Notas iniciais
É pessoal, parece que é mais um capítulo.... Eu não sei se devo continuar a fic... tenho muita dúvida sobre isso... Então depois que lerem o capítulo... leiam as notas finais...
PORÉM... EU VOU ATUALIZAR MAIS UMA VEZ PRA VER NO QUE DA
aproveitem ;)

Luiza temia de saber que havia uma possibilidade de ser Cláudia. Eles escutaram o barulho e sairam do esconderijo. Vini e Calebe foram logo examinar enquanto as meninas esperavam do outro lado do muro que dividia o parquinho do jardim.

Eles exploravam entre as pequenas macieiras que haviam por ali, até que encontraram aquela cena de horror, que era Cláudia contorcida e com olhos abertos.

- Ela está morta? — Disse Calebe sem desgrudar os olhos daquela figura horrível

- Com certeza — disse Vini também focado na mulher.

- O que vamos fazer com ela?

- Tirar ela daqui em sinal de respeito... Se deixarmos o corpo aqui, ninguém vai encontrar, não conheço ninguém que venha aqui...

- E como vamos tira-la daqui?

- Arrastando. — Disse Vini olhando sobre o ombro.

- Arrastando, assim? Como? — Disse Calebe com um pouco de nojo.

- Pelas pernas, braços, não sei. Só vamos tira-la daqui. — Finalizou Vini com imponência.

Então delicada e cuidadosamente Vini segurou os braços e Calebe as pernas. Eles carregaram a mulher até perto do muro, mas não conseguiram passar ela para o outro lado.

Mas eles deram um jeito, passaram primeiro a cabeça, depois os braços e foram lançando o resto, logo Cláudia estava pendurada.

Vini ficava pensando se isso aconteceria com Rodrigo, como seria daqui pra frente. Ele era apenas uma pobre criança.

A única coisa que impedia deles ficarem mais confortáveis, é que aquele dia era dia de período integral, então eles ficavam escutando gritos de crianças vindo do pátio. Até que eles escutaram o que não queriam:

- Vamos para o parquinho pessoal!

Era a inspetora Sônia. Gabi, Vini, Calebe e Luiza gelaram ao ouvir a frase aompanhada de gritos de felicidades das crianças. Elas já estavam correndo em direção do parque.

Não dava pra voltar com o corpo de Cláudia para trás, no jardim.

- Vamos tirar ela daqui pessoal! Rápido. — Disse Luiza desesperada.

- Vamos levar ela pra sala de ciências. — Afirmou Gabi.

Logo eles arremessaram a outra parte do corpo que estava pendurada no muro do lado do jardim.

Logo o arremesso deles funcionou e Cláudia caiu na grama do parque.

Eles pularam para o outro lado do muro.

Desesperadamente eles a arrastaram até a ponta da escada e logo a empurraram abaixo. Vini abriu a porta do laboratório e eles entraram com o corpo.

Eles deixaram o corpo pelos cantos e sentaram nas banquetas das mesinhas de experiências.

Em silêncio, eles olhavam sem foco e Vini disse, com um tom de medo.

- Meu Deus, o que vão fazer com Rodrigo?

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Bia ensanguentada, abriu um dos olhos, sua visão estava embaçada. Ela estava com muita dor, e não conseguia levantar presa pelo seu peso e exaustão. Ela viu Rodrigo no chão. Sim, era Rodrigo. ''Como eu vou sair daqui com esse menino? Também tem Nicolas, mas não estou vendo ele.''

Ela olhava em sua volta e não enxergava nada, logo seus olhos foram cerrando e ela voltou a dormir.

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Naquela tarde nublada um carro descia e estacionava na rua vazia da escola, dava-se para ver quem era: Ronan, o professor de história com sua amiga (ou namorada, ninguém sabia se era mesmo. Havia boatos.) Yoná, professora de ética, cidadania, filosofia e sociologia. Eles pareciam com pressa, rapidamente Yoná saiu do carro batendo a porta e entrando na escola. Quando chegou na secretaria falou:

- Desculpe, esqueci meus diários de classe aqui, e preciso pega-los pra anotar algumas coisas.

- Pode buscar, florzinha — Disse Sônia, tentando se comunicar simpaticamente, pelo menos uma vez na vida. Pois ela era muito rabugenta. — Vi que você saiu sem suas coisa.

- É. Eu vou lá então, estou com pressa e não posso conversar. Desculpa.

Saindo do ambiente, Yoná subia as escadas e Sônia a acompanhava com os olhos. Logo disse baixinho:

- Professora cafona, feia e fresca. Tomara que morra e vá com seu amigo filósofo Sócrates.

- Falando sozinha Sônia?

- Não Cid, só estava recordando os meus deveres.

- Como cuidar das crianças no parque?

- Isso!

Uma pausa.

- Vamos voltar ao trabalho então?

- Sim claro.

Sônia virou os olhos e seguiu para o parquinho.

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Passou mais de meia hora que eles estão lá, ninguém se movia, falava, não tinha reação... Luiza quebrou o silêncio no meio daquela pausa.

- E ela pediu pra voltar lá... — Uma longa pausa. — É ISSO! TEMOS QUE IR ATÉ ONDE EU ENCONTREI ELA.

- Depois da sala de ballet? — Disse Gabi.

- ISSO! NÓS VAMOS ACHAR O RODRIGO, A BIA E O NICOLAS! É LÁ! — E ela abaixou o tom — Tudo vai voltar ao normal...

Calebe olhou no relógio, já eram 16:32hrs então ele falou:

- Voltamos aqui amanhã como sempre. Deixamos o corpo de Cláudia debaixo dessa mesa e vamos pra casa.

- Todo mundo aqui amanhã as 6:00hrs? — Sugeriu Gabi.

Todos concordaram.

- Nada, nenhuma barreira nos destrói ou nos deixa desistir. — Finalizou Calebe.

Eles sairam do esconderijo devagar.

Assim, Luiza atravessou a rua de um lado do cruzamento, Calebe atravessou o outro lado, Vini foi para o ponto de ônibus e Gabi foi para o outro.

Vini entrou no ônibus, Luiza subiu a rua, Calebe virou a esquina e Gabi ficou lá pensativa.

Apesar da avenida ser muito agitada, aquele dia nublado deixava tudo tão quieto, que despertou uma ideia em Gabi.

Olhou para a rua da escola, e viu aquele carro com as lanternas traseiras acesas, nem ligou. Atravessou a rua e seguiu até a casa de uma velha amiga dela: A Carol, menina mais inteligente da sala, Gabi também a admirava por ter intenções puras do coração. Pelo menos era assim que a considerava. Lógico que atendera a garota bem, mas Carol não fazia ideia por que aquela sua amiga batia em sua porta naquela tarde tranquila e nublada.

Gabi disse:

- Está estranhando que eu estou aqui, não é? Só quero uma pessoa para desabafar.

- Estou escutando.

- Eu estou tão confusa e desesperada com fatos que eu não posso te contar e é tão confuso isso! Eu queria pedir ajuda, mas posso...

Gabi não se calava mais. Carol olhava com atenção, afinal, ela não estava entendendo nada.

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Yoná subiu até a sala dos professores, sua chave caiu debaixo da mesa de centro.

- Opa, que descuido. Vou pegar.

Ela agachou sobre os joelhos e esticou o braço para pegar a chave.

De repente sentiu algo.

Notas finais
Então leitores, eu estou muito triste e estou com dúvida se devo continuar com essa fic... Eu preciso da opinião de vocês... Eu não recebi nenhuma review nesses 2 últimos capítulos e eu não sei mais se voces estão gostando da história.. Gostando ou não, eu preciso que vocês falem pra mim, o que está errado, o que deve melhorar. Me ajude! Contribua-me com essa ajuda!
Grata, espero que tenham gostado do capítulo.