The Reason
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Pov. Nathan
Sinceramente a Esme parece cada dia pior! Arg, o que diabos a tornou assim?
–Esme, por favor!- Implorei depois de cumprimentar o Lino.
–Deixa essa marrentinha gostosa pra lá.- Falou o Lino brincalhão e eu bati em sua cabeça.
–É marrenta mas ainda é minha irmã!- Avisei serio.
–Okay, não esta mais aqui quem falou.- Falou levantando as mãos em forma de rendição.
–Acho bom.- Estreitei os olhos.
–E então quem são?- Perguntou apontando o dedo indicador para os vampiros e um lobo.
–Esses são nossa segunda família Eliazer, Carmen e Tanya.- Falei apontando cada um enquanto a Esme bufava revirando os olhos.- Esses são os Cullens primos distantes. Carlisle o chefe do clã, Edward leitor de mentes, Isabela sua esposa, Emmet o senhor da força, Rosalie deusa da beleza.- Ri quanto o Emmet me deu um leve soco.- Esposa do Emmet, Alice a que prevê o futuro, Jasper controlador dos sentimentos, Jacob o lobo e Renesme a mais fofa de todos e filha de Edward e Isabela.
–Esqueceu de dizer que eu posso transmitir o que penso pelas palmas das mãos.- Renesme falou emburrada nos fazendo rir.
Pov. Esme
Então quer dizer que esse garoto pode mesmo ler mentes? Okay, um problema. Fui me distanciando deles aos poucos e como conversavam tanto se quer notaram.
Andei alguns quilômetros sem parar quando finalmente o fiz tirei meu arco e flecha das costas mirando em algumas folhas ou pássaros ao alto.
–Como consegue?- Ouvi uma voz doce atrás de mim. Renesme.
–Pratica!- Falei apenas o necessário o leitor de mentes podia estar por perto, não iria me entregar tão fácil.
–Pode me ensinar?- Pediu tocando minha perna.
–Onde estão seus pais ou familiares?- Perguntei olhando em volta.
–Ainda conversando com seu irmão, não me viram sair.- Falou se sentando em uma pedra.- Então me ensina?
–Isso não é brinquedo de criança.- Falei sorrindo.
–Por favor?- Pediu com bico e eu suspirei.- Eu sei que você não é assim de verdade. Tio Jasper disse que você só é assim para esconder a dor.- Disse me encarando.
–Seu tio Jasper é um intrometido.- Falei mirando em um pássaro o acertando em cheio.
–Se você diz.- Falou dando de ombros me fazendo rir.- Então, me ensina? Prometo ser uma boa aluna.
–Ta bom.- Falei me rendendo.- Mas olha lá, se você se machucar não venha colocar a culpa em mim.
–Okay, prometo.- Falou sorrindo fofa. Ai cristo estou me derretendo por essa miniatura de cara pálida.
–Vem, segura assim. Tem que manter a postura.- Falei enquanto ela só movia os olhos com medo de sair da posição.- Okay, já pode respirar.- Falei rindo.- Cotovelo mais para trás. Isso. Agora é só mirar.- Falei rindo. Ela mirou acertando em uma parte baixa da arvore.- Bom começo.
–Posso tentar de novo enquanto você recolhe as outras flechas?- Pediu e eu assenti.- Vou mirar ali.- Avisou e eu ri.- Parece um animal morto.- Falou e eu estranhei ao ouvir um rugido um pouco alto após o pequeno barulho da flecha.
–Renesme.- Falei assustada ao ver uma onça indo em sua direção, ótimo o animal morto era o alimento da felina. Seu coração disparou e ela começou a chorar.- Renesme com calma venha até mim.- Avisei indo com cautela até ela.
–Eu estou com medo.- Sussurrou chorando.
–Okay vai ficar tudo bem.- Avisei a colocando atrás de mim. A onça pareceu não gostar pois rugiu ainda mais alto vindo em nossa direção.
–Corre.- A empurrei correndo junto com ela. Okay se eu for com ela a onça vai acabar nos machucando. Parei de correr segurando uma flecha em cada mão. Enquanto ela corria em minha direção, dei um mortal passando por cima dela a despistando o que pareceu a irritar. Ela correu em minha direção pulando em cima de mim rasgando meu braço.- Que deselegante.- Falei irônica empurrando uma flecha em seu peito a fazendo cair em cima de mim já morta, a joguei de lado me levantando.
–Esme.- Gritou o Nathan me abraçando.
–É acho que chegaram um pouco atrasados.- Falei o empurrando.- Droga!- Resmunguei tocando o ferimento.
–Ela te machucou?- Perguntou o Lino assustado.
–Não querido, fiz uma tatuagem 3D.- Falei sarcástica limpando minha roupa com apenas uma das mãos.
–Eu sou medico posso ajudar.- O loiro que me chamou atenção no dia em que cheguei falou.- Posso?- Pediu e eu assenti seu toque em meu braço me fez arrepiar.
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