The Punishment

10 Capítulo 10


Notas iniciais
OI,OI MEUS AMORES LINDOS *3*

Novo capitulo saindo do forno?! Quem quer? Ahahaha

Nossa *w* eu AMO tanto vocês *3* Vocês me apoiam tanto *3* E eu vomito arco-íris por saber que vocês estão gostando da fic *3*

Owwww *3* As vezes nem sei o que dizer, vocês me deixam sem palavras suas Lindas ♥

ahah

Vou calar a boca e deixar vocês irem directo para o capitulo ^^ Espero que gostem =)

Beijos

Choko ♥

Naquele mesmo momento o mestre da Fairy Tail havia saído com a Asuka, filha de Bisca e de Alzack para fazer umas compras já que a mãe e pai estavam em missão á semanas.

A pequena, agora mais alta de o mestre, corria mais a frente com um sorriso no rosto. Makarov não conseguiu evitar um sorriso ao ver a alegria da criança que naquele momento havia parado em uma loja de roupas.

O velho fora até ela em passos lentos e sempre com o sorriso no rosto.

- É essa? – A menina assentira á pergunta e ao lado desse entrara na loja, ficaram por lá por mais de meia hora o que foi o tempo suficiente para Makarov gastar boa parte do dinheiro que possuía no momento.

Ele sentia que iria chorar, aquela menina o levaria á falência se pudesse.

- Asuka-Chan…. É melhor irmos comprar a comida e depois iremos para casa, certo?

A menina inflamou as bochechas por saber que não iria passar toda a tarde com seu “avô”. Makarov deu uma gargalhada ao ver a expressão da pequena.

- Não se preocupe, ficarei com você até adormecer, papai e mamãe chegarão hoje. – Como um passe de mágica a menina abriu novamente um sorriso e assentiu para logo agarrar a mão do velho e o puxar para mais uma loja.

xxx---xxx

Gray naquele momento descia do trem com calma, olhou em volta, observou os rostos de felicidade de trios e quintetos de pessoas, provavelmente faziam parte de alguma guilda e eram um time. O seu olhar se fixou em um em questão.

Eram seis jovens de aparências e personalidades distintas, porém brincaram e brigavam entre si como se fossem irmãos, como se gostassem realmente uns dos outros.

Um aperto no peito o fez colocar a mão direita em cima do seu coração, seu rosto se contorceu em uma careta. Seu peito estava doendo mais do que todo aquele tempo e a sensação de estar fazendo algo errado preencheu o seu corpo de uma forma assustadora.

Inspirou e expirou diversas vezes, até a dor amenizar, assim que conseguira voltara a olhar o time que já havia entrado no mesmo trem em que ele saíra.

Recompôs a postura e seguiu para fora da estação imaginando o motivo da sua guilda ter mudado tanto porém antes que conseguisse pensar em algo mais uma dor de cabeça aguda se prenunciou e ele fora obrigado a se encostar numa parede.

Respirou com calma ao mesmo tempo em que via olhares preocupados direccionados a si, levou sua mão esquerda á cabeça ao mesmo tempo em que limpou a mente por completo.

- “ Gray-Kun…. Vá até á velha Rosemay e peça o costume. Diga que vai a meu comando que ela saberá.”

Esse pedido, não essa ordem lhe preencheu a mente quase de imediato e a dor de cabeça passara quase que imediatamente.

Com um suspiro Gray se desencostou da parede e seguiu em frente, porém antes de desse mais de dois passos uma senhora de idade se colocou a frente do moreno com um semblante preocupado.

- Se sente bem jovem?

Gray se afastou um pouco causando uma certa confusão na mulher que levantara a mão como se lhe quisesse tocar.

Porém para Gray aquilo não era uma mão humana, era uma mão de um ser nojento que ele desconhecia, seu corpo tremia de medo e a sua mente só pedia que ele fugisse dali.

Engoliu em seco e correu, correu para bem longe dali ao mesmo tempo em que ignorava o chamado da mulher que logo deu os ombros e seguira o seu caminho.

O moreno correra por vinte minutos e quando parou olhou em volta, estava sozinho, olhou para a frente. Observou bem onde se encontrava, aquilo parecia uma entrada para a floresta.

“- Gray-Kun…. Vá até á velha Rosemay e peça o costume. Diga que vai a meu comando que ela saberá.”

A ordem voltara a soar novamente em sua mente, automaticamente o seu corpo adentrou a floresta, tinha o pressentimento que Rosemay se encontrava no centro da floresta.

Andou por mais de uma hora e meia pelo meio da floresta sem parar uma única vez, na verdade, só o fizera quando encontrou a cabana de aparência velha no meio da floresta. Essa se encontrava em campo aberto, mas ele sabia que não era qualquer um que a encontrava.

Em passos lentos se dirigiu até a mesma, já de frente da cabana, levantou a mão em punho pronto para dar duas batidas na porta. Porém antes que o fizesse a mesma se abriu revelando uma senhora velha, quase nos oitenta anos, a sua coluna já se encontrava curvada e em seu rosto flácido estava uma verruga bem no meio da bochecha esquerda, era grande e saliente, os olhos negros da mulher mostravam que ela sabia mais do que as pessoas pensavam, a mulher estava sorrindo para ele mesmo lhe faltando dois pares de dentes o que o enjoava.

- Entre meu jovem… — Ele o fez ao ouvir aquela voz arrastada com um pingo de ameaça. Assim que entrou a mulher fechou a porta e se sentou em uma poltrona de tecido gasto. Gray se manteve de pé.

- Vim a mando de Lis-Chan… Ela quer o costume..

A mulher soltou uma sonora gargalhada pela fala do moço que se mantivera impassível. Assim que ela terminara de falar se levantou e andou até ele enquanto esfregava as mãos uma na outra.

- Oras, aquela menina ainda não cansou de brincar? Me procurando ano após ano… Aquela menina realmente tem uma mente distorcida, fazer isso com seus próprios companheiros…

Ao mesmo tempo que falava a mulher passava a mão pelo corpo de Gray que mesmo querendo se afastar não conseguia o fazer.

- Aquela loira vai ser a chave, ela se tornou poderosa… Bom pelo menos algo que Lissana fez correu bem… Não acha meu bem?

O moreno fechou os olhos ao sentir a mão flácida lhe adentrar a camisa branca.

- Não consegue falar não é mesmo? Ter de lidar com as ordens daquela menina não deve ser nada fácil… Tenho pena da Titânia, Tão perto de fugir…

Ao falar de Erza, Gray sentiu um odio dentro de si emergir, ele sabia que Lissana faria algo com a mesma, a ponto dele não conseguir tocar na ruiva sem o comando da albina.

Mas assim como esse odio veio, logo se foi e a velha sorriu ao notar que ele estava prestes a escapar também.

Rosemay no fundo sempre sentiu pena por aquelas pessoas mas, um pacto era um pacto e ela tinha que o cumprir caso quisesse estar viva até aquele momento.

A vida de Lissana estava ligada á sua e só mudaria caso a albina morresse ou uma das partes não realizasse o acordo.

Mas a velha já se sentia cansada, vivera cerca de cento e cinquenta anos daquela maneira, se sentia esgotada da maldade humana e aquela menina era quase o puro mal.

Ela sabia como Lissana se sentia mas não era um sentimento forte o que fez com que o acordo não fosse seguido á letra.

Não faria mal algum se ela também não o cumprisse.

- Diga á sua dona que o preço subiu! – Ao falar isso se afastou do corpo do moreno que suspirou de alívio.

Rosemay o observou e suspirou, era sempre aquele tipo de pagamento, ela não tinha nem força e nem vontade de torturar aqueles jovens para depois abusar deles.

- Vá embora e fale isso para ela, eu não quero mais esse tipo de pagamento. Ela que seja criativa.

Após essas palavras a velha fora até á porta, abriu-a em um pedido mudo para que esse saísse que logo o fez sem dizer uma palavra.

Já do lado de fora Gray se virou para trás ao se dar conta que já possuía o comando do próprio corpo, abriu a boca para falar mas a velha o cortara antes mesmo que o fizesse.

- Isso é uma ordem, vá!

Logo depois fechou a porta e Gray fechou a boca e sem uma palavra partiu para longe dali com uma nova missão.

Avisar Lissana.

xxx----xxx

Lucy naquele momento se encontrava no trem, haviam apanhado o mesmo ainda aquele dia, depois de distribuir as pilulas de enjoo se sentou no local do costume, ao lado da janela, no seu colo estava Ikaru e Frosh, ambos lambiam um pirulito de morango que lhe fora pedido antes de entrar no trem.

Ao seu lado estava Sting que sorria enquanto dormia, provavelmente sonhava com algo bom, Lucy pensava. Á sua frente se encontrava Rogue levemente corado com a mão dada a Michelle que estava dormindo com a cabeça pousada no ombro do moreno.

Na outra cabide se encontrava Mira discutindo com Bickslow sobre os jogos mágicos, ao lado dessa estava Laxus ignorando aquilo tudo. No acento de Bickslow não se encontrava ninguém, já em outra cabine estavam Juvia e Freed, O esverdeado se declarava a mesma que corava a cada palavra dita do outro.

Juvia ainda não se sentia completamente á vontade com Freed, havia passado muito tempo sozinha e sofrendo que se sentia inferior, não de uma maneira má, ela achava que não tinha tanta autoestima como tivera antigamente.

Freed parou de falar ou ver que a azulada suspirara, com calma para não assustar Juvia, ele lhe pegara a mão e a beijara em sinal de cavalheirismo. Juvia corou ao mesmo tempo em que tentava retirar a mão do toque doce de Freed que devagar descolara seus lábios da pele macia da azulada que abriu a boca para recrutar, mas o esverdeado sorrira verdadeiramente, deixando a mesma sem palavras.

- Juvia… Eu vou curar seu coração!

- P..Porque?

- Porque? Desde que você chegou que eu me sinto atraído por você. Mas Juvia só tinha olhos para Gray, o meu sentimento cresceu e agora que seguiu em frente eu posso avançar.

- Mas juvia… Juvia ainda ama Gray… — A voz da maga saíra triste, ela não queria gostar do moreno, não depois de tudo o que o mesmo lhe fizera.

- Não importa… Eu farei você esquecer tudo! Prometo!

A voz do mago saiu confiante e Juvia o encarou encantada, ninguém nunca lhe fizera uma promessa. Na verdade só se havia apaixonado pelo mago de gelo por suas magias estarem conectas mas agora, aquilo não fazia mais sentido.

- Você me aceita? Juvia…. – Azula assentira com a cabeça ainda um pouco incerta e Freed sorriu mais uma vez para logo se aproximar da outra e lhe dar um beijo na testa que significava amor e carinho.

Juvia sorriu ao sentir os lábios quentes em sua testa e o olhou levemente corada. Talvez, mas só talvez, aquele mago fosse o ideal para ela.

Já na cabine atrás, onde Lucy se encontrava, essa suspirou e olhou Sting que ainda dormia, logo olhou Rogue que também a encarava.

- O exceed de Sting… Onde está? Ele não havia voltado no fim dos jogos mágicos?

Rogue suspirou perante aquela pergunta, olhou Michelle ainda adormecida.

- Sim, ele tinha… Lector encontrou seus verdadeiros pais, quando isso aconteceu Lector estava feliz mas Sting não, ele queria poder estar também com seus pais mas não podia. Ele sabia que Lector estava feliz então o abandonou lá com eles…

- Ele é idiota? Lector… Sabia disso?

- Não, Sting aproveitou quando Lector se encontrava distraído.

Lucy suspirou, olhou Sting. Ele era muito idiota, ela imaginava como o pequeno havia ficado quando se viu abandonado, provavelmente havia partido em busca do loiro.

- Sabe que Lector pode andar por ai a procura dele certo?

- Sim, mas Sting nega, diz que ele estava melhor lá e que provavelmente nem deu por sua falta.

Lucy abriu a boca para continuar a conversar porém se calava ao sentir seu braço ser agarrado firmemente, olhou para a mão que a segurava, logo o braço, ombros e finalmente o rosto. Lá estava Sting ainda dormindo e sorrindo, ela não conseguiu evitar um sorriso e lhe acarinhara os cabelos loiros.

Sting ao sentir aquele carinho lhe soltara o braço e se aconchegara melhor no banco. Observando aquilo estava Rogue com um pequeno sorriso no rosto. Ele sabia dos sentimentos do loiro pela loira, mas também sabia que Lucy não queria nada serio com o dragão da luz.

Rogue tinha o pressentimento que ela amava outra pessoa, mas quem ele não sabia, só sabia que a pessoa não fazia parte da guilda.

Desviou o olhar para Michelle e levemente lhe dera um beijo casto na testa, a menina sorriu inconscientemente.

- Lucy-San… Michelle possui alguma magia?

Lucy o olhou e logo olhou a sua querida irmã.

- Bom… Cerca de quatro anos atrás, lhe foi dada a vida por um dos membros da Orashion Seisu, naquela altura ela tinha poder mágico, agora se o tem não sei, eu pelo menos não consigo sentir nenhum tipo de poder mágico saindo dela… Isso é relevante?

O pensamento que talvez Rogue descarta-se sua irmã por ela não ter poder magico a assombrou e se aquele fosse o caso, o jantar seria dragão das sombras assado.

Sem perceber o estava encarando com raiva e o pobre moreno sentia arrepios na espinha por medo da loira.

- E…Ei… É que… Não é perigoso ela seguir connosco para estas missões? Não seria…

- Não se preocupe, eu a protegerei, ela já o fez comigo uma vez quando não consegui defender-me, agora é minha vez de fazer isso com ela.

Rogue sorriu com aquilo, aquelas duas iam-se tornar inseparáveis se já não fossem. O olhar de carinho que Lucy enviava para a loira comprovava isso.

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Já havia anoitecido e Makarov já se encontrava saindo da casa de Bisca, aqueles dois já haviam voltado então não havia a necessidade dele ficar mais tempo por lá.

Suspirou já na rua, olhou para o local onde a guilda se mantinha, o seu olhar se tornou duro, se encontrava preocupado com o que podia ter acontecido enquanto se manteve fora, precisava de ir lá para ver se tudo estava em perfeita ordem.

Em passos calmos se dirigiu para a guilda. A viajem, demorou dez minutos e assim que se viu frente a frente com o edifício o seu coração apertou de forma dolorosa, algo havia acontecido.

Abriu a porta com violência e entrou, a guilda se encontrava vazia e estava tudo em ordem, suspirou em alívio, não havia acontecido nada.

Realmente seus filhos lhe haviam dado ouvidos, seguiu até ao bar onde pegara uma garrafa de vinho tinto, a abriu e deu um gole sem colocar a bebida em um copo. Se sentou em um banco.

Precisava de relaxar antes de encarar toda a papelada que se encontrava em cima da sua mesa no escritório.

Ficara lá por cinco minutos, logo decidiu que já era hora de começar o seu trabalho, com uma garrafa em mãos desceu do banco e logo rumou para o escritório.

Subiu as escadas enquanto observava a sua guilda de cima, o pensamento que a guilda não era o que um dia fora o fez suspirar de tristeza, passou pela enfermaria e parou. Um cheiro leve de sangue e algo mais o obrigara a parar. O seu coração batia forte e lentamente como se estivesse algo realmente de assustador ali dentro, se colocou de frente para a porta e a abriu com cuidado.

O local tava escuro e o cheiro havia ficado mais forte ainda, Makarov conseguia ver de leve algo se mover, uma pessoa, pelo menos a silhueta era de uma pessoa e essa se movia com violência, ele teve a visão de algo vermelho em baixo da pessoa que se movia.

O seu coração falhou uma batida e o suor de pânico já escorregava no rosto do mestre que rapidamente acendeu a luz ao mesmo tempo em que rezava para que não fosse o que ele estava pensando. Mas era e era algo muito pior.

Seus olhos ficaram parecidos com pratos de tão arregalados assim como seus punhos abriam e fechavam ao mesmo tempo em que procurava manter a calma.

Ali, em cima de uma cama estava uma Erza desmaiada que sangrava entre as pernas e um Natsu que gemia baixo, parecia que ignorava o facto da outra se encontrar a sangrar sendo que encontrava-se a mover-se cada vez com mais violência. Não aguentando aquela visão, Makarov aumentou seu braço e o acertou em punho no corpo do rosado que assim que batera no chão perdera a consciência.

Os olhos do mestre mostrava odio e pavor ao ver sua filha amada cheia de esperma e sangue no seu centro, no rosto e restante do corpo havia cortes fundos e leves e a menina respirava com dificuldade. Sem pensar muito o velho correu até ela, a pegou no colo ao mesmo tempo que a balançava com o intuito de a fazer abrir os olhos mas aquilo não estava funcionando.

Desesperado correu para fora da enfermaria mas antes a atravessar a mesma olhou para Natsu que possuía uma expressão de dor, em seus olhos se encontravam enormes olheiras como se não tivesse descansando o suficiente. Do corpo do mago Makarov não conseguia sentir nem um pingo de magia assim como no corpo que carregava. Balançou a cabeça para mandar aqueles pensamentos para longe e logo voltara a correr.

Pretendia levar a ruiva para Poluska e era o que iria fazer, enquanto colocava a sua filha no carro e entrava no mesmo ele pensava o que estava acontecendo com seus filhos, o porque de Natsu fazer aquilo com Erza, como havia conseguido fazer aquilo e o mais importante o porque de ambos não terem um pingo de magia no corpo.

Com esses pensamentos, Makarov colocou a pulseira que sugaria o seu poder magico e carregou no pedal, estava partindo o mais rápido que podia.

Ele sentia que se não chegasse a tempo, Erza poderia morrer.

O mestre estava tão transtornado que não reparara quando Lissana apareceu ali mordendo o dedão como se algo que ela não quisesse, tivesse acontecido. Muito menos quando passara ao lado dessa em alta velocidade ele reparara na albina que conseguiu ver alguns cabelos ruivos ao vento.

Lissana prendeu um grito de ódio e correu para dentro da guilda, só parara quando se encontrava dentro da enfermaria. Essa olhou para tudo á sua volta, viu a cama cheia de sangue e esperma e logo olhou o mago do fogo caído no chão desmaiado.

- Tsk… Se eu soubesse que isso aconteceria, deixaria mais um pouco da sua magia Nat-kun… — Ela sussurrou á medida em que se aproximava do rosado e o pegava no colo.

Sim, ela tinha bastante força para isso, afinal seu pacto servia para alguma coisa e além disso o mago estava muito mais magro o que ajudava bastante na sua tarefa, em passos lentos ela saiu da enfermaria ao mesmo tempo em que pensava o que faria adiante.

Só esperava que Gray tivesse sucesso na missão. Precisava daquela poção rapidamente ou caso contrário estaria metida em uma grande confusão.

- Nat-kun… Vamos para casa… Annie-Chan está nos esperando. – Ela dissera assim que ouvira um resmungo do rosado que após ouvir aquilo se calara.

Lissana sorriu, na verdade Annie estava dormindo graças á droga que ela havia colocado na papa da menina.

Assim ela poderia aproveitar de Natsu, Happy estava dormindo igualmente drogado no quarto da sua filha, aquela noite seria boa!

Ela pensou ao se esquecer que Makarov havia visto o que Natsu havia feito.

Em silêncio, ela seguiu para casa.