The Rake - Nunca Mais Volte A Dormir
3 Capítulo 2
Notas iniciais
- Bem,sim. Okay,para você também. — Ela desliga o telefone — Era o policial. — Informa Isabella — Ele disse que Sophia foi atropelada. Já estão verificando os idosos com carro,ele também disse que como Sophia não havia terminado o testamento a casa foi para seus pais,mas eles já estão ajeitando para ser sua.
- Eba — Digo — eu sei que isso é meio rápido mas, você poderia passar essa semana aqui comigo.
- Claro amor,tudo o que você quiser. — Diz ela me abraçando — Irei ligar para os meus pais para pedir para cancelar a entrevista!
- Entrevista?
- Sim,minha entrevista de trabalho. Te enviei pelo e-mail.
- Não,você não vai cancelar essa entrevista por mim,pode ir andando,amanhã você vai voltar para a cidade. Você não vai perder sua chance de trabalho por minha causa.
- Não se preocupe eles estão procurando profissionais e eu me formei faz menos de três meses. Eu não tenho chance. — Me informa ela.
- Você tem certeza? Não quero que perca uma chance de trabalho por causa de um namorado qualquer.
- E quem disse que você é um namorado qualquer? — Diz ela sorrindo — Eu vou me casar com você, espere e veja!
- Estou esperando — Digo a ela.
Nos vamos para a delegacia onde um policial nos acompanha.
- Encontramos o assassino. — Ele me informa.
- Assassino? Isso não é uma palavra meio forte? Ele provavelmente deve ser um velhinho. -Digo.
- Você não sabe de nada — Diz ele um pouco arrogante — Os velhos dessa cidade são mais agitados do que muito jovens. Entenda Ethan. — Ele fala meu nome com um estranho sotaque. — Sua vó era,como posso dizer? Namoradeira,sim,essa é a palavra perfeita. Namoradeira.
- Minha vó? Você tem certeza de que estamos falando da mesma pessoa? Sophia Adams? A velhinha de cabelo branco e sorriso bondoso?
- Sim,essa mesma. — Diz ele levando eu e Isabella para uma pequena sala — Ele estava namorando com o Peter,que é o acusado, quando Baker se interessou por ela. Decidida a ficar com o Baker ela se separou de Peter,sem se conformar ele pegou o carro do filho, que estava visitando ele no asilo, e a atropelou.
- Como vocês descobriram isso? — Pergunta Isabella. Eu estava mais preocupado tentando entender como um velhinho tinha atropelado minha amada avó.
- Simples,procuramos todos os idosos com carro na cidade e descobrimos que só tinha cinco,duas idosas que estavam prestes a morrer e três velhos que não conheciam ela. Então nos fomos para o asilo e vimos um carro ainda quente e amassado,e o resto é historia.
E o que antes era a raiva de perder um ente querido se transformou em pena ao entrar na sala onde o velho estava. Com um coluna torta e com todo o corpo suado,seu rosto era de desgosto,dava para perceber que ele estava arrependido.
- Bem... — Informa o delegado que estava sentado na mesa — Você pode escolher ou bota ele na justiça ou deixa ele preso aqui até morrer,ou seja, uns três meses. — Ele dá uma risada e olha para velho.
- Eu... Não tenho coragem de fazer isso,façam o que quiser... Mas punam ele. — Digo.
- Por favor,me perdoe. Eu estou muito arrependido. Me perdoe,por favor. Eu amava ela,amava não, amo.
- Se você amava ela. Você não a matava. — De repente,toda a minha raiva volta e eu grito. — Eu quero que você apodreça na cadeia.
Ele me dão alguns papeis dizendo que eu não ia processa-lo e que ele tinha sido perdoado ou algo do tipo. Nem ligo,só queria que ele morresse.
Ao chegar em casa me deparo com a janela do quarto de minha a vó aberta,nem ligo. Começo a tirar as roupas dela do guarda-roupa para poder doar.
- Quer comer o que? — Pergunta Isabella,lá da cozinha.
- Um sanduíche. Não estou com muita fome. — Informa a ela.
Após tirar todas as roupas do armário as boto em algumas sacolas e vou comer. Era oito e meia quando percebo que já estou com sono. Deixo a janela aberta,estava muito calor. Quando dá cerca de umas dez e meia acordo com a zoada de Isabella indo deitar. Ela não fecha a janela.
Ao acordar percebo que todas as portas e janelas estão aberta e a televisão está quase no máximo Saio da cama e percebo que Isa está deitada no sofá em uma posição fetal.
- O que foi amor? — Pergunto,indo abraçar ela. — O que aconteceu?
- E-eu vi uma pessoa nos observando.
- o que? — Grito
- Q-que dizer, não era uma pessoa,era algo.
- Como assim? — Pergunto com medo.
- Não sei,só sei que eu vou embora. Se eu ficar aqui aquilo vai me matar.
Notas finais
Por favor deixem review dizendo o que você gostou e o que você não gostou.
Qualquer erro de conexão ou ortográfico só avisar.
Até o próximo.
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