The Scientist

1 Capítulo 1 - The Meeting


Notas iniciais
Oláaa pessoal, cá estou eu com mais esta ideia doooooida! Espero que gostem, beijocas.
SE QUISEREM LER OUVINDO UMA MÚSICA, LEIAM OUVINDO ELECTRICAL STORM, DO U2.

The Scientist, Capítulo Um.

Edward Cullen conferiu-se mais uma vez no espelho. Estava vestindo um terno preto, bastante social. Terminava de dar o nó em sua gravata, quando recebeu uma ligação de Jasper. Como se já não bastasse ter sido forçado a sair de sua casa, Jasper, seu amigo, ainda ligava a cada dez minutos.

– Alô? – falou Edward, em um tom de voz arrogante, bem, como sempre.

– Edward Anthony Masen Cullen! Onde você está? – gritou uma voz feminina, e ele sabia quem era. Alice Cullen, sua irmã. – Ah, liguei do celular do Jazz pois o meu... bom, quebrei novamente.

– Alice, acalme-se, por favor. Já estou saindo. – e era verdade. O belo homem já havia pego as chaves de seu Volvo prata, e encaminhou-se até a porta.

Assim que Edward entrou no elevador, duas mulheres o olharam com desejo e fingindo inocência, cumprimentaram-no com um singelo “oi”. Cullen apenas assentiu com a cabeça, tentando um ligeiro sorriso. Tal qual, fracassou.

Não, Edward Cullen não era muito sociável. Era um cientista renomado, que ainda gostava de ficar em sua casa ou trancafiado em seu laboratório, pensando em novas experiências que deveria mostrar ao mundo. Com muito custo, Jasper conseguiu retirá-lo de sua casa, antes que o belo homem de cabelos cor de cobre mofasse ali mesmo.

Mesmo com muito custo, Edward jamais recusaria ir a um restaurante japonês comemorar o noivado de Alice e Jasper. Aquilo era algo importante para sua baixinha, a melhor irmã do mundo inteiro.

Entrou no carro e deu a partida, correndo acelerado pelas ruas de Nova York.

Chegou e entregou o carro ao manobrista, em seguida, deu-lhe uma quantia suficiente de dinheiro como gorjeta.

Entrou no restaurante e viu Alice acenando em sua direção. Caminhou até a mesa, devagar, reparando em tudo ao seu redor. Como sempre, muito observador.

– Irmãozinho!!!!! – soltou um gritinho de felicidade, aquela baixinha que ele tanto amava.

– Oi Allie. – respondeu-lhe, dando um beijo em sua bochecha corada. – Olá pessoal. – falou a todos, que retribuíram um “Oi Edward” em uníssono.

Olhou a todos ao redor da mesa, sentando-se em seguida. Emmett e Jasper começaram a conversar sobre times de futebol. Edward rolou os olhos. Tantas coisas melhores que poderiam ser conversadas, como o buraco na camada de ozônio, efeito estufa e todas essas coisas científicas e importantes.

Acabou, como sempre, apenas calado.

– Garçom! – ouviu uma voz sedutora e meiga chamar. Não era a voz de Alice, e muito menos de Rosalie, sua cunhada. Mas teve um efeito inesperado ao chegar em seus ouvidos. – Garçom, por favor, queremos fazer os pedidos.

Então, Edward notou a tal moça. Mal podia crer que não havia reparado naquela mulher. Ela tinha uma pele branca, como porcelana. Parecia uma boneca. Seus olhos cor de chocolate e seu cabelo castanho faziam um contraste perfeito com sua pele. Aquela mulher não poderia ser real. Aquele sorriso, o som de sua risada... Tudo aquilo atingira Edward Cullen, o frio e quase calculista cientista. O considerado inatingível.

– Oh, Edward! – Alice disse, correndo para os braços do irmão. – Quase me esqueço de lhe apresentar Isabella, minha secretária e melhor amiga.

Isabella Marie Swan era uma linda mulher. Vestia um lindo vestido preto rendado, colado ao seu corpo, que traçava suas curvas perfeitamente.

– Oh, prazer Edward. – disse a moça, estendendo a mão para um cumprimento. – Sou Isabella... ou Bella, como você quiser.

Após o jantar, decidiram continuar a comemoração em um bar.

– Vamos a um bar? Conheço um aqui perto, bem conservado e divertido. – disse Isabella.

– Ah... sabe que até não é má ideia, Bellinha? – Alice disse. Aquela baixinha estava mais feliz do que nunca.

– Ai, Alice! Até quando terei que te repreender por me chamar de Bellinha? Já disse que Bellinha é nome de cachorro, gato. Bichinhos de estimação. – Isabella ficou nervosa por ter sido chamada de Bellinha. Aquilo acontecia sempre.

– Ai, Bella! Deixa de ser chata! – disse Alice, revirando os olhos. – Qual é o bar?

– Burning City, Alice. – a morena disse, impaciente.

Por mais clichê que aquilo parecesse, todos entraram na van de Emmett, exceto Edward.

– Mas... Edward, você não vem conosco? – Isabella perguntou. Na verdade, ela estava interessada em conhecer aquele homem. Alice enchera seus ouvidos, falando sobre o irmão.

– Sim, eu vou... Mas preciso levar meu carro para outro lugar. – não, na verdade, ele não precisava. Seu problema, era o simples convívio social. Depois disso, pegou seu carro e seguiu a van.

Isabella tinha o cenho franzido. “Por que ele não quis vir com os irmãos?” Isso, essa pergunta, simplesmente rodeava em sua cabeça, e seu cenho franzia-se cada vez mais.

– Ei, desfranze a testa, se não vai ficar com rugas logo, logo. – disse o grandalhão, Emmett.

– Emmett, pare de palhaçadas! – gritou a morena enquanto dava as coordenadas a Jasper.

Assim que chegaram, como sempre, Isabella se impressionou com a luxuosidade do local. Já estivera naquele bar umas três vezes com Mike Newton, seu ex-namorado.

Sentaram-se numa mesa, mais ao fundo no bar. Edward apareceu em seguida. “Só estou aqui por Alice, só por ela.”, ele pensava. Mas sabia, que no fundo, não estava ali só por Alice. Algo naquela morena de pele de porcelana chamou sua atenção.

Sentou-se na mesa, ao lado de Isabella.

– Garçom! Queremos nossas bebidas. – chamou Emmett. Aquele grandalhão, sempre adorador das farras. – Estamos comemorando nossos noivados! Opa, quer dizer só eu e Alice.

Algumas bebidas que ele havia tomado no jantar, já faziam efeito no organismo de Emmett. Ele falava tudo com um ar pesaroso e desajeitado. Num súbito, estava ele ali, dando um longo beijo em Rosalie, sua noiva.

Edward olhava aquela cena, e seu cérebro queria descobrir o porquê de todos estarem se agarrando naquele lugar. Nem todos, mas a maioria.

– Eu e Jasper queremos um uísque. – Alice falou, dando um beijinho leve nos lábios de seu, agora, futuro marido. – E vocês, Bella e Edward?

– Eu quero... bom, vou de uísque, assim como vocês. – falou a moça. – E você, Edward?

– É... uísque também. – falou. O homem de cabelos cor de cobre e olhos verdes como valiosas esmeraldas, não era chegado a beber. Mas sua bebida preferida, era essa.

– Nós queremos uma cerveja! – falou Emmett.

O garçom então, sumiu entre as pessoas, assentindo após os pedidos.

– Então Edward, sua irmã comentou comigo que você é cientista. – ela disse e sorriu de lado. – Acho isso super fantástico. Ciência sempre me fascinou para falar a verdade.

– É, sou cientista. Ciência para mim, é tudo. Sem isso, bem, eu não poderia viver. – ele disse e tentou seu melhor sorriso do dia, mas fracassando novamente. Não era muito de seu feitio sorrir.

Mas ali estava Isabella, puxando conversa com o inatingível Edward. O mesmo, sem reparar, estava conversando com a moça. E já sabia, era só o efeito de sua voz e seus lindos olhos cor de chocolate, somados a bebida. Quando se levantasse na manhã seguinte, voltaria a ser o homem que saiu de seu grande edifício de vinte andares naquela noite.

[...]

– E esse brinde, é em nome do AMOR! Da FELICIDADE e do nosso PARA SEMPRE! – gritou Rosalie, fazendo todos se levantarem para brindar.

Jasper e Alice se uniram para um beijo, como se fosse o único que dariam até o fim de suas vidas. Rosalie e Emmett, fizeram o mesmo. Mas Isabella, — a morena que tinha enlouquecido Edward Cullen, o feito pensar e repensar sobre quem ele era e sobre o que fazia – cansou-se de apenas olhar os casais, e então, surpreendeu Edward. Virou e passou a mão por seu rosto, envolvendo-o com as mãos. Deu-lhe um beijo casto, fugaz, e ao ver dos outros, bastante apaixonado.

Sobre esta parte, ninguém poderia falar nada. Edward Cullen havia pego Bella de surpresa. Havia a deixado fora de sua cápsula de proteção. Ela estava exposta, consideravelmente pronta para se arriscar.

Já Edward, sentia que parte dele o traía. Ele havia feito uma promessa a si mesmo, assim que conseguiu virar cientista. E a promessa era: nunca se apaixonar. Mas aquela morena, mudara seus planos. Ele se sentia completamente dominado por cada gesto dela. Sentia-se dominado pelos seus olhos, pelo seu jeito de sorrir. E aquilo, ninguém mudaria. Ele tinha o plano, que cá para nós, o faria enlouquecer. E seu plano era encontrar uma fórmula científica para explicar a paixão e o amor. Pois pensara que talvez assim, pudesse descobrir o que estava acontecendo dentro dele. Que parte era aquela que o traía.

Terminado o beijo, ele levantou-se da mesa, saindo do bar e entrando no carro. Ele conseguia ver, que descumprira sua promessa.

"You're in my mind all of the time, I know that's not enough"

Notas finais
O que acharam? Amaram, gostaram, odiaram, pode melhorar? Comentem, só vocês poderão me dizer se devo ou não continuar! Vamos lá pessoal? Beijocas, até o próximo.

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