The Same Heart

3 Últimos segundos de paz


Notas iniciais
Olá, eu disse que ia postar ontem, mas não consegui finalizar o capítulo. Então a linda da criatividade só apareceu agora, mas estou aqui e com um capítulo bem novinho para vocês. Só peço uma coisa: Fiquem atentos as datas, principalmente porque a última data citada, será um contraste com o próximo capítulo, de qualquer forma, vocês iram entender depois. Boa leitura.

Atlanta — Janeiro de 2005

O coração de Skye batia forte enquanto segurava a mão de Maggie e de sua mãe, as três estavam nervosas, Maggie e Suzana ainda mais do que Skye. A barriga da ruiva já estava visível e ao contrario do que ela achou, na faculdade eles deram o maior apoio para Skye, a ajudando com aula online para quando ela tivesse que faltar por conta de exames, já na delegacia onde ela fazia seu estágio, eles continuaram a ajudar de forma que ela não perdesse muito tempo, ela tinha muito apoio.

—Não sei se estou pronta – Maggie diz com os seus cabelos recém-cortados e os olhos verdes preocupados. Skye solta uma risada.

—Maggie, sou eu que vou ouvir o coração do meu filho e você que não está pronta?

—O que? Eu vou ser madrinha, vou ouvir o coração do meu afilhado pela primeira vez também – Maggie diz os olhos alegres e brilhantes.

—E eu estou passando mal – diz a mãe de Skye.

—Tia Suzana – diz Maggie – Não se segura em mim porque eu também estou passando mal.

A alegria no peito de Skye era tanta que ela podia doar para todos ali presentes, mas ela sabia que não precisava. Todas as mães ali presentes estavam como ela. Já haviam se passado três meses, sua barriga já podia ser vista, e as suas calças estavam apertadas. Nesses três meses a vida de Skye mudou completamente, ela estava muito mais feliz do que jamais foi. Sua mãe sempre a ajudava com dinheiro, Maggie havia planejado tudo, e queria sempre Skye e a “novo membro” da família junto com ela.

Maggie estava sendo um pilar para Skye, seu único pilar, já que sua mãe não podia estar ali o tempo todo. Nesses três meses Skye se sentiu leve. Ver o Justin na faculdade com o rabo entre as pernas foi como um remédio para Skye, e ouvir o seu perdão foi à mesma coisa que nada, Skye o queria longe.

Skye seria uma mãe solteira, e faria tudo para o seu bebe ter um bom futuro.

Maggie dizia que seria um menino, no entanto, Skye sentia que seria uma menina. Sua mãe também achava, então eram duas contra uma, no final, Maggie acabou dizendo que seria uma menina também.

O gel que a médica passou na barriga de Skye a deixou ainda mais arrepiada, estava cheia de expectativa, completamente anestesiada.

Skye fecha os olhos enquanto nada era ouvido. Até que a sala em silêncio ganhou uma nova voz, o coração batendo deu uma nova aura para Skye. Uma risada pode ser ouvida, e depois Skye percebeu que era dela. As lágrimas não puderam ser contidas. Maggie e Suzana também choravam enquanto seguravam a mão de Skye.

—Você está com sorte – diz a doutora sorrindo – Na maioria das vezes, é difícil ver o sexo no terceiro mês, mas a sua filha está praticamente pedindo para ser vistas.

—Filha? – diz Skye ainda mais feliz.

—Sim, uma menina – diz a doutora sorrindo, Skye olha para Maggie e depois para a sua mãe que soltam uma risada juntas.

Skye não podia estar mais radiante, mais feliz, mais realizada. Ela olha para tela, vendo a sua pequena, a sua filha, sua Rosie.

—Minha pequena guerreira – Skye sussurra tocando parte de sua barriga, ela olha para a barriga – Minha pequena Rosie – ela sussurra e sente um chute em sua barriga a fazendo rir, sua vida estava prestes a mudar, e para muito melhor.

Skye Martinez — seis anos depois – fevereiro de 2011.

Tento controlar o meu cabelo, deixando-o preso em um rabo de cavalo alto, enquanto meu rosto estava devidamente maquiado e minha roupa estava lisa, completamente sem nenhum amassado. Hoje era um dia importante, o último dia do meu mais novo caso. O meu cliente estava ganhando e isso para mim era ótimo, estava formando meu nome, e conseguindo cada vez mais casos e pessoas que me procuravam para ser sua advogada.

Aproximo-me da sala e ouço uma música que tocava pela décima vez pelo apartamento, deixando-me ainda mais estressada. Rosie ouvia aquelas músicas toda manhã, nenhuma passava batido. Olho para a sala, Rosie estava dançando ao som de One Time de um cantor chamado Justin Bieber, um novo artista teen que estourou nos EUA, e que infelizmente, dominou a cabeça da minha pequena menina.

—Rosie – digo e ela me olha, ofegante com os olhos grandes e as bochechas rosadas. –Maggie logo está aqui, temos que nos despedir dela.

—Ela já vai embora?

—Sim – digo – Ela precisa ficar com a família dela um pouco.

—E a gente?

—Nunca vamos nos separar – digo – Vamos visita-la sempre que conseguirmos.

—Maggie prometeu para mim que ela me ensinaria a andar de cavalo. – Rosie diz sorrindo, solto uma risada e pego sua mão.

—E ela vai – digo – Mas antes a senhorita tem que se trocar.

Digo e Rosie me obedece assentindo rapidamente.

O dia estava frio, então a deixo bem agasalhada, arrumo seus cabelos em dois rabos de cavalo e então calço suas botas.

—Pode voltar para sala – digo e ela sai correndo. –Rosie.

—Sem correr, tudo bem – ela diz trocando os dois “r” da palavra por “l” deixando a frase hilária.

Eu nunca poderia reclamar de minha filha. Uma menina de ouro, tão diferente do modo como tudo começou. Ela era esperta, corajosa e educada. Fazia de tudo para ver as pessoas felizes e irradiava uma felicidade e um carinho por onde passava. Tinha respostas na ponta da língua e sempre que aprendia algo me perguntava como funcionava, adora ler suas histórias de princesas, mesmo que ela mesma fizesse algumas às vezes. Rosie era como a flor, bela e reservada. Tinha uma inocência e simplicidade que nenhuma criança conseguia ter por muito tempo, principalmente agora com seus seis anos.

Estava descobrindo o mundo, descobrindo o que podia ser no futuro.

Ela, no entanto adorava o meu emprego. Ela dizia que eu era a lei, era engraçado o modo como sempre falava para os seus amiguinhos que eu era uma super-heroína.

Depois do café acabo por pegar as minhas coisas e nos dirigimos ao apartamento do lado. Depois que eu comecei a trabalhar, acabei conseguindo comprar o apartamento do lado do de Maggie, assim não ficávamos separadas, mas tínhamos nossas próprias casas. Quando entro em seu apartamento e não vejo suas coisas ali meu coração se aperta.

Mesmo que eu tenha convencido Maggie de dar um tempo de tudo, vê-la partindo estava sendo muito difícil. Principalmente porque ela era o meu único pilar naquela cidade. Meu pai havia sumido depois que minha mãe teve um ataque cardíaco e morreu, fazia dois anos e ele nunca mais deu as caras.

Era estranho pensar nele, e mais ainda nela. Foi uma morte súbita, ela estava no nosso apartamento, conversando, mimando Rosie e dizendo que estava pensando em comprar novas roupas para a neta, ela estava tão feliz, no entanto, na manhã seguinte acabei por receber um telefonema e descobri que minha mãe não estava mais entre nós.

Foi um choque, Rosie não conseguia entender o porquê da sua avó não poder a visitar, e por muito tempo Rosie achava que minha mãe estava apenas viajando, até que ela mesma perguntou se Suzana não estava com os anjos, e depois disso ela entendeu.

Agora era Maggie, mas eu estava feliz por ela. Feliz porque agora ela voltaria a ter os laços com sua família, sua meia-irmã, e todos os outros. Mesmo que eu não conhecesse todos eles, eu apenas conhecia Hershel, mas mesmo assim queria tudo de bom para eles e Maggie.

Maggie logo aparece e recebe um abraço de Rosie, ela sorri e olha para mim desligando o telefone.

—Estou pronta? – ela fala mais como uma pergunta soltando o ar pesadamente. Dava para perceber que ela estava nervosa.

Sorrio e assinto.

—Tenho certeza que sim.

—Vem Rosie – diz Maggie pegando a mão da pequena.

O caminho foi tranquilo, as ruas de Atlanta estavam geladas, me fazendo tremer às vezes com o vento frio que passava entre meu casaco. Rosie e Maggie ficavam conversando enquanto eu aproveitava a folga de tudo para descansar meus pensamentos.

Atlanta era linda, uma cidade de pedra misturava com o verde das arvores que a cercavam, era um misto de paz e agitação. Sempre gostei da minha cidade natal, Atlanta sempre me proporcionou os melhores momentos de minha vida, e as melhores lembranças e amizades, me fez crescer para o mundo, e não só para a cidade. Os meus saltos se misturavam com o barulho das pessoas andando ao meu lado, enquanto Rosie tentava não pisar nas linhas da calçada. O inverno deveria estar indo embora, chegando à primavera e as temperaturas amenas, no entanto, Atlanta não pareceu entender isso.

O céu estava claro e quase sem nuvens, um dia bonito.

Logo chegamos à creche de Rosie.

—Olá senhorita Martinez – diz Molly, uma das ajudantes da creche.

—Como você está Molly? Hoje o frio veio com tudo – digo enquanto arrumo Rosie – Dê um beijo em Maggie, Rosie.

Digo à pequena que nem mesmo hesita em dar um longo abraço em Maggie. As duas já havia trocado beijos e abraços o caminho todo, mas as duas são um grude só. Depois que se despediram, eu e Maggie seguimos o nosso caminho sem dizer nada, ela precisava ir para estação de metro para então seguir até a rodoviária. Eu não conseguia dizer nada, talvez porque se falasse imploraria para ela não me deixar e eu não podia ser egoísta a esse ponto.

No dia em que ela me contou que ela estava precisando de um tempo da cidade grande, tudo que eu fiz foi apoia-la, e era isso que eu continuaria a fazer. Maggie merecia esse descanso, durante seis anos ela se dedicou a sua carreira e a Rosie, foi uma pessoa maravilhosa para a minha vida, e eu preciso fazer isso por ela agora.

Devo minha vida à Maggie.

Descemos os degraus para a estação de metrô, e então suspiro, sentindo meus olhos marejando. Olho para Maggie suspirado estava fazendo isso à manhã toda, mas só naquele momento percebo que fazia isso para segurar as lágrimas.

Maggie segura a minha mão e sorri, uma lágrima caí pelo seu rosto, e depois disso mais vieram e percebi que chorava também. A abraço, de um jeito mais apertado do que o normal, seu cheiro de baunilha me fez sorrir, ela sempre amou baunilha, desde o inicio da faculdade, até mesmo agora. Crescemo-nos juntas, estávamos na adolescência quando nos conhecemos, e agora, nossas vidas estavam totalmente mudadas, mas continuávamos as mesmas.

—Vou sentir saudade, morango – ela diz sorrindo, solto uma risada em meio às lágrimas a apertando ainda mais.

—Vou sentir saudade, baunilha. – digo e respiro fundo, me afasto um pouco e limpo suas lágrimas – Você merece isso, sua família merece isso. Eu sei que já se resolveu antes com eles, mas você precisa voltar a ter um laço emocional com seu pai e sua meia-irmã, eles precisam de você – digo – Você precisa deles!

—Eu te odeio – ela diz sorrindo e eu sabia que ela concordava comigo.

—Você foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida – digo – E sempre esteve comigo, agora você precisa de um tempo para reorganizar tudo – falo – Eu e Rosie vamos ficar bem, e eu irei visita-la no final desse semestre.

—Vou aguardar – ela diz sorrindo e me abraça novamente.

—Comprei algo para você – digo entregando a ela uma caixa, ela a abre e sorri.

—Isso é tão lindo – ela diz. – Um pássaro.

Eu sempre dizia que Maggie era como um pássaro, livre.

—Muito obrigada – ela diz me abraçando de novo, não queríamos nos desgrudar, era difícil me separar de alguém que virou parte do meu dia a dia – Isso até parece um adeus.

—Não será um adeus – digo – E sim um até logo.

Falo e ela sorri segura sua bolsa e suspira, ela dá uns passos para trás e sorri novamente.

—Até logo – ela diz sorrindo e me deixando para trás.

(...)

Aperto meu casaco ao meu redor enquanto vejo Dawn na sala de tiro, já estava quase no fim do meu expediente. Patrícia já havia me avisado que Rosie estava em casa e que ela havia feito à janta de minha filha. Meu dia foi longo e bom, depois da despedida da Maggie, me dirigi até o tribunal e depois de três horas de debate, o meu cliente ganhou a ação.

Agora eu estava na delegacia. Havia acabado de falar com o delegado Hanson e repassado para ele tudo que aconteceu no tribunal e já havia organizado algumas coisas. Agora estava observando Dawn.

Dawn era uma das minhas colegas. Eu não era policial, mas acabei por conversar com ela nas vezes que fui ali antes de conseguir o meu emprego de advogada definitiva, e como a minha advocacia tinha um convenio com a delegacia consegui uma sala ali.

Dawn para de atirar e olha para trás, fazendo um aceno com a cabeça, entro na sala e ela sorri. Dawn tinha a estatura mediana, cabelos castanhos sempre perfeitamente alinhados e olhos azuis, ela sorri e depois diz.

—Como que foi com a Maggie?

—Difícil – digo – Mas necessário.

—Vocês vão ficar bem – ela diz – E no tribunal?

—Meu cliente ganhou – digo suspirando – Foi muito bom.

—Fico feliz – ela diz sorrindo – Quer atirar um pouco.

Sorrio quando ela diz isso, eu não estava autorizada a usar armas, mas Dawn sempre dava um jeito. Meu pai havia me passado esse amor por armas, claro que eu sabia que legaliza-las não era o certo, mas sempre quis ter uma. Eu caçava junto com ele quando mais nova, mas principalmente com meus tios, eles que me ensinaram a usar diversas armas.

—Pode ser – digo – Só um cartucho.

Falo e então boto os fones e pego a arma. Posiciono-me sentindo a adrenalina que sempre sentia ao ter uma arma comigo, e então atiro. Doze vezes seguidas, todas acertaram o alvo. Solto um suspiro e deixo a arma de lado.

—Você tem uma ótima mira.

—Viver com uma família que adora armas te dá uma vantagem. – digo – Vem vamos voltar.

Seguimos por um corredor que iam até as nossas mesas, eram como as nossas salas, cuidávamos de tudo ali. Eu me sento em minha mesa, e Dawn se senta na dela que era exatamente do lado da minha. Esse foi um dos motivos de termos nos aproximado, nas tardes que eu ficava ali ela me fazia companhia.

—Por que tudo está tão agitado?

—Um homem da delegacia de King Country foi baleado, e você sabe, Hanson era de lá. – ela diz – Eles vão enviar dois policiais para ajudar.

—Quem foi baleado?

—Um homem, Rick Grimes, eu acho.

—Não conheço – digo – Mas é uma pena.

—Realmente, às vezes fico pensando se isso irá acontecer comigo.

—Se pensar muito nisso, nunca irá para as ruas.

—Eu sei – ela diz suspirando. Dawn era sempre muito cautelosa, gostava tudo nos mínimos detalhes e sempre reclamava da minha mesa bagunçada.

Olho para a TV, no jornal o acidente entre uma moto e um carro estava dando lugar há uma propaganda de fast food, enquanto os telefones tocavam os policiais seguiam seus caminhos.

Ligo meu notebook, precisava enviar apenas um e-mail para o meu antigo cliente e estaria livre para mimar a minha pequena. No entanto, sou – não tão – surpreendida com um café sendo posto na minha mesa.

Hill. Um policial com seus trinta anos, cabelos castanhos, olhos azuis, um doce, mas também tão perigoso quanto a sua qualidade. Ele tentava me levar para a sua cama desde que começará ali, sem sucesso obviamente.

—Obrigada Oficial Hill! – digo sorrindo e ele acena a cabeça, me forço a não revirar os olhos quando Dawn me olha sorrindo. As rodinhas de sua cadeira fazem certo barulho quando ela se aproxima, continuo com a minha atenção no notebook, já sabendo o que ela diria.

—De uma chance para ele – ela diz e eu a olho depois olho para Lucas Hill e volto para Dawn negando – Pelo menos o café é bom.

—Como posso sair com uma pessoa que sempre me trás descafeinado, sendo que eu odeio descafeinado – digo e Dawn solta uma risada controlada.

—Mais café para mim – ela diz sorrindo e pegando o meu copo, solto uma risada e reviro os olhos.

Termino de mandar o meu e-mail, e então me despeço de todos. O meu dia acabava por ali, e estava mais do que satisfeita com ele.

Skye Martinez 24 de setembro de 2011.

O mês de agosto se passou de forma rápida, e coisas começaram a acontecer, coisas surreais, casos de canibalismo começaram a aparecer pelo mundo. Um tipo de vírus, uma praga. Não posso dizer que acreditei nisso na hora, na verdade, era difícil acreditar que uma pessoa morta pudesse voltar à vida, ou que essas pessoas pudessem sofrer de transtornos que as deixavam como um animal, cheio de fome, uma fome imortal, que só se acabava com um tiro no cérebro.

Era difícil acreditar, e eu não acreditei. Até que tudo foi por água a baixo. Tudo se tornou cinzas e caos, as pessoas se tornaram diferentes, as leis já não valiam mais, nada importava. As coisas começaram a falhar, as pessoas começaram a enlouquecer e o vírus a se tornar cada vez mais mortal e perigoso, mesmo assim nem podíamos comparar o que era antes para agora. O mundo ainda era o mesmo quando o vírus estava sendo descoberto.

Se eu tivesse me prevenido, se eu tivesse lutado ou largado meu trabalho para ficar com Maggie ou meu pai, com toda certeza não estaria naquele hospital agora, não estaria naquela situação, naquele inferno particular junto com minha pequena filha.

Eu não conseguia entender a mensagem que o mundo estava nos passado, mas agora eu entendo. Ele só estava deixando claro que aqueles eram os nossos últimos segundos de paz.

Notas finais
Então, como eu disse prestem atenção nas datas. Ali conta um pouco como talvez Skye e Rosie possam ter parado no hospital, no entanto, como elas pararam só será revelado no próximo capítulo. Daryl e todos os outros personagens vão demorar um pouco para aparecer, devo ser sincera, talvez dois capítulos, não sei. De qualquer forma, agora no inicio, tenho que mostrar como o mundo vai ser para Skye e Rosie. Rosie é interpretada por Maggie Elizabeth Jones ♥ Qualquer duvida me digam nos comentários, e falando nisso, muito obrigada pelos comentários maravilhosos, eu estou literalmente no chão com eles, vocês são incrível. Fantasmas, eu não tenho medo de vocês, então podem aparecer também ♥ É isso, espero que tenham gostado e desculpem-me os erros, não consegui revisar direito. Beijos, e até o próximo capítulo.