The Scientist

20 Versalhes - "As peças-chaves"


Notas iniciais
Oi oi gente. Eu disse que postaria ontem ao menos que algo que me atrapalhasse acontecesse. E algo aconteceu: Ed Sheeran. Sim, eu baixei três show inéditos dele e fiquei assistindo o dia todo. Ele me fez esquecer que eu tinha que postar, gente. Culpem ele! Enfim. Só pra esclarecer, Versalhes é uma cidade ao norte de Paris (ou ao sul, tanto faz, isso não vem ao caso), mas faz parte da estadia deles na França, por isso incluí na maratona. Boa leitura e espero que gostem dos mistérios revelados abaixo =D

10 de março.

La maison de la révolution, Versalhes, França.

Fazia frio do lado de fora do carro, era óbvio já que era inverno. Mas o mais belo era que mesmo com a temperatura baixa, o sol aparecia em todo o seu esplendor. Por isso Annabeth havia deixado o vidro da janela aberto e tinha seu cotovelo para fora enquanto dirigia, usava um sobretudo branco com botões dourados, seus cabelos estavam presos em coque bagunçado e ela usava óculos escuros – ela havia alegado que era para parecer uma Badgirl.

E Percy observada tudo aquilo extasiado. Olhar para ela cantarolando a música que tocava na rádio e balançando a cabeça no ritmo da música, era a única coisa que o acalmava. Ele roia as umas das mãos e nem ao menos apreciava a linda paisagem da viagem de carro de Paris até Versalhes.

–Daqui a pouco não vai ter mais unha pra você roer. –Annabeth interrompeu seu momento musical para dizer essas palavras para ele.

–Não sei como você consegue ficar tão calma diante de uma situação dessas. –ele soltou o ar que nem sabia estar prendendo.

–Não estou calma, mas ficar com o cú na mão também não vai adiantar nada. –Annabeth piscou um olho para ele.

Percy não sabia de onde ela tirava tanta confiança, mas a admirava muito por isso. Logo eles chegaram ao endereço que Percy havia recebido. Era uma mansão imensa e com portões no mesmo patamar. Quando Annabeth parou o carro ao lado da pequena portaria, o porteiro interrogou:

–Quem são vocês? O que querem? E, por acaso, vocês possuem hora marcada? –Ele perguntou de uma forma tediosa, como se fosse um protocolo decorado.

–Olha, eu sei que você não quer fazer isso e eu também não to a fim de ficar prolongando conversinhas tolas. –Annabeth falou. –Então, deixa a gente entrar logo antes que eu exploda os seus miolos. E eu não estou brincando.

Ela puxou uma arma da cintura e ajeitou a franja com o cano dela. O porteiro ficou com a boca escancarada olhando para o revólver. Minutos depois, os portões foram abertos e eles seguiram de carro até lá dentro.

–Você não pode fazer todos se curvarem diante a sua vontade usando uma arma. –Percy comentou.

–Que disse que não? –Annabeth levantou uma sombracelha para ele, debochada.

–Eu disse.

–Fique caladinho, está bem.

Ela guardou a arma, que ele percebeu estar com o cartucho vazio, no porta malas do carro. Annabeth sorriu de novo e Percy percebeu que ela estava fazendo muito isso frequentemente naquele dia. Talvez fosse apenas uma tentativa de parecer confiante diante de várias possíveis informações. Um manobrista veio até eles e Annabeth lhe entregou a chave do carro. Eles seguiram a pé a pequena estrada dos portões até a porta de entrada da mansão.

–Percy venha cá. –Annabeth o chamou.

–Sim, senhora, diga. –Ele bateu continência.

–Sem brincadeiras, Percy. –Annabeth o repreendeu, mas logo sua expressão se suavizou e ela começou a abotoar o casaco azul marinho que ela havia comprado para ele na Bulgária. –Quando entrarmos lá dentro, lembre-se que você não pode responder perguntas, apenas fazê-las. E qualquer coisa que você ache suspeita para dizer, é só me perguntar e eu lhe darei permissão para dizer.

–Uau, então é praticamente você no comando. –Percy arqueou as sombracelhas e sorriu de lado para ela. Ele se inclinou e sussurrou brincalhão: — Já disse que adoro você no comando?

–Argh, ok. Não dá pra tentar conversar sério com você

–Você é que não tenta direito. –Percy bufou e segurou a mão dela. –Depois nós continuamos essa briga na cama. Porque agora, nós temos que entrar.

Bem no hall de entrada da mansão estava um quadro enorme com os dizeres: la masion de la révolution. Percy ficou observando os quadros e as imagens. Eram imagens de guerra, homens e mulheres correndo com armas no punho em direção ao palácio de Versalhes. Os olhos cinza de Annabeth percorriam o local em busca de alguém para recebê-los.

–São lindos, não são? –uma voz feminina falou bem ao lado dele, fazendo Annabeth se sobressaltar e Percy abaixar os olhos. –Desculpe se os assustei, meu nome é Reyna, agente da Interpol.

–Interpol? O quê você faz aqui? –Annabeth perguntou, ainda de mãos dadas com Percy, que tinha os olhos fixos nos quadros a sua frente.

–Jápeto pediu ajuda a nós para protegê-lo. –Reyna respondeu. –Querendo ou não, Srta Chase, o problema com os vermelhos se tornou mundial. Temos que acabar logo com isso, afinal não podemos deixar esse conflito vazar na mídia.

–Entendo. –Annabeth suspirou e apertou um pouco a mão de Percy para chamar a atenção dele. –Percy, vamos?

–Ah, perdão, Annabeth. –ele a olhou assentindo em resposta a sua pergunta. –Estava só admirando os quadros. Devem ser valiosíssimos.

–Claro que são. –Reyna se intrometeu. –Foram pintados em homenagem a revolução francesa. Todo o tempo em que fiquei aqui, tive que ouvir Jápeto falando de sua grande admiração pelo povo francês que ressuscitou a democracia.

–Olha, Reyna, eu sei que a revolução francesa é uma história linda, mas não incentive Percy a entrar em um surto CDF. –Annabeth o empurrou para longe dos quadros. –Se você acha que Jápeto gosta de falar sobre história, é porque ainda não viu esse aqui empolgado.

Reyna sorriu de lado. Percy percebeu que ela era um pouco solitária, ele sabia disso pelo vazio quase imperceptível em seus olhos. Era parecido com o qual ele trazia antes da missão e... Antes de Annabeth reaparecer.

A mansão parecia ter milhares de corredores e salas. Eles chegaram a subir dois lances de escadas. Annabeth começou a resmungar ao lado dele e, só pra não perder o costume, Percy começou a mandá-la calar a boca. E, só para não perder o costume mesmo, eles começaram a discutir. Reyna parecia se divertir com as alfinetas, mas preferiu não comentar nada.

–Chegamos. –Reyna anunciou enquanto eles estavam diante de uma porta imensa. Ela a abriu. –Aqui estão eles, Jápeto.

Bob sorriu, largou os papéis que estavam em cima da mesa e fez um gesto para que os dois se sentassem nas cadeiras em frente a ele, na mesa no centro de seu escritório.

–Bonjour¹, senhores. –Bob os cumprimento.

–Bonjour, comment ça va?² — Percy apertou a mão dele.

–Além de ser o rapaz mais inteligente que conheci, ainda fala francês? –Uma das sombracelhas grisalhas de Bob fora arqueada.

–Eu queria fazer um mestrado aqui na França. Por isso aprende a falar a língua. –Percy respondeu. –Não é nada demais.

–Trés Bien³. –Bob se sentou e os olhou com seriedade dessa vez. –Por quem eu começo?

–O que quer dizer com isso? –Annabeth, que até o momento não tinha se pronunciado, falou. Ela arqueou uma sombracelha loira e olhou desconfiada para Bob. Ela odiava não saber das coisas.

–Comece comigo. –Percy pediu. –Não aguento mais não saber o quê está acontecendo.

É incrível como alguém que sabe de algo e mesmo assim esconde o quê sabe, consegue se mostrar culpado. E foi isso o que Bob e Annabeth fizeram ao mesmo tempo. Eles, que estavam com os olhos fixos um no outro, olharam de esguelha para Percy. Annabeth logo desviou o olhar, Bob não.

–Percy, você se lembra dos seus experimentos no terceiro ano do seu curso na universidade? –Bob perguntou. –Se lembra dos financiamentos que meu irmão fez para suas experiências? Lembra-se de como ele te pressionava para obter resultados o mais rápido possível?

–Sim, me lembro. –Percy começou a montar uma linha de raciocínio em sua mente. Como se as peças de um quebra cabeça. Ele engoliu em seco, olhou para Annabeth pedindo permissão para dizer algo. Ela apenas assentiu. –Jason tinha me dito que o procedimento da montagem do vírus dos vermelhos era parecido com as reações em cadeia que eu criava em todos os experimentos.

–E era mesmo. –Bob confirmou e se inclinou sobre a mesa. –Lembra-se do meu irmão, Percy? Wilheim Von Ulrich?

–Sim, o alemão. Ele vivia brincando que queria dominar o mundo.

–Então, Percy, você se lembra do nome pelo qual ele gostava de ser chamado?

–Cronos, ele gostava de ser chamado de Cronos. Ele se considerava um titã, um homem acima dos deuses. –Percy olhou para Bob quase suplicando para que as loucuras peculiares de seu antigo financiador não tivessem nada a ver com os vermelhos. –Eu o achava um pouco suspeito, mas ele estava financiando o projeto que ia mudar a minha vida e o mundo, não queria decepcioná-lo.

–E então, de repente o FBI invade o seu local de pesquisas. –Bob se levantou e começou a andar pela sala, como se tivesse contando um conto dos irmãos Grim a duas crianças. –Como se você estivesse criando o incrível Hulk dentro do seu laboratório, quando só estava tentando achar a cura para um dos piores males da humanidade. E aí, quando o seu projeto fracassa e você acaba criando uma pequena anomalia, alguém o denuncia e seus projetos somem.

–Não sumiram, foram queimados pelo FBI, Jason viu tudo. –Percy contestou.

–Arquivos trocados foram queimados pelo FBI. –Bob suspirou, cruzou os braços e olhou com pena para ele. –Os verdadeiros foram levados embora antes dos agentes chegarem. Quem te denunciou foi Cronos. Ele queria parar as suas pesquisas porque já tinha conseguido o que queria.

–E o que ele queria? O quê ele conseguiu? –Percy se levantou da cadeira num salto, assustando Annabeth ao seu lado e Reyna no canto da sala. Ele caminhou rapidamente até o Bob e o segurou pela gola da sua camisa social. –Fala logo de uma vez!

Bob ficou com os olhos agitados. Se estivesse em seu perfeito juízo, Percy, com seus um metro e oitenta e cinco de altura, jamais desafiaria um armário como Bob. Mas ele estava com os pensamentos perturbados, seu projeto, aquele que ele criara com o intuito de ajudar a pessoa que mais ama no mundo, tinha se tornado a destruição do seu país. Se aquilo fosse verdade, ele não sabia se poderia aguentar ouvir.

–Cronos é líder dos vermelhos. Ele queria uma arma biológica para ter o controle do mundo em mãos. –Bob respondeu com os olhos arregalados e quase estrábicos por estar olhando para as mãos de Percy estrangulando-o. –E quando suas pesquisas deram errado, o que é normal para qualquer cientista tentando achar uma cura, ele se aproveitou e pegou todos os seus arquivos e fez o AZN1.

Percy afrouxou o aperto na camisa de Bob quando sentiu mãos delicadas repousadas no seu braço. Annabeth segurou uma das mãos dele e ele sentiu-se calmo por um instante. Ela começou a acariciar seus cabelos e ele fechou os olhos, não estava pronto, mas tinha que ouvir as verdades a seguir.

–Por que você acha que a CIA o escolheu? Você é bom no que faz, Percy, ninguém pode duvidar disso, mas eles te escolheram por um motivo específico. –Bob falou. –Eles te escolheram porque você criou o vírus e só você pode encontrar a cura para ele.

Percy se desvencilhou sua mão da de Annabeth com força. Ele a olhou nos olhos e a viu ficar um pouco amedrontada. Desde que eram mais novos, ele logo aprendeu gritar ou olhar feio para ela não era a maneira certa de conversar. Ele ignorou a dor no coração ao vê-la ficar triste com o olhar recebido. E ela levantou a cabeça com medo de perder a pose de orgulhosa.

–Quando você descobriu? –ele perguntou a ela.

–Em Londres, assim que a missão começou. –ela respondeu ainda de cabeça erguida.

–E escondeu isso de mim todo esse tempo?

–Era informação confidencial, Percy. Eu não podia te contar.

–Pro inferno o que era confidencial ou não. Você é a minha melhor amiga, devia ter me contado. –Percy estava com o rosto tão próximo ao dela que ele podia sentir o hálito quente dela em seu rosto, junto com a respiração descompensada.

–E você me contou algo? Acho que não. –Annabeth retrucou. –Nós dois temos segredos que não queremos trazer a tona, Perseu. Então, por favor, pare de ficar estressadinho.

Ele a olhou com amargura e saiu da sala, batendo a porta com força. Annabeth suspirou, iria resolver o problema com ele depois. Caminhou de volta até a sua cadeira de frente para a mesa de Bob.

–Pode me contar o que tem a dizer para mim.

–Pois bem. –Bob se acalmou e se sentou na sua cadeira, de frente para Annabeth. –Diferente das notícias que dei a Percy, as que vou dar a você são de muita ajuda.

Ele pegou alguns papéis que estavam espalhados pela mesa. Nesse meio tempo, Annabeth ficou observando Reyna que ainda estava num canto da sala, só que agora sentada em uma poltrona. Ela lia um livro que fala sobre a revolução francesa. Annabeth revirou os olhos, pelo visto, naquela missão tinha nerds em todo lugar.

–A equipe de Cronos está dividida em quatro seguimentos: uma equipe responsável por matar e pegar as informações de Percy -que foi imediatamente destruída quando você os matou e prendeu a líder deles, Sofia-, e outras para treinamento, documentação e comunicação. –Bob continuou. –Você já deve ter descoberto que os vermelhos não parecem estar na maioria dos lugares da Europa, eles na verdade estão. Essas ferramentas que funcionam para a manutenção dos vermelhos, foram chamadas por Cronos de “as peças-chaves”.

Bob, mexeu em um dos papéis, e nele tinha a imagem da cidade de Berlim. Um desenho muito bem esboçado, mostrava um centro de treinamento.

–Um das peças chaves, fica em Berlim. É lá o centro de treinamento dos vermelhos. O local de documentação de arquivos fica em Roma. –Bob mostrava os desenhos dos lugares ao mesmo tempo em que falava de algum deles. –E o mais difícil é o sistema de comunicação. Os vermelhos têm eles mesmo sua própria internet e é claro eles mandam informações uns para os outros atráves de uma linha diária na Deep Web. A central de todos os equipamentos usados para a comunicação fica na floresta de Kiev, na Ucrânia. Não sei quem as guarda, mas pelo visto é difícil encontrar esse lugar.

Annabeth pegou os papéis em suas mãos e os analisou. Eram muito parecidos com os que Nico Di Ângelo havia entrega a ela em Madrid. Finalmente, todos os esquemas dos vermelhos estavam revelados. Agora a única coisa que ela e os outros agentes teriam que fazer, era destruir as tramoias uma por uma e nas principais cidades da Europa. Simples.

–Você sabe a onde está a bomba, afinal? –Annabeth perguntou.

–Gostaria de dizer que sei, mas infelizmente não faço ideia. –Bob respondeu.

–Assim fica quase inútil destruir todos os postos dos vermelhos. Afinal, o mais importante, que é encontrar a bomba e desabilitar o vírus, não será um problema solucionado. –Ela disse e Bob encolheu os ombros. Annabeth sorriu de lado, agradecida. –De qualquer forma, muito obrigada pelas informações.

–De nada, Srta Chase.

Annabeth se levantou acenou para Reyna e quando estava saindo da sala, uma dúvida lhe veio à mente.

–Jápeto ou Bob, tanto faz, por que está nos ajudando?

Bob ficou com uma expressão tão triste que ela se arrependeu da pergunta que fizera. Ele levantou os olhos de cor prata e deu um sorriso sem humor.

–Percy não foi o único a ser enganado pelo o meu irmão, Annabeth. –ele respondeu. –Eu, infelizmente, só descobri os planos do meu irmão há algum tempo atrás. E eu não podia guardar todos esses segredos para mim, quando os averiguei e os descobri, não pude guardá-los só para mim.

–Entendo. Muito obrigada mesmo por ajudar, Jápeto.

–Ah, por favor, me chame de Bob. Jápeto é um nome muito longo.

Annabeth sorriu agradecida para ele e fechou a porta de seu escritório.

[...]

Percy estava sentado no jardim da mansão. Ele olhava para o palácio de Versalhes a alguns metros à frente. Seu rosto era iluminado pelo sol, que não surtia efeito sobre o local, já que continuava frio. Seus cabelos voam com o efeito causado pela leve brisa e seus olhos estavam verdes esmeralda. Annabeth amava aquela cor, até porque todas as vezes que ela fechava os olhos para dormir estando nos braços dele, os olhos de Percy ficavam assim. Era incrível que eles pudessem passar do verde mar para o esmeralda toda vez que ele ficava com raiva, alegre ou... com tristeza. Como estava agora.

Annabeth se sentou ao lado dele. Percy tinha os joelhos dobrados e as mãos apoiadas em cima deles. Annabeth se sentou apoiando o corpo nas mãos e fechando os olhos enquanto voltava o seu rosto na direção do sol.

–Vai ficar chateado comigo até quando? –ela perguntou a ele.

–Não estou mais chateado. –ele respondeu.

–Percy? –ela chamou baixinho.

–O quê?

–Você tem algumas coisas a me contar não acha? –ela abriu os olhos, levantou uma sombracelha e o olhou.

–E você também, pelo visto.

Annabeth bufou. Ele não era fácil mesmo. E era por isso que sempre acabavam discutindo por motivos bobos. Ela enfiou a mão no bolso de seu sobretudo para ver se os ingressos que tinha comprado a dois dias ainda estavam ali. Ela sorriu quando os sentiu.

–Por que está sorrindo? –Percy perguntou.

–Porque acabei de descobrir o lugar perfeito para você me contar seus segredos. –ela respondeu sorrindo para ele.

–E o quê te faz pensar que eu vou te contar os meus segredos?

–O fato de quê eu também vou lhe contar os meus. –ela deu de ombros.

Annabeth se levantou e ficou olhando para Percy ainda sentado no chão. Ele se deu por vencido com uma travada no maxilar e se levantou. Ela segurou as mãos dele e ficou na ponta dos pés para lhe um beijo na testa.

Percy não resistia aos carinhos dela e logo um sorriso de lado apareceu em seu rosto. Annabeth se sentiu extremamente no controle por ver o efeito que causava sobre ele.

Quando entraram no carro e Annabeth estava colocando o cinto de segurança, Percy perguntou:

–E pra onde a senhorita pretende me levar?

–Para o lugar mais lindo de Paris e que nenhuma pessoa que vem a França pode deixar de visitar. –Annabeth deu partida no carro e completou: — Para a torre Eiffel.

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¹Bonjour= Bom dia.

²Comment ça va?= Como vai?

³Trés Bien= Muito bem.

Deep Web

Notas finais
Galera, se alguém tiver alguma dúvida sobre a fic (até agora, pois não vou dar spoilers sobre os próximos capítulos), pode me perguntar por MP. E gente, o próximo capítulo está dando trabalho pra escrever, principalmente por que acho que está ficando um pouco grande. Então, não sei se amanhã ele estará pronto, mas até quinta ele vai estar postado aqui. E ele também será o último da maratona. Pois é, triste, eu sei. Comentem aqui em baixo. E eu prometo me esforçar pra postar o mais rápido possível. Beijos, nos vemos nos comentários, e até o próximo!