The Reason
32 Amor Inquebrável
Notas iniciais
PS: Boa Leitura!
Pov’s Klaus:
- Caroline? – gritei na mansão esperando resposta de alguém, estava tudo apagado a esta hora? 6:00 da noite? Alguém deveria estar cansada? Carol.
Fechei a porta atrás de mim e andei até o quarto da Caroline, gritei algumas vezes esperando por resposta de Molly.
Nada de ninguém responder, pela “primeira vez” violei a privacidade da Carol, abri seu quarto independente de saber se ela estava “descente”.
Uma tristeza, um solidão em dobro, uma dor e talvez o começo de um grande ódio me invadiu quando abri a porta de seu quarto e não tinha ninguém lá...
- Caroline! – gritei, não pude evitar das lagrimas invadirem meus olhos e caírem, descontroladamente.
Andar tinha se tornado difícil, o simples ato de mexer minhas pernas, estava dormente, parado, uma fúria me invadiu e várias perguntas surgiram: “Onde ela foi?”, “Me abandonou?”, “Ou alguém, lhe levou de mim?” – a cada pergunta que se formava em minha mente, um ódio me consumia mais, eu a teria de volta! – era apenas isso que tinha em minha mente. – Ela é minha! – gritei e me joguei em sua enorme cama onde ainda tinha seu doce cheiro, agarrei seu lençóis e não pude evitar de chorar mais ainda.
- Senhor Klaus! – a voz de incompetente de Molly ecoo no quarto e mostrava-se preocupada. – Onde está a Senhorita Caroline? – parecia que ela realmente não sabia, então foi obra de um vampiro.
Não lhe respondi nada e apenas segui até ela, lhe olhei e senti repulsa, ela não pode proteger minha Caroline, estava paralisada como mandei ficar, enfiei a mão em seu peito e arranquei seu coração de lá, sua expressão de dor me alimentou, e junto a minha fome lhe suguei todo o sangue, iria mutilar toda ela e enfeitar o meu quarto com a decoração de suas partes corporais, desgraçada! – era só o que conseguia pensar, inútil.
Corri pro meu quarto não me portando o que tinha na frente, derrubei, até fiz questão de fazê-lo, joguei um abaju do corredor de escada a baixo, cheguei ao meu quarto e uma paz me inundou quando pude ver o seu rosto novamente, os desenhos e retratos perfeitos dela, minha Caroline, só minha e de mais ninguém.
Toquei no quadro, sua pele perfeita, senti seu cheiro em minha imaginação, todo o ocorrido, todo o tempo com ela, peguei minha câmera que possuía várias fotos dela e me sentei na cama encolhido e olhei todas as imagens de minha bela Carol.
Corri no meu guarda-roupa e puxei as caixas com vários pertences dela e inalei seu cheiro doce, iria destruir quem me tirou-a – só vinha isso a minha cabeça.
...
Pov’s Elena:
Com certeza meus pais não estavam nada bem, meu pai e minha tia no hospital, será que houve algo grave? – meus pensamentos pessimistas invadiam minha mente por completo e só pude aumentar a velocidade de minha carreira pelos corredores do hospital em busca a eles.
- Pai! – gritei e as lagrimas invadiram meus olhos, não sei se era tristeza por nunca mais ter lhe visto e ainda ter ido a viagem sem sua permissão ou se era felicidade por ele está vivo e bem. – Você tá bem? – agarrei-me aos seus braços e lhe dei um abraço de urso, só pude chorar em sua roupa e ele riu com isso.
- Calma filha! – riu, tia Jenna apareceu atrás de nós, seus olhos estavam inchados.
- Elena... – chamou e soltei do papai e lhe dei um abraço forte e acolhedor, ela estava passando uma barra.
- O que houve? – perguntei chorando junto a ela.
- O Alaric... – soluçou e eu entendi tudo, ela estava com ele.
- Calma! – pedi chorosa – vai ficar tudo bem... – lhe assegurei, na verdade não sabia se iria mesmo.
Os médicos apareceram com alguns papeis em mãos...
- Ele está estável... – começaram mais suas caras não eram muito animadoras. – A causa foi algum ataque de animal...
O que? Um vampiro? – pensei.
- Estava sem sangue algum no corpo, salvamos ele da morte por muito pouco... – era realmente um vampiro, quando ele terminou de falar só pude concluir.
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=B_EtTKQuzmc&feature=fvwrel)
- Elena! – gritos ecoaram no corredor, Caroline? – uma enorme felicidade inundou meu ser, em meio a tanta desgraçada, Graças a Deus que aconteceu algo bom! – pensei e as lagrimas desta vez eram de felicidade, corri pro seu abraço e ficamos assim por minutos no corredor, Bonnie veio lá atrás e acompanhada do seu inseparável escudeiro, Jeremy.
- Você tá bem amiga? – perguntei confusa, como ela pode estar aqui?
- Minha mãe sabe de tudo... – começou chorosa. – E não me aceita como sou... – chorou mais ainda.
Bonnie e Jeremy se aproximaram e nós lhe demos um abraço forte de amigos.
- Iremos te apoiar! – disse Jeremy. E a assentimos a sua promessa.
Depois de horas de conversa na lanchonete do hospital, sobre como Caroline voltou, como tudo vai ocorrer, quem lhe deu suas memórias e só pude ficar mais receosa ao saber que a irmã de Klaus tá do nosso lado.
- A Rebekah? – praticamente gritei.
- Sim... – falou Bonnie bebendo outro gole de seu café quente.
- Ela descobriu tudo... – começou Jeremy – e a vida da menina não é um mar de rosas, apesar de ser uma original... – concluiu Jeremy dando uma abocanhada em seu sandwich.
- E o Damon? – perguntei – onde ele está?
- Resolvendo algumas coisas com o resto do pessoal... – falou Bonnie.
- Entendo... – suspirei, Graças a Deus que ele está bem, pensei que por ele não ter ido ao show, ele tinha... – interrompi esses pensamentos corrompidos e voltei a conversar com meus amigos.
...
Chegamos a minha casa, meu pai iria ficar no hospital com tia Jenna enquanto Alaric melhorava.
- Irei mesmo poder ficar morando com vocês? – perguntou Caroline sorridente e claro eu e Jeremy assentimos.
- Vamos fazer o que hoje? – perguntou Jeremy.
- Noite do pijama com filmes e pipocas... – falei animada.
- É vamos quebrar esse gelo... – zoo Bonnie.
- Histórias de terror? – sugeriu Caroline e nós rimos, quando ela foi boa nisso?
A campainha tocou e corri pra atender...
- Oi... – sua voz masculina soo em meu ouvido.
- Oi... – respondi sem jeito, mais meu ser estava gritando de felicidade por ele estar bem e ter vindo.
- Precisamos conversar... – pediu e fui avisar ao pessoal e voltei até Damon, fomos a varanda.
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=Y6azBSsI_xQ)
- Elena, como você sabe... – começou – depois de tudo isso, é perigoso estar conosco... – tentou terminar mais olhou pro chão, talvez fosse... – as lagrimas já brigavam, eu já sabia o que ele diria.
- Não! – falei chorosa.
- Não podemos mais nos ver, não posso te perder! – afirmou e pude ver suas lagrimas.
- Não vai... – agarrei sua camisa e lhe puxei, estávamos próximos – não vai! – enfatizei a palavra.
- Quando tudo isso acabar, você estiver bem... – lhe calei, com o dedo indicador em seus lábios.
- Para, não vou deixar você sair de minha vida! – afirmei – nunca mais! – lhe beijei e ele retribuiu na mesma medida, suas mãos desciam e subiam em minhas laterais, nosso beijo era quente e apaixonado. Nunca mais! – pensei, repeti aquela frase para mim mesma milhares de vezes.
...
Entrei depois de nos despedirmos e todo mundo começou a me olhar maliciosamente.
- Pervertidos! – falei e rimos, me joguei no sofá lembrando da sensação de nossos lábios colados, lembrando de minhas palavras.
- Vamos começar a noite do pijama! – gritamos juntos e Caroline soltou o filme e Jeremy trouxe a pipoca e os sacos de dormir, Bonnie com o suco de cajá da fruta delicioso. Ah noite vai ser uma criança! — ri com meus pensamentos e a felicidade me invadiu, meus amigos de volta.
Notas finais
*Pergunta sobre o capítulo: Vocês querem que eu deixe Klaus e Caroline ou Caroline e Tyler? - Respondam nos comentários...
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