The Real Life
11 Capítulo 11 - Happy Birthday
Notas iniciais
heheheheheh
Então galera não me matem, por favor....
Vcs vão entender o porque no final desse capítulo.
Esse capítulo é metade bom e metade ruim...
Meu carregador ainda não chegou, então só vou poder postar no próximo final de semana se eu conseguir pc emprestado. "/
1 ano e 11 meses.
Ah como eu poderia ser mais feliz? Minha filha hoje esta completando dois anos de vida, minha pequena princesa está crescendo, e meu pequeno príncipe também, estou grávida de 4 meses e meio, meu pequeno Jack está crescendo forte dentro de mim.
Acordei bem disposta, me virei e vi que Damon dormia de barriga pra cima, um sorriso malicioso brotou em meus lábios ao ver ele descoberto e vestindo apenas sua Box preta, beijei todo seu peitoral até chegar em seus lábios que estavam voltando em um sorriso torto, seus olhos ainda estavam fechados, beijei seus lábios docemente.
- Bom dia. – Disse entre seus lábios.
- Bom dia minha pequena. Que ótima maneira de acordar heim.
- Que bom que gostou, porque eu acordei bem disposta hoje sabe. – Mordi meu lábio inferior e ele sorriu malicioso.
Damon veio por cima de mim, ele me beijou intensamente e foi acariciando meu corpo, ele levantou minha camisola e beijou minha barriga, Damon tirou minha camisola a fazendoela voar para algum lugar do quarto, puxei sua Box para baixo e seu membro totalmente ereto saltaram para fora, sem muita delonga Damon me penetrou, me fazendo gemer em seu ouvido, ele gemia baixinho e rouco, suas estocadas me levavam para o céu, estava nas nuvens, era como se o resto do mundo deixasse de existir, era sempre perfeito, sempre deliciosamente maravilhoso. Damon aumentou ainda mais suas estocadas me deixando cada vez mais louca, meu ápice estava se aproximando, minhas pernas estavam virando gelatina, mas eu precisava de mais.
- Damon, por favor, mais rápido. – Ele sorriu malicioso e aumentou as estocadas.
Agora eu estava ainda mais ofegante e meu ápice se aproximando cada vez mais rapidamente, meu corpo convulsionou e Damon e eu chegamos ao nosso ápice junto, como era comum de acontecer, o que era bom, adorava quando nossos corpos entravam em sintonia quando estamos fazendo amor.
Damon e eu estamos organizando a festinha de aniversario da Kath, alugamos um pequeno salão de festas, pois seria apenas uma festinha simples só para família e amigos mais íntimos, tinha vários balões por todo o salão e um bem grande com o formato da Minnie, Kath adorava a Minnie e o Mickey então fizemos para agradar ela, colocamos o som em um som agradável com musicas agradáveis. Os primeiros a chegar foram os meus pais, meu pai estava estranho, seus olhos estavam fundos e ele estava com um aspecto cansado, minha mãe estava do mesmo jeito, apenas com os cabelos um pouco mais grisalhos, minha irmã estava de mãos dadas com seu namorado Toby, que a meu ver era bem antipático, era quieto de mais e mal olhava na cara da gente, mas o que eu posso fazer, ela gosta dele. Aos poucos todos foram chegando, Carol e Matt com seu meninão lindo, Stefan e Rebekah com meu afilhado que já não era mais um menininho era um meninão, ele era o mais velho de todas as crianças então suas brincadeiras eram um pouco diferente das deles e isso acabava o deixando meio deslocado, Lexi também veio com seu noivo que por obra do destino era Elijah, aquele rapaz que quase me beijou quando eu e Damon estávamos separados por causa da prima dele Hayley, quando liguei para Lexi para convidá-la ela já me perguntou se ela poderia levar ele, não me importei e não tenho o porque me importar, foi um mal entendido do passado, nada pra se preocupar.
- Mamãe, papai eu quelo abir meus pesentis. – Seu jeitinho infantil de falar era tão fofo.
- Ainda não minha pequena, no final da festa nós vamos abrir, mas agora ainda é cedo.
- Ah. Puque? – Ela disse emburrada.
- Porque ainda vamos cantar os parabéns pra você e vamos cortar o bolo.
- Ta bom, posso bincar?
- Claro filha.
Ela saiu correndo em direção das outras crianças. A festa foi tranqüila rimos muito, nos divertimos, cantamos os parabéns e como a Kath tanto ansiava abrimos os presentes, seus olhos brilhavam a cada pacote aberto, Barbie era sua paixão, ela ganhou três e não sabia a qual ela tinha gostado mais, ela ganhou bastante presente, um mais lindo que o outro, só da minha mãe ela ganhou quatro, eu e o Damon demos três, e o resto deu dois ou um. Depois de todos os presentes abertos Lexi e Elijah se despediram assim como Stefan com a Rebekah também foram embora, ficamos apenas nós os meus pais, minha irmã com o namorado e a Carol com o Matt, estávamos arrumando as coisas, guardado e limpando tudo, meu pai nos ajudava, apesar de eu achar que ele estava ajudando mesmo sem ter forças para isso, ele estava com um aspecto doente, fraco, estava extremamente preocupada com ele, minha mãe não me disse que ele estava doente, fazia apenas um mês e pouco que eu não o via, não era possível ele ter ficado tão mais velho assim em menos de um mês sem ter nada acontecendo, vou esperar todos irem embora e vou conversar com ele. Terminei de limpar a mesa do bolo, mas não tirei os olhos do meu pai, vi suas pernas falharem e ele começar a tossir, ele caiu no chão e ali e ficou tossindo sem forças pra levantar, corri até o local onde ele estava caído.
- Pai, o que aconteceu? Você ta bem?
- Estou sim filha, foi só uma fraqueza repentina.
- Pai, não é só isso, você está pálido, e sua cara não está boa, vou te levar para o hospital agora.
- Não Lena, não precisa.
- Precisa sim.
- O que aconteceu? – Damon chegou apressado.
- Ele estava tossindo e ficou fraco e caiu, vamos levar ele pro hospital.
- Não...
- Não precisa terminar a frase, nós vamos para o hospital agora, e não adianta o senhor dizer que não.
Acabamos todos nós que ainda estávamos no salão indo para o hospital. Já no hospital os médicos o levaram para fazer vários exames, enquanto angustiados nós esperávamos na recepção, minha mãe estava com uma cara muito ruim, resolvi falar com ela, talvez ela já saiba o que meu pai tem.
- Mãe?
- Oi filha. – Seus olhos estavam lacrimejados.
- Você sabe o que o papai tem?
- Ele foi ao médico a um tempo atrás, mas não deixou que eu fosse junto com ele, e quando ele saiu do consultório ele me disse que estava com uma infecção e que logo ele ia melhorar com alguns remédios que o médico receitou, eu acreditei, só que percebi que esses remédios não estavam fazendo efeito e ele estava cada vez piorando mais, mas ele sempre insistia que estava melhor.
- Então você desconfia de que ele estava mentindo?
- Sim. Infelizmente.
Peguei as mãos da minha mãe e as segurei como se talvez eu pudesse mandar algum tipo de energia boa pra ela, dizendo que tudo ficaria bem, eu estou tentando dizer a mim mesma que tudo ficará bem, mas do jeito que vi meu pai, não fácil pensar que tudo está bem e ficara bem.
Depois de longas horas na sala de espera, um médico moreno e alto com aparência de ter mais ou menos uns 40 e poucos anos chamou o nome da minha mãe, nos levantamos e fomos na direção do médico.
- Então doutor, como está meu marido? – Eu fiquei ao lado da minha mãe.
- O estado dele é incurável, o câncer já se espalhou.
- Câncer? – Eu e minha mãe falamos juntas, o pavor em nossa voz era evidente.
- Ele não contou a vocês sobre a doença?
-Não. – Me mãe respondeu em um sussurro.
- A mais de um mês ele veio aqui e se consultou comigo, detectamos o câncer, mas seu estado já não era bom, e agora ele piorou ainda mais. Temos que dar tempo ao tempo agora. Não a nada a se fazer alem de dar alguns remédios tentando prolongar o inevitável.
- Dar tempo ao tempo? O que o senhor quer dizer com isso? – Perguntei ao médico, me recusava a acreditar naquilo que eu estava ouvindo. Não poderia ser verdade.
- Eu sinto muito. Fizemos tudo que era possível, mas agora, como eu disse antes, é dar tempo ao tempo.
Meu mundo desabou pelos meus pés, meu pai vai morrer? Isso mesmo? Não pode ser não pode, as lagrimas escorriam pelo meu rosto como cascata, minha mãe estava imóvel, provavelmente em choque, minhas pernas ficaram moles e eu estava caindo, senti os braço fortes do Damon e o abracei com toda força que me restava e chorei, não conseguia pensar, andar, falar ou fazer qualquer outra coisa, apenas chorei.
Notas finais
Mas sem isso não conseguiria dar um andamento legal pra fic, e ela viraria monótona "/
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