The Ring

4 Capítulo 4


Nos dois saímos do recinto, eu fui seguindo ele, nós dois entramos na sala dele e ele me levou até o quarto do canto esquerdo onde eu já havia estado mais cedo

- Caso precise, do outro lado da sala há 2 portas, a da direita é um banheiro a esquerda você não deve entrar, porque é o meu quarto – ele sorriu para mim – há cobertores e toalhas dentro de uma das gavetas do armário, e enfim boa noite – ele sorriu e virou-se
— Espera! – eu segurei na barra da blusa dele – eu quero só te agradecer – eu meio sorri – eu... eu fiquei encantada em lhe conhecer! – duas lagrimas discretas riscaram meu rosto
- Hum... – ele pegou e então saiu da sala e eu fiquei parada ali sozinha

Eu fechei a porta e então sentei no chão, eu acabara de fazer o papel mais de boba do século! Por que eu inventei de falar algo? Devia ter ficado em silencio e pronto!

Eu juntei uma toalha na gaveta e achei minhas roupas intimas em uma gaveta, peguei um conjunto e peguei minha camisola e fui ao banheiro tomar banho, sai do banho e voltei para o quarto, penteei meus cabelos e olhei a hora, eram 1 da manha, deitei para dormir, eram 3 horas da manha e eu ainda estava acordada, imaginando se Hermann também estava encantado em me conhecer, da mesma maneira como eu estava. Fiquei pensando, ele devia amar outra pessoa, e eu não passava de um objeto que seria útil ali para o interesse deles, alguém deveria estar dando uma grana boa para que eles matassem meu pai... Eu fiquei desejando por um momento que Hermann me amasse com os mesmos sentimentos que senti por ele, eu não passei muito tempo com ele, mais senti algo especial. Fiquei pensando que ele poderia aparecer aqui na porta do meu quarto só para me dizer que também estava encantado em me conhecer, ok, cena praticamente impossível, mais depois de descobrir que era uma grupo de assassinos, vir até o local, ser “raptada”, e ainda ter um jantar divertido, tudo parecia possível.

Eu me levantei e me sentei na janela, olhei para o lado e notei que ele estava sentado na varanda do quarto dele fitando o céu noturno, eu fiquei em silencio só admirando e do nada me deu vontade de rir da situação, nos dois num momento tédio no meio da madrugada, sentados olhando o céu, eu comecei a rir silenciosamente e Hermann notou, quando eu vi ele olhando na minha direção eu tentei me esconder e acabei caindo de bunda no chão do meu quarto e comecei a rir mais alto em questão de 3 segundos ele havia surgido no meu quarto e aberto a porta, ele viu eu caída no chão e começou a rir

— Primeiro eu cheguei a pensar que você era sonâmbula, mais agora vi que estava só de bobeira em uma janela – ele sorriu me olhando – e afinal o que você fazia sentada na janela do quarto em plena 3 da madrugada? – ele me olhou de forma suspeita
— Eu não estava conseguindo dormir – eu olhei bem pra ele – e você nem tem que vir me questionar, você estava sentado na varanda!
— Ah, mais eu posso! – ele disse com um tom de arrogância – e por sinal, a vista ta bem agradável, não? – ele ficou me olhando meio rindo
- Como assim? – eu fiquei olhando pra ele sem entender, até que me toquei, minha camisola tava meio erguida e minha calcinha estava a mostra, ótimo, eu puxei rapidamente minha camisola e fiquei de pé – você não viu, viu?
— Claro que vi – ele sorriu pra mim – como que você queria que eu não visse?
— Não... não sei – eu disse e fiquei meio vermelha – podia ter fingido pelo menos que não viu
— Tava difícil – ele sorriu – ninguém manda usar roupas de baixo vermelhas com corações
— Você pelo jeito, ficou super prestando atenção, não é? – eu fiquei encarando ele
— Chama atenção, por isso prestei atenção – ele sorriu de forma meio maliciosa
— E vai dizer que não gostou? – eu sorri pra ele – se não tivesse não teria olhado tanto
— ah... eu... eu não gostei – ele balançou a cabaça negativamente
— Então tá – eu sorri e fui indo em direção a minha cama e sentei nela – agora acho que vou conseguir dormir...
— por qual motivo? – ele ficou controlando com os olhos cada passo que eu dava
— Não sei, acho que depois de cair de uma janela tão toscamente – eu comecei a rir – e depois de ficar com minha calcinha a mostra, mereço.
— Concordo – ele sorriu e começou a vir pra perto da minha cama – agora eu paro pra me perguntar uma coisa, será que seu sutiã combina com a calcinha?
— Vem descobrir – esse foi mais um atrevimento, eu sorri e fiquei olhando para ele, eu duvidava que ele viria
— Você que ta pedindo – ele foi ate mim e se sentou na minha cama de frente comigo – agora me diga, você acha mesmo que devia ter dito pra eu vir descobrir? – ele passou a mão pelos meus cabelos e começou a descer com ela pelo meu corpo até parar com ela na minha coxa
— Olha, não sei – eu comecei a rir – realmente, eu acho que devo tomar mais cuidado com o que digo – eu tirei a mão dele da minha coxa – sem atrevimentos, pode ser?
— Ai que você se engana – ele me empurrou fazendo cair na cama e ficou por cima de mim me olhando e me deu um leve beijo nos lábios – você que devia parar de atrevimentos pro meu lado... – ele me deu mais um beijo – quer saber? Cansei! – ele se levantou e parou na porta do quarto – durma bem, princesa – e então fechou a porta