The Rocker, The Perky And The Nerd

13 Capitulo 13 - Eu amo estudar | Hot, Avril Lavigne


Notas iniciais
Hey gente, voltei :3 Dois dias depois do dia que está no cronograma porque teve temporal aqui onde eu moro e queimou meu notebook e o fiquei sem internet por uma semana, ganhei um computador então agora eu vou poder postar no dia certo. Além do mais, hoje é o meu primeiro dia de férias. Bom, espero que curtam o capitulo, que pelo atraso de dois dias está bem maior que o normal ( passei a semana inteira digitando ele no celular). E eu peço que por avo, comentem nem que seja pra dizer que tá ruim porque no ultimo capitulo que eu postei teve poucos comentários e isso me deixa triste porque eu faço o meu melhor para agradar vocês. Beijos

Musica Do Capitulo — Hot, Avril Lavigne ( Clique para escutar)

Capitulo 13

POV Katherine

No outro dia levantei-me mais cedo,tomei banho, coloquei jeans preto, camiseta preta com decote e optei por botas de salto. Penteei meus cabelos, os deixando cacheados e prendendo apenas alguns fios na frente, passei rimel e lápis de olho preto e terminei com um gloss de cereja. Tomei café da manhã com meu pai, ambos em silêncio, eu olhando meu celular e ele lendo o jornal.Nós dois nunca fomos próximos, Elena é a queridinha dele, ele faz todas as vontades dela, mas eu sou considerada a "ovelha negra". Tudo isso porque eu não o obedeço como se eu fosse um fantoche sem vontade própria.Mas nem isso estragaria meu humor hoje.


Eu falaria com Damon.


Hoje Nicklaus viria me buscar para irmos juntos para a MFHS, para que eu não precisasse dirigir.

Quando ouvi a buzina do lado de fora sai sem dar tchau para Grayson.-Hey Klaus. -Falei, me jogando no acento ao lado dele na picape.-Oi Kath. -Ele falou me dando um beijo na bochecha.

Ele parecia triste e desanimado. Eu sabia que a única coisa que podia deixá-lo assim era loira e patricinha. Caroline Forbes.

–O que a Forbes fez dessa vez? -Perguntei.

Ele me entregou um copo de cappuccino do Starbucks que estava no suporte.Já disse o quanto eu amo meu primo?

Fiquei esperando a resposta, dando pequenos goles no líquido quente.

–Ela foi até minha casa ontem. Ela queria ir pra cama comigo. -Ele falou chateado. — Ela não se importa comigo, sempre me trata mal, faz de mim um brinquedo.

–Klaus, quer um conselho? Larga essa vaca. Você consegue alguém bem melhor e que te dê valor. -Falei.


–Acho que é isso que eu vou fazer, vou falar com ela mais tarde e terminar o nosso caso.

Eu sorri, abraçando ele de lado.

–Você merece tudo de bom. -Sussurrei.-Você também.

Fomos o resto do caminho ouvindo Aerosmith e tomando cappuccino com donuts de baunilha e chocolate.

–Katherine! -Kol falou me abraçando assim que eu sai do carro.

–Ei, devagar. Assim você me esmaga. -Falei, depositando um beijo na bochecha dele.

Rebekah, Bonnie e Tessa estavam logo atrás dele. Estranhei Jeremy não ter chegado ainda.

–Onde está o Jer? -Perguntei, dando um beijo na bochecha em cada uma.

Bonnie parecia triste e desviou o olhar do meu.

–Não sei. -Murmurou.

–O que houve? -Perguntei abraçando ela de lado.

–Ele terminou comigo ontem. Disse que ainda gostava de Anna. -Ela falou chorosa.

–Meu primo é um idiota. -Falei. -Tudo vai ficar bem, okay? Apenas dê algum tempo a ele.

–Tudo bem. -Ela falou.

***

Depois de ter que agüentar dois períodos de Espanhol, em que não podíamos falar nada que não fosse em Espanhol, um de química e dois de Matemática, finalmente estávamos no intervalo.

Assim que sai da sala vi Damon cercado por alguns garotos do time de basquete. Falei que encontrava as garotas depois e caminho com raiva até lá.

–Posso saber o que está acontecendo aqui? -Perguntei, parada atrás dos jogadores.

Eles se viraram depressa.

–Ora, Katherine. -Trevor sorriu maliciosamente.

–Não apanhou o suficiente ontem? -Falei tentando controlar a raiva.

–Estamos apenas pedindo alguns favores ao nerd. -Luke, um garoto loiro com olhos cinza disse.

–Ele não vai fazer nada pra vocês. -Falei. -Ele está comigo. Então, se não quiserem arranjar briga comigo é melhor deixarem ele em paz.

Eles assentiram, assustados, provavelmente pelo meu passado e foram embora, mas antes de ir Trevor me segurou pelo braço.

–Sei que você vai voltar pra mim. Qualquer dia desses você vai estar na minha cama. -Ele falou sorrindo.

Eu gargalhei, olhando pra ele incrédula.

–Só se for em seus sonhos, Trevor. Você é nojento e é melhor me soltar agora, se não o episódio de ontem vai se repetir.

–Adoro garotas brutas. -Ele falou antes de me soltar e sair.

Olhei pra Damon, que agora estava sentado no chão, assustado.

Me inclinei e estendi a mão para ele que a pegou relutante.

–Porque você fez isso? -Perguntou com a voz trêmula.

–Porque você é meu amigo. -Falei.

E porque eu estou totalmente e irrevolgavelmente apaixonada por você.

''Ohhhhhh! Ohhhhhh!

You're so good to me baby baby

I want to lock you up in my closet
When no one's around
I want to put your hand in my pocket
Because you're allowed
I want to drive you into the corner
And kiss you without a sound
I want to stay this way forever
I'll say it loud
Now you're in and can't get out
''

(Ohhhhhh! Ohhhhhh!

Você é tão bom para mim, baby, baby

Quero trancar você no meu armário
Onde não há ninguém por perto
Quero colocar a sua mão no meu bolso
Porque você tem permissão
Quero te levar para o canto
E te beijar sem fazer barulho
Quero ficar assim para sempre
Direi isso alto
Agora você está na minha e não pode sair)

–Porque eles têm medo de você? -Ele perguntou, agora mais calmo.

–Fiz algumas coisas ruins no passado. Vamos dizer que eu sei muito bem como me vingar. -Falei sorrindo.

Ele sorriu de volta, constrangido.

–Você não devia ter me defendido, eles podiam ter machucado você. -Ele falou preocupado.

Eu ri.

–Não se preocupe com isso.

–Então... Obrigada, eu acho. -Ele murmurou.

–Eu estava realmente procurando você. Queria te pedir ajuda. -Falei, aproveitando o momento.

–Claro, qualquer coisa que você quiser.

Me beije agora.

''You make me so hot
Make me wanna drop
You're so ridiculous
I can barely stop
I can hardly breathe
You make me wanna scream
You're so fabulous
You're so good to me baby, baby
You're so good to me baby, baby''

(Você me deixa tão quente
Me faz querer deixar levar
Isso é tão ridículo
Eu mal consigo parar
Dificilmente consigo respirar
Você me faz querer gritar
Você é tão fabuloso
Você é tão bom pra mim, baby, baby
Você é tão bom pra mim, baby, baby)

–Será que você poderia me ajudar em algumas matérias? -Perguntei.

–Claro. Começamos quando você quiser. -Ele falou com um sorriso enorme.

–Não quero que você ache que estou me aproveitando de você nem nada, só que eu to realmente precisando de ajuda. Não quero perder o ano. -Falei, me encostando no armário dele.

–Tudo bem, que tal começarmos hoje depois da aula na minha casa? -Ele sugeriu.

Melhor impossível.

–Sim, seria perfeito. Muito obrigada! -Falei, abraçando ele.

Ele ficou paralisado no começo mas depois me abraçou de volta.
Nos separamos e eu segurei sua mão.

–Quer conhecer meus amigos? -Perguntei animada.

–Pode ser. -Ele falou baixo.

–Você vai adorá-los.

E ele realmente adorou, depois que nos sentamos na mesa as garotas me mandaram alguns olhares indiscretos e maliciosos e por sorte Damon não viu, ou se viu, não percebeu o significado. O resto do intervalo foi tranquilo, todos fizeram de tudo para que Damon se sentisse á vontade, principalmente Matt que o manteu ocupado com uma conversa animada.

Eu não teria aula com nenhuma das garotas nas duas últimas aulas, apenas com Matt e Damon, então nos despedimos e nós três seguimos para a próxima aula.

Eu sentia o olhar curioso de todos em mim, provavelmente eles queriam saber porque Damon estava conosco. O mesmo nem percebeu os olhares, já que conversava sobre música com Matt.

Nos sentamos no fundo, o professor ainda não tinha chegado e eu fiquei quieta apenas observando os garotos conversarem. Stefan entrou com alguns amigos dele, Elena não tinha essa aula, e assim que viu o irmão ao meu lado sorriu presunçoso.

Olhei para o rapaz de olhos azuis do meu lado, quando ele percebeu que era observado deu um sorriso de lado e sentou virado pra frente já que o professor acabara de entrar.

''I can make you feel all better
Just take it in
And I can show you all the places
You've never been (Ohhhhh!)
And I can make you say everything
That you never said
And I will let you do anything
Again and again
Now you're in and can't get out''

(Eu posso fazer você se sentir totalmente melhor,
Apenas aceite
E eu posso te mostrar todos os lugares
Onde você nunca esteve (Ohhhhh!)
E eu posso te fazer dizer tudo
Que nunca disse
Vou te deixar fazer qualquer coisa
De novo e de novo
Agora você está na minha e não pode sair)

O professor de Biologia me odiava, principalmente porque eu não entendia nada da matéria. E adorava Damon, é claro.

Afinal, quem não adoraria ele?

Depois de Biologia tivemos aula de Artes, com a professora Claire Montgomery, uma morena de pele branquissima que tinha cabelos até a cintura magra e esbelta e incríveis olhos verdes.

–Hoje a nossa aula de Artes será um pouco diferente, acho que todos aqui concordam comigo que música é arte, certo? -Ela falou com uma voz super confiante diante de toda a turma.

Houve um coro de afirmação de todos nós e ela sorriu.

–Então, como arte é música e música é arte, o trabalho de semestre é cantar uma música que tenha um significado especial para cada um na frente da turma. Pode ser um solo ou uma dupla. Quem souber e quiser tocar, todos nós adorariamos ouvir.

Depois disso a sala se encheu de barulhos e conversas paralelas.

Eu apenas olhei para o caderno em minha mãos, a capa tinha sido desenhada por mim e era uma garota de cabelos castanhos que segurava um cigarro entre os dedos e em vez de sair fumaça de sua boca, saiam símbolos musicais.
Era meu caderno especial, onde eu escrevia meus textos, música compostas por mim e meus desenhos. Toda minha criatividade estava contida ali dentro.

–O que você vai cantar? -Damon perguntou baixinho.

–Ainda não sei. Talvez eu cante algo meu. -Falei.

–Você compõe? -Ele perguntou surpreso.

–Sim. Também desenho. -Falei baixo.

–Que legal. Eu também componho, talvez eu te mostre algo hoje depois da escola. -Ele falou com um sorriso torto.

–Okay. -Falei sorrindo de volta.

–E você, Matt? -Damon perguntou.

–Não tenho a mínima idéia. -Ele falou entediado.

–Te ajudo a escolher alguma coisa. Tenho uma ampla coleção de CDS. -Falei abraçando o loiro de lado e encostando a cabeça em seu ombro.

–Vocês fazem um belo casal. -Damon falou com uma cara estranha.

Eu olhei pro Matt e não consegui conter a gargalhada estrondosa que fez com que todos olhassem pra mim. Matt me olhou e começou a rir também. Minha barriga já doía e eu não conseguia parar o riso.

Santa inocência, Damon.

–Do que vocês estão rindo? -Damon perguntou confuso.

–Eu...E...O Matt...Casal...Impossível! -Falei tendo outro ataque de riso e Matt também.

–Não estamos juntos. -Matt falou, por fim, já que eu ainda não estava em condições de falar. -Somos melhores amigos, quase irmãos. Nos conhecemos desde os 5 anos.

–Ah. -Damon falou envergonhado. -Desculpem-me, então. É que por um segundo pareceu, mas agora tudo se encaixa.

Eu balancei a cabeça, finalmente parando de rir e me recompus.

–Isso foi hilário. -Falei sorrindo. -Matt gosta da minha prima, Rebekah. Mas não tem coragem para se declarar.

–Ei! Eu tenho coragem, só não acho que seja a hora certa. -Matt falou se defendendo.

–Você gosta dela a dois anos, Matt. Quando será a hora certa? -Falei.

–Quando ela der algum sinal de que sente algo a mais por mim.

–Ela nunca vai deixar alguma coisa aparecer. Conhece a Rebekah, ela esconde todos os sentimentos muito bem.

–Então pergunte a ela. Você é a melhor amiga dela, é só perguntar se ela gosta de alguém e ela vai contar á você.

–Não vou me meter nisso. Vocês tem que se resolver sozinhos, você viu o que aconteceu com a Bonnie e o Jeremy quando eu tentei ajudar.

Ele revirou os olhos e olhou pro outro lado.

Bateu o sinal para irmos embora e eu me despedi de Matt e andei ao lado de Damon, conversando com ele até o estacionamento.

Paramos do lado de um carro azul antigo, que eu particularmente amei, e Damon abriu a porta do passageiro pra mim.

''You make me so hot
Make me wanna drop
It's so ridiculous
I can barely stop
I can hardly breathe
You make me wanna scream
You're fabulous
You're so good to me baby, baby
You're so good to me baby, baby''

(Você me deixa tão quente
Me faz querer deixar levar
Isso é tão ridículo
Eu mal consigo parar
Dificilmente consigo respirar
Você me faz querer gritar
Você é tão fabuloso
Você é tão bom pra mim, baby, baby
Você é tão bom pra mim, baby, baby)

–Obrigada. -Falei tímida.

Sentei no banco e ele fechou a porta, deu a meia volta e entrou no lado do motorista.

–Isso é meio antiquado sabia? -Falei com um sorriso. -Não vai cair a minha mão se eu abrir a porta.

–Eu sou meio antiquado. -Ele falou dando de ombros.

Eu ri e ele ligou o rádio em uma estação do Rock. Estava tocando Sweet Child Of Mine.

–Fique a vontade se quiser trocar de estação. -Ele falou.

–Porque eu trocaria? Eu amo essa música. -Falei sorrindo.

Ele abriu um sorriso enorme e começou a dirigir.

–Então, o que quer estudar quando chegarmos lá?

–Bom, eu estou mal em todas as matérias então...

Ele deu uma risada alta e gostosa de se ouvir.

Ai deuses, não deixem que eu perca o controle e agarre esse homem.

Assim que chegamos a casa dos Salvatore, Damon se apressou a abrir minha porta para que eu saísse, como o cavalheiro que era e entramos na casa.

Assim que ele abriu a porta, uma mulher de cabelos pretos lisos e de olhos da mesma cor de azul de Damon veio ver quem chegara.

–Filho. -Ela sorriu pra Damon amorosamente e depois olhou pra mim. -Elena, já disse que não a quero aqui em casa nunca mais, além disso Stefan não está aqui.

Damon ficou vermelho de vergonha.

–Mãe, por favor, está é Katherine. Ela é irmã gêmea de Elena. E minha amiga. -Falou ele, constrangido.

A mulher arregalou os olhos e ficou com vergonha.

–Ai meu deus, me perdoe querida. É que Elena fez algumas coisas indevidas aqui em casa e você é idêntica a ela e eu confundi. Mil perdões.

–Tudo bem, eu entendo. Mas garanto que só vim estudar com Damon e que não vamos fazer nada indevido. -Falei sorrindo e apertando a mão que ela estendera em minha direção.

Por enquanto.

–Fique a vontade, Katherine. Fico muito feliz que Damon tenha feito amigos. Ele nunca trouxe nenhuma garota aqui! E você é tão bonita. Assim como sua mãe, eu e ela já fomos grandes amigas.

Okay, agora foi a minha vez de corar de vergonha.

–Obrigada, Senhora. -Falei sorrindo.

–Podem subir, eu já levo um lanche pra vocês. -Ela falou sorrindo e saiu animada para o quê eu julguei ser a cozinha.

Damon riu, colocando uma mão na minha cintura para me guiar pelas escadas.

Céus, parece que até ele percebeu o quão desastrada eu sou.

É claro que eu tinha que aproveitar da situação. Então em vez de colocar o pé direito no degrau eu botei na pontinha do degrau, fazendo com que eu cambaleasse pra trás e Damon me segurasse fortemente com as duas mãos na minha cintura e nossos corpos se grudassem.

''Kiss me gently
Always I know
Hold me, love me
Don't ever go''

(Beije-me gentilmente
Eu sempre sei
Abrace-me, Ame-me
Nunca se vá)

–Oops. -Falei rindo e me equilibrando melhor.

Ele apenas riu e nós subimos a escada.

Ele me guiou até uma porta azul escura e a abriu pra mim, fazendo um gesto para que eu entrasse.

Dei um passo pra frente e entrei no quarto. Era 3 paredes brancas e a parede que ficava atrás da cama azul escura como a porta. De um lado da cama tinha uma porta que eu julguei ser o banheiro e um guarda-roupa e do outro lado tinha uma estante enorme em L que ocupava toda duas paredes. Eu acho que nunca vi tantos livros no quarto de alguém.

E no meio do quarto tinha o que mais chamava atenção: Uma cama enorme com lençóis de seda pretos e travesseiros com fronhas de seda azul escuro.

–Uau. -Falei. -É lindo. E chique.

Damon sorriu, fechou a porta e caminhou até a cama.

–Senta aqui. -Ele disse e eu fui, é claro.

''You make me so hot
Make me wanna drop
You're so ridiculous
I can barely stop
I can hardly breathe
You make me wanna scream
You're so fabulous
You're so good to me''

(Você me deixa tão quente
Me faz querer deixar levar
Isso é tão ridículo
Eu mal consigo parar
Dificilmente consigo respirar
Você me faz querer gritar
Você é tão fabuloso
Você é tão bom pra mim)

Sentei do lado dele e dei uma de tímida, quando tudo que eu queria era saltar nele, jogar os braços ao redor do pescoço dele e dar um beijo de cinema naquela boca avermelhada linda que agora estava formando um sorriso torto.

–Eu não gosto muito do quarto. Acho que é muito normal. Não tem personalidade, sabe? Eu queria um quarto que assim que você entrasse ele gritasse "Damon!" e eu não vejo nada disso aqui. -Ele falou.

–Posso te ajudar com isso. -Falei sorrindo. -Você me ajuda com os estudos e eu te ajudo a personalizar seu quarto. Garanto que quando terminarmos ele vai gritar "Damon!" tanto quanto é possível.

–Sério? Você faria isso?

–Claro.

–Obrigada, eu vou adorar. Agora, vamos começar a estudar? -Perguntou animado.

–Vamos.

Ele se levantou e foi até a estante, ele teve que se inclinar para pegar um livro da ultima prateleira e a calça jeans de lavagem escura abaixou 2 centímetros, mostrando a barra da cueca boxer, que por sinal, era branca.

Que bunda linda, god...

Ele voltou para a cama com alguns livros escolares na mãos e se sentou do meu lado novamente.

–Começaremos por química, então? -Ele falou dando um sorriso que mostrava suas covinhas e colocou o livro de Química no espaço que tinha entre nós.

–Claro. -Falei sorrindo.

A partir de hoje, eu amo estudar.

''You make me so hot
Make me wanna drop
You're so ridiculous
I can barely stop (stop)
I can hardly breathe (breathe)
You make me wanna scream (scream)
You're so fabulous
You're so good to me baby, baby
You're so good to me baby, baby

You're so good''

(Você me deixa tão quente
Me faz querer deixar levar
Isso é tão ridículo
Eu mal consigo parar
Dificilmente consigo respirar
Você me faz querer gritar
Você é tão fabuloso
Você é tão bom pra mim, baby, baby
Você é tão bom pra mim, baby, baby

Você é tão bom...)

Notas finais
Comente, nem se for pra dizer que está ruim...