The Race Against Time
1 Marshall
Notas iniciais
Bem, aqui nesse primeiro capitulo, vai ser no POV do Marshall. A história vai se desenvolver com POVs.
Informações:
Marshall Stinson -> http://www3.images.coolspotters.com/photos/1076491/freddie-highmore-profile.jpg
Lindsay Agron -> http://cdn.fstatic.com/public/artists/avatar/2013/01/thumbs/lucy-hale_a83185_png_640x480_upscale_q90.jpg
Tom Munson ->
http://img3.wikia.nocookie.net/__cb20130626194702/onedirection/images/2/2c/Niallhoran.png
Enjoy.
Era mais uma tarde quando Marshall estava sentado próximo ao lago que ficava nos fundos da escola. O sol ia se pondo atrás das montanhas e plantações e o céu deixando o azul claro para o típico laranja do pôr do sol. Marshall sempre ficava ali quando discutia com sua namorada, Lindsay. Os dois estão no mesmo ano, mas em casas distintas sendo Marshall corvino e Lindsay lufina.
Marshall estava com os braços sobre os joelhos dobrados. Estava de cabeça baixa, talvez pensando na briga em que tivera. No local se ouve passos no gramado atrás do garoto. Era Tom, seu melhor amigo.
— Qual é, cara? Ah, já entendi. Brigou com ela de novo, né? – mencionou Tom que ficou sentado no chão ao lado de Marshall assistindo ao por do sol.
— Onde você esteve, Tom? – perguntou Marshall.
— Ah, eu estava atrás de você, mas Pirraça me parou no meio do corredor jogando em mim um balde de poeira, então tive que me limpar.
Tom era da mesma casa que Marshall e do mesmo ano. Foi ele que apresentou Lindsay para Marshall quando estavam no quarto ano, agora estão no quinto ano.
— Pirraça, o poltergeist. Sempre aprontando com os alunos que estão de bobeira. – disse Marshall
— Mas eu não tava de bobeira, Marshall! Eu tava atrás de você – Tom exclamou.
— Por isso. Você estava de bobeira atrás de mim.
—Ah ok. Só não vou ficar bravo porque sei que você acabou de discutir.
Eles ficaram conversando até notarem que já estão exausto o suficiente para ficarem trocando ideias e resolveram jantar no Grande Salão.
Ao atravessarem a grande porta, contemplaram o quão grandioso e belo era. Um espaço luminoso pelas velas que pairavam no ar. O teto enfeitiçado retratando o céu lá fora com suas constelações. De longe, Marshall percebeu que Lindsay já estava na mesa da Lufa-Lufa jantando. Tom acompanhou Marshall até a mesa da Corvinal onde começaram a jantar.
— Então quer dizer que você, Marshall Stinson, discutiu com a Lindsay por causa de uma coisa que ela não quis te mostrar? – começou Tom voltando no assunto da discussão.
— Sim, mas...
— E que coisa era essa? – Tom interrompeu.
— Eu não sei. Você acabou de falar que ela não quis me mostrar e ainda pergunta.
— Ah... Você é difícil de entender.
— Eu é que tenho direito de falar isso, a”TOM”entado.
Depois de se encrencarem, começaram a comer. Tom que estava do outro lado da mesa, virado de frente pra mesa da Lufa-Lufa viu que Lindsay vinha em direção de Marshall.
— Olha quem vem atrás de você – Tom falou apontando o dedo para Lindsay
— Tinha que ser o estraga surpresa – acusou Lindsay.
Estraga surpresa. Fora esse título que Tom ganhou da Lindsay depois que contou tudo para Marshall sobre a festa de aniversário que ela estava preparando para o 14º aniversário dele.
— O que eu fiz? Só estava apontando para uma estrela cadente que vi no teto – Tom tentou se defender.
— Não me diga – respondeu Lindsay.
— Tá bom. Já chega, já chega – interferiu Marshall – Resolveu me procurar? – Marshall perguntou à namorada.
— Não começa. Bom, vim atrás de você, pois resolvi te mostrar o tal objeto.
— Já vi que tem hoje – falou Tom pra si mesmo.
— Ok. E onde tá ele? – Marshall questionou.
— No salão comunal da Lufa-Lufa, então vocês vêm comigo?
***
Marshall e Tom ficaram esperando perto da cozinha da escola enquanto Lindsay ia buscar o objeto.
— Esse lugar me dá medo – expressou Tom.
— Fica quieto – repreendeu Marshall.
O local era escuro e frio, pois ficava no subterrâneo. Na entrada da comunal estava representada a natureza morta em pintura. Depois de alguns minutos, Lindsay abre a porta e sai em direção dos meninos.
— Galera, o medalhão sumiu – diz ela desesperada.
— Medalhão? – Marshall se surpreende – Pensei que fosse uma coisa mais valiosa.
— Não é um medalhão qualquer. É mágico. Eu marco as horas, todas elas. Nem tenho que correr mais que o sol. Meu valor está avaliado por aquilo que você fizer. É o que está escrito nele.
— É um vira-tempo! – exclamou Tom.
— Um o quê? – Disseram Lindsay e Marshall em uma voz.
— Vira-tempo. É um objeto muito valioso.
— Mas serve pra quê?
— Ele volta no tempo. Existem vários casos curiosos sobre bruxos que usaram. Tem de uma velha que ficou presa no tempo por cinco dias. Quando ela voltou o corpo dela tinha envelhecido cinco séculos. Morreu alguns dias depois. – Tom explicou.
— E como você sabe de tudo isso? – perguntou Marshall, admirado.
— Simplesmente sei. Meus pais são do Ministério e eles trabalham com as leis. Eu os ouvi falando sobre isso.
— Interessante – admirou Lindsay.
— Mas espera aí – pensou Marshall – onde você encontrou esse negócio do tempo, Lindsay?
— Verdade, eu não disse. Eu estava passando o tempo no Corujal vendo as corujas e tudo mais e foi que encontrei só a corrente no meio do poleiro de uma das corujas. Não sei de quem ela pertence. Peguei o vira-tempo e escondi no meu casaco e voltei para o castelo. – explicou.
— Seja o que for, o objeto deve estar em mãos erradas em uma hora dessas – disse Marshall.
— E só pode ser alguém da sua casa, Lindsay – Tom disse.
— Então... Iremos atrás do medalhão amanhã, pois essa hora a maioria dos alunos já estão dentro das comunais – sugeriu Marshall.
Todos foram dormir. Um grande dia os esperava.
Notas finais
Por favor, comentem... Preciso ver se posso continuar ou não
Podem sugerir também.
Obg. ;)
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