The Serial Killer
1 One Shot
Notas iniciais
Sei que não está muito bom, mas vou melhorar :)
Sábado, 23 de Fevereiro de 1981
Lentamente, Paul via a sua vida abandonar o corpo. Morria feliz pois Anne conseguira escapar. Sentiu-se a ser empurrado das escadas, enquanto via o próprio sangue a escorrer.
O assassino escondeu o corpo em um dos armários e sentou-se na cama. Ele desejara ter morto os dois. Mas não conseguira. Anne provara ser mais ágil e esperta.
Quarta-Feira, 14 de Julho de 1998
Os 5 amigos, Carol, Joanne, Margaret, Richard e Josh atravessavam o pinhal. Estavam quase a chegar á velha casa.
Iam passar 3 semanas lá. Joanne ia receosa, a mãe contara-lhe de um boato que um serial-killer perígossíssimo lá habitava. Mas nada dissera aos amigos.
(...)
– Chegámos!! — Grita Josh.
Joanne estremece. Continua parada na soleira da porta.
Ouve-se um barulho.
Carol pousa as suas malas ao pé do antigo sofá e tira uma revista, sem se importar com o estranho ruído.
– O que foi isto? — Margaret levanta o olhar para as escadas, e avista estranhas manchas. Sobe rapidamente 2 degraus e observa-as melhor. '' Esquisito '' — pensa '' Parece mesmo sangue. Ó, que disparate, hahaha! ''
Joanne dirige-se para um dos quartos. Ao perceber que um está trancado, olha pela fechadura.
'' Está tapado '' — Murmura.
Continua a andar pelo corredor esguio. O soalho fazia um barulho sinistro e alto. Uma das portas está entreaberta.
Joanne entra.
Erro o dela.
'' Que cheiro horrível!... Bah! '' Percebe um livro aberto na página 13. Lê o título '' VODU ''
O coração de Joanne acelera, enquanto folheia o livro. Que parece ser novo.
– JOAANNEEEE??
Richard entra no quarto.
– Hee, que cheiro nojento. Vamos sair daqui, anda.
Joanne atira rapidamente o livro para cima da cama e fecha a porta.
Agora ela sabia que havia mais alguém ali.
Sexta-Feira, 17 de Julho de 1998 ( 1 : 30 da manhã ) ( Depois de muitos acontecimentos estranhos, luzes que acendem e apagam, telefonemas, manchas no chão e paredes, etc. )
Joanne acorda sobressaltada. Ela tinha a certeza que sentira a cama abanar. Acorda Carol.
– Hãã...
– Carol, por favor. Eu senti a cama a abanar. Podes ver se há alguém debaixo dela?
– Tás doida? Cala-te e dorme, vá.
– Okay.
Mas em vez de dormir, Joanne levanta-se e calça os chinelos. Sai do quarto a medo e decide finalmente descer as escadas.
Quarto ao lado. ( Margaret )
Margaret dorme profundamente, até que houve um grito agudo. Parece-lhe ser da Joanne.
– JOOO, és tu??? — Berra na esperança de que ela a ouça.
Vê que alguém ligou a luz das escadas. Sai do quarto descalça, e repara que todos também acordaram e ouvem o relato de Joanne.
– Depois, quando gritei, ele desapareceu. Eu sei, está alguém aqui, por favor, acreditem em mim. POR FAVOOOR!
E desata a chorar.
Sábado, 18 de Julho de 1998
Richard é o primeiro a acordar. Desce as escadas e decide fazer um pequeno-almoço surpresa aos amigos.
Quando acabava de barrar o croissant com manteiga de amendoim, ouve o telefone tocar.
(...)
– Estou? — Richard fala.
Durante 2 minutos, não se ouve nada, a não ser uma respiração pesada. A um determinado momento, a pessoa desliga o telefone.
Richard sente um calafrio a subir-lhe pela espinha. Decide ir acabar de fazer o croissant, quando percebe um bilhete debaixo da cadeira.
'' SAIAM DAQUI. É UM AVISO DE AMIGOS ''
E o pior.
Estava escrito com sangue.
Domingo, 19 de Julho de 1998
– Como assim? Tens recebido telefonemas? — Carol pergunta a Richard, enquanto todos ouvem atentamente.
– Sim. A príncipio não dizia nada. Mas agora posso ouvir gritos, berros, múrmurios. Palavrões também.
Silêncio total. Todos refletem.
Carol decide ir á casa-de-banho, lavar a cara. Ela não queria admitir, mas tinha muito medo. Ligou a torneira e ouviu barulhos esquesitos. A seguir, começou a sair líquido vermelho. Sangue.
–PESSOAAAAAL! — Berra, antes de desmaiar.
Segunda-Feira, 20 de Julho de 1998
Joanne, sem que os amigos percebam, dirige-se para o quarto que antes encontrara com a porta emtreaberta. Entra devagar, senta-se na cama e percebe que alguma coisa se encontra debaixo do colchão.
'' Sou mesmo princesa da ervilha. Haha! ''
Mesmo receosa, afasta as cobertas e lençóis, empurra devagarinho o colchão e agora percebe o que era. Cacétes. 4 cacétes.
Rapidamente pega nelas e volta a fazer a cama como estava antes.
Sai, e ao pôr o pé no degrau, sente alguém a empurrá-la.
Terça-Feira, 21 de Julho de 1998
Apesar do estado debilitado da Joanne, todos concordam em ver pelo menos 1 gravação.
1º minuto:
Vê-se um rapaz ainda novo com uma mulher, que parecia a sua mãe, encostados a um canto. A gravação está a ser feita de cima, sabe-se lá como. Subitamente uma pessoa puxa a mulher pelos cabelos para um outro quarto.
5º minuto:
O rapaz permanece imóvel, até que o assassino aparece. Começa a sufocá-lo, enquanto com a outra mãe aperta uma navalha contra a sua barriga. O rapaz grita, e consegue fugir, até ao cimo das escadas, onde fica em pé. Vê-se claramente o assassino, sem sabermos como, aparecer por trás e empurrá-lo. Neste momento a câmara foca o rosto do rapaz, e um sorriso destingue-se, até que este morre.
(...)
Todos desesperam e concordam em, quando estiverem mais calmos, ligar para a polícia.
Estavam a lidar com alguém muito perigoso.
Logo a seguir, ouvem o telefone tocar.
– A curiosidade matou o gato. Neste caso, os gatos... — A pessoa diz, desligando logo a seguir.
Quarta-feira, 22 de Julho de 1998
– Eu acho que vai tudo ficar melhor. Já ligámos para a polícia. Para além de estar fartinha de telefonemas anónimos. E deste terror. — Joanne comenta.
Para os polícias conseguirem rastrear o sinal, deve ficar pelo menos 30 segundos na linha.
– Mesmoo... Mas esperem. Nós não temos a certeza se o assassino está ou não cá em casa. Pode estar lá fora, e nós estarmos assustados. De certeza que a Joanne escorregou. — Ao ouvir o telefone tocar, todos dão um salto.
– Não atendas, por favor. — Suplica Margaret.
– Estou? — Josh diz, receoso.
– Vocês comenteram o pior erro da vossa vida.
– Espera, não desligues já. Se estás a ligar constantemente, é porque queres conversar, não é?
Respiração pesada.
(...)
– 32 segundos! Apanhámos-te! — Joanne grita.
– CALA-TE! — Richard pede, assustado.
(...)
O telefone toca de novo.
– MAS O QUE É QUE QUERES? VÁ, DIZ... — Margaret foi interrompida.
– Calma, calma. É só a polícia. Conseguimos rastrear.
– Então, de onde vem?
– Temos a confirmação. VEM MESMO de dentro da casa. Saiam daí, rápido!
Quinta-feira, 24 de Julho de 1998
O assassino sorri, vitorioso. Guarda todos os 5 corpos no mesmo armário.
Sábado, 4 de Agosto de 2005
O casal de namorados atravessa o pinhal. Estão quase a chegar á velha casa, onde iam passar 2 semanas...
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