The Secrets of Crowley

11 Sam e Dean - Part 2


Notas iniciais
Aí está, aí está! Segundo cap de hoje. Espero que gostem ^^

– Só precisamos que nos ajude a acabar com ele Evy, posso te chamar assim não é mesmo?

Dean chegou na sacada do apartamento de Evy onde ela estava encostada, pensando no que eles tinham dito que ela teria que fazer.

– Você marca dele vir aqui, vamos desenhar um pentagrama no seu teto e quando ele chegar, ficará preso. – Dean dizia com um sorriso como se tudo fosse muito simples.

– E então vão mata-lo? – ela perguntou olhando nos olhos dele.

– E então vamos mata-lo. – ele respondeu com naturalidade.

Evy desviou o olhar, para a cidade brilhando com as luzes dos postes e dos faróis dos carros. Quando aquilo começou ela não imaginava que acabaria assim.

– Escute Evy, seja la como o Crowley se mostrou pra você, esse não é ele de verdade. Ele mata pessoas, ele as humilha, as tortura, ele não perde uma oportunidade de machucar alguém. Seja como for que você imagina que seria o “namoro” de vocês, sera bem diferente disso. Até onde sabemos ele pode estar planejando algo para fazer com você agora mesmo.

– Eu sei disso Dean. Mas não tenho certeza que ele virá, como eu disse ele sempre anda ocupado. – ela comentou tristemente.

Dean percebeu a tristeza dela. Ele colocou a mão em seus ombros e a olhou nos olhos. Evy o olhou de volta. Ela percebeu que ele realmente era bonito, embora tivesse aquela pose de grosso e machão, provavelmente ele era um homem carinhoso. Dean se aproximou dela e abaixou o rosto na direção do dela, querendo beijá-la.

– Eei! – Evy o interrompeu. – Eu gosto do Crowley!

Dean ficou paralisado, sem jeito.

– Aah, é claro, o Crowley. – ele deu uma risadinha sem graça sem saber o que dizer, soltando-a.

Alguém pigarreou atrás deles.

– Dean, Evy, eu terminei o pentagrama.

Os dois se viraram para Sam que apareceu na porta atrás dos dois.

– Há quanto tempo tá aí, ô espertinho? – Dean perguntou.

– O suficiente. – Sam respondeu com uma risadinha contida.

– Bem, então é isso Evy, nós voltamos aqui quando você combinar com o Crowley de se encontrarem.

Evy balançou a cabeça, consentindo.

– E Evy, para seu próprio bem, não conte a ele o que planejamos fazer. Só queremos te ajudar com isso, e à outras possíveis futuras pessoas que ele poderia machucar também.

– Tudo bem Sam, eu entendi o plano. Vou ligar pra ele, pedir que venha aqui me ver e depois ligo pra vocês.

– Garota esperta. – Dean comentou ainda meio sem graça.

– Então, até mais.

Evy os acompanhou até a porta, depois que eles saíram ela se deitou na cama e chorou por boa parte da noite, até pegar no sono.

No outro dia, Evy acordou com os olhos inchados e a cara não muito boa, mas ela precisava ir para a faculdade mesmo assim. Ela se levantou ainda chateada por sua decepção amorosa. Era como se ela estivesse na fossa, mesmo Crowley não tendo terminado com ela, ou coisa do tipo. Se é que havia algum relacionamento para eles terminarem. Ela tentou se arrumar o melhor possível, foi para a faculdade, dormiu em algumas aulas, na hora do almoço ela tentou ligar para Crowley, mas como na maioria das vezes, o telefone só chamou. Ela se perguntou se ele ficava com o telefone ou se ele simplesmente largava ele em algum canto flamejante da casa dele.

Mais tarde ela foi até o jornal, o novo chefe bom dela, tinha esquecido de avisá-la mas ela estaria de folga naquele dia. Na mesma hora, Evy saiu do jornal e ligou para Crowley. Se ela estava de folga era a oportunidade perfeita para ele ir vê-la, uma vez que eles teriam a noite toda. Era muito tempo para ele dizer que não dava.

O telefone chamou algumas vezes antes de alguém atender.

– Alô? E a namorada do Sr. Crowley? – uma voz estranha falou.

Ao fundo ela pôde ouvir:

–- Me dá esse negócio aqui seu idiota! – era a voz do Crowley.

– Olá querida, tudo bem?

– Você não estava com o telefone Crowley?

– Estava, claro que estava. Ele deve ter... caído do meu bolso. – ele deu uma risadinha.

Mas Evy não acho graça.

– Será que eu teria a honra da sua presença hoje? – ela perguntou séria.

– Desculpe amorzinho mas...

– Qual é Crowley, eu estou de folga, tenho mais tempo. Você podia, seila, se importar comigo e vir me ver, nem que fosse por uns cinco minutos! Será que não da nem cinco minutos?

– Pelo visto você anda meio estressada. Sabem o que dizem que causa o estress?

– Crowley você...

– Falta de sexo! – ele riu – Eu vou te ver minha querida, só precisa me dizer o local e o horário.

– Sério? Quer dizer, que ótimo, Crowley. No meu apartamento, hoje ás oito ok?

– Eu estarei lá. Aí vamos resolver esse seu probleminha de estress. – ele riu

Evy podia imaginar a cara que ele devia estar fazendo. Eles desligaram e ela foi em direção ao metrô para sua casa. Por um momento, ela se pegou sorrindo e feliz. Mas imediatamente ela se lembrou que eles não iam se encontrar, sentar e assistir filme juntinhos, ela tinha que ligar para os Winchesters, para eles se esconderem e mata-lo. Sua feição agora era inexpressiva.

Evelyn acordou de seus devaneios com o som mais uma vez de pancadas que Dean e Sam estavam dando no rosto de Crowley. Ela notou que ele estava amarrado á uma cadeira, mas ela tinha viajado tanto em suas memórias que nem tinha visto quando eles tinham feito aquilo.

– Eu vou perguntar mais uma vez seu demon desgraçado! Onde você escondeu a caixa?! – disse Dean desferindo mais um golpe violento no rosto de Crowley.

– Porque não bate um pouquinho mais para a esquerda? Eu estou sentindo uma leve coceira nessa parte da barba. – ele disse rindo

Dean o bateu novamente, com raiva e violência. Sam entregou para ele uma faca, dessa vez molhada em água benta.

– Olha só, os rapazes estão aumentando o nível.

Dean o acertou na bochecha que imediatamente queimou fazendo Crowley urrar de dor e sangrar mais.

– Porque não me matam logo, seus vermes! – ele disse ofegante – Nunca vão saber onde eu a escondi!

– É, pode ser que você não nos fale, mas vai ser mais divertido te matar aos poucos. – Dean disse rindo.

Evelyn estava paralisada no meio da sala. Sam olhou para ele, ali assustada.

– Evy, não precisa ver isso. – ele disse cuidadoso – Se quiser esperar lá fora, nós limpamos tudo quando acabarmos...

– Não Samantha. Ela precisa ver isso, é uma delatora. Me entregou aos Winchesters. A pior traição que alguém poderia fazer contra mim. – ele disse e fitou-a.

Evelyn olhou para ele, dessa vez sem conseguir desviar o olhar. Ele estava sério e com a expressão de desapontado.

– Aah tadinho, to morrendo de pena de você. – Dean disse irônico e logo depois o acrtou com outro golpe que fez queimar seu rosto.

Evelyn estava arrependida de tê-lo entregado, o homem que ela amava estava sofrendo agora e por culpa dela! Talvez ela não devesse ter concordado com o plano. Talvez ela nunca devesse ter se envolvido com Crowley. Era isso que passava na cabeça dela, mas seu coração dizia algo totalmente contrário.

Notas finais
D; Comentem comentem. O que ta faltado, o que ta bom assim mesmo ... kkk Obrigada mais uma vez por lerem pessoal o/ Até o proximo :D