The Reason
51 Amor & Prazer
Notas iniciais
Pov’s Elena:
Ao senti-lo separar nossos lábios, me olhava com intensidade observando todo detalhe de meu rosto igual eu fazia com o seu. Tão perfeito.
- Você é tão linda... – ele deu um de seus sorrisos bobos e me fez rir.
- Estava pensando o quanto você é perfeito... – suspirei.
Seus lábios desceram para meu pescoço enquanto ele desbotoava minha fantasia, logo estava sem a parte de cima, suas pernas estavam entre as minhas, comecei a abrir os botões de sua vestimenta antiga.
Ele me segurou pelas costas e me ergueu enquanto tomava meus lábios em um beijo cheio de luxuria, quando dei por mim estávamos de frente a lareira de seu quarto que estava acesa, iluminando o ambiente. Era a única luz.
- O que tá fazendo? – ele parou de me beijar e me deitou lentamente no chão de seu quarto.
Ele terminou de tirar a fantasia e ficou apenas com sua Box preta, viajei com o vislumbre de seu corpo lindo, gostoso. Tudo de bom.
- Espera aqui... – ele pediu com um sorriso malicioso nos lábios.
Ri de sua expressão e esperei ele voltar, terminei de jogar a fantasia em qualquer lugar dali, fiquei apenas de lingerie vermelha sangue.
- Voltei... – tomei um susto quando vi o que Damon trazia em mãos.
- Ah não... – ri vendo até onde sua loucura ia.
- Vai? – ele pediu com olhinhos brilhando.
- Tá... – suspirei rindo, isso seria uma tortura sexual, e deliciosa quando proporcionada por Damon, apesar de nunca ter feito sexo desse estilo com ele.
Ele colocou as algemas em cima da cama, o afastador de pernas, todos seus instrumentos que não esperava que ele tivesse.
- Tem lido muito 50 tons de cinza, Sr. Gray... – falei debochando.
- Sim, Srta. Steele, e sabe o que vou fazer com você agora? – ele perguntou sugestivo enquanto veio até mim e me puxou de encontro a ele, nossos corpos colados.
- Não... – respondi em um fio de voz quando tocamos nossas testas.
- Vou foder você com força... – ele sussurrou em meu ouvido, sua mão foi de encontro a minha intimidade e por cima do pano fino da calcinha, ele apertava minha feminilidade, ia agarrar seu pescoço mais ele segurou meu pulso.
- Oops, nada disso! – ele me repreendeu rindo, rolei os olhos. Isso seria muita tortura.
Ele me conduziu até a cama novamente sem largar de me masturbar e arrancando pequenos grunhidos de mim, tentava me controlar.
Ele me deixou deitada depois de um orgasmo proporcionado, fazia meu corpo todo tremer, suspiros rolavam solto, ele voltou com uma garrafa de whisky.
- Deitadinha... – ele falava rouco enquanto abria a garrafa.
Pegou as algemas e passou em meus pulsos me prendendo na cabeceira da cama.
Jogou uma boa parte do liquido da garrafa em cima de mim, se espalhava por minhas partes, seios, coxas, pernas, pescoço, barriga.
Senti sua língua quente e saliente percorrer meu corpo, serpenteava e sugava o liquido por cima de minha pele e apenas me contorcia aos seus toques. Parou de fazê-lo me deixando desejar por mais.
- Ah... – grunhi de raiva por ele não continuar seu trabalho sujo.
Ele foi até a pequena mesa do quarto e pegou o outro “acessório”.
- Não vai doer nada... – ele falou sério, olhava que ele tinha em mãos o afastador de pernas e uma fenda.
Ele colocou a fenda em volta de meus olhos os tampando e impedindo minha visão do que ocorria, senti o aparelho no meio de minhas pernas separando minhas coxas.
- Aaah... – gemi alto quando ele passou os dedos úmidos com alguma substancia neles por cima da calcinha.
Senti seus dentes arrancar minha pequena peça intima, estava tão possuída por pensamentos luxuriosos, desejo inacabado.
Sua língua acompanhada por algo gélido invadiu minha intimidade, explorando-a sem pudor, fazia movimentos circulares com os dedos e com a língua, parou e soprou minha intimidade e seu sopro era frio, não sei como o fez. Mais gemia e me contorcia pelo prazer que sentia, estava quase aos gritos.
- Calma mocinha... – ele pedia rindo, cafajeste.
- Calma uma merda! – respondi irritada e fui calada por outro sopro frio em minha intimidade e tentei me encolher.
- Se você continuar com isso vou ter que lhe castigar... – ele falou ao pé de meu ouvido, não acredito que até com isso eu me arrepiava, ele era uma delicia.
Ele puxou a venda de meus olhos e procurei por seu rosto, logo ele estava bem na minha frente, tirou o afastador de pernas e elas estavam tremulas, tinha tido dois orgasmo na noite.
- Você é mal... – ri fraco.
- Vou foder você, tudo bem? – ele perguntou sério, e apenas assenti.
Ele se posicionou na cama e no meio de minhas pernas, meus pulsos ainda estavam presos na cabeceira da cama e ele não soltaria pelo que vi. Ele removeu sua Box e pude ver seu enorme membro ereto, suspirei e tentei me acalmar.
Sua boca explorou meus seios antes sem nem que eu pudesse ver, sugou e chupou o biquinho me arrancando gemidos de prazer imensuráveis.
Segurou em minhas coxas e me penetrou de vez me fazendo gritar alto, suas estocadas eram fortes, rápidas e ferozes, sentia seu membro chegar bem lá no fundo, me contorcia a cada uma delas e me remexia querendo sair daquela algema e lhe arranhar.
- Abre os olhos... – ele pediu com a voz abalada enquanto se movimentava rápido demais e a cama tremia e rangia de um lado pro outro. Fiz o que ele pediu e dei de encontro com o mar azul, agora escuro por estar consumido pelo desejo.
- Posso? – ele cerrava o maxilar tentando se conter, apenas assenti, sabia que era difícil pra ele manter esse contato intimo e intenso.
Senti a fisgada em meu pescoço e meu sangue sendo puxado para sua boca, ele tomava muito e ainda se movimentava freneticamente, agarrou a cabeceira da cama o no mesmo instante ela se despedaçou, continuou me penetrando, eu gritava muito, até demais e não pela dor dele sugar meu sangue e sim pelo prazer e movimentos fortes e pesados que adorava, juntei forças e rebolei contra seu pênis mesmo enquanto ele fazia o trabalho perfeitamente, mais queria mais, estava pouco.
- Não para... – pedi em um fio de voz, quase não saia. Ele largou de meu pescoço, mordeu o pulso e me deu o sangue. Enquanto tomava, sentia o ápice chegando, o orgasmo me invadiu e logo em seguida ele.
Ele desabou ao meu lado na cama e me puxou de encontro ao seu corpo nu, soltou as algemas e meu pulso estava um pouco vermelho.
- Eu te machuquei? – sua voz representava dor e medo.
- Não... – respondi rindo, um sorriso bobo em meus lábios brincava e ele me perguntando se eu sofri? Claro, exceto a parte dele demorar e me torturar sexualmente. Logo ele tinha um sorriso fofo e adormecemos abraçadinhos.
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