The Real Life

23 Capítulo 23- Jack!


Notas iniciais
Olá amores, desculpa a demora, mas tenho um explicação, bom sábado eu estava totalmente sem inspiração nenhuma, e no domingo quando acordei vi a noticia do Cory, chorei o dia inteiro, fiquei mal e não estava em condições de escrever, passei o dia e noite de domingo vendo videos e fotos do cory dizendo pra mim que aquilo tudo era mentira, que ele ia entrar no twitter e dizer que foi tudo um mal entendido, mas era verdade, a ficha demorou pra cair, depois de domingo fiquei mais dois dias mal, sem animo e tal, e hoje acordei mais tranquila e mais conformada com a situação apesar de ver as homenagens que estão fazendo pra ele e chorar novamente. =(
Mas enfim espero que gostem do capítulo.

Acordei com um pouco de dor, não conseguia me ajeitar na cama, me sentei na beira dá cama e tentei aliviar a tensão que estava sentindo em meus ombros, mas não tive sucesso, levantei e novamente fiz um exercício com o pescoço pra tentar relaxar e continuei sem sucesso, estava voltando em direção dá cama quando senti um liquido quente escorrendo pelas minhas pernas, droga, chegou a hora, mas sério que tinha que ser de madrugada? Ah Jack, Jack. Fui até a cama antes que as contrações começassem acordei o Damon.

- Damon, acorda.

- Ah me deixa dormir, só mais um pouquinho, por favor. – Sua voz era um sussurro.

- Damon o Jack vai nascer, acorde logo.

- O Jack?

- Sim, vamos.

- Meu Deus o Jack vai nascer. – Ele levantou todo perdido sem saber o que fazer, foi engraçado, mas quando fui rir dele senti minha primeira contração.

- Ai...

- Que foi Lena?

- Nada, é só uma contração, vai pegar as bolsas que estão separadas ali no armário.

- Tá eu vou pegar.

Ele saiu em disparada para o closet e pegou uma bolsa pequena de cor azul e uma média de cor preta.

- Agora antes de sairmos, vá até o quarto dá minha irmã e avise que o bebê vai nascer e nós estamos indo para o hospital e que é pra ela ficar com a Kath enquanto isso.

- Tá bom. – Ele largou as malas no chão e correu para o quarto, fiquei ali sentada na beira dá cama me recuperando dá dor dá primeira contração.

Pouco tempo depois Damon estava novamente no quarto, ele me ajudou a chegar até o carro, ele dirigiu rápido mas com responsabilidade, como não tinha transito chegamos rápido ao hospital, logo fui atendida por uma enfermeira que trouxe uma cadeira de rodas e me levou para a sala onde aconteceria o parto, minutos depois eu já estava rodeada de médicos e enfermeiros, eu iria fazer parto normal, então eu teria que esperar pra ver a dilatação, mas antes eles vão fazer um ultrassom para verificar se está tudo bem.

O médico não estava com uma cara muito boa e isso me deixou assustada.

- O que foi doutor?

- O bebê está com o cordão umbilical enrolado no pescoço e será muito perigoso fazer um parto normal, acho melhor optarmos pela cesariana. Por você tudo bem?

- Se for pra ter meu filho vivo em meus braços sim, eu aceito fazer a cesárea.

- Então faremos uma cesariana.

O médico se levantou e falou com alguns enfermeiros e então começaram a preparar tudo, Damon não saiu do meu lado.

- Damon assim que amanhecer avise meus pais e ligue pra Carol também. Fazendo o favor.

- Ligo sim meu amor.

As contrações estavam cada vez mais fortes até que aplicaram a anestesia para começarem a fazer a cesárea, não sentia na de uma certa altura do meu corpo pra baixo, Damon segurava minha mão com firmeza, seus os brilhavam igual no nascimento dá Kath, eu não poderia imaginar um pai melhor para os meus filhos do que o Damon. Eu não estava sentindo nada mas sabia que eles já tinham começado, estava um silencio muito grande na sala, as vezes o médico pedia algum instrumento ou outro, e até que enfim ouvi o choro do meu Jack, meu pequeno Jack tinha nascido, agora eu poderia ver seu rosto, senti meu corpo ficar mole, era como se eu estivesse relaxada só que relaxada demais, era como se eu estivesse perdendo minhas forças, meus olhos não estavam aguentando ficar abertos, estou fazendo o máximo de força pra ficar de olhos abertos, mas é mais forte que eu, alguns segundos depois tudo que eu enxergava era uma grande tela preta, era como se eu tivesse dormindo o melhor dos sonos.

- Elena. Acorda! – Não me deixa dormir, não quero acordar, não quero abrir meus olhos, eles estão pesados, tenho que descansar. – Elena! – Não grite, quero dormir, porque não me deixam dormir? Estou cansada.

- Ela só está desmaiada, vamos acordá-la, agora se você puder esperar lá fora. – Quem está desmaiada?

- Mas doutor ela é minha mulher, quero ficar aqui com ela.

- Sinto muito filho, você tem que sair agora. Enfermeira leva ele até a recepção por favor.

- Sim doutor. – De quem será que eles estavam falando? Bom vou voltar a dormir, estou cansada.

Não sei por quanto tempo dormi, e não me lembro de muita coisa, tudo é borrão em minha mente, estou confusa, tentei abrir meus olhos, mas as luzes fortes fizeram com que eu piscasse com força para acostumar com aquela claridade, quando finalmente consegui fixar meu olhar em algo e que estava em uma sala totalmente branca, que lugar era esse? Não me lembro de chegar aqui. Espera, passei minha mão em minha barriga e não a senti, senti alguns curativos, meu bebê! Exclamei. Preciso me lembrar do que aconteceu, forcei minha mente a procurar por informações e algumas coisas vinham, minha bolsa estou, o Damon me trouxe para o hospital, escutei o choro do Jack e tudo ficou escuro.

- Damon! – Estava meio desesperada precisa ver meu filho.

- Oi Lena, graças a Deus você está bem.

- O que aconteceu?

- Você ganhou o Jack e desmaiou, ai eles me mandaram embora dá sala e te reanimaram. Você teve uma queda de pressão muito rápida o que te fez desmaiar.

- Eu não me lembro de muita coisa, apenas algumas imagens veem a mente. E o Jack?

- Está bem, daqui a pouco irão trazer aqui pra você amamentar ele. – Suspirei aliviada, ele estava bem.

- Quero tanto vê-lo, quero pegar ele em meus braços, ver a carinha dele.

- Eu também pequena, ainda não o vi também, eles me tiraram dá sala e depois me trouxeram pra cá e falaram que na hora certa trarão ele aqui. A Lena você me deu um susto tão grande, achei que algo pior tinha acontecido.

- Desculpa meu amor, não foi a minha intenção, nunca quis te assustar.

- Eu sei que a culpa não é sua, mas foi um susto tremendo.

- Te amo tanto meu amor e me desculpe de novo.

- Também te amo minha pequena, e não precisa se desculpar.

Notas finais
Espero que tenham gostado... *---*