Notas iniciais
Oi Minna-San... Demorou mas postei, minhas costas estão me matando e nem revisei o capitulo. Estava desejosa de o postar, então qualquer erro que encontrem por favor me avisem. Muito obrigada pelo apoio gente *3* Acho que não preciso falar mas... Esse capitulo é dedicado a todos os leitores! Mesmo aos fantasmas ahah Bom, espero que gostem e que tenham uma óptima leitura! Beijos Choko

Maia e Sousuke suspiraram em sintonia ao mesmo tempo em que olhavam fixamente a porta onde o pai deles havia desaparecido á uns segundos atrás.

Titânia que anteriormente usava a parede de encosto, caminhou até aos pequenos, se colocando ao lado dos mesmos com os braços cruzados abaixo do peito.

– Não se preocupem… Ele logo, logo mostrara o amor deles por vocês… — Ela dissera baixinho como se dissesse aquilo para si, mesma e não para as crianças que balançaram a cabeça de forma negativa em simultâneo.

– Mesmo com o feitiço.. Mamãe mostrava carinho por nós assim como tio Natsu mostrava com Annie... No entanto papai nunca se interessou por nós assim como a tia Lissana nunca se interessou por ela…

Aquela revelação de Sousuke fez com que Erza fica-se surpresa á medida em que seus olhos começavam a ficar humedecidos pela descoberta… Mesmo sendo controlada ela os amou e isso acalmou o seu coração que temia nunca ter dado uma pinga de amor, aqueles dois enquanto sofria nas mãos de Lissana.

Suspirara aliviada a medida que um pequeno sorriso lhe enfeitara o rosto.

– Não sorria assim Erza! – A ruiva pulara no mesmo local ao ouvir a voz nostálgica e maligna de Mira que ia entrando no local com o loiro na sua cola. – Você, ainda não foi perdoada!

– Fui! Lucy me perdoou… Não por completo mas perdoou!

– E acha que é só a ela que tem de pedir desculpas? – Perguntara Laxus para logo indicar Juvia com a cabeça. – Afinal acabou com a vida dela também… E você Natsu? – Olhara para o Mago assim que falara seu nome. – Já foi perdoado? Já deu o carinho merecido a Annie? Porque não estava você acariciando a cabeça dela em vez do gato de lucy hm? Não aprendeu nada depois de tudo?

Natsu arregalou os olhos á medida que olhava para trás e observava Ikaru com um olhar fulminante em direcção a Laxus mas sem parar o carinho na cabeça da menina que dormia abraçada ao seu colete como se o cheiro dele a acalma-se.

Aquela imagem para ele caiu como um balde de água fria. Ele a amaria e cuidaria dela, ele, Happy e Lucy?... A fariam feliz ou talvez só ele e Happy. Afinal pelo que tinha ouvido anteriormente por Erza, Lucy tinha um parceiro e esse parceiro era demasiado poderoso para que eles tentassem roubar ela dele… o parceiro dela pelo que ouvira era Acnologia…O temível dragão.

E por mais que não quisesse admitir, aquele ser era o único ser que temia até aos ossos e para ser sincero consigo mesmo. Desde que ele fizesse Lucy feliz ele aceitaria a decisão dela porém.. Ele próprio nunca mais teria uma parceira… Pelo menos queria acreditar nisso por agora.

Agora, sua real missão era cuidar de Annie e transforma-la numa maga incrível!

– O trato com a Lucy, resolverei depois… Agora… — Natsu olhara para Laxus com os olhos brilhantes em determinação. – Eu cuidarei de Annie e a transformarei em uma maga incrível!

Após aquelas palavras o loiro sorriu como o resto dos presentes que agora acreditavam seriamente que Natsu cumpriria com o seu dever desta vez.

XXX---XXX

Lucy caminhava em silêncio e do seu lado de encontrava Acnologia, esse, estava de mão dada á loira como se fosse para dar força á mesma para aguentar o que viria a seguir aquela floresta.

A floresta de certa forma parecia estar morta pela sua cor cinza como se tivesse pegado fogo. No chão não havia qualquer tipo de vegetação a não ser as grandes e grossas raízes das árvores de tomavam a forma de zig-zague por dentro e fora da terra os fazendo ter um cuidado especial em não tropeçar nas mesmas, as árvores estavam sem folhas e queimadas e em alguma delas era possível visualizar algumas corujas de grandes olhos amarelos que se fixavam neles como se fossem algum tipo de presas para elas. Para completar o cenário, estava quase anoitecendo, formando assim algumas sombras de formas duvidosas.

De certa forma aquilo, aquela visão, fazia Lucy se lembrar de um ou dois filmes de terror de havia assistido antes de todo aquele problema acontecer, se lembrava que do lado dela estava Natsu junto de happy que mesmo com lágrimas nos olhos acompanhava o rosado para tirar sarro da loira medrosa que pulava e dava gritinhos quando algo acontecia nos filmes. Infelizmente aquilo nunca mais de repetiria.

Ela havia perdido o medo de monstros e de cenários duvidosos assim como também não queria a presença de Natsu de volta. Ela estava finalmente bem com aquele dragão ao seu lado sendo seu parceiro para o resto da eternidade.

Com esse pensamento sorrira ao mesmo tempo em que ouvira uma movimentação estranha atrás de si, com curiosidade olhou para trás podendo ver o time de outra guilda que a estava ajudando de certa forma.

Agarrada á sua saia rosa rodada em renda estava Ravenna que olhava para tudo com suor frio lhe escorrendo no rosto, ela estava com medo daquela floresta, nunca fora fã de filmes de terror e aquela floresta se assemelhava a muitos desses filmes a que fora obrigada a assistir por Sakura que as vezes, parecia que adorava deixa-la com medo.

Um pouco mais atrás da rosada se encontrava Zero suspirando tedioso, esse já se encontrava incomodado com os breves pulos inconscientes que a rosada á sua frente dava de minuto em minuto e para piorar tudo, todos eles se encontravam em silêncio o que piorava a situação da pequena.

– Não se preocupem… Estamos chegando… — A voz de Sakura ecoara nos ouvidos dos seus companheiros que apenas assentiram esperando que dessa vez ela tivesse falando a verdade sobre a demora que chegariam a certo ponto.

Beth sem qualquer aviso caminhara rapidamente em direcção a Ravenna e agarrara a mesma pelos ombros com um só braço fazendo a pequena pular assustada e olhar para a morena, com um suspiro Ravenna relaxara sabendo que agora estava em segurança.

– Me desculpe… — A morena pedira ao notar que a companheira se havia assustado e quando se ia afastar, a pequena a abraça pela cintura não a deixando se afastar.

– Esta tudo bem… Obrigada… — Beth assentira e se aproximara mais um pouco da parceira que fechara os olhos e se deixara ser guiada pela mais velha.

Logo atrás delas estava Hades que observava atentamente todos os movimentos da morena, o seu olhar era tristonho já que não havia conseguido falar com a sua amada parceira sobre o que havia acontecido nos jogos mágicos, para ela ter perdido o controlo.

– Algum problema Hades? – Perguntara Kashimoto com um tom de voz indiferente.

– Não… Nenhum…

Kashimoto suspirara antes de dar dois tapas amigáveis nos ombros do parceiro.

– Não se preocupe… Tudo se vai resolver…. – Dito isso, se afastou, indo para perto de seus outros companheiros.

Meia hora depois, Lucy e Acnologia param e olham para trás fazendo o resto dos magos pararem exactamente onde estavam para ouvirem o que a loira tinha a dizer.

– Iremos parar para descansar!

Sakura concorda para logo se sentar de baixo de uma árvore. Todos a imitaram porém Rave, se limitou a se deitar ao lado de Beth que continuara sendo abraçada pela rosada.

O silêncio reinara mais uma vez para logo ser quebrado por Acnologia que grunhira insatisfeito por alguma coisa fazendo os magos olharem para o casal que parecia que discutiam com o olhar.

– Pare com isso! – A voz irritada da loira confirmara que realmente eles estavam discutindo. Segundos depois bastante fumaça se havia formado á volta daqueles dois e assim que a fumaça baixou o que viram fez com que seus queixos fossem parar ao chão pela surpresa.

Dessa vez, em vez de encontrarem Acnologia em forma humana, o encontraram em sua forma de dragão causando surpresa e admiração em todos os presentes. O dragão os ignorou e se deitar ao lado da loira e sem aviso, com a cauda, puxara a loira contra a sua quente barriga, grunhindo em satisfação em seguida.

– Idiota… — Lucy sussurrara emburrada antes de corar levemente e se aconchegar no corpo do dragão que sem mais, repousara a cabeça entre suas enormes patas dianteiras e sempre mantendo a cauda á volta da loira que logo adormecera.

Ravenna Havia visto aquilo tudo com um brilho amoroso no olhar, ela, achava incrível o facto de Acnologia conseguir demonstrar um acto de carinho como aquele, sendo que ele era conhecido pelas suas atrocidades. Pessoalmente ela se perguntava se algum dia iria ter um amor como aquele ou como o se Sakura e Sting que mesmo sendo de guildas diferentes mantinham um leve romance ou então um amor como de Beth e Hades que tinham tudo para dar certo mas o medo, insegurança e a leve falta de confiança que hades tinha em relação ao poder da morena os fazia se afastarem um do outro. Suspirou para logo olhar a morena que se mantinha de olhos fechados.

– Aconteceu algo? – A voz da morena saíra rouca provando que a mesma estava dormindo e que havia sido acordada pelo olhar penetrante da rosada.

– Nada… Estava só pensando.. – Respondera sussurrante afim de não acordar o resto do grupo.

– hmm..

A rosada a observou fechando os olhos e a respirar fundo de seguida, ficara aliviada pela morena não ter perguntado sobre o que pensava já que, tocar naquele assunto poderia irrita-la já que a mesma era quem mais se culpava por não estar namorando Hades.

Logo, decidira ir dormir já que, dali a umas horas teriam que continuar a viaje, até á cabana da velha. Com um suspiro fechara os olhos para logo adormecer.

XXX---XXX

Uma senhora de idade se encontrava deitada em sua cama em forma de feto, seus braços estavam cruzados junto ao peito. Entre o peito e os braços estava um retrato de um jovem de cabelos castanhos e olhos verdes, esse sorria abertamente enquanto abraçava uma jovem moça de cabelos longos e negros e os olhos da mesma tonalidade que seus cabelos. Essa, também se encontrava sorrindo e possuía um leve tom rosado nas bochechas.

A senhora de olhos fechados murmurava algumas palavras á medida que algumas lágrimas rolavam pelo seu rosto.

O motivo disso seria as lembranças de antigamente, de quando era inocente e feliz nos braços do seu amado que fora levado prematuramente.

A mágoa e a solidão a haviam transformado em um ser rancoroso e ganancioso que a fizera acreditar que um dia se iria encontrar em vida com o seu amado. Esse pensamento se havia estendido até aquele ponto. E agora que possuía alguém que queria sua cabeça, é que se dera conta que nunca mais voltaria a se encontrar com Yuky em vida e sim em morte.

Com esse pensamento, ela respirara fundo ao mesmo tempo em que abria um pequeno sorriso, o fim estava perto e Ela, mais que ninguém esperava por ele.

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Depois do ocorrido com Natsu, Juvia contara aos seus actuais companheiros sobre suas suspeitas em relação a Lucy ter partido em busca da velha com Acnologia os deixando para trás, todos a olhavam entre compreensão e preocupação, eles não sabiam o que fazer após saberem sobre aquilo.

Michelle suspirara antes de se levantar do colo do moreno que se limitara a observa-la.

– Vamos atrás dela! – Dissera determinada a ponto de surpreender os presentes.

– Como? Não sabemos onde é a cabana da velha, a única pessoa que nos poderia contar algo era Gray mas duvido que ele se lembre de qualquer coisa e além disso… — Sting se cortara ao se dar conta que a ruiva lhe havia dado uma dica antes de sair da enfermaria no dia anterior, ao dizer que precisava de resolver uns assuntos.

– Além que? – A voz do rosado se fizera presente fazendo o mesmo suspirar.

– Sakura… — Sussurrara fazendo os presentes abaixarem a cabeça.

Uns minutos de silêncio se fizeram presentes porém, logo a voz da albina soara em dúvida.

– Lucy… Ainda tinha a marca da guilda antes de partir?

– Sim… — Respondera Freed abraçado a azulada.

– Estão, podemos fazer algo! – Falara entusiasmada com a ideia.

– E o que seria isso?

A albina encarara Laxus com um sorriso doce.

– Se eu conseguir uma lacrima de localização, através da marca poderemos localizar Lucy!

Suspiros de alívio foram ouvidos pelo local.

– Mas, existe um porém… Teremos de voltar para a guilda e..

– Então.. vamos lá! – Dissera Michelle fazendo todos os outros concordarem antes de começarem a arrumar suas malas.

Mas Sting sabia…que muitos deles ficariam pela guilda pela condição física a que se encontravam..

XXX---XXX

Poluska acabava de entrar em sua casa, havia feito uma viajem de sete horas para chegar ao seu lar, já estava na hora de o fazer, afinal, ainda tinha de cuidar do velho Makarok que havia sido deixado aos cuidados do espírito da primeira mestre da Fairy tail, Mavis.

E, além disso, não precisavam mais dela em Crocus e mesmo que precisassem, eles, sabiam onde a encontrar.

Soltara um suspiro de alivio ao largar a sua bagagem pesada na entrada de sua casa, fechara a porta para logo seguir em direcção ao quanto onde o velho mestre repousava.

Assim que colocara a mão na maçaneta ouvira uma gargalhada feminina juntamente de uma outra mais rouca e masculina, isso a fizera estancar no local em choque.

A possibilidade de Makarou ter despertado lhe vinha à mente, fazendo as suas células entrarem em frenesi de felicidade. Antes que percebesse, já tinha aberto a porta e sorrido ao ver o velho mestre sentado na cama tendo suas costas apoiadas por uma almofada que chegava a ser maior que ele. Mavis sorrira abertamente antes de pular do pequeno banco, onde anteriormente se encontrava sentada.

– Bem – Vinda Poluska-San! – Desejou o pequeno espírito á medida que se aproximava da rosada que a olhou de forma agradecida.

– Vai ficar aí estancada na porta ou vai entrar e me contar as novidades? – Perguntara Makarou com a sua voz rouca.

A rosada assentira positivamente antes de fechar a porta e se dirigir ao banco onde anteriormente Mavis ocupava.

Assim que se sentara suspirara, seria triste contar a ele sobre o que Lissanna havia feito e, principalmente o que a Lucy fez e pretendia fazer. Mas, sabia que o tinha de fazer, afinal, ele se via como o pai de todos os membros da guilda.

Se ajeitara no banco antes de segurar a mão do velho, Mavis, logo se sentara na cama, ao lado do mesmo, mostrando que também queria saber das novidades.

E fora com um aceno positivo de Makarou que a rosada começara a história.