The Queen - Interativa

6 Capítulo VI: The Prince II, The Diva and The Gardner


Notas iniciais
Ok, só uma (talvez duas) conheceram o Alphonse, mas eu percebi que ele só poderia falar com elas pela manhã. Ok.

The Prince

Mary não o deixou comer doces antes do jantar.

Sempre que ficava nervoso, Alphonse comia doces. Isso era um fato conhecido para sua melhor amiga (e, sem que ele soubesse, Sebastian Leger). Então por que ela não o deixava comer os doces? Para ter apetite para o jantar? O Príncipe não tinha certeza do motivo de estar nervoso afinal, ele só iria conhecer trinta e cinco garotas das quais uma provavelmente viraria sua esposa. Sinceramente, se fosse por ele, já teria se casado com Princesa Malaya, mas seus pais e sua Tia Marlee o alertaram de levar a Seleção de pouco a pouco, talvez ele pudesse não gostar dela.

Alphonse sabia que não iria gostar dela, afinal, levou dez anos de se conhecerem para ele admitir que gostava de Mary e treze anos para admitir que Sebastian era meio que seu amigo. Nunca iria conseguir gostar (muito menos se apaixonar) por uma garota que ele conheceu por menos de dois anos. Era mais fácil ele admitir que estava apaixonado por Mary e pedi-la em casamento. Mas sabia que a tradição não permitiria, afinal, ela não era uma Selecionada e ele também sabia que agradar o povo era mais importante do que qualquer sentimento idiota que ele possa ter pela Woodwork.

Não era hora para pensar em coisas como essas. Ele se lembrou, olhando-s no espelho para ter certeza de que não havia nada de errado com sua roupa.

– A-Al? – A voz de Mary o chamou, enquanto ela entrava no quarto. Sentiu uma onda de nostalgia inundar seu peita, lembrando-se de sua festa de aniversário. Será que, quando se casasse, Mary ainda teria permissão para entrar em seu quarto assim? – Você está pronto? Todas as Selecionadas já estão lá.

– Estou sim, Mary. – Respondeu, a admirando. Sua roupa de empregada, seus cabelos loiros olhos castanhos. Eram tão familiares. Ele estava pronto para desistir da familiaridade de seu quarto e viajar para o Japão por semanas, mas não tinha certeza se estava pronto para desistir da familiaridade que Mary o oferecia. – Você já falou com alguma delas?

– S-sim, eu acho que já falei com todas... Vo-você está bem, Al? – Mary questionou, percebendo que ele parecia estar agindo estranhamente.

– Eu não entendo como meus pais querem que eu tenha uma relação com alguém que eu ainda nem conheço. – Os aspectos políticos da Seleção? Alphonse Schreave tinha os decorado. Mas os aspectos emocionais? Eram umas das poucas coisas que não entendia. Geralmente não se incomodava com coisas do gênero, mas aquilo era o casamento dele. Era estranho. – Como eu posso fazer coisa... Romântica... Com alguém que nunca vi antes na minha vida? Andar de mãos dadas? Ir em encontros? Dar meu primeiro bei...?

A fala do rapaz foi interrompida quando sentiu algo macio em seus lábios escuras vista ficou obscura com cabelos loiros fofos. Antes que pudesse assimilar o que havia acontecido, Mary havia se afastado, seu rosto tão vermelho que ele podia sentir o calor mesmo com a grande distância que a loira havia posto entre eles.

– P-pronto, a-agora não pre-precisa se preocupar... Vo-você já de-deu seu pri-primeiro be-beijo... Es-espero que se sin-sinta me-melhor... Não su-suporto ver vo-voê desse jei-jeito. – Mary falou enquanto se dirigiu para a porta. – A-agora, sem ner-nervosismo... Esse não é o A-alphonse que e-eu conheço...

Após isso, mas estava com o rosto mais vermelho que tomate e fechou a porta, seus passos desastrados sendo ouvidos por Alphonse. Até o som de vidro quebrando e um "me des-desculpe" familiar foram ouvidos por Alphonse, mas ele não conseguia prestar atenção em mais nada, ainda sentia os suaves lábios de Mary tocando os seus, lembrou-se do que ela falou e do pequeno sorriso desajeitado que lhe dera quando saiu.

Alphonse sorriu também, não percebendo que também estava corando.

...

Ele deveria estar radiando de felicidade quando entrou na sala de jantar, pois seus pais lhe deram sorrisos brilhantes e os empregados o olharam surpresos; menos Mary que servia os pãezinhos. Assim que lhe viu, ela derrubou alguns pães em cima de uma Selecionada – Anna Trynn, ele tinha quase certeza – que apenas sorriu e escondeu-os em alguns guardanapos. Alphonse decidiu que Anna ainda não estava na lista de eliminadas.

Deu um beijo no rosto de sua mãe, cujo sorriso aumentou ainda mais e sorriu para seu pai, que parecia extremamente orgulhoso do filho. Se curvou paraAcenou e sorriu para as Selecionadas. Algumas coraram , outras sorriram, umas o olharam suspeito (principalmente uma que ele reconhecerá como Artemis Dorothy Fowl. Ele parecia tão infeliz na TV que o ver sorrir era suspeito?) e uma acenou de volta (naquela hora decidiu, em sua névoa de felicidade, que Everleight Jayden também não era uma pessoa ruim).

– Boa noite, senhoritas, desculpe pela demora. – Até para si mesmo sua voz saiu estranha, mas decidiu não pensar nisso; estava feliz demais para se importar. – Espero que estejam gostando de sua comida! Deve ter sido muito cansativo, toda essa viagem... Eu sei que pra mim foi!

Alphonse viu o Rajá Sahaj sorrir confiante para sua filha que estava sentada com as outras Selecionadas. O Schreave se acalmou um pouco de sua animação, afinal, lembrou-se que sua Seleção havia acabado de começar e que a Princesa da Nova Índia estava nela. Qualquer coisa que falaria com Mary teria que ficar para depois. Forçou habilidosamente mais um sorriso e começou a comer, não querendo olhar para cima novamente.

...

Depois do jantar, Alphonse queria evitar Mary e as Selecionadas, mas não pôde evitar em sentir-se com sorte quando encontrou a Princesa Malaya, parecendo um pouco perdida no corredor. Tinha que admitir que a escolheria o mais rápido o possível se pudesse, mas seus pais queriam que ele fizesse um show para o país. Como se reinar bem não importasse mais que isso, O Príncipe pensou enquanto se dirigia à indiana.

– Senhorita Malaya, está perdida? – Alphonse podia jurar que as vezes sua “versão” cavalheira soava assustadoramente como Sebastian, mas não podia evitar.

– Oh, Príncipe Alphonse. – Não parecia surpresa ou envergonhada, apenas lhe dera um pequeno sorriso e se curvara um pouco, o que ele retribuiu. – Creio que sim, eu estou perdida. Importa-se de mostrar-me onde fica meu quarto? Se o senhor souber, é claro.

– Não perdoaria à mim mesmo se não soubesse, Senhorita. – Ele sorriu e estendeu seu braço. Malaya o aceitou de modo contente e os dois começaram a caminhar. – Então, Senhorita, o que está achando de Illéa?

– Estou achando maravilhosa e, por favor, me chame de Malaya. Se vamos... – Seu rosto formou uma careta que desapareceu em questão de segundos, mas Alphonse já havia entendido. Era sucessora do trono, provavelmente não queria se casar com um príncipe do exterior. –... Nos conhecer melhor. Gostaria de saber mais sobre você. Do que gosta?

– Então me chame de Alphonse também. – Ele realmente soava assustadoramente como Sebastian. – Gosto de ler sobre geopolítica, ir à reuniões com meu pai e treinar para ser o próximo rei. E você, Malaya? – Ele questionou e ela o encarou de modo estranho.

– Por favor, Alphonse, continue. Não pode ser apenas isso. – A Princesa insistiu.

– Não, tenho certeza que é só isso.

– Mas, você não gosta de mais nada? Tudo o que mencionou... Se enquadra no treinamento para ser rei. – Alphonse não entendia em qual ponto ela queria chegar. – Não gosta de mais nada sem relação à isso?

– Meu povo é minha vida, Princesa Malaya. – O rapaz sabia que o que sairia de sua boca seria um sermão, por isso não gostaria de ser informal com ela. – Seria irresponsável de mim ocupar meu tempo com algo além do meu treinamento para ser o melhor do que lhes posso oferecer.

Você acabou de me chamar de irresponsável? – Malaya perguntou, sua face não mudando, mas seu tom gélido. A face imutável de Alphonse respondeu sua pergunta. – Entendo... – Ela murmurou, se virando da porta do quarto onde haviam chegado e indo na direção de onde havia vindo. – Eu vou dar uma volta no jardim.

– Irá se perder novamente, Senhorita.

– Eu já sei onde está o meu quarto. E, além do mais, vou fazer algo que eu gosto. – Respondeu friamente, não virando sua cabeça para falar com o mesmo. – Você é tão frio... Por quê?

Isso era uma pergunta pela qual ele não tinha resposta.

The Diva

Sinceramente, Valquíria não estava espiando de propósito.

Seu quarto era do lado do quarto da Princesa Malaya e chagara de sua discussão com Beatrice logo na hora em que os dois da realeza discutiam. Valquíria sentia-se contente que os dois não se deram bem logo no começo, afinal, se conseguissem se dar bem ela sabia que a Seleção estaria prontamente acabada. Mas não gostara do modo que o Príncipe agira.

Valquíria podia ser muitas coisas, mas não era uma hipócrita (pelo menos achava que não) e sabia que não tinha direito de reclamar sobre a atitude do rapaz quando sua própria não era das melhores. Ao contrario do que todas as outras pareciam pensar, ela sabia sim o que fazia, mas essa era sua natureza. Não era porque reconhecia que era uma pessoa meio ruim que iria simplesmente parar. Não é assim que as coisas funcionavam. Também não estava com pena de Malaya, afinal, ela era uma princesa da Nova Índia. Se não ganhasse a Seleção ainda seria uma rainha, o que deixava tudo mais injusto.

A atitude do Príncipe Alphonse a lembrava muito de sua tia, Narcisa. Infelizmente, Valquíria podia reconhecer que talvez seu relacionamento com o Schreave pudesse ser parecido com o de sua tia, de certo modo. Não conseguia negar que era conformada demais, as vezes sentia-se submissa, e não conseguiria responder tão rápido quanto a Princesa Malaya. Mas estava tentando melhorar nisso, realmente estava. Tinha que ter certeza que essa Seleção durasse o quanto que possível. Agora, tinha coisas mais importantes para fazer.

A Empregada-Chefe, Senhorita Mary Woodwork, uma garota tímida com bochechas rosada, tinha lhes avisado que dividiriam o quarto com outras Selecionadas na esperança que isso diminuísse as brigas. Muitas protestaram, mas a Rainha América, que aparecera de repente, deu suporte para a Woodwork e nenhuma delas pôde discordar. Então, Valquíria teve quase certeza que sua colega de quarto estava no, bem, quarto.

– Olá. – Valquíria falara enquanto abrira a porta e se controlou para seu queixo não cair quando vira quem estava sentada na cama. – Você é Helena Roux Bertrand.

– E você é Valquíria Blanco, não? Lembro-me de ter visto sua foto na televisão. – Helena sorriu sentada na cama perto da janela. – Não se importa se eu ficar com a cama da janela, não é? Sinto-me desconfortável entre a parede e o quarto.

– Não, claro, pode ficar. – A Blanco realmente gostaria de ficar perto da janela e desenhar o céu noturno toda noite até ficar perfeito, mas Helena a podia de um jeito que se sentiria a vilã se não deixasse que a atriz ficasse com a cama. – Se importa se eu colocar minhas pinturas pelo quarto? Eu adoro pintar e elas precisam secar à noite.

– Claro! Afinal, é uma decoração bem temporária. – A Bertrand deu um sorriso brilhante que fez a garota nem entender as implicações do que havia dito.

– Ótimo! Obrigada! – Exclamou, retirando seus cadernos de desenho e telas em branco para colocar no armário. – Eu estou trabalhando em algumas pinturas para um projeto daquela estória de um monstro, seu marido e filha...

Azami no Kagerou (A Névoa de Calor de Azami)! Eu sempre ouvi essa estória quando eu era pequena! Gostaria de participar da versão em filme, mas ainda não estão procurando nem a Shion e nem a Mary. – Helena falou rapidamente, um sorriso diferente do anterior brilhando em seu rosto e seus olhos brilhando enquanto mencionava que queria fazer o papel da filha ou neta do monstro. – Estão procurando as pessoas perfeitas. Estão tão desesperados que estão contratando pessoas das Castas abaixo de Dois para fazerem os papéis!

– Eu sei! Estou tão animada! Queria fazer a Shion adolescente. – Valquíria falou sonhadora enquanto olhava para um desenho que fizera da mesma, seus cabelos brancos e olhos vermelhos a encarando e uma parte da letra de sua música, Gunjou Rain, escrita na barra. – Eu odiei o ontem, odiei o mundo. – Cantarolou a letra.

Mas sei que mudei e posso amanhar o amanhã. – Helena cantarolou de volta e as duas começaram a falar sobre Azami no Kagerou até altas horas da noite.

Nenhuma delas percebeu que sentia-se mais leve do que nunca.

The Gardner

Beatrice queria ter ficado com Jadelyn, sua prima, como colega de quarto; mas não teve tanta sorte. Então, acabou encarando Victoria Liddel enquanto a mesma estava sentada na sua cama, nem sequer a encarando e escrevendo em um caderno, murmurando algo sobre “pestinhas” e “substituto incompetente”. Então, se remexeu desconfortavelmente e tentou formar uma conversa.

– Hum, olá, eu sou a Beatrice. – Falou desajeitada e Victoria nem olhou oara sua direção. – Então, Victoria...

– É Eleonor, me chame de Eleonor, Ellie, Vic ou até Vivi... Mas nada de Victoria. – Levantou sua cabeça e encarou a mesma. – Eu estou ocupada fazendo um plano de aula para a minha substituta. Eu dou aulas. Ela não dá as aulas tão bem quanto eu.

– Certo... – Beatrice falou irritada. Eleonor também não precisara ser tão grossa com ela. – Eu vou dar uma volta, já volto.

– Você vai se acostumar em breve. – A Liddel falou, sem levantar a cabeça dessa vez. Aparentemente, percebera o que a garota estava fazendo. No momento, Beatrice não se importava.

Beatrice se restringiu para não pisar forte enquanto saia do quarto, não queria mostrar que estava irritada. A Selecionada caminhou um pouco, procurando o jardim. Sempre sentia-se em paz naquele lugar, era uma jardineira, então assumira que isso era normal para ela. Olhava por todos os lugares até perceber que não sabia exatamente onde estava. Estava perdida. Se encostou na parede até perceber que outra Selecionada vinha em sua direção, talvez ela pudesse ajudar.

– Olá! Eu sou Beatrice Ward! Poderia me ajudar? – Questionou tudo rapidamente, antes que ela perdesse o interesse. Para sua surpresa, a garota sorriu.

– Claro que adoraria lhe ajudar! – Falou alegremente com um sorriso. – Eu me chamo Leona James Carlini!

– Oh, bom, então pode me levar para os quartos? – Perguntou esperançosa.

– Gostaria, mas eu também estou perdida. – A Ward sentiu vontade de chorar, tinha simplesmente tanta má sorte. – Desculpe por lhe dar esperança, não pude evitar, sou meio besta mesmo. – Bateu em sua cabeça com um sorriso desajeitado e a outra garota sorriu um pouco.

– Tudo bem, podemos procurar juntar. Afinal, o que está fazendo aqui fora? – Falou e sentiu-se horrível por tudo o que falar ser uma pergunta.

– Oh, depois que todas vocês rudemente deixaram a Senhorita Mary sozinha na sala por sua raiva infantil por não terem quartos sozinhas o que quer dizer que está escondendo alguma coisa; eu fui ajudá-la a levar suas coisas para o quarto porque eram muitas. – Beatrice ficou surpresa com a facilidade que Leona falavam aquelas rudes verdade e sentiu-se arrependida por ter deixado Senhorita Woodwork sozinha. – Depois, ela me disse quem era minha colega de quarto. Senhorita Mary ia falar pra vocês também, mas foram infantis e foram embora. Então, eu estava procurando minha colega de quarto, Princesa Malaya, mas me perdi.

– Oh. – A Ward sentia-se envergonhada por tudo o que Leona falara e se perguntava o motivo de conhecer tantas pessoas irritantemente honestas no mesmo dia. – Entendo.

– Deveria sentir-se envergonhada mesmo, não é culpa de Senhorita Mary. Ela não pôde fazer nada, sério. – Sua expressão se tornara séria e sombria. – Espero que nenhuma das outras tentem tocar nela. É uma pessoa muito legal, eu gosto dela.

– Eu sei. – Beatrice falou. Não estava irritada com Senhorita Woodwork, ela só seguia ordens, mas ter que passar tanto tempo com Eleonor Liddel algum dia a deixaria louca.

As duas continuaram caminhando, com Leona falando mais que a outra. Ela comentava sobre a versão cinematográfica de Azami no Kagerou, um conto asiático, que seria produzido em Illéa com atores do próprio país. Ela falava sobre como seu personagem favorito era “Seto” porque ele era um verdadeiro herói e que gostaria de ver o ator que lhe interpretaria e em como adorava Shounen Brave (Menino Valente), a música do personagem. Beatrice estava meio interessada do que a mesma falava, mas sua personagem favorita era Mary Kozakura, então as partes mais interessantes para ela seriam a partir do segundo refrão.

Finalmente, as duas chegaram ao jardim e tremeram ao sentir o vento frio encostar-se a seu rosto. O lugar era muito bonito, Beatrice tinha que admitir, era cheio de flores coloridas, arbustos verdes e árvores altas, assim como algumas lâmpadas que iluminavam as estradas de pedra em meio à grama. O que mais lhes chamou atenção foram o casal sentado no banco de madeira. Era a Princesa Malaya e um rapaz que elas não conheciam.

– E ele simplesmente não me deu nenhuma resposta! – A Princesa falou exasperada e o rapaz de cabelos negros e olhos azuis assentiu.

– Eu entendo... Vivi aqui minha vida toda e ele não é tão ruim quando pensa. O Príncipe é uma pessoa muito boa. – O rapaz falou com um sorriso e as outras duas coraram ao perceber o quão lindo ele ficava com o sorriso.

– Você também é uma boa pessoa, Sebastian, a melhor que eu já conheci em Illéa. – A indiana falou de volta, com um sorriso doce. Ele apenas sorriu de volta.

– Então você tem que conhecer mesma a Mary! Ela é maravilhosa. – Ele falou e ela deu uma risadinha. – Agora, Senhorita, você tem que ir para seu quarto.

– Hum, com licença? Estamos perdidas. Poderia nos levar para o nosso quarto? – Antes que Beatrice percebesse, estava ao lado deles no banco com Leona, que fizera a pergunta. Nenhum dos dois parecia assustado e o rapaz, Sebastian, sorriu.

– Claro! Espero que decorem, mas, se precisaram, Mary Woodwokr pode lhes dar uma mapa do castelo. – Sebastian falou com um sorriso, as levando pelos corredores que eram vagamente familiares para a Ward. – Boa noite, Senhoritas.

– Quem era ele, Princesa? – Leona questionou sem hesitar, entrando no quarto juntamente com Malaya enquanto Beatrice enrolava para não entrar no quarto.

– Apenas um guarda muito gentil. – A Princesa respondeu, rapidamente entrando no quarto. Aquilo nas bochechas dela queria dizer que estava corando?

Wow, ele devia ser bem gentil mesmo, Beatrice deduziu, entrando em seu quarto.

Notas finais
... Sebastian, pare de ser tão maravilhoso e reconfortar tantas meninas. Eu postei um One-shot orginal! Se quiserem, podem dar uma olhada! É sobre princesas~ "Azami no Kagerou" é como um nome versão "The Queen" para Kagerou Project. Tudo pertence à Jin. E, sim, esse filme vai fazer parte do enredo. Próximo capítulo: A Resposta Transparente e Mesmas Conversas I (The Prince and The Thoughtful One). O próximo capítulo é mio importante para o enredo, tipo, um sub-enredo.