The Reason

37 Pode Ser A Última Vez


Notas iniciais
Gente, muito obrigada pelos comentários, aqui vai um capítulo mais "HOT" e logo a história continuará se desenvolvendo pro final.
Li todos os comentários minhas lindas, amo muito vocês em & espero que gostem!
PS: Boa Leitura...

Pov’s Elena:

Lhe beijava com todo meu ser, buscando o seu em silencio já que essa poderia ser nossa ultima noite juntos, meus olhos lacrimejavam só com a ideia, seu beijos largaram meus lábios e desceram pro meu pescoço, puxei ele por sua camisa caindo na cama...

- Eu te amo tanto... – disse ofegante enquanto sentia seus beijos úmidos e deliciosos em toda extensão de meu pescoço – sempre vou te amar Damon Salvatore...

Damon me beijava com cada vez mais intensidade, não falava nada, pude sentir em seus toques suas mãos tremulas, a as poucas vezes que abria meus olhos e deixava algumas lagrimas caírem, seus olhos estavam fechados, mais podia ver sua tristeza. Eu sentia ondas de prazer percorrerem todo o meu corpo, cada nervo em mim ansiando desesperadamente por seu toque.
– Eu preciso tanto de você minha Elena– eu gemi com sua suplica – Mal consigo me controlar com você... – seu beijo quente e desesperado me abordou novamente e correspondi...
Ele grunhiu e enterrou o rosto no meu cabelo, ele voltou a me olhava com os olhos azuis cheios de desejo, sendo preenchidos logo por uma expressão fraca de felicidade, movendo-se por meu rosto como se quisessem memorizar cada detalhe.

O calor que me consumia diante de seu olhar era puro prazer. Era incrível a diferença que fazia ver o desejo neles, a admiração. Eu me sentia incrivelmente mais leve e feliz...
Seus dedos ágeis desceram por minha cintura e alcançaram a barra da minha blusa, puxando-a para cima lenta e sensualmente. Sua boca ia percorrendo cada centímetro de pele exposta, me deixando trêmula e ofegante.

Ele passou a blusa por meus braços e eu levantei a cabeça para ajudá-lo a tirá-la.
Depois o puxei para mim, enlaçando-o pelo pescoço e pressionando meu corpo contra o dele. Eu precisava daquele contato, precisava senti-lo tremer contra mim, como se necessitasse daquele abraço tanto quanto eu, precisava sentir tudo aquilo novamente, sentir todas sensações que ele me proporcionava...

Nada me fazia sentir tão completa quanto estar em seus braços.
Carinhosamente, trilhei leves beijos por seu pescoço, acariciando com as pontas dos dedos suas costas. Eu queria que ele sentisse o quanto o amava, como queria cuidar dele, curar suas feridas. Eu sabia que ele tinha medo de amar, por causa do que acontecera com Katherine. Mas ele merecia ser feliz e encontrar o amor, mesmo depois de tudo isso, agente precisava viver esse romance até os fins dos dias...

Damon era tão gentil e atencioso por baixo daquela máscara de ironia e sarcasmo.
– Ah Elena... – ele gemeu no meu ouvido quase em um suspiro.
Beijei a linha do maxilar dele e subi pela bochecha até alcançar sua boca. O beijo começou suave e quase doce, antes de se tornar profundo e apaixonado. Insinerante. Eu sentia meus seios esmagados contra o peito nu dele, tão sensíveis que respondiam a cada pequeno contato. Meu corpo ficava completamente fora de controle nas mãos de Damon Salvatore.
Suas mãos me tocavam com delicadeza, quase como se eu fosse de porcelana. Percorrem minha cintura, os braços completamente arrepiados, o colo... até acariciarem gentilmente meus seios, me deixando tonta de prazer.

– Damon... – gemi.

Ele parou por um momento e um pequeno sorriso curvou seus lábios. Parecia gostar muito de me ouvir gemendo seu nome.

– Você gosta disso, minha Elena? – a voz dele, rouca de desejo, me fez ficar ainda mais excitada.

Ergui o corpo para beijá-lo de novo. Minhas mãos percorreram seus músculos avidamente. Finquei as unhas em seus ombros e gemi seu nome baixinho. Damon se livrou de suas calças com minha ajuda que removi ansiosamente e dos meus jeans, deixando apenas a calcinha como última barreira entre nós. Eu era puro instinto. Puxei Damon para mim e ele se apoiou nos braços com cuidado, para que eu não sentisse todo o seu peso. Acariciou a curva do meu pescoço com a língua e eu me contorcia debaixo dele.

– Você me enlouquece... – ele murmurou cheio de paixão...

– Agora, Damon, por favor... – eu implorei.

Eu não conseguia mais suportar, precisava ser dele. Inteiramente. Tirei minha calcinha apressada, antes que ele pudesse fazer aquilo do modo mais torturante. Damon parecia tão afoito quanto eu. Cerrou o maxilar com força, usando todo o controle para se refrear. Eu podia ver a selvageria mal contida nos movimentos dele agora.
E me dei conta do problema sem que ele precisasse dizer nada.
A tentação do meu sangue. Do jeito me meu coração pulsava forte, tão alto que eu acho que ele teria ouvido mesmo que fosse apenas humano, devia ser extremamente difícil não mergulhar os dentes na minha pele. Eu o entendia. Virei o pescoço, expondo-o.

– Elena – meu nome saiu de seus lábios como um aviso.

– Eu quero – as palavras vieram de modo tão natural que eu nem precisei pensar antes de dizê-las –Quero ser sua em todos os sentidos com das outras vezes...

Ele não protestou mais. Senti sua boca acariciar com carinho meu pescoço, procurando pelo ponto certo. Quando ele me mordeu a pontada de dor foi rápida, logo substituída pelo prazer.

Suas mãos deslizaram por meu corpo e ele não apenas viu o estremecimento me percorrer e os pelos de todo o meu corpo se arrepiarem, como também pôde ver em minha mente o prazer que seu toque me proporcionava. Sua mão foi descendo ele alcançou meu ponto mais sensível e os espasmos já invadiam percorrer meu corpo.

– Damon! – percebi que estava gritando, mas não liguei.

Ele queria que eu me entregasse ao prazer. Era tão maravilhoso partilhar aquela ligação, saber o que ele sentia sem o filtro de seu orgulho para refrear as palavras. Eu podia enxergar suas emoções cruas, e descobri que ele realmente me amava. Exatamente como eu o amava. Ele daria a vida por mim. Assim como eu não conseguia resistir a ele, ele não resistia a mim, nunca, e isso já tinha percebido.

Senti lágrimas quentes de alegria caírem dos meus olhos por poder estar ali com ele, ainda que seja por esse momento. Uma sensação quente e alucinante se misturou ao prazer quando alcancei o orgasmo, resultando na sensação mais maravilhosa que já senti, com ele todas as vezes, cada vez era melhor.

Tentei tocá-lo também, retribuir o prazer que ele tinha me dado, porém Damon me impediu. Ele havia acabado de atingir seu limite. E eu começava a ficar um tanto zonza. Ele parou de tomar meu sangue e passou a língua com cuidado nas pequenas feridas, fechando-as.
Se posicionou e beijou a mão com que eu percorria sua barriga, disparando outro espasmo de prazer por meu corpo ainda sensível. Lentamente, Damon me penetrou e esperou que eu me acostumasse com a sensação de ser preenchida por ele. Nos movemos juntos, primeiro de modo lento, enquanto meu desejo por ele reacendia.

Depois mais e mais rápido, seus movimentos ficaram ferozes quando rebolei contra seu membro em resposta pedindo por mais velocidade, quase freneticamente, nossos gemidos tornando-se gritos, sua respiração acelerada aquecendo minha orelha.

– Venha comigo, Elena... – ele ofegou – minha Elena...

Eu já estava quase alcançando o ápice de novo. Era incrivelmente excitante ver o poder que eu tinha sobre ele, saber que podia lhe dar tanto prazer, igualmente ele conseguia me dar.
As ondas de prazer subiam em sua espiral, me incinerando e espalhando espasmos por todo o meu corpo. Os espasmos percorriam a nós dois, e eu ainda tive a enorme satisfação de ouvir o grito de prazer de Damon quando meus músculos internos se estreitaram, quase esmagando-o.

– Damon... – não pude evitar de chamar por seu nome chorosa, as lagrimas quentes brotaram de meus olhos novamente...

Inclinou a cabeça para me beijar depois desceu beijos por todo meu corpo enquanto eu recuperava o folego, chegou na minha intimidade que logo penetrou dois dedos me estimulando, me contorcia enquanto seus dedos me invadiam sem pudor.

Tirou os dedos de lá e se poiou no pé da cama e me puxou pelas pernas sem perceber estava sentada e seus olhos fixos em minha intimidade me fizeram corar e também desejar tanto aquele ato, antes que pudesse dizer algo senti sua língua lá e gemi, agarrei seus cabeços negros e me joguei na cama, soltei seus cabelos e interlacei minhas pernas em seus ombros enquanto sua língua brincava em minha intimidade chupando, sugando, beijando torturando-me, me contorcia a cada chupão que recebia, gemia seu nome mais que tudo e ele apalpava minhas nádegas enquanto meus espasmos invadiam sua boca e ele permanecia chupando todo lá.

- Tão molhada... – seu olhar me malicioso me pegou de jeito e seus orbes marítimos me fitavam sem piscar, fechei os olhos quando senti seu membro dentro de mim novamente.

- Damon... – grunhi seu nome e agarrei os fios do seu cabelo, ele apalpava meu seio enquanto suas estocadas frenéticas não sessavam, aumentou a velocidade se é que era possível e meus gemidos se transformaram em gritos prazerosos, não conseguia descrever aquela sensação... – Eu não consigo... – me rendi e abracei seu pescoço, estava exausta e ele continuava se movendo dentro de mim, tentava recuperar as forças, puxava seus cabelos a cada estocada gostosa que sentia e os espasmos viajavam dentro de mim e meus pensamentos só eram ele, finalmente recuperei minhas forças e comecei a rebolar no seu membro que ainda me penetrava e voltamos a velocidade frenética de antes, a cama se mexia pro lado e pro outro, sua boca encontrou a minha calando meus gritos prazerosos que já estavam muito altos, apoiou suas mãos na cama, apertava tanto que o colchão estava se rasgando...

- Damon... – tentei reunir algum resto de consciência que eu tinha – está. Rasgando. O. colchão... – falei ofegante e pausadamente e ele ainda se mexia dentro de mim, agarrei seus braços fincando as unhas e rasgando sua pele que logo cicatrizava, seu rosto estava no meu pescoço/ombro enquanto nos movia-nos...

- Dam... aahh... – não conseguia mais pensar em nada, que se dane!

Seus movimentos foram acalmando e cheguei ao ápice junto a ele, suas mãos apertando com muita força o colchão ele rasgou e acabou quebrando a cama forçando...

- Nossa... – falei ofegante, quase um murmuro.

Caímos na cama, ou o que restava dela, juntos e me aninhei em seu peito nu e totalmente suado, adormeci na hora.

...

Notas finais
Continua...