The Selected - Uma história diferente
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Descemos as escadas correndo e ao chegar percebo que minha mãe já havia aberto a porta, havia um homem de estatura mediana, com uma barba pra fazer estava ao lado de meu pai, ele estavas segurando vários papéis, acho que ele é do reality.
–América Singer e Marlee Tames?- perguntou o homem da barba estranha.
–Pois não- respondi seca.
–Precisamos conversar sobre o reality, terão que assinar alguns papéis e é um direito seu saber quem é os outros selecionados.
– Ah claro... – Marlee falou por nós duas.
Ficamos conversando sobre as regras e tivemos de assinar alguns papéis ele nos mostrou os outros em um cd, gravei tudo sobre eles em minha cabeça. Seus nomes... Kriss Ambers, Carter Woodwork (esse a Marlee ficou de olho), Celeste Newsome, Chloe Parsons e Mason Parsons, Daniel Bellini (italiano é?! Gostei.), Maxon Schreave (wow!) e...
–Como assim Aspen Leger?- gritei inconformada – Não vou mais nesse reality, sinto muito Jujubinha, mas não dá!
–Oh meri vamos! O Aspen não é nem doido de chegar perto de ti, — neguei com a cabeça – Por favor?- falou ela com uma carinha de cachorro que caiu da mudança- Por Favorzinho?
–Aiii, ta eu vou.
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Chegando ao avião eu e Marlee ficamos separadas, o que é muito triste, mas como meus planos eram dormir até chegar sabe-se lá aonde, porque não nos falaram pra onde iria primeiro, eu não liguei muito. Tínhamos chegado antes de todos, que pouco a pouco foram chegando e se sentando em suas poltronas, pelas minhas contas faltava apenas três. Os três que faltavam chegaram ao mesmo tempo, Maxon, Carter e Aspen.
Carter se sentou ao lado de Marlee que abriu um enorme sorriso que quase cobria todo seu pequeno rosto. Aspen se sentou á minha frente e deu uma piscadela ao passar por mim, ridículo, e Maxon se sentou ao meu lado.
–Oi querida. — ele falou ao se sentar.
–Eu não sou sua querida. – falei emburrada e virei às costas para ele na tentativa fracassada de dormir.
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Que merda de viagem demorada já fazem 2hrs que estamos nessa merda desse avião, caço meus fones de ouvidos boto na melhor musica que acho e começo a cantarolar baixinho, fecho meus olhos para sentir melhor a música.
“You can take everything I have (Você pode pegar tudo o que eu tenho)
You can break everything I am(Você pode quebrar tudo o que eu sou)
Like I'm made of glass (Como se eu fosse feita de vidro)
Like I'm made of paper (Como se eu fosse feita de papel)
Go on and try to tear me down(Vá em frente e tente me derrubar)
I will be rising from the ground (Eu vou me levantar do chão)
Like a skyscrape (Como um arranha-céu)”
Senti um dos meus fones sendo puxado me virei a tempo de ver Maxon botar o fone em seu ouvido e fazer uma careta, esse garoto tem problemas!
–Prefiro a sua voz. — Falou ele como se falando pra si mesmo.
– E eu prefiro que você nunca mais fale comigo – sorri sarcasticamente e puxei meu fone de volta.
–Hey o que eu fiz?
–Nasceu.
– Ta. Acho que começamos errado. Prazer meu nome é Maxon Calix Schreave. — falou ele estendendo a mão em minha direção. A recusei.
–Schreave?- perguntei- Do reino formado de shoppings Schreave?
–Sim – falou cabisbaixo.
–Oh meu Deus. Mais um motivo pra te odiar. — falei sinceramente. Odiava o Sr.Schreave.
–E antes você tinha motivos pra me odiar?- perguntou ele incrédulo.
–Claro! Desde que vi sua foto, de cara já te achei Fútil e Superficial.
–Ah- ele ergueu as sobrancelhas- da onde você tirou isso?
–Da foto. Já te disse isso. – falei com a cara fechada.
– Mas eu não sou nada disso. — falou ele cruzando os braços ao peito- retire o que disse.
–Mais uma coisa a se acrescentar na lista. Mimado!– falei fazendo um V de ok no ar.
– Eu te deixo nervosa. — falou ele.
–Convencido. — falei e repeti o “ok” no ar.
–E você gosta. — falou ele com um sorriso orgulhoso no rosto.
–Não- falei séria.
–Não foi uma pergunta.- Maxon falou com uma careta no rosto.
– Chato. – “ok”
–Você ta louca pra me beijar!- falou ele erguendo uma sobrancelha e eu comecei a gargalhar igual uma louca.
– Dúvida? -falou ele.
–Sim. – Respondi seca.
E então ele fez, ele me beijou de um jeito terno e calmo, e eu retribuí. Mas que merda que ta acontecendo comigo, América Singer largue a boca deste moleque agora. América largue. Mas não dava aquilo era uma droga, quanto mais intenso ficava mais você queria. E era exatamente isso que eu queria. Mais.
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