The Rager

7 Pontinhos ganhos... Alguns perdidos em segredo


Notas iniciais
Geeeente a fic ganhou a recomendação que eu pedi o// mto obrigada pra linda da rachelblack, amei sua recomendação gata! Então agradeçam a ela pq esse cap seria dividido em três, e graças a ela, aqui um BIG CAPITULO COM DEX!!! Boa Leitura!!! Leiam as notas finais

~DAMON~

Elena havia aproveitado que fui ao escritório pensar para sair, com certeza foi no apartamento e com certeza encontraria lá o pé rapado. Isso me deixou muito... possesso! Mas eu teria que ser, ou tentar ser, gentil com ela. Saquei o celular e liguei para Caroline.

– Oi meu amor! – disse ela ao atender.

– Já falei para que não me chamar assim. – rosnei. – Mas você esta muito bem na fita comigo, que belo show foi aquele no apartamento!

– Ah! Nem me fale, foi muito difícil convencer ele a ir beber comigo, depois de beber... Aquele cara é muito certinho, mas dei meu jeito. E a cena que ela viu, nada demais, ele estava muito grogue, consegui apenas tirar nossas roupas e meio que abusar dele... – disse rindo, ela era boa, quando a mandava fazer algo, ela fazia custe o que custar. – Depois fui embora e deixei um café para o bonitinho.

– Você merece um aumento Car! Serei muito generoso no seu decimo terceiro. – falei com a voz suave, Caroline deu uma risada safada.

– Sabe que não é isso que eu quero meu am... Dam! – ela conseguia ser sedutora quando queria.

– Me encontre no meu escritório aqui no meu apartamento em uma hora e resolveremos isso.

– Serio? Ok ok! Já vou indo Dam, ate! – revirei os olhos, ela ficava toda eufórica.

Fui ate meu banheiro e tomei um longo banho, me vesti, lanchei e fui ate o escritório, abri a pequena porta atrás da estante e entrei. O quarto todo em cinza e preto, escuro, com abajures ao lado da cama redonda com lenções de linho egípcio preto. Foi onde encontrei Caroline já amordaçada e com uma pequena lingerie preta. Tirei a camisa e a calça, ficando apenas de boxer preta, apertei meu membro tentando achar alguma empolgação. Car era linda, gostosa, toda perfeita, mas não era meu objeto de desejo no momento. Mas eu teria que faze-la minha novamente para que ela continuasse me ajudando, eu ainda não tinha Elena do jeito que eu queria.

A lancei um sorriso torto á ela e foi ate o armário que havia ali, peguei algumas correntes e um chicote. Olhei de relance para ela que parecia receosa.

Fui ate a cama e a deitei, ficando por cima dela. Enrolei a corrente ao redor de seu pulso fino e prendi com um cadeado na grade ao lado da cama.

– Como estou de bom humor com você, não amarrarei suas pernas, mas comporte-se, sim querida? – ela concordou com a cabeça.

Passei a salpicar pequeninos beijos com mordidas levemente fortes em sua barriga, suas coxas, logo arranquei sua calcinha e enfiei dois dedos em sua vagina, logo ela gemia como a vadia que era. Sem mais enrolação a penetrei com força, abri atrás seu sutiã e apertei forte seus seios, minutos depois a senti gozar, apertei sua bunda e a puxei para cima a fazendo ficar montada em mim. Ela se movia o mais rapidamente e consegui, já que estava presa. Gozei forte e a tirei de cima de mim, a soltei e tirei sua mordaça.

– Como senti sua falta! – ela disse vindo me abraçar, tentou me beijar, mas a afastei.

– Meus lábios pertencem a Elena. – ela bufou e se sentou do outro lado da cama.

– A sem graça. Fala serio, o que viu nela?

– O que você não tem. – respondi a fazendo ficar calada.

– Porque é assim? – pergunto ela receosa.

– Assim como?

– Frio, controlador, porque faz essas coisas na cama? Porque não pode ser um homem normal o qual me levaria ao seu quarto e faríamos amor apaixonadamente... – comecei a rir descontroladamente. — Pare de rir! – disse brava e seria, era uma graça vê-la assim.

– Já lhe falaram que o normal é chato doce Caroline? – falei sarcástico.

– Já vi que não vai falar. – revirou os olhos e lhe dei um tapa no rosto.

– Não revire esses olhinhos para mim, sabe que odeio!

– Desculpe. Mas como pretende fazer a em sal gostar do que gosta, ou ao menos tolerar?

– Garanto que logo logo ela estará dentro disso e nem perceberá. Não se preocupe, esta tudo planejado na minha cabeça, logo ela será tão grata e dependente a mim que não pensara em negar. Mas, por hora preciso que marque uma ginecologista/obstetra para Elena, amanha, sem falta. A melhor medica a cidade. – falei levantando e indo colocar a calça.

– Pera ai, calma! – disse se levantando e enrolando-se no lençol. – Ela ta gravida?!

– Sim, esta. – falei simplesmente.

– E você esta assim, calmo, como se nada tivesse acontecido... Obviamente não é seu, afinal dormiram juntos ontem.

– Bom, não, não é meu. Mas ela te que ver que quero cuidar dela e do bebe, tenho que impressiona-la. – coloquei a camisa e a fechei, fui ate a porta e a abri, logo dizendo á Caroline: — Tem dez minutos para se vestir, depois saia, acho que Elena logo voltara.

A campainha tocou e Elena me olhou com um sorriso tímido.

– Sabia que voltaria. – falei a puxando para dentro, a dei um selinho e fui buscar o presente que mandei comprar para ela. Ela me olhava curiosa e sorridente. Lhe entreguei a caixinha.

– O que é isso? – perguntou.

– Um presente, abra logo! – sabia que ganharia pontos com isso. Ela abriu e seus olhos se encheram de lagrimas.

– Oh meu Deus que coisa mais linda! – falou vendo os sapatinhos de crochê vermelhos.

– Ouvi falar que da sorte sair do hospital com o bebe usando um desses, quero que tenhamos sorte sempre. – falei dando de ombros. Ela arqueou a sobrancelha.

– Tenhamos? Tipo, nós? – perguntou.

– Sim, nos, e nosso bebe.

– Damon... Não é porque passamos a noite juntos que você é obrigado a ter algo comigo...

– Não sinto que sou, mas eu quero, Elena, e eu quero muito, acredite. Bom, eu também me dei a liberdade de marchar uma consulta para vermos o pequenino ai. Quero que essa criança também seja minha, por favor, me deixa cuidar de vocês. – dei um tom de suplica a minha voz.

– Sim, claro que sim Dam, mas... Tem o Stef, ele é o pai biológico, não posso exclui-lo, contei a ele hoje, ele também ficou muito feliz. – Porra! Forcei um sorriso e assenti. – Esse bebe terá dois pais, os dois melhores pais possíveis, sei que ele será muito amado.

– Pode ter certeza disso Lena. – falei e a puxei para um abraço, logo depois beijando seu pescoço e descendo por seu ombro, subindo novamente ate seus lábios. – Me deixa te amar Elena...

– Não sei se posso... – dei uma risadinha.

– Tomei a liberdade de perguntar sobre isso também, não tem problema algo. – ok, isso não era muito verdade, mas não tinha como ela saber.

– Dam, acho melhor na... – antes que ela falasse a calei com um beijo urgente segurando sua cabeça com força contra minha boca. – Dam, eu na...

– Vamos pequena, prometo que será inesquecível.

– Ok, mas eu... eu não quero com força, — falou vermelha. – gosto de delicadeza. – argh! Forcei um sorriso.

– E assim será amor.

A puxei ate o quarto, nunca dando a chance dela argumentar. Logo tirei seu vestido leve, ela vestia um conjunto bege de lingerie, aquilo na verdade nem poderia ser chamado de lingerie. Teria que fazer compras para ela logo. Tirei minha roupa juntamente e sentei na cama, fazendo-a sentar entre minhas pernas de costas para mim, eu precisava fazer com que fosse bom para que ela não me odiasse. Mesmo sem muita paciência para preliminares, tirei sua calcinha se seu sutiã e deixando nua.

– Damon, o que você...

– Confia em mim princesa, confia. – falei rouco em seu ouvido, ela logo assentiu.

Comecei a fazer rápidos e precisos movimentos circulares em seu clitóris, ela gemeu e apertou meu braço, tentou tirar minha mão dali. Por mais que ela tivesse vergonha eu sabia o quanto ela estava gostando, a sentia cada vez mais melada em meus dedos. Elena ficou tenta contra meu peito e tombou a cabeça para traz e pequenos gemidos sôfregos escaparam de seus lábios. Seu rosto estava vermelho e ela já começava a suar, mordi forte seu pescoço e dei um chupão forte, uma de minhas mãos, a que estava livre, levei ao seu seio e comecei a estimula-lo também. Percebi que ela estava a beira do precipício. Ela gozou forte em meus dedos, continuei com os movimentos e logo ela veio de novo. Sorri e dei uma folga a ela que agora com certeza estava pronta para mim.

A joguei contra a cama e estoquei forte e preciso, Lena deu um grito de surpresa. Tentei ir mais devagar e tentar ser delicado, mas era impossível. Ela me tirava do serio de um jeito que nenhuma mulher jamais fez antes.

– Elena... aaaaah... – gemi em seu pescoço, ela apenas segurava forte minhas costas e mordia os lábios para não gemer alto, apenas alguns escapavam. Logo gozei e me joguei em cima dela, puxei seu rosto para mim e a dei um longo beijo.

Notas finais
Então espero muuuitos comentários, e gente colocando a fic nos favoritos hein, mto pouco... Talvez mais uma recomendação... me deixaria tão feliz que eu faria um cap bombástico! Já to com ideias aq hein... Vai depender de vcs! #spoiler: Teremos um especial de natal, nunca fiz um, então nessa fic vo faze.