The Salvation of Sanji
11 Contos de Natal e Ano Novo I – A menina dos fósforos.
Notas iniciais
Chegou a véspera de Natal e Nami acabava de decorar a árvore,pelo incrível que parece aquele deserto avermelhado tinha passado para branco o que deixou um loiro e um moreno muito alegre.
– Luffy o que é isso? – perguntou Sanji –
– Isso é neve. – respondeu Luffy – Como você é burro. – Luffy ri –
Sanji não gostou muito do que o amigo falou até que o esverdeado tacou um murro em Luffy e este se desculpou.
Nami chama todos para perto da árvore e após todo chegarem esta pega um livro com o titulo: Contos de Natal e Ano Novo.
Antes de Nami começa a ler percebe algo diferente em Sanji,este usava um moletom verde.
– Eu conheço esse moletom! – fala Nami rindo –
Zoro só desviou o olhar e cora e resmunga um palavrão para Nami porem esta não liga.
– Certo pessoal,eu irei contar um contos de Natal e dois de Ano Novo. – fala Nami –
– Desde quando você faz isso? – pergunta Zoro –
– Calado! – Manda Nami –
Todos ri porém Sanji defende Zoro e todos se aquietam.
''Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre menina seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.
Por isso, a menina seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando: — Quem compra fósforos bons e baratos? — Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre garota! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.
Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.
Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a garota viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de pratos refinados, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e purê de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da garota. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.
E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direção à terra, deixando atrás de si um comprido rasto de luz.
''Foi alguém que morreu'', pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: ''Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.''
Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!
— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.
Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.
Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma menina, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… morta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó.''
Após Nami fecha o livro se depara com um Franky,Chooper e Ussop chorando feitos uns retardados,Robin parecia encantada com a historia,Luffy mesmo comendo estava dormindo.
– Garota dos fósforos! SUPER!!! – Exclamava Franky chorando –
– SUPER! – Grita Ussop e Chooper –
Porém em um certo lugar,havia uma cabeleira loira confusa ''Por que todos estão à chora?'' pensou Sanji.
Zoro bocejou alto fazendo Ussop e Chooper rirem alto,tão alto que fez uma Nami gritar com estes que logo se calaram,até por que não eram os únicos que estavam ali.
– Zoro,o que aconteceu com a garota? – pergunta Sanji –
Todos param o que faziam,estava mais do que obviou o que aconteceu certo? Talvez Sanji estava sendo um pouco inocente demais. Nami não sabia o que explica e tinha medo como Zoro iria explica sem deixa este traumatizado.
– Ela morreu. – respondeu –
– Zoro! – Exclama Nami pronta para bater na cabeça deste,porém este estende a mão como se quisesse para-la –
– Porém ela morreu feliz,não escutou a Nami falar ''quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma menina, com as faces roxas, um sorriso nos lábios''. – fala Zoro –
Sanji pareceu entender e aparento-se feliz ''a menina estava morta porém morreu feliz'' isto passava pela cabeça do menor ''será que quando eu morre estarei feliz?''pensou
''Sim,eu estarei feliz pois terei Zoro ao meu lado e também,todos os meus amigos.'' Concluiu o menor.
Nami sorriu junto com Robin enquanto Luffy comia um pedaço de carne e logo se engasgava com estava fazendo Franky tirar o pedaço de carne porém após tirar Luffy come novamente e mais uma vez se engasgava com este.
Zoro se levantava porém foi impedido por Sanji que o puxou para um pequeno beijo,aquele foi um beijo entre vários outros.
Após o beijo Sanji cora mais do que estava por causa do frio que fazia ali,Zoro sorri e tira a franja do menor para ver seu olho que sempre estava ser coberto,logo se distancia um pouco para vê-lo melhor.
Era até engraçado,não pelo fato das sobrancelhas sempre mirar para o mesmo lado e sim por Sanji já sorri com os olhos com este ridiculamente enormes,parecia uma criança.
Zoro vai até o olho direito de Sanji e sela aquele local com um beijo.
Perto dali havia um Nami corada,Robin tirando uma foto com um sorriso,Franky,Ussop simplesmente olhavam aquela cena de Natal enquanto Luffy ria e um Chooper sem entender.
Fale com o autor