Notas iniciais
Festa...

Aproveitem a leitura, com a aparição de importantes personagens...

A multidão que corria desesperada batiam contra meu corpo, mais eu nem me imultei, eu corria contra ela, o perigo estava estendido por toda a area, e Yuuki estava em perigo…

- Yuuki… — Notei como minha voz sussurrava o nome dela.

Eu precisava chegar em quanto antes para encontrar-la… Ele estava ali… Ele…

Os gritos de desespero das pessoas normais, sangue… Pessoas rutando contra sombras… Demonios…

Mais eu tenho que encontra a Yuuki…

- Yuu… Ki…

- Lucy… Lucy… — Meus olhos se abriram, encontrando a um olhar ambar cheio de preocupação…

- Yuuki…? – Perguntei eu em sonhos ainda.

- Lucy, acorda… — Meus olhos se abriram mais, como os redondos olhos dos gatos.

- Yuuki…! – Me alarmei.

- Você teve algum sonho…?

- Hm… Sonho… Que tipo de sonho…? – Vincent chegou perto de onde estavamos sentadas.

- Ue… Um sonho… Um sonho qualquer – Dici com calma, e dei um sorriso.

- Nossa, tudo bem, mais sim que dormiu mal em… Você esteve dormindo durante toda a viagem, e olha que foi meio longa.

- Cala a boca Vincent e me deixa dormir mais… — Me ajeitei e voltei a fechar os olhos.

- Ei… Mais se já estamos chegando…

- Cinco minutos… Cinco minutos… — Dici eu cansada e minhas palpebras pesadas se fecharam.

- LUCY! ACORDA DE UMA VEZ…! QUER IR DE VOLTA! O TREM VAI FECHAR! – O grito ensordecedor de Vincent fez eu acorda de uma vez por toda.

Tomando um grande susto levantei aos tombos, Vincent gritava des da porta, empurrando Yuuki para fora, e fazendo eu correr pela minha bolsa, antes de que o trem partice.

O tempo se parou por um momento, meus pasos ecoraram pela estação, e o vasto mundo foi completo por um vazio importuno, meus ouvidos se ensordeceram, e assim que voltei meus olhos atraz… O trem arranco com força…

- Lucy…! Vai ficar ai… Olhando o trem ir embora…? – Meus olhos ainda estavam fixos na sombra indefinida do trem que partira.

- Lucy… — Senti as mãos fortes de meu primo Antonio, me trazer a realidade.

- Antonio…? – Engoli o seco, pois ao olhar para ele, e sentir tudo o que eu senti, não sei o que vai acontecer hoje, mais tenho um mal precentimento.

- Você…

- Vamos já…! Lucy, Antonio!!! – Vincent gritou com desespero, o que nos fez seguir… Mais meus pensamentos estavam longe de mais.

As ruas e praças de Berlín estavam repletas de gentes, caminhando de um lado para outro, familias e amigos, divertidose com as barracas que vendia comida, roupas, acessorios, todo o local estava repleto de felicidade e alegria, diverção era o que não faltava…

- Vamos por aquí… O vamos por ali…

- Ah…! Que saco… parece uma criança… — Murmuro Akira ao meu lado, sentindo que ele estava completamente frustado com Vincent, o qual segurava a jaqueta de Kouya, puchando para todos os lados.

- QUER PARAR IDIOTA…! – Os gritos de Kouya me fizeram olhar a escena que se repetia como sempre.

- Mais! QUERO CREEPS… E TAMBÉM DONUSTS! – Dici Vincent choramingando.

- Ue… só compra os dois… E… — Admirei a Jin.

- Hm… Jimmy… Que aconteceu… — Notei um sorrisa bem falsa nos olhos de Jin

- Nada Vincent… Só tenho que resolver um problema… — Os olhos de Jin encontram os meus, ou eu imaginei, mais eles se desviraram rapidamente, e olhou para outra pessoa…

- Vou indo nessa… — Jin me olhou e acabei notando que minha mão segurava sua camisa. – Lu…cy…

- A… — Soltei, envergonhada pelo que acabava de fazer, corada admirei o lado e mechi minha cabeça. – Desculpa… Não…

O que estava me acontecendo…

- Talvez esteja apaixonada por mim… — Ele deu um sorriso brincalhão e meu rosto se modificio de tal forma que eu parecia ter provado um limão me agrio.

- Nunca… — Suspirei fundo e vi como ele dava de ombros e logo se perdia na multidão em meio aos gritos de Vincent, perguntando o que havia acontecido com ele, e eu sussurrei – Va com cuidado…

Cuidado de que, não sei… Mais sei que ele precisa disso… Que estranho.

- Você esta bem…? – Sussurro Antonio em meu ouvido.

- Eu sim, mais acho que Jin precisa se cuidar… — falei na mesma tonalidade para ele. – Só que não entendo por que…

- Lucy… Precis… — Mais antes que Antonio podesse dizer algo mas, Vincent interropeu.

- Lucy! Antonio… Vocês vão ficar para traz...! – Suspirei fundo e seguir por onde todos estavan indo.

Ao chegar bem ne frente da galeria em onde estavam as obras de Jack, Vincent ficou inquierto, e realmente irritante, a animação dele estava a mil, e seus nervos eram contaiados por qualquer pesso ao rededor dos seus cinco metros, incluindo eu e o pessoa.

A galeria era uma especie de casa antiga, muito bonita, conservada desde sabe la a quanto tempo. Algo que eu não sabia dizer se era uma casa do periodo gótico o medieval, talvez ate do romanico, pore, como pode aparentar ela tinha um esquisito traço antigo em sua arquitetura, tanto de fora como de dentro, mesclando varios estilos de época. Sua frente lembrava aos estilos mecionados, mais quando mais iamos nos adentrando, viamos ate columnas doricas, o jonicas, o que não pude destiguin bem, depois de tudo estava realmente bem assombrada com as obras do professor Jack, esculturas e pinturas, realmente, eram tantas que percebi que não era de hoje que ele pintava o esculpia, conceteza não para a idade que ele deve ter, coisa que nem me atrevo a perguntar.

Vincent estava tão empolgado que decidi, meio que me desvia do caminho dele, e ao perceber, todos em dentro da galeria, desviaram o caminho, uns interesados por alguma pintura, outros por alguma escultura. Eu em compensação me adentrei a ver algumas pinturas, percebi que Jack não tinha um estilo aparente, algumas eram abstratas, com cores frias e vermelhos que eu não duvidaria que representara o sangue… Sangue, pavor e medo… Em outras haviam coisas mais simples e delicadas, flores, paisagens e ate noites estreladas, tudo parecia um caos, pois estavam arrumadas de uma maneira que cada seção tinha uma ‘linguagem’ pintorica, um tipo de significado.

Acabei chegando na parte de retratos, percebi que muitas pessoas ficavam deslumbradas com alguns que outros retratos, e outros ate aterrorizados. Cada retrato tinha um dono, alguns ate percebi que conhecia, e outros, tive minhas duvidas, mais sem duvidas o retrato que mais destacava entre o publico era a de uma bella mulher sorrindo, ao admirar-la me fez entrar uma grande alegria, e ao mesmo tempo triste, era um sorriso tão calido e doce, tão feliz, e delicado, que, parecia triste…

- Dama das rosas… — Admirei o nome da pintura a oleo, e logo voltei a admirar as manchas que formavam o lindo desenho imprecionista. Uma bella jovem mulher com cabelos longos, encaracolados e negros, a pele era branca e delicada, seus labios caronosos, e as sombrancelhas delicadas que contorneavam aqueles belos e lindos olhos azuis… Ela me lembrava a alguem…

- Imprecionada…? – Pergunto uma voz que me fez ao momento voltar meu olho para ele.

- Imprecionada…? – Era como se a pintura houvesse nacido em minha frente… A mesma cor de pele, os mesmo labios, os mesmo cabelos negros, encaracolados, presos em um rabo de cavalo, porem a diferencia os olhos, eram algos frios, profundos, e o mesmo azul, mesmo se tratando de um homem… Realmente tão belo como a mãe…

- Igualzinha a você Edgar… — O Admirei e dei um pequeno sorriso.

- Você não é ninguem para falar assim dela pebleia… — E simplesmente, seguramente que ela era mais gentil que este principe chato…

- Sinto muito senhor Poe… — Dei um pequeño sorriso descuidado.

- Hm… — Ele deu com ombros e foi indo, ate desaparecer entre a multidão… Edgar é e filho do professor Jack… E mesmo ele tendo este carácter meio de superior… Há algo nele que me faz pensar que tem um bom coração principalmente por ser…

- Desculpa ele Lucy… Acho que ele não queria… — Admirei o lado e encontrei ao adoravel Dominic…

Dominic também tinha a mesma cor de cabelo que Edgar, negros, encaracolados, porem uma parte da franja de seu cabelo escondia um de seus olhos verdes, concluio que é a mesma cor de olhos que a de Jack… Dominic é o filho mais grande de Jack, porem, em teoria não sei explicar, mais ele nunca chegou a nasce, e ao mesmo tempo, ele conseguiu existir e crescer…

- Dominic…?! – Dici supressa olhando para ele, percebendo que como sempre, seu olhar estava triste.

- Desculpa te assustei…? – E como sempre pedia desculpa por quase tudo, diferente de Edgar… Porem… Edgar era diferente com os irmãos, mesmo Dominic sendo o maior, era como uma criança triste, e Edgar era como a ‘mãe-pai’ protetora de Dominic, e Sally, a mais jovem de todos tres, e também, inteiramente parecida com a mãe, a diferencia é que Sally não parecia sentir alegria, e sim, parecia esta envolta de tedio e tinha uma cara de mal-humorada, mesmo assim, a beleza dela me encantava, e simplesmente…

Acabei corando…

- Lucy… Você esta corada…? – Perguntou Dominic supresso.

- Desculpa, estive pensando na Sally, que é realmente parecida com a mãe de vocês… — Dici olhando o quadro.

- Sim… Acho que é… — Percebi que a fala dele era algo desentendida, e logo mudei de assunto.

- No caso… Como é que Edgar veio aquí…? – Dici eu meio supressa.

- Acho que ele estava curioso, mesmo não querendo admitir… Acho que ele gosta de ver os quadros do Pai… — Dici ele com um sorriso tristonho.

- Hm… Ele ainda continua orgulhoso neste ponto. – Dei um meio suspiro, relembrando que Edgar não tinha uma boa relação com o pai, não por parte de Jack, mais, digamos que é uma tipica relação de rapaz adolecente rebelde com o pai, e no caso, Jack não era daqueles pais severos, muito pelo contrario, era divertido ver-lo com os filhos, ele é um dos pais mais curujas que já vi, na verdade acredito que todos os irmãos dele eram pais corujas, professor Axel e professor Drake também adoravam os filhos ao ponto de venerar-los por de mais… Eu sempre acho isto incrivel, depois de tudo, depois que meus pais se separaram, a duas ultimas vezes que vi meu pai, não foi muito agradavel .

- Acho que vai levar ainda mais tempo… — O sorriso triste e meio constragido de Dominic me fizera sorrir.

- Acredito que um dia ele melhora… Mais e você como tem estado…? – Perguntei por fim, tentando desviar os bastantes pensamentos de minha cabeça… Edgar sempre me deixava com uma pulga detrás da orelha… Algo muito grande ele parecia esconder…

- Acho que bem… Eddy cuida muito bem de mim e de Sally, estivemos viajando por estes tempos, junto aos outros primos…

- Ah! Que divertido… Eu… Faz tempo que queria viajar, porem com tudo isto do ultimo curso, muita coisa que aprender e…

O tempo pareceu parar, em meio a conversa, assim que meu instinto viu os olhos verdes dourados… Havia algo naqueles olhos que me transportaram para lonje, principalmente quando aquele sorriso sadico e atraente me admirou com perfeição, como se estivesse me comvidando para uma disputa de olhares…

- Lucy…? – O chamado de meu nome me fez desvia a atenção, olhei para Dominic, e logo voltei a ver o mesmo lugar, e não havia ninguem parecido com a anterior descripção, nem mesmo quando busquei com desespero o dono daquele olhar…

- Lucy…? – Dominic me chamo mais uma vez. – Esta acontecendo algo…?

- Ah! Não… Me esqueci de uma coisa Dominic… Eu… — Engoli o seco. – Preciso ir…

- Tudo bem… Mais você… Você esta bem…? – Ele pergunto com o olhar mais triste ainda, e so pude mentir sorrindo com falsidade.

- Sim… Apenas lembrei que tenho que cumpli uma incomenda para o Kazuki, ele me pediu para comprar umas especies que estão en falta…

Me despedi de Dominic e me pus a caminhar contra a multidão de dentro da galeria. Ate acabei me topando com alguem que fez eu cair…

- Wai…! – Resmunguei eu no chão. – Droga… As pessoas baixinhas também existem! – Choramiguei.

- AAAh! Sinto tanto… Tanto.. Tanto… Tanto…! – As desculpas em alto volumen me assustaram de verdade.

- WAAA! – Gritei assustada. Ate que admirei a pessoa que se desculpava. – Victor…?

- Se-Se-Se-Se-Se…

- Victor… Que esta… — Admirei logo o lado de Victor, e comprovei que Leon também estava com ele.

Victor é o mordomo pessoal da familia Tepes, Tepes, Halloween, em parte ele serve aos vampiros Tepes, o mordomo leal do professor Drake, Jacob, Jared e Leon.

Lembro que contei a um tempo sobre Leon, este é um pouco mais pequeno que eu, mais o filho mais parecido com Drake, cabelos loiros, bem, mais bem claros, pele albina, belos e lindos olhos azuis que parecem gelo… E estranhamente um Vampiro que ama chocolate.

Victor por outra parte também é vampiro, Ele tem cabelos negros e curtos, ate a altura da nuca. Os olhos são vermelhos e a pele dele branca, tão branca como a de Leon, diferente deste, é bem alto.

- Leon…?! E Vitor… — Acabei sorrindo. – Quanto tempo garotos…

- Lucy… — Dici Leon levando a mastigar um bombom de chocolate. – Quanto tempo…

- Senhorita deixa que eu a ajude… — Dici Victor bem gentil me levantando com uma só puchada rapida.

- Obrigada! – dici eu por fim de pé, novamente.

- Realmente! Me perdió senhorita…! Que mal mordomo sou… Não mereço servia o nome de meus senhores Tepes! – Este fez o tipico drama de sempre, qualquer coisa que saise mal, ele formava um tipo de caos, como um elfo domertico de Harry Potter, sem brincadeiras…

- Ei Victor… Victor… — Tentei fazer ele deixar de fazer um escandalo, depois de tudo os olhares estavam sobre nós.

- Victor… — Leon suspiro profundamente, mais logo deu de ombros metendo mais uma serie de consecutivos bombons.

- Sinto muito senhor Leon… Sinto muito! – Este voltara suas desculpa para o seu senhor.

- Ele não muda…

- Não…

- Hm… Desculpa te deixar nesta… — Relembrei. – Tenho que ir Leon… ate mais!

- Lu… — Escutei a voz abafada de Leon, mais não podia perder tempo… Aqueles olhos verdes… Dourados… Uma maldição… Eles reluciam… Brilhavam por sangue… Eu devia encontrar ao homem do sorriso sadico.

Busquei por todas as areas da galeria, mais nenhum rastro daquele homen, não estou segura de quem ele era, mais ele saia em meus sonhos, ele… Ele representa o perigo…

Inspirava e suspirava, havia encontrado um tipo de refugio meio distante das pessoas da galeria, em onde também se podia ver o pessoal que entrava e sai, era um bom lugar, mais seja quem fosse ele, ele estava longe…

- Por que sera que todo mundo fica lonje de aquí…? – Ao admirar a parede percebi que havia um grandioso quadro que mostrava a um monstro, algo estranho e desconhecido, uma pintura abstrata, e os olhos deste mostro eram esmeraldas e tinham um estranho brilho vermelho… Vermelho… Aquela sorrisa… Aqueles olhos… Aquele mostro…

- Lucy…? – Uma mão pouso em meu ombro, e ao me virar, me topei com mais alguem conhecido da familia Halloween.

- Ramsés…?! – Admirei supressa os olhos acinsentados como a chuva de Ramsés… Que em outros tempo na historia foi conhecido melhor como Ramsés segundo, o grande e majestuoso faraó…

Ramsés, sempre andava envenado como a momia que era, porem ele parecia haver voltado aos seus tempos de adolescencia, não me perguntem como, não tinha muitos conhecimentos especificos como ele se tornara mais jovem de mesmo como havia morto. Ele e seu pai fizeram um pacto assim que voltaram a ‘viver’, agora faziam parte da familia Halloween, e havia se tornado primo de Edgar e Dominic, assim como Jack havia se tornado o tio dele… Ainda não sei bem como funciona este esquema na familia Halloween, mais sei que isto os torna uma familia bem unida.

Ramsés, como propiamente dito, era jovem e belo, ele havia recuperado a juventude, e ninguem duvidaria que ele era alguem normal, se não fosse por leva vendas por muitas partes do corpo, algumas cobriam seu corpo de poste aleticos, as tatuagens faraoniscas de sua pele morena… O que se via perfeitamente era os fios dourados de seus cabelos loiros, e seus olhos como a chuva… Cada vez que o admirava, e pensava em que ele era um faraó, eu tratava de retomar meu folego, acredito que em seus tempos era admiravel ver-lo como faraó, mais ninguem negaria que ele er admirable ainda, se soubessem que ele é Ramsés segundon, o grande rei sol…

Abaichei o olhar, e logo remechi a cabeça – Tudo bem eu não posso negar que ele é admiravel, depois de tudo eu amo a historia, e amo a historia do antigo egito… É fascinante, mais nestas horas.

- Ramsés! – Olhei determinada para ele, sorte que eramos amigos e ele tinha um pouco de confiança em mim… Acho eu… Ainda que ele não era muito de conversar e sempre na dele.

- Lucy…?! – Ele me admirou meio supresso.

- Pode me dizer o que significa este quadro… Tem alguma ideia…

Ramsés olhou para o quadro, e notei como seus olhos se perdiam nele… Ele sabia de algo… E aquele quadro parecia ter um profundo significado.

- Ramsés, sei que pode ser pessoal, para você para sua familia… Mais por favor… Me fala o que sabe… — Supliquei para ele.

- Este quadro te atormenta…? – Ele pergunto sem desvia o olhar deste.

- Ele tem algo que preciso saber…

- Você sabe por que a familia Halloween fizemos um pacto importante com a ordem de caçadores, assim como fizemos um pacto entre todos nos da familia…?

- Hm… — Tratei de lembrar, mais, não tinha nada em mente.

- Estamos todos juntos na mesma por que temos um inimigo encomun…

- Inimigo…?! – Falei eu arregalando os olhos. – Poderia me dizer quem se trata…?

···

Era uma vez o amor… Era uma vez uma menina que não sabia amar… Era uma vez um home despresivel… Como poderia começar minha fala…?

- Papy o senhor esta simplesmente louco não acham…? – A voz de meu filho me fez olhar-lo com despresso.

- Louco eu… Por que estaria…? – Dici friamente com o meu tipico sorriso sadico de ponta a ponta em minha face.

- É a segunda tarça de vinho que o senhor quebra… Não queria desagradar-lo… Pai — Sendo assim admirei em minha mão que chorrava sanguem, pelos pedaços de vidros clavados em ela.

- Nisroch… Não me desagrada em nada filho, em parte sei que é um de meus filhos que mais leal se mostra a mim… Muito ao contrario de Mammon… Sempre tão imponete… Ele sim puchou para mim, não quer se deixar gorverna pelo Pai… — Minhas risas preencheram o lugar sombrio, e logo admirei o sangue que caia.

- Pai… Me permite…? – Olhei para minha linda filha, Lilith, uma de minhas princesinhas mais preciadas.

Lilith era simplesmente linda, seus cabelos eram longos e lisos, de uma cor dourada perfeita, sua pele parecia a mesma porcelana, e seus olhos eram azuis… Uma pequena perfeição de meu corpo… Apezar de ter a aparencia de uma menina de menos de sete anos, Lilith era um encando para qualquer olhos varonils... Assim como Nisroch, todo um homem, Alto, com porte aletico, seus cabelos com uma cor clara de areia e seus olhos violeta, o faziam ser reconhecido como o demonio dos olhos violetas, era um de meus filhos mais belos, e ate mesmo suponho que um de meus mais leiais…

Lilith limpou minha mão com delicaza, a mão humana se havia desgastado tão depressa… Como são fuiteis os humanos… Tão delicados que em um simples estalo de dedos eles se quebram como o cristal.

- Agr… — Rangi meus dentes enraivado. – Não suporto… Não suporto…!

- Acalmece pai… Não falta muito…

- Não ouse a me dar ordens Nisroch, posso mudar de ideias em relação ao meu agrado sobre você…

- Nisroch idiota… Quer fazer o pai enraivar…! – Lilith brincou com ele dando lingua e puchando um pouco seus olhos com o dedo, tipica expreção de uma criança brincalhona.

Nisroch se contraiu e apenas abaixou a cabeça.

- O senhor sabe que estou aquí para o senhor… Servir-lo é um bem preciado para mim…

- É mesmo… O você preferia esta neste momento em uma de suas orgias particulares com sua amada esposa Kenel…? – Dici eu me burlando de meu propio filho.

- Não claro que não… Este trabalho é muito mais importante…

- Hm… Fala da humana que tanto o caltiva Nisroch…? O por que eu sou seu pai…?

- Mentiria dizendo que só por que é meu pai… Acredito que os dois – Ele me olhou com o mesmo sorriso sadico… (Ele puchou tanto ao pai…?).

Não… Aparte de Mammon, nenhum de meus filhos era parecido a mim, Minha pele não era a cor de pele sem proteinas e desgastada deste humano que possuo… É de dizer que ela tinha uma cor bronceada perfeita… Nem meus cabelos eram desta cor tão apagada e loira, meus cabelos eram perfeitamente cuidados, longos e encaracolados, deciam como ondas perfectas, tinha a cor castanha mais bela que qualquer um poderia ver jamais… Assim como meus olhos, que não eram deste negro sem graça… Meus olhos tinha um vivo vermelho que se misturava ao dourado, formando uma estranha e bela combinação com o esmeralda.

Simplesmente, por mais de mil corpos humanos que eu possuira, nenhum chegava aos meus verdadeiros encantos dormidos nas profundezas do tartaro…

- Sua sinceridade me convence Nisroch… Isso me faz amar-lo… A minha maneira…

- Sinto-me honrado de receber o seu prezado amor pai… — Dici este com um sorriso ate amavel, mais eu nunca estava seguro do que ele me contava, mesmo sabendo que Nisroch era um de meus filhos mais leiais, a lealdade é uma das coisas que já comprovei que não existe…

- Então… Quando pensa encontrar com ela…? – Dici eu impaciente… Eu não a conhecia pessoalmente, mais pelo que Nisroch relatava, ela era fascinante:

“ Pai… Ela é a mulher mais fascinante que vi em minha vida… A quero de alguma maneira… Ela vai ter que ser minha… Assim que eu cumpli com o trato… Sua alma sera para sempre minha…”

Ela teria problemas com minha filha, a esposa de Nisroch, me fazia ate compadecer-la. Kenel podia ater amar quando Nisroch posuia outras mulheres, mais a paixão dela era tão sadica que ela amava ainda mais quando Nisroch, em meio ao ato sexual maltava sua consorte… Kenel fazia o mesmo com o consorte masculino, o ate mesmo a femenina… Era uma relação aberta bem clara, uma especie de amor estranho… Acredito que meus filhos entendem que eu sempre digo

“ Cada um temos uma maneira de amar, por isso eu os amo a minha maneira… Meus filhos…”

- Ate agora só tive a sorte de que meu amado filho me encontrara…

- Amado… Filho…? Meu suposto neto… Ainda não o conheci… Sou avô tão ocupado…

- Não se preocupe, logo o vai conhecer, e ademais, é importante que ele me veja, suponho que ele a avisara de algo…

- Nunca pensou em dar amor a ele… Assim como eu do para você…

- Meu pai… É apenas um bastardo, e se eu chegara a isto, deixaria minha amada Kenel aflita… Ela já o odeia somente por ter nascido… E em parte… Ate que eu consigo tirar proveito dele de uma maneira… — Meu filho sorriu, e eu apenas fiz um gesto de negação com minha cabeça.

- Nisroch quando vai aprender a que os filhos também nos podem servi para outros fins, não somente para um estupido jogo de xadres… Porem… Se ele vai ser de uma ajuda para distraer a garota… Estarei orgulhoso, e em parte, preciso me preparar para reencontrar com a menina que não lembra de mim…

- A menina… Sabe que é curioso, que com toda esta historia, nossos caminhos e os delas se cruzaram e uma tal forma…

- Nisroch, não esta me dizendo que acredita no destino… Isso é tão gay… — Lilith riu em alto volumen.

- Lilith… Como se nota que é uma puta de uma ignorante irmãzinha, não vé que isso é o que estava escrito.

- Prefiro ser puta do que ser chifrudo… — As brincadeiras de Lilith apenas fizeram Nisroch rir e dar de ombros.

- Você não entende como é bom o prazer que admira e participar de uma orgia pode ser…

- Nisroch… Para sua informação eu só tenho olhos para o Papy, ele é o unico homem que pode encostar um dedo em mim… — Lilith sento em meu colo e eu acaricie os cabelos dela.

- Pequena Lilith, amo quando você diz isto, porem um dia você tem que encontrar um consorte… Seu pai não pode fazer todo um trabalho duro, e em parte não fale como se tivessemos relações ilicitas…

- Pai… Eu prefiro ser sua menininha… E em parte… A maioria de consortes que desejei é um desastre…

- A culpa é sua se sempre os acaba matando… — Lilith admirou com os olhos de assasina para Nisroch, o que me fez rir…

- Tudo bem… Tudo bem amados filhos, é melhor eu ir… E vocês não quebrem nada… Já me basta o que o outro dia o twenty-one me apronto atraz daquele maldito gato…

- No final ele ainda não comeu aquele maldito gato negro…

-Tristemente ainda não me livrei dele… Mais logo, logo ele sera morto assim como qualquer um se entrimete em meus planos.

- Amado Mestre… Chego a hora… — Nemo, meu adorado servo entrou pela porta.

- Hm… É mesmo… Antes que eu me esqueça, onde eles estão…? – Perguntei a Nemo que se mostrava tão serio e calmo como sempre.

- Cada um esta em seu lugar… — Dici sem mais

- Não teve problemas com nenhum deles não…?

- Não… Claro que não… — Ele me respondeu, e eu sorrir…

Então que comece a festa…

Notas finais
O que acharam... Eu persoalmente estou super intrigada por escrever mais sobre este vilão ♥