Notas iniciais
Vocês não sabem a felicidade que foi postar esse capítulo no Social Spirit. No último capítulo, quando postei lá recebi um comentário que me fez ter a certeza de que fiz a escolha certa em postar essa fic lá, mesmo ela tendo sido feita a principio como um trabalho de Português na escola. Eu recebi um carinho com ela que não esperava, sinceramente. Mas enfim, aqui estou com o penúltimo capítulo da fic. Espero que tenham gostado de tudo até aqui, mesmo tendo sido feita para a escola, ele foi feito com o maior carinho, principalmente que é uma releitura do meu conto de fadas favorito! Agora vamos a leitura!

Em menos de meia hora eles já estão chegando ao Hospital. Por sorte a cidade é pequena, então tudo é próximo de tudo.

— Preciso de um médico urgente — a Bela diz — Ele levou um tiro.

Os médicos o levam para uma sala e pedem que a Bela espere na sala de espera, mas não sem antes perguntar se ele tem algum familiar. Coisa que ninguém, nem mesmo a Bela sabe.

Os minutos foram se passando e logo em seguida as horas e nada de notícia. A Bela já estava aflita quando tentando invadir o local onde ele estava para saber se ele estava bem quando um médico se aproxima.

— Você que está apoiando o senhor Adam?

— Eu mesma. Alguma novidade? — ela pergunta ansiosa.

— Ele está bem. Por sorte o tiro pegou de raspão. Ele disse que quer vê-la.

— A mim? Certeza?

— A menos que a senhorita não seja Isabela que estava com ele onde tudo ocorreu, é a senhorita.

— Não, sou eu mesma.

— Então me acompanhe por aqui — o médico diz e ela o segue até um quarto onde o Adam estava deitado assistindo TV. Assim que a Bela entra no quarto ele a desliga.

— Não precisa desligar a TV por mim.

— Não desliguei. Desliguei por mim, porque precisamos conversar.

— Sobre...?

— O que aconteceu na biblioteca. Quero te explicar.

— Não precisa.

— Preciso. Não quero que pense que sou um bandido. Eles estavam lá para me matar porque sou a única testemunha que viu o rosto deles em um assalto que eles fizeram a uma cidade vizinha. O local que eu morava há um ano, antes de me mudar para cá.

— Eu nunca pensei que fosse um bandido, Adam. Mas quero que me responda uma coisa.

— O que?

— Aquele seu jeito grosso com todo mundo, tem a ver com isso, certo?

— Sim. Era uma barreira que criei para afastar as pessoas, assim não me apagava e confiava em ninguém. Eu não podia confiar em qualquer um. Não sabia quem era quem quando não estava por perto. Podia ter um espião entre mim.

— Mas você me tratou bem. Foi grosso só no começo. Porque isso?

— Não sei, por algum motivo com você não consigo te tratar mal. Você quebra a minha barreira. Com você, eu só sinto vontade de te cuidar, te beijar...

— Desculpem interromper, mas o horário de visitas acabou e o Adam vai ter que ficar aqui hoje — o médico diz.

— Depois conversamos — a Bela o beija e vai embora.

Notas finais
E aí, o que acharam? Ainda bem que o Adam conseguiu se salvar né? Imagina se ele tivesse morrido! O que seria do coração da Bela, e principalmente, dos nossos? E o que foi o Adam confessando que quer cuidar e beijar a Bela? Amanhã irei postar o último capítulo da fic que é bem curtinho também. Deve ser ou a metade ou menos do que a metade desse capítulo. Ele é apenas para vocês saberem como essa história termina. Se será feliz ou não. Espero que tenham gostado! Se não se incomodarem, me contem o que acharam nos comentários! Beijos ♥