The Reason
41 Intensa Dor
Notas iniciais
Como estamos chegando ao fim da linha na história, aos momentos finais, espero que curtam e comentem muito para que eu poste rapidamente meus amores!!!
PS: Vamos ter que enfrentar uma bomba quinta-feira que vem, "Stelena Hot".
Pov’s Lexi:
O celular tocou, antes que fizesse algum barulho mais estridente do que já fazia, se é que era possível, atendi.
Celular On:
- Já tá ai? – perguntou Bonnie do outro lado da linha e não parecia muito bem.
- Sim, escuta... – comecei, seria complicado – isso terá consequências, certo?
- Sim... – falou, sua voz por mais que tentasse disfarçar estava afetada pelo medo, pelos sentimentos que segundo muitos trás a fraqueza.
- Bonnie... – tentei falar mais ela deu um fim a nossa conversa.
- Faça-o... – desligou.
Celular Off:
Eu não entendo! Todo o tempo em que estive viva, tudo que aconteceu, e sempre pensei em humanidade como um “alimento”, depois de virar vampiro você acha que pode simplesmente desligar, mais não existe um botão para isso...
Me aproximei em silencio da mansão, entrei pela lajem em um salto, tentei fazer com que o barulho não fosse muito, e me sai bem.
Não existe interruptor, até existe...
- Stefan! – gritei ao vê-lo naquele estado, pude chegar a ele rapidamente ao ouvir a sua respiração afetada e a de Rose.
Corri até eles e peguei nas cordas para tora-las com as mãos e falhei, já que me queimei e muito por conta da verbena que tinha ali, Rose conseguiu ainda naquele estado formar um pequeno sorriso de deboche nos lábios e rolei os olhos, peguei uma faca em cima da mesa ali e cortei as cordas de Stefan e depois Rose.
Não pude culpa-los por não avisar sobre a verbena, já que estavam naquele estado.
Peguei as bolsas de sangue que trouxe na mochila pequena em minhas costas e entreguei uma a cada, beberam a cor em suas peles estavam voltando, começaram a parecer um pouco mais com “gente”.
No começo... – pareceu tão poético o quanto pensei e refleti isso nesses dias, realmente meus amigos se tornaram tudo pra mim, afinal enfrentar a eternidade sozinha havia se tornado pedante, e com eles, eram minha família e não poderia perde-los mais, ninguém mais.
- Lexi... – falou Stefan com a voz voltando ao normal.
- Sim? – arquei a sobrancelha enquanto ajudava Rose a levantar, jogaram as bolsas de sangue vazias em qualquer lugar ali.
- Cadê a Katherina? – perguntou Stefan com os olhos apertados, a preocupação era grande em sua expressão para com Katherina.
- Não sei... – sussurrei, ele poderia estar...
- Não! Não! – Stefan se apavorou e tentamos lhe acalmar, peguei o celular e disquei o número de Bonnie, e não atendia.
- Nada? – perguntou Rose.
- Não, temos que voltar a Mystic Falls... – conclui, demoraria mais se fossemos de carro, enfrentar quase uma hora de viagem de Forxs de volta não era algo apropriado agora.
Seguimos caminho, fomos correndo atravessando as barreiras do som, nesse momento não poderia ter nenhuma barreira entre nós e aquele pessoal, precisávamos salva-los, Klaus não faria mal a ninguém mais.
...
Pov’s Rebekah:
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=5AWbgkRpYwc)
Meu corpo foi jogado longe, em um empurrão forte que Elijah me deu, senti minhas costas doerem mais levantei rapidamente do chão antes que ele continuasse seus movimentos.
- Pare irmão! – gritei mais ele veio na minha direção com tudo.
Seu murro veio tão rápido quanto sua força que segurei com dificuldade tentando para-lo, precisava me ouvir.
- Sua desgraçada! – gritou, cerrava os olhos de ódio – como pôde trair sua família?! – mais ódio se juntou as suas palavras e sua força sendo maior que a minha, fui jogada batendo no sofá da sala dos Salvatore’ s e quebrei-o todo...
- Klaus nos traiu! – tentei alterar a voz, mais saiu arrastada por a dor que sentia agora.
- Como sabe disso?! – gritou – alguém te contou uma bela farsa e você caiu do nada? – levantou suas sobrancelhas e realmente parecia muito irritado, indignado era a palavra perfeita para decifrar através de seus olhos frios.
- Tive provas! – alterei a voz, me recuperei e levantei num pulo que já precisei desviar de um chute seu que por pouco não pegou, vendo que sua fúria lhe cegava, aproveitei a abertura em sua defesa e penetrei-a com um murro de gancho, que foi bem no queixo fazendo com que ele subisse e fosse jogado contra a parede da mansão e fez tremer tudo, foi o primeiro golpe que acertei nele, depois de levar mais ou menos uns oito. – Você acha mesmo que Alaric não me provou? – gritei – nunca iria lhe trair, nem ao Klaus se não tivesse motivos! – conclui chorosa.
Ele levantou e sua expressão era de dor, talvez fosse meu golpe.
- Sabe, Rebekah... – começou, foi tirando seu paletó e jogando no chão já que ele estava todo rasgado mesmo, ficou apenas com uma blusa social branca de mangas. – Klaus não é o irmão perfeito, mais ele nunca mataria a mamãe! – concluiu convicto.
- Não sou doida, sei o que vi! – enfatizei todas as palavras para ver se entendia de uma vez. – e sabe por que não contei a você? – arquei a sobrancelha esperando sua expressão e era dura, sorri irônica. – Porque eu sabia que você é incapaz de levantar um dedo contra o Klaus! – gritei e me movi para outro ataque.
...
Pov’s Elena:
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=SDklocLs8mU&feature=related)
- O Greyson tem andado muito naquele conselho da cidade... – comentou Alaric enquanto ainda se mantinha de olho na estrada.
- Sim, espero que não se prenda como os outros Gilbert’ s... – falou tia Jenna.
Depois de um minuto, viramos duas quadras e estávamos em frente a casa, Alaric estacionou e sabia que ele precisava ter a conversa com tia Jenna, ainda que ele não poderia ficar com ela enquanto escondesse coisas dela.
Seguimos até a casa em silencio, vejo que seria tensa essa conversa, abri a porta, pois estava mais na frente que eles e entrei, liguei as luzes, ou melhor tentei, mais acho que tinha faltado energia na casa, ou alguma coisa, sei lá.
- Elena? – chamou tia Jenna e Alaric entrou com ela, pude perceber, mais vi algo molhado onde toquei, um pequeno movelzinho onde ficava o telefone e onde iria deixar as chaves da porta.
- O que tem aqui? – perguntei cheirando o liquido húmido em minhas mãos, e não tinha cheiro nem ruim e muito menos bom.
Segui pelo corredor, e vi uma luz fraca na cozinha, eram luzes fracas, e quando entrei na cozinha vi que as luzes vinham de pequenas velas distribuídas pela cozinha, e podíamos ver pouco lá, escutei os passos e a voz de tia Jenna enquanto me acompanhava.
- Alaric, ver qual o problema com a energia ai no contador! – falou ela e Alaric respondeu rapidamente.
- Tá...
Andei um pouco pela cozinha e vi o liquido por todo chão e em cima dos armários, da pia e...
- Aaaaaaaaaaaaahhhhhh! – gritei, era a reação primitiva para isso.
Senti os braços de tia Jenna em mim ao identificar tudo que eu tinha identificado, o meu mundo caiu sobre mim agora, eu desabei em lagrimas...
- NÃOOOO! – minha cabeça doía muito, cai no chão sem me importar com mais nada, de joelhos em cima de todo o liquido de sangue jogado, o sangue do meu pai espalhado.
- Calma minha filha... – tentou me acalmar, tia Jenna, mais não adiantou porque ela também chorava, minhas lagrimas mais descontrolada do que tudo, minha cabeça doendo, Alaric correu para ver o que tinha acontecido, após ajeitar a energia e ela voltou normalmente, assim podemos ver perfeitamente todo corpo do meu pai mutilado, jogado algumas partes em um lugar e outras em outro da cozinha, nos recantos, nos armários, todo espalhado.
- NÃO! NÃO! NÃO! NÃO! – gritei, gritei, gritei tanto que nem podia...
Não há palavras, pensei que não poderia sofrer mais, pensei que a vida poderia ser um conto de fadas onde tudo era perfeito, e é por ser uma garotinha apaixonada, uma tola, uma idiota que sofri tanto e sofro.
Perdi meu pai também para esses doentes psicóticos, esses vampiros desgraçados que só querem causar a dor, isso sem duvida é obra de Klaus.
Ainda no chão agarrada a tia Jenna, chorava junto a ela, muito mais do que ela, acho que acabou para mim, doía muito, muito, muito.
- Alô, preciso de uma ambulância! – falou Ric no telefone.
...
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