The Safe Place
40 Capítulo 40 – Agradecida Pelo Som Mais Lindo do Universo
Notas iniciais
Já era segunda-feira e eu não notava como os dias estavam passando tão rápido. Talvez estar cercada de tanto carinho vindo de pessoas maravilhosas não me deixasse notar o tempo passar.
Na quinta-feira passada, Alice e Bells haviam vindo me visitar. A baixinha só não pulou no meu colo porque Bella a segurou, mas não desgrudou de mim nem um minuto sequer. Eu estava adorando ter Alice agarrada ao meu braço enquanto conversávamos no sofá da sala dos Cullen.
– Rosie, eu estava com tantas saudades de você. Eu não acredito no que aquele desgraçado do seu pai fez, se eu encontro ele eu juro que... – Alie ameaçou e era até engraçado de ver ela toda pequenininha com cara de brava querendo bater num homem do tamanho de Hector.
–Você sai correndo pedindo por ajuda, isso sim. – Bells completou a frase dela e nós rimos.
–Ah para Bells, posso não parecer, mas sou bem forte tá?! – a baixinha fez bico e eu a abracei, beijando seus cabelos. Logo Bella estava aninhada em cima de nós no sofá e estávamos rindo, felizes por estarmos juntas de novo.
Enchi Isabella de agradecimentos pelo que havia feito por mim. Por mim e por meu bebê. Não estava escrito o quanto eu grata por tê-la como amiga e eu nunca saberia agradecer. Ela não estava mais aguentando me ouvir dizer “Obrigada por tudo, Bells”.
Perguntei por Jacob e Miah, e elas reponderam que eles estavam ótimos e com saudades de mim. Que queriam saber o motivo das minhas faltas, mas que elas disseram que só eu poderia explicar quando voltasse.
E eu realmente teria muito que explicar.
Não que eu devesse satisfações a ninguém daquele colégio sobre minha vida, mas todos começaram a falar assim que descobrissem e, antes que os boatos maldosos se espalhassem, era melhor eu esclarecer para os meus amigos o que estava acontecendo.
Edward havia aparecido aqui no fim de semana. Veio falar com Emmett, saber do primo sumido. Emmett explicou logo de uma vez o que estava acontecendo, não podia esconder da própria família. E, ao contrário da reação que eu esperava, Edward me direcionou um sorriso meio sem jeito e “Bem-vinda a família, Hale”. Como Emmett dizia, O Masen era um cara legal, só tinha que estar perto das pessoas certas para mostrar isso.
Então, naquela segunda-feira, Emmett havia ido para o colégio, mas eu não. Desde domingo a noite estava me sentindo enjoada e Carmen me liberou da obrigação estudantil por mais um dia. A consulta para ultrassom estava marcada para essa tarde e ela me acompanharia junto com Emm.
Eu estava tão nervosa! Talvez fosse isso que estivesse fazendo meu estômago revirar mais que o normal. Meu café da manhã se foi todo 10 minutos depois de ingeri-lo e eu não queria mais sair da cama de Emmett.
– Rose? Está melhor, meu bem? – Car entrou no quarto, se sentando na beirada da cama e alisando meus cabelos bagunçados. Eu apenas assenti, remexendo a coberta e a prendendo mais perto do rosto. – Não parece, carinho. Não quer ir lá pra baixo? Estou terminando o almoço, logo o Emm e a Irina chegam.
– Obrigada Car, mas prefiro esperar ele aqui mesmo. O enjoo diminuiu, mas não completamente. – respondi.
– Estou achando que isso está mais pra saudade do que mal estar. Estou certa? – ela sugeriu com um sorriso brincando no canto dos lábios.
Talvez minha linda sogra estivesse com um pouco de razão. Eu estava enjoada, é lógico, mas também estava com saudades de ficar deitada nesta cama com Emmett por horas como aconteceu durante todos esses dias em que estava aqui. Mas eu teria que me acostumar, afinal não teria essa rotina mansa a vida toda.
– Só um pouquinho. – falei sorrindo também e acabamos rindo juntas.
Carmen acabou me convencendo de descer e ficar fazendo companhia para ela na cozinha. Eu estava de pijama e pantufas, tudo emprestado de Irina. Emmett e Eleazar haviam ido no sábado à noite, horário de trabalho do meu pai, buscar minhas coisas em casa. Foi fácil para eles entrarem, meu pai sempre deixava a porta destrancada e quem trancava era eu, mas como eu não estava lá ficava tudo a ver navios.
Emm só conseguiu trazer minha mochila com o material da escola dentro. Ele disse que meu quarto estava completamente revirado, roupas espalhadas, rasgadas e objetos quebrados, provavelmente resultado de um ataque de raiva de Hector, e como eles não podiam demorar por lá, acabaram desistindo de resgatar qualquer coisa minha. Não pude deixar de ficar triste por não ter mais meu celular, como é que eu ouviria minhas músicas? Porém eu não podia reclamar, eles já haviam feito muito por mim e ainda estavam fazendo. Não seria tão ruim deixar as coisas velhas para trás.
Enquanto assistia minha sogra cozinhar e escutava ela contar como foi o primeiro ultrassom em que escutou o coraçãozinho de Emmett (eu não podia imaginar coisa mais fofa), Irina chegou carregada de sacolas.
– Hello girls! – ela entrou na cozinha e beijou minha bochecha, se sentando ao meu lado e colocando as sacolas no chão.
– Você atacou o shopping, loira? – brinquei.
– Ataquei o shopping e a minha loja também. – respondeu ela, mostrando uma das sacolas de cor preta, escrito DASH em dourado.
– Filha, no seu armário não cabe mais nada. Vamos ter que construir um quarto para ser um closet só pra você. – a mãe dela comentou e nós rimos de leve. Era verdade, Irina era igualzinha a Alice, as duas não podiam ver lojas e o guarda-roupa estava estourando de tão cheio.
–E quem disse que isso tudo é pra mim? Espera, essas aqui são. – ela separou duas sacolas rosa choque e colocou no colo. Reconheci a marca da Victorias’s Secret e pensei no que essa loira esperta estava aprontando. – As outras são da Rose.
– Como é? – perguntei espantada, deixando cair a colher que eu girava nos dedos.
– Você está sem roupas, meu amor. Eu prometi que ia te dar, você não pode ficar andando com roupas maiores que você. – ela respondeu, dando de ombros como se não se importasse me dar aquele mundo de roupas novas.
– Quando me disse que iria me dar roupas, eu achei que estava falando das que você não usa mais. Não estou querendo ser mal agradecida, Irina, mas eu não tenho como pagar tudo isso. – respondi, apontando para quantidade de coisas que ela comprara.
– E quem falou em pagar? É um presente, oras. Não me faça devolvê-las, Rose, eu me diverti tanto comprando tudo e torcendo para que sirvam e que você goste de tudo. – ela segurou minhas mãos, me olhando com aqueles grandes olhos azuis suplicantes.
Nesse aspecto ela era igual Alice. Na maioria das vezes eu conseguia resistir aos seus olhares de cachorrinho perdido, mas sempre tinham exceções.
– Tá certo, Irina. Mas não precisa mais gastar comigo dessa forma. Poxa, eu estou dando tanto trabalho! – minha voz saiu como de uma criança prestes a chorar e ela me abraçou fazendo “awn”.
– Quantas vezes vamos ter que repetir que estamos adorando cuidar de você, Rose? Não é trabalho nenhum, meu bem. E Irina está certa, não podíamos te deixar usando as roupas dela, são maiores que você. Fora que você precisa recomeçar sua vida, sua rotina, e nada como um guarda-roupa novo pra animar. – Carmen falou, piscando pra mim em seguida.
– É verdade, larga de ser boba e dá um sorriso porque eu sei que toda garota adora ganhar presentes. Eu não te comprei mais sapatos porque não sei muito bem como você gosta, mas te trouxe um chinelo e uma sapatilha. A mamãe disse que vocês vão ao médico hoje, então pode usá-la. – Irina disse, começando a revirar as sacolas, acho que procurando a tal sapatilha para me mostrar.
Fiquei olhando para minha cunhada me perguntando se ela existe mesmo. Irina, sem dúvida alguma, era minha fada madrinha. Eu já pensava assim desde o baile do colégio, em que ela conseguiu me deixar deslumbrante, e agora eu só confirmava quão maravilhosa ela era. Sem obrigação alguma, ela havia gastado o dinheiro dela para comprar roupas e calçados pra mim. O que mais eu poderia pedir?
Eu estava cercada de pessoas incríveis, doces e que se preocupavam a todo instante com meu bem estar e conforto. Apesar da forma como vim parar aqui, eu não poderia estar mais que agradecida.
Emmett chegou junto com o pai quando o almoço já estava pronto. Eleazar o havia buscado no colégio e a primeira coisa que fiz assim que o vi foi deixar de lado minha curiosidade em ver o que Irina havia comprado pra mim e correr para os braços do meu namorado perfeito.
–Ursinho! Tava com saudades. – falei contra seu peito, o abraçando e absorvendo seu cheiro maravilhoso.
Senti os lábios doces de Emm em meus cabelos e suspirei, feliz por tê-lo ali comigo.
– Também estava, meu amor. Acho que não prestei atenção em nem metade do que aqueles professores chatos falaram, só fiquei pensando em voltar e beijar minha namorada. – ele falou e eu ergui a cabeça para encará-lo, recebendo um beijo lento e cheio de doçura.
– Eu ouvi isso viu, gatinho?! Vou contar pro Stef. – Irina ameaçou, falando da cozinha e nós rimos.
– Loira, relaxa, eu nem tive aula com seu namorado hoje. – respondeu ele, voltando a me beijar, agora um selinho demorado.
Subi com Emm para que ele guardasse a mochila e aproveitei para levar as sacolas com as compras que a minha cunhada havia feito. Emm me jogou com algumas e logo estávamos voltando para almoçar.
Foi mais um almoço tranquilo, cheio de conversas e sorrisos. Eu estava me habituando aquela feliz realidade a cada dia que se passava.
[...]
Carmen dirigia tranquilamente pelas ruas de Forks rumo ao consultório médico. Era 15h da tarde daquela segunda, Emm estava no banco da frente ao lado da mãe e eu me mordendo de nervoso atrás. Volta e meia eles me encaravam pelo espelho retrovisor, Car cochichava algo com o filho e ele virava para me olhar. Os dois foram o caminho todo rindo da minha ansiedade e eu não podia fazer nada além de desejar que chegássemos logo para que eu visse meu bebezinho através do ultrassom.
Assim que ela estacionou, Emmett foi mais depressa e desceu antes de mim, vindo logo abrir a porta para que eu saísse.
– Preparada? – ele perguntou segurando minha mãe e eu confirmei com uma aceno de cabeça.
– Estou nervosa, ursinho. – Emm riu do minha careta de nervoso e beijou minha testa. Respirei fundo e Carmen veio para perto de mim, entrelaçando meu braço livre ao seu.
Quando entramos foi a vez de Emm fazer careta. Ele reclamou por ser o único cara num consultório cheio de mulheres, o que não era verdade. Primeiro porque o lugar não estava cheio, só havia duas moças esperando ali além da recepcionista. E segundo porque um casal acabara de entrar na sala da médica quando chegamos.
– Se você quiser esperar lá fora tudo bem, Emm. – falei para confortá-lo, mas meu tom de voz saiu desanimado. Eu realmente queria que ele ficasse comigo naquele momento.
– E perder isso? Não, tá tudo bem. Eu disse que ia ficar com você em todas as consultas não disse? Eu não quebro minhas promessas, Rose. – ele respondeu entrelaçando nossas mãos e eu sorri. Fechei os olhos recebendo um beijo na testa e instantes depois escutamos o meu nome ser chamado. Carmen foi frente, Emm e eu estávamos bem atrás dela e ele ainda segurava minha mão.
A médica nos recebeu com um sorriso, se apresentou, nos sentamos e as perguntas, algumas constrangedoras, começaram. Eu realmente estava envergonhada em ter que responder, na frente da minha sogra, se sabia exatamente o dia em que engravidei. Carmen foi logo se lembrando de contar que havia saído recentemente do hospital por culpa de "incidente familiar" e que eu havia tido um sangramento, mas que agora estava tudo bem. Os acontecimentos desse dia ainda me assombravam, mas tratei logo de afastar as lembranças.
Depois de anotar meus dados e me pesar, a doutora Emily me mandou deitar numa daquelas camas tipo de hospital e levantar a blusa. Ela espalhou um gel gelado por minha barriga, fazendo eu me encolher.
– Relaxe, Rosalie. É rapidinho, não quer ver seu bebê? – perguntou ela, com a voz doce, enquanto mexia em algo no aparelho de ultrassom. Eu assenti e o exame começou.
Quando a maquininha começou a deslizar por meu ventre imagens borradas surgiram na tela. A Dra. Emily continuava a olhar o computador e mexer em algumas teclas com uma mão. Olhei para Car e ela estava sorrindo, piscou para mim e fez sinal para que eu voltasse encarar a tela a minha frente. Emmett quase não piscava, tentando enxergar alguma coisa ali. Eu estava como ele, sem entender muita coisa.
– Rosalie, Emmett, aqui está o bebê de vocês. – a médica apontou na tela e eu fiquei impressionada, agora vendo com mais clareza exatamente o formato do meu filho.
Ele estava lá, inteiro e parecia grande. Apesar da imagem borrada, era nítido o bebê que aparecia na tela. Eu nem conseguia piscar, meus olhos ardiam. Quando um som alto, forte e insistente começou a martelar o ambiente, senti as lágrimas rolando e molhando meu rosto.
– Estão ouvindo? É o coraçãozinho dele ou dela. – a Dra. Emily esclareceu algo que eu já tinha compreendido.
– Oh meu Deus, que coisa mais linda, meu amor. – Carmen falou e, mesmo sem olhar em seu rosto, podia afirmar que ela estava emocionada e sorrindo.
– Nossa, bate tão rápido! – esse foi Emm. Ele se ajoelhou ao meu lado e consegui desviar o olhar da tela para me perder em seus lindos olhos verdes. Seus lábios tocaram minha testa docemente e eu sorri, totalmente perdida na grandiosidade daquele momento.
Era o meu bebê ali. Nosso, meu e de Emmett. Era o coraçãozinho dele ou dela batendo alto. Não havia som mais lindo que aquele no universo. Senti que poderia passar horas e horas escutando o batimento frenético daquele pequeno coração e admirando o neném na tela.
– Rosalie, você está com 13 semanas e ainda não descobrimos o sexo porque o bebê não está numa posição favorável para conseguirmos ver isso. Talvez na próximo consulta dê, vamos torcer né?! Vocês devem estar curiosos. – a médica falou quando já estávamos prontos para voltar.
Em minhas mãos eu segurava a pequena foto da ultra, era a primeira de muitas que eu esperava guardar. Sim, eu estava ansiosa para saber se esperava um menino ou menina, mas no momento isso não importava. Eu ainda estava flutuando, ouvindo nitidamente em minha mente o som do coraçãozinho do bebê dentro de mim.
Carmen deixou agendada a próxima consulta para quando as vitaminas que estava tomando, receitadas pela médica do hospital, acabassem, assim como a doutora Emily pediu. Se fosse necessário, receitaria novas, mas ela disse que não estava tão abaixo do peso assim, era questão de tempo até tudo se normalizar.
Chegamos à casa dos Cullen – eu ainda não havia me acostumado a chamar de minha – e fomos surpreendidos por Irina. A loira pulou agitada em cima de mim num super abraço. Ela estava mais animada que o normal e eu não entendia o porquê.
– Ei, ei, calma filha. – Carmen tocou o ombro dela, mas mesmo assim Irina não me soltou.
– O que foi loira, ganhou na loteria? – perguntei, brincando.
– Melhor que isso! O Stef ma convidou pra passar o final de semana em La Push, numa casa de praia da família dele! — contou a novidade, agora me encarando, já solta do abraço apertado.
– Que legal, aproveita viu?! – ela assentiu e ergueu as duas mãos, eu bati as minhas na dela. Irina começou a saltitar, parecendo Alice quando comia chocolate, me levando junto no embalo.
– Tá bom, agora eu tenho uma novidade. Emm me dá aqui. – pedi, me referindo à foto do ultrassom.
Emm tirou a pequena fotografia do bolso e eu entreguei à minha cunhada. Irina abriu um lindo e espontâneo sorriso, encarando a imagem no papel.
– Awn, é o bebê? Que coisinha mais fofa! – falou com aquela típica voz de quando falamos com bebês. – Parabéns, meus amores! – tornou a me abraçar e correu para os braços do irmão, que já estava largado no sofá.
Irina beijou as bochechas de Emmett e, apesar da careta que ele fez, e sabia que havia gostado do carinho e empolgação da irmã.
– Minha sobrinha já é linda. Ai, to apaixonada. – a loira colocou a foto próxima ao local do coração, piscando os olhos. É sério, ela estava saindo com a baixinha escondida e eu não estava sabendo!
– Ainda não deu pra descobrir o que é, mas a médica disse que talvez na próxima consulta dê. – comentei, me sentando ao lado de Emm do sofá. Irina estava praticamente no colo do irmão.
– É um menino, tenho certeza. – Emmett falou e vi a irmã revirar os olhos.
– Estou com o Emm, também acho que é menino. – falei, imaginado meu lindo garotinho com covinhas iguais as dele.
– É uma menina, gente. — Irina afirmou, convicta.
– Quer apostar? – Emmett sugeriu e ela topou na hora. — Se eu perder, arrumo seu quarto por uma semana. — propôs, estendendo a mão pra ela.
– E se eu perder, arrumo o de vocês. Mas quero que a Rose seja tipo minha boneca por um dia também se eu ganhar. Vamos fazer compras, cabelo e maquiagem. Sem reclamar. – ela semicerrou os olhos ao dizer a última frase lentamente, tentando me intimidar. Nós duas acabamos rindo e eu topei, estendendo minha mão pra ela.
– Feito. – Emm apertou a mão dela. – E nós vamos ganhar. – me encarou, piscando pra mim.
– Vamos ver, meu querido. Vamos ver. – Irina cantarolou, levando e subindo as escadas.
– Ela é realmente maluca, você vai pirar rapidinho. – Emm falou rindo. Me aninhei mais a ele quando passou o braço em torno do meu pescoço.
– Pode ser, mas estou adorando morar aqui. E sabe o que mais eu adorei? Ouvir o coração do bebê. – respondi, me recordando do som que fez meu próprio coração acelerar.
– Como pode o coração de alguém tão pequeno bater tão forte? – perguntou ele, encarando minha barriga. Emm acariciou o pequeno volume ali e depositou um beijo casto.
Meus dedos passearam pela nunca de Emm, trazendo seu rosto para cima, próximo do meu. O beijei mais apaixonada do que nunca, querendo agradecer por estar me proporcionando sensações incríveis eu nuca sequer imaginei que pudesse sentir.
– Obrigada. – falei baixinho, separando nossos lábios. Minhas mãos agora seguravam seu rosto, as dele em minha cintura.
– Por quê? – seus olhos percorreram meu rosto, confusos.
– Por tudo. Pelo nosso bebê, por ser o melhor namorado do mundo. Pelo som mais lindo do universo. – sorri, tornando a beijá-lo.
Foram incontáveis os minutos que ficamos ali, nos beijando, sorrindo um para o outro. Desfrutando da felicidade inigualável daquele momento.
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