cá, deixamos nossos pais para trás, mas foi aqui que descobrimos a verdade... Meu irmão, havia se entregado ao poder do sangue, mas invés de se matar por loucura ele matava para se recuperar, a única maneira de restaurar o sangue que havia ficado negro é tomar o sangue e comer o coração daquele que conseguira dominar o sangue, todos que morreram eram meus irmãos de mutação. E por “sorte”, eu consegui dominar o poder do sangue, por isso os efeitos colaterais, como a pele sensível ao Sol e a cor dos meus olhos – Julieta terminou olhando para Ciel – Eu tenho que parar Dylan, não por vingança mas por que ele é meu irmão, sangue do meu sangue! Por favor! Conde Phantomhive, eu imploro que me deixe cuidar de meu irmão, eu mesma o matarei – disse em uma voz determinada, Ciel olhou para a albina um pouco surpreso, Sebastian deu um sorriso:
– Tem certeza que vai conseguir? É uma fala muito pesada para uma dama – disse o mordomo demônio, Julieta deu um sorriso triste:
– Eu sei que sim, mas eu sou a única capaz de trazer paz ao espírito dele, ambos fomos feitos da ganância do homem, a ganância de ser perfeito – respondeu a albina, fazendo com que Sebastian e Ciel ficassem surpresos:
– Muito bem! Conto com você então, Julieta Marian – disse o conde de olhos azuis, Julieta sorriu:
– Obrigado, Ciel – sussurrou a garota dando um sorriso tímido.
O.o.O.o.O.o.O
Depois da conversa com o conde e os esclarecimentos, Julieta e Sebastian foram para um outro quarto, o mordomo se encontrava ajoelhado “caçando” algo dentro de um baú, já a albina estava encostada no batente da porta de madeira:
– Você irá dormir no mesmo quarto que Maylene – disse Sebastian pegando um uniforme parecido com o de Maylene, a única diferença era o comprimento da saia, a de Maylene era nos joelhos e a de Julieta chegava a arrastar um pouco no chão:
– Sim, mas... Onde é? – perguntou a garota de cabelos brancos timidamente, Sebastian sorriu:
– Irei te levar até lá – respondeu o mordomo indo até a porta onde se encontrava Julieta – Vamos?
– Claro – disse sorrindo e saindo do seu lugar, Julieta e Sebastian continuaram o caminho pelo longo corredor.
O.o.O.o.O.o.O
Os dois chegaram à porta do quarto da empregada, o mordomo levantou um braço e deu leves batidas na porta:
– Espere um pouco – disse uma voz do outro lado da porta, Maylene escancarou a porta rapidamente, vestia uma camisola longa rosa bebê, os cabelos estavam presos nas duas marias-chiquinhas habituais e usava seus óculos:
– Se-sebastian! – exclamou a ruiva, o mordomo deu espaço para Julieta entrar no quarto timidamente:
– Maylene, essa vai ser sua ajudante, Julieta Marian – explicou o mordomo enquanto colocava a mala da albina ao lado da porta:
– Obrigado por carregar minha mala – disse Julieta sorrindo para Sebastian, esse sorriu de volta e se retirou do quarto:
– Be-bem... Maylene, não é? – perguntou Julieta, a ruiva se virou para a garota e assentiu:
– Sou Julieta Marian – se apresentou a pequena se esforçando para não gaguejar:
– Prazer – disse Maylene com os olhos admirados:
– Me desculpe, eu não pude lhe ajudar – disse Julieta olhando para o chão corada, Maylene pegou as mãos cobertas pelas luvas da pequena e lhe deu um sorriso:
– Não se preocupe, depois da sua dica ficou mais fácil! Então eu que tenho de lhe agradecer. Obrigado – disse a ruiva, a albina a olhou e sorriu de olhos fechados:
– Não foi nada!
O.o.O.o.O.o.O
Notas finais
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