Notas iniciais
Hey guys, capítulo novo o/ Espero que gostem ^^

Em cinco minutos Evelyn se arrumava para ir à algum lugar com Crowley. Já era seu sétimo dia naquele lugar. Ela evitava pensar onde estava, ou dizer o nome, mas no fundo ela sabia que ali, provavelmente atrás das paredes daquela imensa mansão em que estava, deveriam haver várias almas perdidas ou coisas piores de se pensar. Ela preferia nem imaginar. Estando ali, parecia que ela e Crolwey se viam bem mais. De vez em quando ele precisava sair e deixava-a sozinha então ela aproveitava para explorar o lugar onde estava. Era tudo muito estranho, em alguns cômodos as portas eram no teto e ela não conseguia passar por elas, outros cômodos estavam trancados. De vez em quando um ou outro demon passava por ela, mas nem lhe davam atenção. Evy imaginou que Crowley teria proibido que eles se aproximassem dela, porque havia alguns que ate pareciam estar com medo quando eles trombavam pelos corredores do local.

Ela não tinha dormido muito desde que chegara lá. Algum coisa ali era como se a incomodasse. Crowley tinha deixado um quarto específico pra ela, era grande mas com uma cama de solteiro. Ela imaginava se eles não dormiriam juntos todos os dias. Uma vez ou outra ele dormia com ela, mas sempre quando ela despertava ele não estava mais lá.

Depois de se arrumar ela desceu uma longa escadaria, Crowley estava no fim esperando por ela.

– Gostosa.

Evelyn paralisou, depois começou a rir do comentário desesperado.

– Desculpe, foi involuntário. – ele disse com um sorriso. – Vamos?

– Para onde vamos mesmo? – Evy perguntou enquanto ele a conduzia para outro cômodo.

– É uma reunião, de negócios. Quero que esteja presente já que disse que quer ver o que faço.

– Uma reunião? Quer dizer, na superfície?

– Superfície? – ele riu – Sim, é lá encima. Na sua Terra natal.

Evelyn ficou com uma felicidade enorme no coração quando ele disse aquilo. Ela não estava triste onde estava, mas voltar ao mundo normal dela soou muito bem aos seus ouvidos.

O lugar não era conhecido por Evelyn, eles andaram um pouco até chegar à uma sala com uma mesa grande e várias cadeiras onde seria a reunião. Todos encaravam ela como se ela fosse comestível. Evy imaginou o que eles seriam, todos tinha a aparência de humanos, porém provavelmente seriam outros demons ou monstros talvez, ela imaginou.

– Bom vamos começar com isso. – um homen alto disse. – Sr. Crolwey, temos a honra de recebe-lo na nossa reunião.

O cara olhou para Crolwey esperando algo. Crolwey o olhou de volta sério.

– Não espera que eu agradeça não é mesmo?

– É... não, não senhor.

– Então vamos logo com isso, se não perceberam tenho mais o que fazer. – Crowley disse passando o braço por trás da cadeira de Evy e lhe mandando um beijinho.

Ela ficou envergonhada, agora ela tinha certeza de que todos olhavam pra ela.

– Bom, o tema dessa reunião é o caso que vem dando problemas a todos nós nos últimos anos. Alguns já tentaram acabar com isso, mas são como um praga e essa praga se esta se tornando cada vez mais perigosa. Nós estamos aqui para planejar a morte dos Winchesters.

Evelyn arregalou os olhos. Eles queriam matar os Winchesters! Seu primeiro pensamento foi o de impedir aquilo. Eles eram caras legais, eram bons.

– Nossas primeiras tentativas sozinhos falharam, mas agora, juntos temos um plano que será inevitavelmente o causador da morte daqueles dois idiotas. – o cara alto continuou – Jeremith?

Um cara meio gordinho se levantou. Ele tinha nas mãos uma pasta que ele abriu e entregou a cada um uma folha.

– Nesta folha temos explicado o que cada um terá que fazer e como terá que contribuir.

O baixinho se aproximou de Crowley para entregar o papel, mas um dos demons dele pegou primeiro. Crowley nem se mexeu. Evelyn olhou para ele, nos olhos um fio de esperança de que ele não estivesse concordando com nada naquilo, ou que achasse que aqueles caras eram inferiores demais para trabalhar com ele. Mas então ele deu sua opinião.

– Teremos que ir de surpresa, quando eles estiverem despreparados, separados e relaxados. Quando estiverem assistindo tv e bebendo a cerveja deles. É nessa hora que iremos atacar. Se assim for feito não terá erro, meu caros colegas, eu lhes garanto.

– O sr. Crowley foi o idealizador do plano e assim, com sua experiência e esperteza temos certeza que desta vez alcançaremos a vitória. – o cara alto sorriu.

Evelyn desistiu. Crowley que tinha planejado tudo aquilo. Ele não ia desistir. Evelyn queria ajudar os dois, talvez ela pudesse ligar para eles ela pensou. Mas depois lhe veio à mente o que eles pensariam caso descobrissem que ela estava naquela reunião. Ela agradeceu por ali, Crowley não poder ler a mente dela. Ela tinha que fazer alguma coisa, não poderia deixar que aquele plano se concretizasse porque ela sabia que com a força daqueles caras mais o elemento surpresa, o plano seria infalível. Afinal, eles eram apenas humanos e aqueles caras eram monstros.

– Com licença senhores. – Crolwey disse e se levantou.

Evelyn o observou enquanto saia da sala. Ela precisava sair também ou então ficaria sozinha com aqueles caras. Ela se levantou em silêncio enquanto eles discutiam entre si detalhes do plano, poucos a observaram, ela agradeceu por isso.

Evelyn andou pelo corredor que dava acesso à sala. Onde ele teria ido?

– Quer me dizer alguma coisa? – Crolwey falou, atrás dela, parecendo ter saído de uma sombra.

Evelyn se assustou e virou-se rapidamente.

– O que?

– Quer me dizer alguma coisa? Que esta te incomodando?

Ela fez que não com a cabeça.

– Então não te incomoda o fato de que vamos acabar com os Winchesters?

Evelyn ficou sem resposta. Era claro que ela se incomodava, mas ela não sabia se dizer isso o deixaria bravo.

– Acho que não preciso de resposta. – ele falou, depois se virou para voltar à sala.

– Espera. – ela chamou. – Não quero que façam mal á eles, é verdade. Mas sei que não posso impedir isso.

– E ..? – Crowley fez ela continuar.

– E não vou tentar avisá-los sobre o plano.

– Não quero ter motivos para que aqueles homens lá dentro desconfiem de você. Eles acham que não é confiável por ser humana, mas eu confio em você Evy. Sinta-se honrada, não sou de confiar em ninguém. – ele disse passando de sério para um sorriso. – Tudo bem?

Ela balançou a cabeça. Crowley colocou a mão em seu queixo lhe dando um beijo. Mais uma vez ela sentia como se pudesse perdoá-lo de qualquer coisa quando ele a beijava daquele jeito. Era bom mas ao mesmo tempo ela estava preocupada. Ela tinha prometido que não tentaria avisá-los mas nem ela mesma sabia se conseguiria cumprir com o que havia dito.

Notas finais
Ih! Desculpem-me pelo capitulo parado de hoje, prometo que tem mais ação no próximo.kkk Thannk u