Notas iniciais
acabei de escrever o segundo cap. espero que gostem... Não é nada de mais, mas acho que vai agradar.

Oliver estava na moto. Ele ia à frente do carro onde estavam Diggle e Roy, mostrando o caminho. Felicity estava na caverna monitorando a movimentação deles pelos computadores, ela pergunta através do comunicador: — Oliver, onde foi que você conseguiu o endereço desse cara mesmo?

– Eu já disse, fiz uma ligação. – Fala Oliver enquanto faz uma curva bem fechada.

– Uma ligação? Para quem? Nem mesmo a A.R.G.U.S. tinha informações sobre ele.

– Não importa.

– Felicity. Alguma coisa sobre a nossa mais nova amiga? – Pergunta Diggle mudando de assunto pois ele havia percebido que Oliver não estava a fim de contar como conseguiu o endereço.

– Capuz e capa preta? Flechas e espadas? Nada ainda. A forma como ela escolhe as vitimas é muito estranha, não estou conseguindo achar um padrão.

Oliver começa a diminuir a velocidade e para em frente a um prédio de pelo menos uns dez andares.

– Nós chegamos, ele esta neste hotel. – Oliver fala se virando na direção de Diggle e Roy que saiam do carro, enquanto ele tira o capacete. – Ramiro Cortes não é um traficante comum, eu quero vocês dois lá em cima no heliporto caso ele queira fugir. É perigoso demais, então eu vou entrar sozinho.

– O cara trafica armas e drogas, como ele pode ser tão perigoso? – Pergunta Roy.

– Ele não trafica apenas drogas e armas, ele também trafica informação. E é altamente trainado, então eu vou sozinho, vocês ficam lá em cima.

– Informação? – Indaga Roy confuso, ele e Diggle sobem as escadas até o heliporto. Quando se afastam um pouco Roy vira para Diggle e pergunta. – Como é que se trafica informação. – Diggle se limita a olhar para Roy com cara de “é um idiota”.

Oliver esperou tempo o suficiente para que Diggle e Roy chegassem lá em cima e então começou a subir os lances de escadas até o quarto em que Ramiro Cortes estava hospedado. Quando chega ele encontra a porta entreaberta e um desesperado Ramiro Cortes fazendo as malas apressadamente.

– Ramiro Cortes você desapontou esta cidade.

Ramiro da um pulo assustado e olha na direção de onde estava vindo a voz. Ele vê um arqueiro encapuzado apontando uma flecha para ele.

– Você é o menor dos meus problemas, amigo.

– Sabe quem eu sou?

– O vigilante de Starling City. Já ouvi falar de você.

– Não. Eu sou Oliver Queen. – Fala enquanto tira o capuz. Do outro lado do comunicador Felicity pergunta confusa: “Oliver o que você esta fazendo?” – A informação que você tem deve ser muito valiosa para estar fugindo desse jeito.

– Valiosa não, desejada. Como eu disse Oliver Queen, você é o menor dos meus problemas. Tenho que subir, um helicóptero vem me buscar a qualquer momento.

Ele sobe as escadas correndo. Oliver coloca o capuz de volta e vai atrás dele. Quando eles chegam ao heliporto Arsenal já esta com o arco de prontidão e do outro lado Diggle esta com uma arma em mãos.

– Vocês não precisam mais se preocupar comigo na sua cidade, eu já estou indo antes que... Haa – Uma flecha bem pequena acerta o olho de Ramiro que começa a sangrar. O helicóptero que estava baixando com uma escada começa a subir rapidamente. – Desgraçados! Não podem me deixar aqui a mercê dela...

Uma garota vestida com uma calça de couro; uma blusa, que lembrava aquelas usadas pelas dançarinas da dança do ventre; um capuz e uma capa preta e que tinha uma espada em mãos e uma aljava de flechas nas costas. Ela plana pelo ar com a capa esvoaçando atrás de si, provavelmente tinha saltado de um dos prédios ao redor. Cai agachada e rapidamente se levanta na direção de Ramiro.

– Ramiro Cortes. Você tem algo que eu quero...

Notas finais
Espero que tenham gostado e aguardo os comentários.