The Sadisct Sweet Love
6 Monkey D. Luffy pt. 2
Notas iniciais

Luffy P.O.V
Aqui estou eu! Há dois anos eu consegui fugir do pesadelo onde eu morava e voltei a encontrar minha mãe. Contei tudo o que aconteceu para ela, o que a fez sentir-se terrivelmente culpada, mas eu disse para que não ficasse assim. Reaver alguém que você ama depois de anos de tortura era uma sensação única! Não queria que ela ficasse triste em um momento tão bom.
Nós dois estamos vivendo agora na mesma casa onde eu morava na infância. Eu a ajudo com as tarefas domésticas e até arranjei um pequeno trabalho na freira, onde eu podia sentir o doce cheiro das frutas bem de perto. Minha vida não poderia estar melhor e tudo isso graças ao Torao, que me salvou.
Depois disso eu nunca mais o vi, mas nunca o tirei da minha mente. Não sei porque exatamente, talvez por querer agradecê-lo ou simplesmente querer voltar a vê-lo como há dois anos atrás. Bom, isso tudo não importa, o importante é que já é de noite então eu preciso dormir.
(…)
"Olá, Luffy-ya. Saudades de mim?"
Ouvi uma voz no mesmo local onde eu estava perdido há dois anos atrás. E, o mais curioso, era exatamente a mesma voz! A mesma voz que vagava na escuridão onde eu estava, sem nada a nossa volta, só o simples som que saía de nossas bocas.
– Torao, é você?!
Fiquei automaticamente feliz e, antes que eu pudesse dizer algo, o cenário mudou. Novamente, eu estava em um quarto de ouro, com uma cama de casal realmente grande e paredes pintadas com o mais puro branco. Eu estava deitado na cama, apenas de cueca e ele estava a minha frente.
– Faz tempo que não nos vemos, não é? – Ele colocou uma mão na cintura, me olhando de uma forma maliciosa. Confesso que aquele corpo dourado seminu era ótimo de olhar e eu já ficara excitado.
– Eu senti tanta saudades de você. – Falei, enquanto ele se dirigia em passos lentos em minha direção. Subiu na cama de quatro, engatinhando até chegar a mim. Nossos rostos ficaram perigosamente próximos e os olhos dele cruzaram-se com os meus.
– Pode ser contra as regras do Lord Lúcifer, mas eu não podia deixar-te livre. Ainda não me destes o que eu quero.
Elevei minhas mãos, levemente, até seus cabelos azulados e senti a maciez de seus fios. Fui aproximando seu rosto ainda mais, fechando meus próprios olhos até finalmente encostarmos nossos lábios em um beijo. Um beijo bem molhado, cheio de carícias e mordidas.
– E o que você quer de mim? – Perguntei, com um sorriso malicioso no rosto, antes de voltar a beijá-lo. Sua língua era ótima de sentir e bem áspera, como a de um gato sedento. Ele estava tocando meu peito enquanto mordia meus lábios.
– Você não é mais um garotinho indefeso, Luffy-ya.
– Eu nunca fui.
O virei na cama, ficando por cima e lambendo meus próprios lábios antes de voltar a beijá-lo. O Torao segurou meu cabelo com força, quase arrancando os fios, e eu fiz questão de deixar nossos corpos bem colados. Nossos membros, apesar de ainda estarem cobertos pela cueca, roçavam um no outro.
Fui descendo, dando beijos e chupões por seu pescoço até chegar ao começo do seu peito. Os gemidos dele saiam automaticamente e me davam mais vontade de continuar. Meu membro já estava bem duro e latejante, chegando a sair da cueca sem querer.
Puis me a lamber seus mamilos, beliscando-os um pouco com meus dentes e rodopiá-los com a língua. Uma de minhas mãos já havia penetrado sua cueca, buscando por seu membro já enrijecido e começando a masturbá-lo.
– Aahn... Luffy-ya...
Tentei chupar seus mamilos no mesmo ritmo dos movimentos de masturbação e meu dedão deslizava em torno de seu membro, batendo cuidadosamente em sua glande pulsante. Os gemidos dele me excitavam e só me davam mais vontade de continuar.
Ao ver que ele já estava bem excitado, desci mais ainda, dando beijos e mordidas por todo seu delicioso corpo dourado, indo em direção às partes baixas. Assim que cheguei à cintura, o olhei lá debaixo, descendo sua cueca com os meus dentes e deixando seu membro completamente exposto. Ele retribuiu meu olhar, com um rosto corado e gemidos abafados.
Vi, pela segunda vez, aquele membro rígido com veias saltitantes e não resisti. Levei-o direto a minha boca, fazendo rodopios com a língua e encostando sua glande em minha bochecha salivada, recebendo como resposta mais gemidos excitantes e provocadores. Enquanto o chupava, comecei a me masturbar também.
Apertei com cuidado seus testículos enquanto punha seu membro completamente em minha boca, até a garganta, sem me importar em ficar engasgado. Confesso que fazia alguns barulhos propositais com minha boca para provocá-lo, o que dava instantaneamente certo. O gosto salgado dele era tão bom quanto um pedaço de carne macio no almoço.
Só de o estar chupando eu já ficava excitado, principalmente ouvindo o som que saia instantaneamente dos lábios do Torao. Meu rosto fazia movimentos de vai-e-vem em seu membro, no mesmo ritmo em que eu me masturbava. Não demorou muito, logo senti ele gozando em minha garganta e gozei junto, em minhas próprias mãos.
– Aaah... Torao... – Antes que ele gozasse completamente, afastei meu rosto. Um pouco do líquido caiu em meus lábios e deixou-os completamente brancos. Lancei um sorriso malicioso para ele e logo fui retribuído.
– Você sabe exatamente como me excitar, Luffy-ya.
Subi devagar, de quatro, engatinhando até os lábios do Torao, que logo usou suas grandes mãos para alisar meu corpo. Durante nossos beijos ficávamos ainda mais próximos e ele dava algumas mordidas nos meus lábios, até me virar e ficar por cima de mim na cama.
Ele deu vários chupões no meu pescoço e eu retribui, segurando seus cabelos com força e soltando gemidos consideravelmente altos. As mãos dele foram descendo até chegar ao meu membro, que já estava duro novamente, e começou a me masturbar, mordendo meu pescoço com mais força ainda.
As mordidas podiam ser bem fortes, mas tudo que eu sentia era mais prazer e o meu membro se enrijecia com facilidade, já que ele sabia exatamente como tocar alguém. Os polegares dele pressionavam meu membro e a velocidade da masturbação aumentava gradativamente.
– Torao... – Chamei por ele com voz baixa, sentindo o meu coração pulsar.
– Diga... – Ele correspondeu, chupando meu pescoço.
– Eu não vou aguentar esperar mais...
– Luff-ya.. – Ele subiu e me beijou calorosamente. – Me diga exatamente o que eu devo fazer...
– Eu quero que você me chupe até eu gozar no seu rosto e deixá-lo todo branco...
– Como desejar, Luffy-ya.
Novamente ele me lançou um sorriso malicioso, lambendo meus lábios antes de adentrá-los com sua língua e me permitir um beijo de verdade. Logo em seguida ele desceu, beijando todo o meu corpo e me dando mais chupões, até chegar até minha cintura.
Com as mãos, ele bateu meu membro no próprio rosto, dando alguns beijos e me olhando maliciosamente. Fiquei automaticamente corado e excitado ao mesmo tempo, vendo aqueles olhos dourados me encarando arguciosamente. Ele percebeu isso e ficou com mais vontade de me chupar ainda.
Iniciou lambendo o corpo do meu membro, com a língua áspera e gélida, indo da base até o começo da glande e dando rodopios na uretra. Senti logo meu corpo ficando arrepiado e gemidos saiam espontaneamente, sem eu precisar fazer qualquer tipo de esforço.
Ele logo pôs todo membro na boca, chupando a glande e pressionando-me entre as bochechas para ficar sem nenhum espaço visível. A saliva dele, assim que encostava em mim, dava-me uma sensação gélida e provocante. Cada vez mais meu membro pulsava e latejava em sua boca.
– Aaahn... você é bom demais...!
Fazendo movimentos com o rosto de vai-e-vem para deixar o meu membro ainda mais dentro de sua garganta, ele se masturbava ao mesmo tempo. Cada vez mais acelerado ficava, então logo percebi que já iria gozar e ele teve a mesma impressão.
Torao se afastou, me masturbando e batendo meu membro novamente em seu rosto. Eu olhava para ele e ele me retribuía, com o rosto completamente corado e com a língua para fora enquanto se masturbava. Não demorou muito, logo gozei em seu rosto e o sujei todo, chegando a cair um pouco em seu cabelo.
– Luffy-ya... – Tinha bastante gozo em sua língua e um pouco abaixo de seus olhos hipnotizantes. Ele também gozou nas próprias mãos, deixando a cama toda branca.
Logo depois ele voltou a subir até mim e nossos olhares se encontraram, até trocarmos um beijo. O gosto salgado sucumbiu em nossas bocas e ele jogou um pouco do meu próprio sêmen na minha língua, deixando que nós brincássemos com o líquido viscoso.
Já estávamos completamente ligados por fios de saliva e nossas faces estavam coradas, vermelhas e quentes. O Torao me virou na cama, deixando que eu ficasse em cima dele, então dei mais mordidas em seu pescoço e fui em direção a sua orelha, lambendo seus brincos dourados e sussurrando em seus ouvidos de um jeito provocante.
– Você é muito gostoso... sua boca é deliciosa... eu quero senti–lo todo por dentro... e te foder até você nunca mais sumir da minha vida de novo...
Em resposta aos sussurros, ele arranhou minhas costas e soltou vários gemidos. Toquei todo seu corpo magro, pressionando-o para ficar prensado contra a cama e me deixasse fazer o que bem quisesse. Dei mais chupões em seu pescoço, segurando suas pernas e as enroscando em minha cintura.
As pernas dele se levantaram, permitindo que eu tivesse um maior espaço com meu corpo e eu as segurei com uma das minhas mãos, afastando-as ainda mais. Com a outra mão, elevei meu membro que já estava duro até sua entrada, roçando um pouco antes de penetrá-lo completamente.
– AAaahhn...!! Luffy..ya..!
– Aaah... T-Torao..! Meu gostoso...
Meu corpo inteiro estremeceu assim que eu o senti por dentro. Seus braços abraçaram meu pescoço e eu segurei uma de suas pernas para me dar mais mobilidade nos movimentos de estocadas, que iam ganhando velocidade gradativamente.
Ele gemia bem alto e eu também, sentindo nossos corações batendo na mesma velocidade e nossas vozes, totalmente abafadas e quentes. Saliva saia de sua boca, desejando que eu o calasse com o beijo, e foi o que eu fiz. O beijei, penetrando-o mais forte ainda.
Seu membro friccionava na minha barriga, já que nossos corpos estavam colados, e só o fato de eu estar me mexendo para dar as estocadas já o masturbava. Cada vez mais a boca dele ficava quente junto com o corpo, que ficava mais arrepiado ainda.
– Ah.. Luffy....
Ele pediu-me para trocar de posição, pois tinha uma ideia. Concedi e me afastei dele até perceber que o Torao ficou de quatro na cama, segurando na cabeceira e abaixando um pouco os quadris, até eu conseguir penetrá-lo mais uma vez. Fiquei observando suas costas definidas e segurei seus ombros, dando as estocadas.
Porém, ele disse algumas palavras estranhas em uma língua desconhecida e logo senti alguma coisa me penetrando. Era um vibrador que ele fez aparecer e logo enfiou em mim, já na velocidade máxima, deixando vibrar em minha próstata enquanto eu o comia.
– Aaah.. i-isso não foi justo..!
– Heh, não gostou..?
– Adorei... mas eu vou me vingar por isso...
Apertei seus ombros mais fortes ainda, dando estocadas mais violentas e entrando completamente dentro dele. O brinquedo vibrava dentro de mim e, confesso, dava mais tesão ainda e vontade de continuar, graças a estimulação na próstata que me deixava mais excitado ainda.
Seus gemidos saiam gritantes e eu acho que ele sentia seu corpo inteiro vibrar junto ao meu. Os movimentos estavam mais rápidos do que nunca e eu comecei a masturbá-lo também para que ele sentisse prazer de todas as formas possíveis.
Com mais estocadas ainda e ouvindo os gritos de prazer que ele dava, não resisti. Logo gozei dentro dele e senti ele gozando em minhas mãos, caindo na cama de costas e deixando que eu caísse em cima dele. Nossos corações pulsavam em um ritmo acelerado e o vibrador sumiu também.
– Luffy-ya... valeu a pena esperar por tantos anos...
– Ah sim, até agora eu não te agradeci. Obrigado por ter me salvo, Torao.
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