The Runner - They are Coming
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Capitulo Um. – A Iniciação.
Quando me lembro do que aconteceu há dois anos, quando me lembro de como meu pai pulou na minha frente para me proteger das criaturas da noite, quando vejo o sangue dele em minhas mãos, tenho certeza de que aquela foi a escolher certa a se fazer.
Depois que os vampiros, criaturas noite, começaram a aparecer a uns 100 ano atrás a população humana foi drasticamente reduzida, os lideres de nossas sociedades resolveram unificar todos os países, criando apenas um distrito chamado Lar comandado pela Igreja.
Toques de recolher foram aderidos a toda população, todos tinham que entra para suas casas a 4h30 nos dias que o céu estava limpo e no inverno a população era obrigada a ter alimentos estocados, pois raramente o sol aparece, os membros da Igreja e os governantes têm suas residências dentro da muralha que é protegida 24horas por dia enquanto o resto da população fica em bairros próximos da muralha protegidos por cercas elétricas que são muito falhas, por noite mais ou menos dez vampiros conseguem ultrapassa la e é ai que entra os Corredores.
Quando eu tinha quatro anos eu costumava fica sentado na janela com meu pai e observar eles passando, o nome não tem muito sentindo quando se ver eles saltando de prédios, eles sãos treinados para conseguirem se mover no mesmo ritmo das criatura da noite.
Naquela manhã era o meu aniversario de sete anos de idade, e o filho mais velho de uma família é recrutado para a Igreja onde eles fazem um teste para determina o que a criança ira se torna ou um padre ou um advogado e ingressar na político ou um Corredores, todos temem serem escolhidos por essa ultima.
Minha mãe me acordou um pouco antes das portas se abrirem, era por volta das 5horas da manhã, depois que meu pai morreu minha família ficou reduzido a três, eu, minha mãe e minha irmã de cinco anos.
- Hoje é um dia especial. – minha mãe disse.
- É. – Ela não me desejou parabéns, pois sabia que dali por diante nós nos separaríamos e só voltaríamos a nos ver no dia da minha formatura dali a dez anos
- Mamãe por que a senhora ta triste? – perguntou a minha irmã.
- Por nada Paige.
Minha mãe se levantou e foi até a nossa pequena cozinha e voltou com um pequeno bolo de chocolate, não sei onde ela arrumou chocolate pois ele é muito raro e caro no dias que sucederam a aglomeração, os fazendeiros procuram plantar somente os alimentos necessários para a sobrevivência.
Cantamos parabéns mesmo não estando no clima, a única exceção é minha irmã que adora bolo, depois minha mãe me abraçou e nos mandou troca de roupas pois já estava na hora da seleção.
Saímos quando o sol já estava quente, pois era o melhor horário para se sair de casa sem correr riscos, um palanque foi montado em frente aos portões da muralha, logo, logo eu estaria lá dentro e minha família aqui fora, mas prometi para o meu pai que eu o vingaria e eu estava determinado a me torna um corredor, nunca tinha falado com minha mãe sobre isso, mas aposto que ela não concordaria.
Eu estava sentado em uma parte reservada às crianças que iriam ser recrutadas, não eram muitas apenas umas quinze crianças, minha mãe e minha irmã estavam com o resto do publico, um homem magro com alguns cabelos brancos na cabeça e na barba se levantou e foi ao centro onde tinha um microfone, ele me parecia familiar.
-Eu sou o Cardeal Silas e gostaria de parabeniza a todas as crianças que estão completando aniversário hoje. – o modo como ele falava era calmo e sereno, mas também dizia “Eu posso ser duro se eu quiser.” – Esse é um momento especial, pois hoje estaremos iniciando a vida desses jovens, o teste que se seguirá é bem simples será colocado três objetos a sua frente uma cruz, um livro e uma bíblia e você terão que escolher apenas um deles, atenção, os nome chamados se dirijam ao palco.
Ouve um murmúrio de nervosismos entre as crianças, mas logo cessou.
— Albert Davan.
Um garoto magricela um pouco mais alto do que eu, subiu ao palco, o Cardeal o levou até uma mesa de que estava ao seu lado e o colocou na frente dos objeto e pediu que ele escolhesse um, dava para ver que a mão do garoto tremia, ele ficou um duvida entre o livro e a bíblia mais acabou escolhendo o livro.
-Alice Fleury.
Uma garota subiu ao palco, escolheu a bíblia, e Cardeal continuou chamando os candidatos uma atrás do outro até que me chamou.
-Barrabás Delacour.
Demorei um pouco para me levantar e fui caminhando divaga para cima do palanque, eu não sabia o que escolher, quando cheguei la em cima, o Cardeal Silas me pegou pela mão e me guiou até a mesa até a mesa, eu continuava sem saber, mas não queria fazer a escolha errada.
- Vamos meu jovem. – ele falou no meu ouvido para me apressar.
- Qual é a dos Corredores. – cochichei de volta.
- Não posso falar criança é contra as regras.
- Por favor, eu tenho que entra para eles e não posso correr o risco de não consegui.
- E por que você quer entra para os corredores?
- Tenho que proteger minha família. – Sei que aquele não era o meu motivo principal mas foi o único que achei que o convenceria.
- A bíblia, escolha a bíblia e você conseguirá cumprir seu objetivo.
Com a mão estendida e firme a levei na direção da bíblia.
-Espere, eu queria testar sua determinação o verdadeiro item que levar aos corredores é a cruz. – ele se apressou a fala antes que eu pegasse a bíblia.
- Vou confiar em você. – essa foi minha resposta.
Então peguei a cruz e fui levado para outra fileira de cadeira onde estava já estavam sentados os recrutados. Depois de um tempo onde todas as crianças que faltavam já havia escolhidas, contando comigo seis crianças haviam escolhido a cruz.
- Agora é a hora de pronunciar os resultados, os que foram recrutados pelo Padre sigam o Padre Kairen. – ele apontou um velho que estava ao seu lado esquerdo. – e os que forem recrutados pelos advogados sigam o Dr. Lucio. – ele apontou para o homem ao seu lado direito. – E aqueles que se tornaram Corredores me sigam, o resultado será anunciado pelo nosso Papa Abel VII.
O Papa era um homem velho que tinha uma longa barba branca, ele estava vestido com o seu traje típico era muito difícil ele se pronunciar, pois ele cuidava de assuntos que exigiam seu total comprometimento era isso que os Cardeais nos falavam.
- Que todos sejam abençoados por Deus nesses tempos difíceis, falarei a seguir a correspondência de cada objeto, depois que você se dirigir com os representantes. – ele apontou para os três ao seu lado, o Padre Kairen, o Cardeal Silas, e o Dr. Lucio. – vocês terão um tempo de 5 minutos para se despedirem de suas famílias, vamos seguir com a cerimônia as crianças que escolheram o livro sigam com o Dr. Lucio, as que escolheram a Bíblia sigam com o Padre Kairen e as que escolheram a cruz sigam com o Cardeal Silas.
Depois disso o Papa se retirou, e fomos organizados em três grupos e seguimos com nossos respectivos representantes, nos levaram para uma sala grande onde só estava os recrutados pelos corredores, ficamos sentados em cadeiras acochadas até um guarda abri as portas e as famílias de todos entrarem, quando avistei minha mãe e minha irmã fui até elas e nos abraçamos, minha mãe chorava e minha irmã parecia não saber porque.
- Barrabás eu quero te pergunta uma coisa. – disse minha mãe.
- Sim?
- O que foi que você falou com o Cardeal Silas, enquanto você estava escolhendo? Não minta, pois eu sei quando você está mentindo.
- Eu perguntei qual era o item dos Corredores.
- E por que você fez isso? – minha mãe estava chorando cada vez mais.
- Por que eu quero proteger vocês e vingar o papai. – foi a minha resposta, não sabia como iria fala para ela isso, mas acabei falando de qualquer jeito. – Paige, vem cá da uma abraço no mano.
Peguei minha irmã no colo e dei um abraço nela.
- Rabas você vai embora? – Ela não sabia fala meu nome direito e seu jeito de fala me fez querer ficar, mas minha determinação falou mais alto.
- Vou sim, mas quando eu volta você vai está grande assim. – levantei a mão para mostra a altura que ela estaria.
- Legal.
Abracei minha mãe de novo e só nos separamos quando o guarda voltou para pega os nossos familiares, estávamos sós de novo.
- Vou senti saudades disso. – falou um garoto, um pouco mais robusto do que eu, que estava sentado ao meu lado na cerimônia. – Eu sou o Tomas. – ele se apresentou para mim.
- Barrabás.
- Nome estranho, mas é legal.
O Cardeal Silas entrou pela porta, ele parecia cansado, mas mesmo assim parecia o homem honesto e legal que demonstrava ser, ele sorriu para mim assim que me viu e falou.
- O garoto que escolheu se torna Corredor.
Eu apenas assenti.
- Vou explica o que vai acontecer agora, você receberam um novo nome e logo depois do primeiro voto receberam a primeira tatuagem.
- Por que temos que muda de nome?
- Isso ajuda a esquecer o que você já foi um dia.
- Você era um Corredor? – perguntei.
- Sim. – ele respondeu e sorriu.
- Agora eu me lembro de você a uns anos atrás, você passava sempre pelo prédio que ficava na frente da minha janela.
- Sim, mas agora vamos escolher os novos nomes, qual o seu nome? – ele perguntou para a menina que estava na primeira cadeira.
- Emily Davan. – ela provavelmente era irmã do cara que foi para os advogados, o primeiro ser chamado.
- Ótimo, a parti de agora você se chamará Amy.
- Gostei.
- E o seu? – ele perguntou para o seguinte na fila.
- Alfonse MacCall.
- Você será o Al, o seguinte.
- Tomas Sullivan.
- Agora é apenas Tom, próximo.
- Barrabás Delacour.
- Um pouco difícil mais você será o Baz.
Ele perguntou o nome do próximo menino, o nome dele era Oliver Doomwood, agora ele se chama Olly e perguntou o nome da ultima criança que era uma menina, Samantha Blake agora seria apenas Sam. Depois disso fomos guiados até um dormitório com dez beliches onde cada um escolheu a sua escolhi dividi uma com o Tom, eu fiquei na parte de cima e ele na de baixo, amanhã começa os treinos pelo que o Cardeal Silas falou e eles vão ser muito rigorosos.
Dez anos se passou desde o meu primeiro dia na Igreja, já tinha recebido as duas tatuagens de o Cardeal Silas nos tinha falado no inicio do nosso treinamento, uma eu podia escolher a localização, na testa ou um pouco abaixo da clavícula, eu escolhi na testa para me lembra do motivo de eu ter entrado para a organização, mas como tinha deixado o cabelo crescer era muito difícil de nota ela, a outra são asas tatuadas em nossas costas, dizendo Silas era para simbolizar que os anjos estariam nos protegendo.
Depois de dois anos eu descobri por que o Silas não era mais um Corredor, parece que ele sofreu um acidente de trabalho e não pode volta a correr, é uma pena por que depois que recebi o treinamento correr é a melhor parte, nós usamos uma tecnologia que nos permite quase voar, usamos pistões presos ao pulso que propulsionam cabos de elastano com ganchos que prendem em qualquer superfície, e são fáceis de retrair, também há ganchos em algumas partes da roupas, nós usamos roupas brancas, mas depois da formatura passaríamos a vesti o preto, as roupas brancas significam que ainda não derramamos sangue e a preta é que já estamos prontos para isso.
Hoje é meu aniversário e o dia em que reencontrarei minha família, não estou muito ansioso, pois isso faz parte do nosso teste final, nossa capacidade de concentração em situações que podem nos vir a distrai, a cerimônia será realizada a noite, já que fomos treinados para nos adaptamos aos hábitos dos vampiros, então trocamos o dia pela noite, a cerimônia será aberta aos membros da família ele serão conduzidos por carros blindados disponibilizado pelo exercito de cardeais.
- Então é aqui que você está se escondendo Baz. – uma voz fala atrás de mim, não preciso me vira para saber quem é, pois aquela voz pertence à Amy, uma das pessoas que fizeram o treinamento comigo.
- Aqui é calmo Amy. – respondi olhando para o horizonte, era 4h da manhã e o sol ainda não tinha nascido então tecnicamente eu tinha permissão para fica fora do dormitório, eu estava sentado em uma gárgula que se prendia a uma das torres da Catedral Central.
- Hoje é o Grande Dia, ou melhor, noite. – ela falou sentando ao meu lado.
- Seu censo de humor nunca melhorou em dez anos. – falei mais para mim do que para ela.
- E o seu também não, parece que você não relaxa muito. – ela retrucou.
- É melhor nós irmos antes que amanheça ou o Cardeal Silas ira nos dar um sermão, e eu odeio quando ele começa a fazer isso parece que ele nunca mais ira para de falar.
Saltei de cima da gárgula e agarrei as bordas do telhado e fui escorregando até a janela do dormitório, a Amy veio logo atrás de mim, ela estava com uma cara de desgosto.
- Eu odeio quando você faz isso, sair de um lugar no meio da conversa.
Tirei a camisa e me deitei na mesma beliche que eu durmo a dez anos, no inicio que achava estranho o meninos e as meninas no mesmo quarto, quando perguntei sobre isso para o Cardeal ele disse que é para firma os nossos laços uns com os outros e era para nos sentimos como uma família, agora deitado na cama eu concordo sobre com ele, sem nem perceber peguei no sono.
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