The Purge: Anarquia
1 Prólogo
Notas iniciais
O que acha? Sua opinião é importante!Se possível comente para saber se têm gostado! Bjs e boa leitura.
May, Chris, Harry, Leo, Cali, Eva, Shane e Liz são oito pessoas comuns e desconhecidas entre si, até o soar da sirene no dia 21 de março de 2023, que, por diversos motivos, acabam passando cerca de onze horas juntos, as horas mais inesquecíveis e agitadas de suas vidas.
Para entender o existir da sirene, a data e o que motivou o encontro destas pessoas, precisa entender o início de tudo: a lei.
Bem, num futuro próximo, exato 2023, Estados Unidos da América é um lugar maravilhoso para se viver. As taxas de pobreza, criminalidade e violência estão mais baixas do que nunca. A economia floresce, as ruas estão limpas e o cidadão comum pode comprar o que quiser.
Tudo graças a uma lei aprovada pelo governo, chamada Noite do Expurgo, que prevê que uma vez por ano haverá um espaço de doze horas onde as pessoas podem dar vazão aos seus instintos, frustrações e rixas pessoais, matando, roubando, incendiando, torturando e estuprando ao seu bel prazer.
Além disso, apenas os ricos podem pagar por equipamentos de proteção mais sofisticados, fazendo a Noite do Crime ficar restrita à matança dos pobres pelos ricos, enquanto fortalece a indústria de armas.
Contudo, policiais não estarão nas ruas, os hospitais não estarão funcionando, e reinará o caos. Só depois dessas doze horas, os serviços de emergência voltam às ruas para limpar a bagunça, e a paz volta a reinar.
Segundo os pais fundadores, ou seja, os criadores dessa nova América, isto é uma forma de os humanos liberarem seus instintos assassinos e transgressores.
E é por causa desta violência institucionalizada, que o nível de ocorrências policiais baixou, e a sociedade vive em perfeita harmonia durante 364 dias do ano, sendo o dia faltante, 21 de março, o dia da purificação.
Resumindo, a lei do Expurgo sugere que o grande pecado dos americanos não está em suas pulsões assassinas, que fariam parte de todo o ser humano, mas no fato de não torná-las concretas.
Agora que sabe a história, para você, que critica essa lei e a noite de crime, o governo tem apenas uma pergunta:
"Se todos têm direito ao porte de armas, por que não ter o direito de usá-las à vontade, pelo menos um dia?"
Fale com o autor