The Reason
31 Alma Condenada
Notas iniciais
PS: Espero que gostem, me deixem seus comentários em! Boa Leitura...
Pov’s Damon:
- O que?! – eu poderia ter ouvido tudo, tudo, qualquer coisa menos aquilo.
Katherina apenas me fitava e olhava de cabeça baixa pro chão, o silencio nos acompanhava, aquela sensação de dor que invadia meu peito, a fraqueza de não poder ter impedido. O Celular de Stefan tocou e ele atendeu...
Celular On:
- Estamos saindo do show agora... – avisou Lexi do outro lado da linha, podia ouvir toda a conversa deles.
- Sim... – a voz de Stefan soo fria e vazia – Lexi, aconteceu algo sério... – começou e a faca novamente atravessou meu peito, não aguentei, corri.
...
Podia escutar toda a conversa de Stefan e Lexi, ele relatava todo o ocorrido, o quão inútil eu tinha sido, por que?! Por que só eu que tenho que sofrer assim?! O cara que era meu amigo...
Cheguei ao pronto socorro e os médicos falavam alto, as enfermeiras corriam de um lado para o outro com soros, medicamentos, aparelhos de UTI, isso...
Klaus havia tirado o meu amigo, o nosso professor de história de nossas vidas...Não fui forte suficiente! – era apenas isso que meu subconsciente dizia.
Olhava do vidro do lado de fora do quarto onde ele estava, seu leito ensanguentado, os médicos tentando de tudo na medida de seu possível, não poderia deixar esse cara morrer.
Como um vampiro pode sentir tanta dor, as lagrimas não se continham em meus olhos e desabem em lagrimas, a tia da Elena chegou ao hospital, ao que indica ela já conhecia o Alaric também e ela veio correndo até onde eu estava com o pai da Elena também, O Klaus vai acabar tirando tudo nosso... – mostrando minhas fraquezas, meu lado frágil agora, só podia ouvir suas vozes lá no fundo de minha mente, os médicos e enfermeiras pedindo para que a tia de Elena saísse do quarto e ela continuava tentando, seu pai lhe puxou de lá, ela também desabou em lagrimas...
Klaus queria nos afetar, ele mandou alguém fazer isso com Alaric porque estávamos nos concentrando na família de Elena, não é seguro, não estamos nada seguros.
...
Pov’s Elena:
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=n34VO4gvnZA)
Lexi veio até mim e me puxou da cadeira e Tyler nos seguiu, não podíamos conversar ali por conta da zoada que era muita.
- Precisamos ir pra Mystic Falls agora! – sua voz era grossa e preocupada. Tyler assentiu e Bonnie e Jeremy chegaram também porque viram agente saindo da multidão.
- O que está acontecendo? – perguntou Bonnie alarmada.
- O Alaric foi parar no hospital... – falou Lexi e não acreditei no que tinha ouvido.
- Vamos! – falou Tyler. Seguimos até os carros e pisamos fundo, chegamos rapidamente na casa de praia e provavelmente estávamos acima da velocidade ideal para se usar.
Lexi, Bonnie, Tyler, Jeremy e Matt pegavam as coisas e jogavam dentro das malas, também fiz o mesmo, joguei meus pertences rapidamente na mala e fomos até o porta malas do carro, jogamos tudo lá dentro, Bonnie fechou a porta da casa de praia e seguimos viagem de volta a Mystic Falls. O Damon... – ignorei o que minha mente pensava, ele não podia.
...
Pov’s Katherina:
- Stefan... – comecei e ele me olhou rapidamente – precisamos ir até os caixões, temos que destruir pelo menos o Kol! – conclui e ele assentiu, não poderíamos arriscar em ter mais problemas do que já temos.
Chegamos a mansão Salvatore e Stefan já desceu pro porão e eu segui com ele, pegamos a ultima estaca de carvalho branco e enfiamos no peito do Original enquanto ele pegava fogo Stefan abriu o outro caixão e checou, Elijah ainda estava preso.
- Não tínhamos falado ainda ao Damon... – começou ele se jogando no sofá da sala – ele pode não gostar desta ideia de ter usado a ultima estaca...
- Teremos que dar um jeito depois, só não podemos arriscar! – afirmei sério – imagina se tivermos dois original pra decepar conosco... – arquei a sobrancelha e peguei a garrafa de whisky, claro precisávamos disto.
...
Pov’s Rose:
- Xerife Forbes! – gritei tocando a campainha da residência da Barbie Vampira.
- Oi... – sua voz era sonolenta e quando ela apareceu na porta, nossa! A mulher estava um trapo... – Caroline! – gritou e abriu rapidamente a porta, ela se jogou nos braços da loira e ela retribuiu o abraço com frieza.
- Ela perdeu a memória... – comecei – é complicado, mais sou da sala dela, somos amigas... – Rebekah arqueou a sobrancelha pra mim indicando nosso pouco tempo.
- Muito obrigada... – pediu sinceramente e continuou abraçada a Caroline, suas lagrimas jorravam de seus olhos descontroladamente.
- Não tem porque... – sorri – ela é uma das nossas melhores amigas... – conclui – e precisa se cuidar pra recuperar essas memórias... – lhe dei um ultimo sorriso acolhedor e ela sorriu de volta, segui viagem com Rebekah até o hospital, Damon deveria estar destruído.
...
Chegamos no hospital e ele estava olhando fixamente a parede sentado em um banco como se o mundo tivesse parado para ele, ele estava sério, frio.
- Damon... – chamei por ele e lhe dei um abraço acolhedor no qual ele nem sequer correspondeu.
- Os médicos disse que ele corre risco de vida... – falou com a voz fraca, acho que não quer demonstrar mais esteve chorando.
- Damon, você está bem? – chegou Rebekah perguntando.
- E pra você importa?! – perguntou irritado, seus olhos ardiam em fúria. – foi por conta de seu irmão e seus joguinhos que tudo estar acontecendo, essas mortes na cidade, nunca pensei que eu... – calou, não pode continuar, seja o que for que passava pelo sua cabeça, ele sentia tudo em dobro, saiu pisando pesado mais sabia que dentro daquela armadura estava um garoto frágil que sofri desde sua transformação em vampiro, não foi certo, não é certo.
Rebekah tentou lhe seguir mais segurei seu braço, ela me olhou friamente.
- Não! – falei. – e desde quando você começou a se importar conosco? – arquei a sobrancelha, ainda tinha essa questão, essa dúvida.
- Desde que descobri que Nicklaus matou nossa mãe! – gritou irritada, todo mundo está assim agora? Vampiros descontrolados...
...
Pov’s Damon:
(Música: http://www.youtube.com/watch?v=WJmA2v5eEfg)
Minha alma, meu ser pesava o dobro do que sempre pesa, minha alma condenada, quantas vidas já tirei, o quão mal eu já fiz...
Não, eu não podia, nem que eu morresse junto, não deixaria que Klaus matasse mais ninguém desta cidade...
Meus desejos, meu ódio parecia serem lavados e renovados naquela forte brisa, que acabara de se tornar uma ventania fortíssima, as montanhas altas que eu seguia, um lugar além do horizonte que poderia seguir, só queria que não doesse tanto...
Hoje foi o Ric, amanhã pode ser a minha Elena, sua família...
A chuva iniciou-se forte, muito forte, os pingos e a ventania me empurravam pra trás naquela escalada, precisava salva-los já que a minha alma não tinha mais salvação, precisava tirar um pouco dos pecados de cima de mim e salvar aquelas vidas inocentes nem que para isso eu me esqueça de viver.
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