The Rise
2 Capítulo II
Notas iniciais
Todos na sala, inclusive Quíron, olhavam para Carlos boquiabertos. Até Gabs, a ''Garota sem expressão'' estava surpresa.
– G-Gaia? — Gaguejou Isah. Carlos assentiu com um aceno de cabeça. Biel arqueou sua monocelha.
– Como tem certeza disso? — Pergunta o garoto.
– E-eu... Não sei.. (N/A: ''Vou enfiar um tronco de árvore no teu c*, sou fi dela e pronto!'') Eu passei por muita coisa para chegar aqui... (N/A: ''Você não sabe pelo que ele passou!'') Foi amedrontador quando eu consegui controlar a terra... Ela fez as minhas vontades! — Exclama Carlos, gesticulando. — Ciclopes tinham me encurralado, uns 5 deles talvez, não tenho arma alguma, então eu fiquei pensando em algo que poderia me salvar. Olhei para terra e disse ''Ajude-me!'', e foi isso que ela fez. A terra formou monstros que me obedeciam. Mandei-os destruírem os ciclopes, e eles o fizeram. Eu perguntei para um deles, antes dele se desfazer, se eram servos de Gaia ou algo do tipo. Ele disse que sim, enquanto se desfazia perguntei porque eles me ajudaram, então ele disse algo como ''Pois você é o filho da Terra gaspabdhsjnd'' e sumiu. Gabs olhava o garoto, pasma, chocada.
– Então... Você é um semi-titã. — Sussurra ela.
– Creio que não teremos mais provas do que ele acabou de dizer, Gaia provavelmente não irá reclamá-lo. — Interrompe Biel. Nesta hora, um garoto entra na enfermaria. Magricela, com um olho roxo e nariz sangrando ele vai até Quíron.
– O que houve desta vez, Matheus? — Pergunta o centauro, um pocuo exasperado.
– Desculpe, Quíron, mas, você sabe, aqueles garotos de Ares não curtem muito arquitetura.. — Sussurra Matheus fracamente.
– Venha, venha, vamos, pegarei néctar para você. — Então Quíron e Matheus saem da sala, restando apenas Biel, Isah, Gabs e Kaduh. Para completar, outra pessoa entra na Casa Grande, uma garota.
– Ah, oi! — Diz ela, com um leve aceno de cabeça.
– Olá. — Fala Gabs.
– Hey... — Resmunga Biel.
– JESS! — Grita Isah e corre para abraçá-la. Kaduh e Biel olham confusos para cena, enquanto Gabs só... olha.
– Que saudades, garota! — Diz Jess olhando para Isah.
– Pois é! — A filha de Hades sorri. — Imagino que o chalé de Apolo esteja uma bosta por tanto sem mim, né? — Jess ri.
– Chegou um garoto novo lá esses dias, se chama Saan... Aquelas filhas de Afrodite, Kah e Tati, dizem que ele é lindo, mas de perto é uma desgraça! — Exclama Isah, Jess gargalha.
– Enfim, só vim avisar para Quíron que eu, a Nice e a Lin voltamos! Poderia avisar para ele por mim? — Diz a filha de Apolo, sorrindo e mostrando os dentes extremamente brancos (N/A: NOES BRILHA E O REXTU É PISCA-PISCA).
– Claro! — Até logo, então! — Jess acena e sai. Isah olha para os outros, percebe que estão confusos.
– Jess, Lin e Nice são campistas antigas que passaram uns meses fora e estão voltando agora... — Explica ela. Os outros entendem e assentem.
– Vou chamar Thai. — Diz Gabs. Ninguém entende o porque, e quando se preparam para perguntar, só se vê os cabelos esvoaçantes da menina sumindo na porta da frente. Alguns minutos depois de profundo silêncio, Gabs volta seguida de Thai, que tinha um olhar de medo, mesmo que lutasse para não deixar transparecer. Ela lança a Carlos um olhar de esguelha e quando seus olhos se encontram, rapidamente desvia.
– Você acha mesmo que ele será útil? — Sussurra ela para Gabs. — Ele chegou hoje, Gabs...
– Mas, Thai, ele é tão poderoso quanto você, claro que irá a ser útil! — Protesta Gabs sussurrando também.
– A Captura da Bandeira será amanhã, vamos tirar a prova. — Thai sussurra e dá um leve sorriso. Carlos olha-as sem entender, junto com Isah e Biel, porém nenhuma das duas explica. Carlos dá uma breve olhada em Thai, um brilho surge em seus olhos e ele dá um sorriso quase imperceptível. Thai, de um modo ou outro, cora um pouco. Ele para de olhá-la, Biel e Isah se entreolham e dão um grande sorriso. Quíron sai do cômodo onde estava com Matheus e vê Thai. Uma expressão de preocupação toma conta de seu rosto, envelhecendo-o. Thai abaixa a cabeça, para não ter que sustentar o olhar do velho centauro.
– Nos vemos mais tarde. — Sussurra ela e sai de cabeça baixa. Matheus sai da Casa Grande, já com uma aparência melhor.
– Apanhou de novo? — Pergunta Gabs para Quíron. Ele faz que sim com um balanço de cabeça.
– Vou descansar um pouco, até mais tarde. Biel, você vem? — Pergunta Isah para o namorado. Depois dos imprevistos acontecimentos, não havia mais nada a fazer a não ser dizer sim.
– Ah, claro, vamos. — Diz ele, e assim, os dois saem da casa, restando apenas Kaduh, Gabs e Quíron. Quíron e Gabs se entreolham.
– Você vigia, eu descanso! — Diz Gabs rapidamente antes que Quíron abra a boca. Ele ri e ela também. Kaduh fica confuso, mas decide que não quer explicações, apenas descanso.
– Estou no chalé 13, qualquer coisa. — Gabs sorri, acena e sai.
Em um lugar não muito distante da Casa Grande...
– Pare, por favor, eu já disse que eu ia parar de falar sobre isso! — Pede Matheus em uma súplica, mas Saan continua socando-o, no meio da quadra de vôlei.
– Quem mandou você dizer para aquelas filhas de Afrodite que eu tinha namorada? E mortal ainda mais? — Diz Saan, exasperado, batendo em Matheus.
– Desculpe, desculpe, elas perguntaram e eu disse! — Falou Matheus, quase chorando. Quando Saan vai descer sua mão para socá-lo novamente, algo o impede. Algo não, alguém! Era Nice! E estava quase torcendo a mão de Saan.
– Ora, ora, ora.... Por que bates no garoto? — Pergunta Nice, uma voz suave. Ladeada por Jess e Lin, Nice estava feliz.
– E-eu... AI! — Nice estava girando o pulso de Saan.
– Não se faz isso. Merece um castigo! — Ela dá um breve sorriso. — τα χέρια κολλημένα! As mãos de Saan ficam como se ele tivesse cerrado os punhos. Nice solta seu pulso e o garoto tenta desesperadamente abrir as mãos, mas não consegue. Matheus, vendo a oportunidade, levanta e sai correndo, parecendo uma gazela no cio. Lin ri do desespero de Saan.
– Esse foi bom, Nice! — Parabeniza Jess.
– Muito bom! — Concorda Lin.
– Para isso que filhos de Hécate servem, não? Enfeitiçar. — Ela sussurra, rindo, e sai com Jess e Lin. Saan fica tentando desesperadamente abrir suas mãos, continua sem conseguir, dois garotos, um filho de Hermes — Lipe — e outro de Hefesto, chegam e se aproximam dele. Quando percebem que ele não consegue abrir as mãos, caem no chão se debatendo de tanto rir.
– Precisamos testar! Já que ele está indefeso mesmo... — Sussurra Lipe, rindo.
– Tem certeza, Lipe? E se der errado, o que pod... — Diz o filho de Hefesto.
– Ah, cale a boca Luis, claro que vai dar certo, passe pra cá! — Exclama Lipe enquanto Luiz entregava uma bola, do tamanho de uma bola de gude, só que de metal. Lipe aperta um botão mínimo na bolinha, joga-a em cima de Saan. Quase que instantaneamente a bolinha começou a soltar uma fumaça verde por um buraco que há poucos segundos era um botão. Toda a quadra começa a feder, principalmente Saan. Luis e Lipe começam a rir, levantam e saem correndo.
Fale com o autor