Notas iniciais
É tudo culpa da Nathalia.
Que me fez escrever esse orange na velocidade da luz e que ainda por cima VAI DORMIR ANTES DE EU POSTAR.
GAROTA. VSF.
Mas ainda assim dedico o capítulo a você. Porque afinal, você está me cobrando ele há meses e eu te enrolando -q
Espero que tenha ficado bom, faz mais de um ano que eu não escrevo orange .-. Mas não parei de ler/assistir, então né -q
Boa leitura, amoras. (amores é muito mainstream)

– Estou a um passo de ir atrás do Harry – Hayley resmungou.

– Pra quê?

– Pra pegar aquele mapa dele e ver de uma vez onde o Gee e o Frank estão.

– Ah.

Elas viraram em um corredor e Hayley parou, bufando.

– Isso é inútil, eles podem estar em qualquer lugar.

– É... — Taylor ponderou por um segundo. — E eu realmente não sei se devíamos continuar procurando, considerando o que eles provavelmente estão fazendo.

– O que você acha que estão fazendo?

Taylor só olhou para ela, com uma expressão de “você não perguntou isso”.

– Diga o que quiser, Taylor, mas eu não acho que o Gerard faria isso.

– Você está subestimando os poderes de sedução do Frank, ruivinha. Não faça isso.

– Por que não?

– Porque ele aprendeu comigo.

Hayley abriu a boca, suspirou e se virou para continuar andando. Taylor a seguiu com um sorriso.

– Sabe, acho que um lugar bem provável seria um banheiro.

– … faz sentido, mas seria um banheiro masculino.

– Tem medo de entrar num banheiro masculino, Hayley? O que pode ter lá?

A grifinória deu uma olhada afiada para trás, mas não respondeu.

– Eu te garanto – Taylor continuou. — que não é nada demais.

– Como você sabe?

– Como você acha?

Hayley preferiu não continuar nesse tópico.

– Mas qual banheiro? Nem sei quantos tem aqui...

– Então vamos tentar na sorte. Tipo... agora.

Taylor segurou o braço de Hayley e a puxou para a parede, forçando-a a ir na frente. Ela reclamou, mas seguiu, ou seria atropelada pela loira. Eles ouviam os sons do castelo, mas as pessoas pareciam estar ligeiramente afastadas. Não o bastante para que não precisassem se precaver, claro.

– Aí, entra por essa porta – Taylor avisou depois de alguns metros.

Hayley olhou ao redor, nervosa, mas fez logo o que devia e esperou Taylor fechar a porta atrás delas. Elas estacaram por um momento; havia um garoto lá dentro. Hayley continuou paralisada, mas Taylor pensou rápido e a puxou para um box próximo. Puderam ver o menino olhar para trás e se trancaram logo, tentando não fazer nenhum ruído.

– Tem alguém aí?

As duas prenderam a respiração. Taylor já tinha a varinha em mãos, e Hayley sabia que ela estava pronta lançar um Obliviate se fosse necessário.

Depois de alguns tensos minutos, ouviram o garoto desistir e sair do banheiro. Soltaram o ar que seguravam e só então perceberam que estavam grudadas dentro do box.

– Bom, acho que eles não estão aqui – Hayley falou, tentando levar a mão até a tranca da porta para abri-la.

Mas é claro que Taylor a impediu, colocando um braço no caminho.

– É, mas sabe... acho que realmente devíamos parar de procurá-los. Por enquanto. Eles devem estar bem ocupados.

– Eu ainda não acho que...

– Eu acho. Já disse, o Frank aprendeu tudo o que sabe comigo.

Taylor sorriu, e então desceu o olhar, analisando Hayley despudoradamente.

– Não acha... — ela olhou para cima de novo. — … que eu sou uma boa professora?

– Taylor.

Hayley empurrou o braço que a impedia de sair, mas ainda não se moveu.

– Eu sei o que você está fazendo e eu não quero saber, aquilo não vai acontecer de novo.

– Aquilo o que? — Taylor se fez de desentendida.

– Aquele beijo!

Ela sorriu, e Hayley percebeu que dera exatamente a resposta que ela esperava.

– Não seja por isso.

Taylor se aproximou e desviou a boca para o pescoço de Hayley, que se encolheu com o susto. As mãos de Taylor foram imediatamente para seu corpo, uma no ombro e outra na cintura. Hayley sentiu-se arrepiar com o hálito de Taylor batendo-lhe na pele, mas ainda assim a empurrou, com força.

Sem dizer uma palavra, Hayley saiu do box, praticamente marchando para fora.

Colloportus!

O feitiço passou por Hayley e atingiu a porta do banheiro duramente.

Abaffiato – Taylor falou novamente.

Hayley se virou para ela, vermelha, e não era possível saber se por vergonha ou raiva. Ou os dois.

– O que você pretende fazer, trancando a gente aqui?

Taylor balançou a varinha entre os dedos e deu um sorriso de lado.

– Eu só não acho justo – ela falou, caminhando em direção à ruiva. — que Frank possa se dar bem e eu não. Afinal, fui eu que...

– Ensinou tudo o que ele sabe, já entendi. Agora me deixa sair.

Taylor parou logo em frente a ela.

– Por Merlin, Hayley, como você é previsível.

– E o que seria imprevisível pra você?

Taylor tombou a cabeça um pouco para o lado, parecendo estar zombando da pergunta.

Hayley deu um pequeno passo para a frente, fazendo com que elas ficassem o mais próximas possível sem que se beijassem, e então recuou novamente. Ela balançou a cabeça, sem acreditar que considerara fazer o que iria fazer, e foi com a mão para o bolso, na intenção de pegar sua varinha.

Taylor a impediu mais uma vez. Aproveitando que havia segurado seu pulso, puxou-a e a virou, logo podendo empurrá-la na direção das pias.

Hayley se apoiou rapidamente para não se desequilibrar e encarou Taylor num misto de raiva e medo e... curiosidade?

– Por que você tá fazendo isso?

– Porque eu quero.

Taylor se aproximou de novo, suas mãos novamente procurando tocar alguma parte de Hayley, qualquer que fosse. A ruiva não se moveu, nem aceitou. Era bem claro o conflito se desenrolando em sua mente.

– Não, isso não é resposta – ela disse, afastando as mãos de Taylor de novo. — Eu não...

- Não o quê? — Taylor disse com um sorriso meio maroto, mas já obviamente impaciente.

- Não sou tão fácil assim!

Taylor a encarou surpresa por um segundo, e então riu.

– Eu nunca achei que você fosse, Hayley – ela falou, recuperando-se do riso, logo abaixando o tom de voz. — Na verdade, eu te achava quase impossível.

Hayley ficou muda. Continuou olhando para ela, seu rosto ainda vermelho na mesma mistura de fúria e timidez.

– É esse “quase” que eu estou testando...

Taylor de repente estreitou os olhos, como se tivesse tido uma ideia, e deu um passo para trás.

– E acho que o teste está completo. Você é impossível. Parabéns.

Ela se virou e, exatamente como esperava, Hayley a segurou.

– Eu não sou impossível, não é isso...

– Então prove que estou errada – a voz de Taylor se transformou num murmúrio. — Seja imprevisível uma vez na vi...

Hayley se jogou para frente e a beijou antes que ela terminasse. Taylor teve dificuldade para controlar o sorriso, mas conseguiu retribuí-la, e sabia que a partir daquele momento a batalha estava ganha.

Ela finalmente pôde colocar as mãos onde bem queria, e tratou de começar a arrancar o que via pela frente enquanto o desejo estava ardente em ambas. Hayley a abraçou, mas a deixou continuar, mantendo a cabeça encostada em seu ombro, aproveitando a diferença de altura entre elas.

Logo Hayley e Taylor estavam sem capa e as varinhas foram deixadas de lado. Taylor passou os dedos por baixo da camiseta de Hayley e não hesitou ao subi-la, passando as unhas de leve pela pele da cintura e ao lado do seios ao tirá-la. Hayley ofegou com a sensação de estar semi-nua na frente da outra, e mais ainda por estar sendo observada. Taylor levou os dedos para a alça direita do sutiã da grifinória e o abaixou, beijando o lugar onde ele estava e achando um pontinho certo para provocar um arrepio em Hayley. Então ela se afastou e tirou a própria camiseta também. Ao contrário do sutiã de Hayley, que era simples, branco e uniforme, o de Taylor era vermelho com detalhes em renda.

Hayley arqueou as sobrancelhas, mas não disse nada. Não conteve seus olhos de passearem pela cintura lisa de Taylor e a curva que levava ao quadril. Mal percebeu que Taylor a analisava da mesma forma, e só se deu conta disso quando a loira a segurou e levantou, fazendo com que ela sentasse sobre a bancada da pia.

Taylor abriu suas pernas e se colocou entre elas, voltando a beijá-la. Desceu os lábios para a garganta e tórax, e suas mãos subiram pela cintura para terminar de descer as alças do sutiã. Hayley jogou a cabeça para trás, meio teatralmente, talvez; como se estivesse jogando os pensamentos fora com aquele gesto, e realmente estava. As mãos de Taylor fechando-se ao redor de seus seios era tudo o que ela precisava pensar.

Também não se importou em conter o primeiro gemido quando Taylor desceu os lábios um pouco mais e empurrou a base do sutiã com eles, chegando finalmente ao mamilo. Hayley segurou os cabelos da sonserina firmemente e abaixou ela própria o que faltava ser abaixado do sutiã, e Taylor foi com a mão para trás dela para abrir o fecho e arrancá-lo de vez. Então ela usou uma mão para estimular um dos seios e a língua para estimular o outro, mas não ficou muito tempo nisso. Logo mudou a mão de lugar para tirar a parte de baixo das vestes de Hayley, ainda que o tenha feito lentamente; então ela desceu mais, para a barriga, e deu uma olhada para cima para ver o que Hayley estava achando. Pela sua expressão, ela provavelmente mal lembrava o próprio nome de tanta ansiedade. Taylor sorriu e lambeu seu sexo por cima da calcinha uma vez, com força, apertando as pernas de Hayley ao ouvi-la gemer.

Arrancou a calcinha e sorriu novamente.

– Acho que não posso mais te chamar de ruivinha.

Hayley bufou, mas pareceu algo como uma risada.

– Eu sou loira, na verdade... só que aí é preto.

– Ah, que coincidência.

Taylor levantou-se e rapidamente se despiu também. Aproximou-se, ainda de calcinha e sutiã – que eram um conjunto -, e empurrou a parte de baixo da lingerie vermelha para frente, enquanto segurava a cabeça de Hayley para baixo, forçando-a a olhar para lá.

– Comigo também.

Taylor soltou a calcinha, fazendo com que o elástico batesse de volta com um estalo, e se ajoelhou sem demora. Hayley esqueceu o comentário que iria fazer assim que Taylor se posicionou novamente entre suas pernas, e depois de beijar e lamber suas coxas por alguns segundos, ela começou o oral e Hayley se contorceu de tal forma que chegou a se preocupar se não a havia machucado.

Mas Taylor continuou onde estava sem nenhuma reclamação, e Hayley não pode impedir seu corpo de dar um daqueles espasmos a cada vez que a língua de Taylor passava por um ponto específico. Seus gemidos também cresciam e ecoavam no banheiro, o que parecia dar cada vez mais ânimo à Taylor.

Só que quando estava ficando bom demais, e Taylor percebeu isso claramente, ela parou. Hayley estendeu um gemido de prazer em um de frustração. Taylor se levantou e a beijou de súbito, o que a surpreendeu. Nunca havia pensado que sentiria seu próprio gosto, mas... era bom. Ficou feliz com isso, porque então Taylor também havia gostado.

– Vem – a loira falou, puxando-a da bancada para o chão.

As duas deitaram e a mão de Taylor foi imediatamente para baixo, continuando o trabalho que sua língua havia parado. Hayley mal teve tempo para respirar.

– Você... é rápida...

– Você não tem ideia do quanto eu estava querendo isso, Hay.

Taylor a beijou antes que ela pudesse responder, ainda a masturbando. Após alguns segundos e uma violenta arqueada nas costas, Hayley decidiu tirar a mão dela de lá. Taylor a olhou surpresa, e Hayley a virou para poder ficar por cima. Mas então, congelou.

Taylor sorriu de novo.

– Deixa comigo dessa vez, ok?

– Mas eu...

– Shh.

Taylor a tirou de cima e a posicionou de joelhos. Taylor ficou por trás, abraçando-a, e seus dedos fizeram novamente o caminho para baixo pela barriga de Hayley.

– Eu sei que você gosta de ter o controle – Taylor sussurrou ao ouvido dela. — Mas sossega. Só siga o que vier na sua cabeça, nada além disso.

– … tá.

Hayley fechou os olhos e se permitiu aproveitar o movimento do indicador de Taylor em seu sexo, enquanto a outra mão da sonserina subia e se fechava em seu seio esquerdo, brincando de leve com o bico, e Hayley sentia que não ia aguentar mais por muito tempo. Ela não sabia o que aconteceria quando não aguentasse mais, mas só podia imaginar que era algum tipo de explosão.

Agindo quase instintivamente, Hayley levou a própria mão para trás e alcançou a calcinha de Taylor. Sentiu a umidade passando pelo pano e automaticamente imitou os movimentos que recebia. Taylor gemeu em seu ouvido, e sim, agora ela entendia como isso era um gás para continuar.

Taylor a abraçou com mais força, amassando o próprio peito nas costas curvadas de Hayley, que se apoiava com a mão livre no chão. Ela estava a um passo de ficar de quatro, mas não estava, para poder continuar a masturbar Taylor.

Finalmente o momento chegou, o que ela nunca havia sentido antes, e ela acertou. Era uma explosão, e ela achou que não havia como não gritar diante daquilo, quando seu corpo se contraiu uma última vez para expelir mais do que havia expelido até então. Taylor quase chegou a gritar também, sentindo o líquido escorrer pelos seus dedos e logo pelas coxas de Hayley.

Ela só não imaginava que toda sua força iria embora junto com aquilo. Mas ao se virar e ver Taylor sobre ela, uma parcela da vontade voltou com tudo, e ela se ajoelhou novamente, dessa vez de frente para a outra, e continuou rapidamente a tocá-la. Taylor riu um pouco com a velocidade e o desespero do ato, mas foi impedida logo pela boca de Hayley na sua. Repetindo o que aprendera, Hayley usou as duas mãos, uma embaixo e outra alternando entre os seios fartos de Taylor, enquanto ainda a beijava.

Taylor não levou muito mais tempo. Afastou a cabeça e a jogou para trás quando sentiu que estava chegando, e puxou Hayley para perto ao gozar, quase a machucando.

Então o cansaço realmente venceu, e elas praticamente caíram no chão.

Olharam uma para a outra, ofegantes. Riram.

– Como... você... — Hayley tentava falar, mas acabou por desistir.

Taylor colocou um dedo sobre os lábios dela, indicando que queria mesmo que ela ficasse quieta. Mas então ela olhou ao redor e franziu a testa.

– Ahn... precisamos... sair daqui.

Hayley suspirou. Tudo que ela mais queria era dormir ali mesmo, e que Taylor dormisse com ela, sem que nenhuma colocasse as roupas. Mas elas estavam no banheiro masculino e...

Elas estavam no banheiro masculino. No meio de Hogwarts.

Hayley se levantou em um pulo, desequilibrando-se com isso. Taylor a seguiu mais devagar e a segurou para que não caísse.

– Calma. Não deve ter ninguém lá fora, relaxa...

– Taylor, olha onde a gente tá. Coloca a roupa, rápido!

Taylor rolou os olhos, mas seguiu o bom-senso e se vestiu logo. Hayley conseguiu terminar antes dela, apesar de ter colocado a camiseta ao contrário.

Hayley quebrou o feitiço que selou a porta e as duas se encaminharam para lá. Antes de sair, porém, Hayley se virou para ela.

– … quer dizer alguma coisa? — Taylor perguntou.

Hayley ponderou. Hesitou. E decidiu por beijá-la e nada mais, seu rosto corando enquanto ela assimilava o que acabara de acontecer.

Ela abriu a porta e marchou para fora, subitamente querendo fugir do olhar de Taylor o máximo que pudesse. O que eu fiz, o que foi que eu acabei de fazer, era a Taylor, pelo amor de todos os santos, era Taylor Momsen!...

Seus pensamentos morreram assim que ela viu quem virava o corredor, olhando fixamente para ela e Taylor – e para o lugar por onde as duas saíram.

Draco estava chegando ao lado da prof. McGonagall. E não havia nenhum jeito possível de escapar daquela.

Notas finais
Yay, fudeu o/
Duas garotas transando num banheiro masculino.... por algum motivo eu achei isso tão... certo.
Okaaaay, comentem! Foi bem rápido dessa vez, vai, sejam legais.... que agora eu vou dormir ♥ Cama ♥
... ah, merda, ainda falta responder coisa no dA, não dá pra dormir. NATA, EU TE ODEIO. Espero que tenha gostado do capítulo ♥ -qqq
xoxo! ;)