The Prophecy -discoveries

20 Gatoredes,Frutas e ............


Notas iniciais
Atrasado,mas aqui está:

P.O.V Giulia

Estávamos na estrada há mais de 2 horas e segundo o mapa da Roberta,faltava mais duas horas de viagem,isso se o carro não atolasse.Já era 10 horas da manhã,eu estava com fome e já tínhamos escutado todos os CD'S do cara.

Quando o carro passo em um buraco,eu vi alguma coisa fazendo barulho no porta-malas.

–Você ouviram isso? -Perguntei -Acho que tem alguma coisa no porta-malas.

–É mesmo -Roberta concordou -Eu também ouvi.

Nós paramos o carro,e saltamos para ver oque era : Uma mochila e dentro dela tinha água,uma bússola e equipamentos para acampar,cordas e duas caixas térmicas,uma azul e uma vermelha.Na vermelha encontramos mais água,energético,refrigerante e 6 Gatorades dois de limão,dois de uva,um de tangerina e outro de maracujá.Eu adorava o de tangerina,e a Roberta sabia disso.Eu olhei para ela,ela olhou para mim e nós duas olhamos para o gatorade,nós duas corremos para pegá-lo,e como ela era mais rápida e estava mais perto,pegou primeiro.Eu tentei pegá-lo da sua mão,mas ela colocou-o acima de sua cabeça e como era mais alta,eu não conseguir pegar.Ela riu.

–Desculpa,Giulia -Ela disse -Mas esse é meu.

Ela abriu e começou a beber em pequenos goles,jogando na cara.

–Sua chata -Murmulhei,mas ela não ligou.

Peguei o de uva e nós abrimos a caixa térmica azul que estava cheia de sanduíches naturais e algumas frutas.

Eu e a Roberta pegamos um de frango,a Roberta acabou me dando um gole do gatorede de tangerina.

–Tá na hora de continuar -Roberta falou -Se não vamos chegar só amanha.

–E ainda temos que arrumar um lugar para dormir -Falei

Entramos no carro e continuamos a viagem.Como não pegava rádio e eu não queria ouvir os mesmos Cd's de novo,liguei o meu Ipod mágico e começou a tocar uma musica bem estranha,que era até legal : I'm Blue

–Ei,eu conheço essa musica -Roberta falou.

Ela,como a pessoa anormal que é,começou a cantar:
–I'm blue (da ba dee...) -Quando ela viu q tava todo mundo olhando para ela,parou cantar e trocou a musica.Agora estava tocando uma das nossa preferidas: Dark Horse

–I knew you were.You were gonna come to me.And here you are -Cantamos juntas

P.O.V Roberta

Eu estava dirigindo e cantando,e pensando na tradução da musica,ele me lembrou muito o Nathan.Nossa que estranho.

–So you wanna play with magic
Boy, you should know whatcha falling for
Baby do you dare to do this?
Cause I'm coming atcha like a dark horse -Eu cantei o refrão e senti o olhar dele em mim. Devolvi o olhar ele virou o rosto.A esse altura do campeonato já estava fera nessa coisa de dirigir.

A musica finalmente acabou e duas horas e meia depois chegamos ao nosso destino (adivinhe,o carro atolou).Dai pra frente era a pé.Ainda no carro (eu queria aproveitar o máximo o ar-condicionado)abri o mapa para ver oque faríamos agora:

–Você dever pegar um barco nas margens do Yá-mirim.Se você tiver sorte,os índios locais podem ajudar -Li em voz alta.

–Índios? -Giulia perguntou.

–É -Falei -Talvez eles nós ajudem.

Entramos na mata e depois de alguns minutos chegamos ao rio,onde havia um pequeno cais,que estava vazio,apenas com um pequeno barco de pesca velho ancorado,pelo menos ele tinha um motor.Olhei ao redor:

–Bem,acho que não tem ninguém.Podemos pegar o barco.

Andamos até o barco e entramos,um a um,dentro dele

–Alguém sabe como ligar o barco? — Cris perguntou

O Nathan estalou os dedos e uma nevoa prateada envolveu o barco,que começou a deslizar pela água.

Eu me sentei ao lado da Anna e da Giulia,enquanto os garotos conversavam sobre quando tempo iria demorar para chegar.

segundo o meu mapa,tínhamos que chegar ao rio Yá-grande,depois o rio Cauaburis e depois a praia dos amores onde íamos acampar.

–Estranho -Anna falou -Não sabia que o Nathan podia fazer tanta coisa com a magia.Os filhos de Hecate quase sempre tem a magia limitada a feitiços e poções simples.

***

Chagamos á tal praia dos amores lá pras 3 e meia da tarde,ainda tínhamos umas 2 horas de sol.Entramos na mata e logo achamos um clareira natural.Armamos umas redes entre as arvores,de um jeito que formava um pentágono.Nomeio da clareira montamos um lugar para acender uma fogueira,mas ainda estávamos decidido se acendíamos ou não.

No final eu acabei achando um fogão portátil no meu kit de acampar (Era uma caixinha que você apertava e se transformava em um fogão de duas bocas que funcionava sozinho) e também resolvemos usar as duas lanternas,que era tipo lampião,que tínhamos achado no carro.Terminamos de montar era 4 e 45 e ainda tínhamos luz,então resolvemos nos dividir: eu e a Giulia íamos procurar frutas e tudo que se possa comer mais para dentro da floresta (ainda tinha comida,mas achamos melhor deixa-las para emergências) e o Nathan,o Cris e a Anna iam buscar água no rio,para depois ferver.Era muitas garrafas (cada um tinha uma de 750 ml e mais duas de um litro que tínhamos achado no carro)

***

P.O.V Giulia

Estávamos caminhando pela floresta a alguns minutos,e após olha ao redor para ver se tinha alguém ouvindo,ela começou a me falar sobre o que tinha deixado ela incomodada.

–Eu tive um sonho -Ela contou

–E ...... -Falei a incentivando a continuar.

–Nesse sonho aparecia uma mulher loira conversando com um cara chamado Prometeu....

Eu a interrompi:

–Prometeu,o titã? -Nós já tínhamos até parado de andar para conversar.

–Esse mesmo — Falou.Ela apontou para um pé de graviola e nós fomos em direção a ele para tirar algumas frutas em quando ele continuava a falar — Ai depois eles falam sobre alguém infiltrado no nosso grupo.Ai quando ela sai,ele começa a falar com uma voz que vem do nada, e ele fala de novo sobre uma pessoa infiltrada.

–Peraí -Falei -Você está dizendo que tem um espião na nossa equipe?

Ela concordou com a cabeça:

–Precisamos tomar cuidado.Mas mudando de assunto: Olha só aquelas graviolas lá no topo

Ela começou a subir na arvore,que tinha uns 4 metros de altura.Tirou 3 graviolas e jogou para mim.Andamos mais e achamos dois pés de cacau.

–Nossa eu amo cacau- Ela comentou

–Hein,você tem alguma ideia de quem pode ser? -Perguntei

–Não sei -Ela falou colhendo alguns cacaus e colocando na sua bolsa.Ela parou o que estava fazendo e olhou para mim -Eu só sei que não é você,e que não sou eu.

Isso também era a unica coisa que eu sabia.

–Eles parecem tão bons -Falei

–É,não posso nem esperar para comer -Ela respondeu

Eu olhei para ela,assustada.Notei que ela estava olhando para um pé de acerola.

Dei um tapa na minha testa:

–Garota,eu tava falando dos nossos amigos.Eu quis dizer que eles parecem de bons de mais para nos trair.

–E eu estava falando da acerola -Ela correu para o pé de acerola como uma criança corre para um doce.

–Isso é serio -Falei.Ela já estava comendo a acerola e me ofereceu com a cabeça -Eu não gosto

–Eu sei -Ela disse -Mas por em quando só podemos observar e tomar cuidado.Não podemos confiar em ninguém.

–Cara,essa frase é tão cliche.

–Eu sei.

Depois de pegar algumas acerolas e colocar em uma sacola plástica,andamos mais um pouco.

E foi nessa hora que eu vi uma coisa bem diferente.

P.O.V Roberta

–Oque é aquilo? -Falei.Era tipo um cavalo,com assas e bico de falcão.

–Não sei,mas acho que aquilo que ele está comendo é carne e eu não quero virar a próxima refeição dele.

Ele estava nas margens de um riacho,fora da proteção das arvores.

–Ah,que isso- Falei -Ele parece inofensivo,vamos chegar mais perto

Eu sai da cobertura das arvores e ele logo me notou,mas não atacou.Cheguei mais perto ele deixou eu fazer carinho na sua cabeça.Giulia se aproximou,e ele tentou ir para cima dela,mas eu chamei sua atenção e ele abaixou a cabeça e voltou a comer a carne,que um dia foi uma capivara

Notas finais
Espero que tenham gostado.Prometo que no final vocês terão uma grande surpresa. Comentem,isso me incentiva a escrever mais e melhor.