The Prophecy
7 Capítulo 7\\ Jenna
Notas iniciais
Ai, desculpem mesmo por não postar, e que dia 24 foi meu aniversário!
E eu fiquei o final de semana comemorando, mas aqui tem um presente para vocês, e talvez eu poste o outro hoje, como eu estou super feliz talvez poste três.
Não sei, depende da minha boa vontade e depende de vocês também!
Dedico esse capítulo a Jeanne, que é minha best divônica, que tem uma fic tão diva quanto ela *-*
Esse é um dos meus capítulos favoritos. Espero que gostem.
Aproveitem o capítulo...
E eu fiquei o final de semana comemorando, mas aqui tem um presente para vocês, e talvez eu poste o outro hoje, como eu estou super feliz talvez poste três.
Não sei, depende da minha boa vontade e depende de vocês também!
Dedico esse capítulo a Jeanne, que é minha best divônica, que tem uma fic tão diva quanto ela *-*
Esse é um dos meus capítulos favoritos. Espero que gostem.
Aproveitem o capítulo...
-Não esta com sono? — perguntou uma voz conhecida. -Não, saia daqui Valdez! — eu gritei raivosa. -Tecnicamente o barco é meu, então você que deveria sair. — ele disse com um sorriso sarcástico. Eu revirei os olhos e respirei fundo. Mas ele estava certo, (por mais que eu odeie admitir) o barco era dele. -Depois que a guerra acabar eu juro que te mato. — eu disse. -Pelo menos não jurou pelo Estige. — ele disse alegre. Então eu ignorei totalmente a presença de Leo, e fechei os olhos e senti o vento frio nos meus cabelos, eu amava essa sensação. — Posso te fazer uma pergunta? — perguntou Leo. — Já fez. — eu disse rispidamente. Ele me olhou com cara de desanimo. — Okay, pergunte. — eu disse por fim. — Porque você não dorme? — ele perguntou. — Como você sabe disso? Esta me seguindo Valdez? — eu perguntei, começando a me estressar. — Não, Thalia me disse que você estava acordada ontem, e não dormiu nem um pouco. E hoje você também não esta dormindo...- ele falou. — Eu não gosto. — menti. — Já me acostumei a não dormir. — Ah, vou fingir que acredito. — ele disse rindo. Eu olhei para os olhos castanhos dele e ele olhou para os meus, então eu dei um soco no seu braço e ele cambaleou. — Ai, para de me bater! — ele gritou. — Porque você é tão nervosa? — Porque você é tão convencido? — eu rebati. O sorriso no rosto dele se desfez. Ele ficou sério, como eu nunca vi antes. Isso tudo por causa de uma perguntinha besta? Ele é mais mole do que eu pensava. — É um jeito de esquecer o passado. — ele me disse, e eu refleti sobre isso. A verdade é que eu também fazia isso, eu era irritada e durona, mas eu era assim para poder esquecer do que aconteceu no passado, esquecer do meu pai, meus irmãos, esquecer da minha infância, se é que eu posso chamar assim. — Entendo. Eu nem sei porque eu estou me abrindo logo com você, mas eu também faço isso. Eu não sou tão ruim quanto pareço ser. Eu faço isso...porque...eu me sinto forte. Eu não gosto de chorar, ou parecer fraca...- eu disse. — Chorar não é ser fraca. — ele disse. — Já me disseram isso antes. Mas mesmo assim, eu não gosto. Eu sou assim, e eu gosto de ser meio irritada e brava, mas as vezes eu sei que exagero um pouco. — eu falei evitando olhar nos olhos dele. — Um pouco? — ele perguntou, eu olhei para os olhos dele novamente. Ele estava rindo de mim. Eu odeio quando ficam rindo da minha cara. Aliás eu odeio quase tudo. Eu dei um soco nele de novo. Ele segurou minha mão, eu tentei usar a outra mão, mas novamente ele me segurou, eu tentei me largar, e conseguiria mas como eu estava com sono e cansada, e ele parecia estar super descansado, todos os meus esforços foram em vão. — Me larga! — eu gritei. — Serio Valdez, se você não me largar, eu te mato. — eu disse. — E eu poderia saber como a senhorita pretende fazer isso? — ele perguntou. Um sorriso bobo brincava em seus lábios. — Assim. — eu disse chutando a barriga dele. Ele me soltou, e eu comecei a rir dele. — Não tem graça! — ele disse. — Claro que tem. Você é um idiota. — eu disse ainda rindo. — Ah, claro me esqueci disso. — ele disse irônico. — Uma trégua, okay? — Okay. — eu disse. Ele se sentou ainda com a mão na barriga, muitos se sentiriam culpados, eu apenas achei engraçado e não me arrependi nem um pouco. Faria tudo de novo. — Você se abriu comigo, me sinto honrado. A mais irritada e forte do barco, me contou seu segredo. — ele disse zombando novamente de mim. — Cale a boca imbecil! Você me contou primeiro. — eu disse séria. — Ah, mas eu não te obriguei a falar nada. Você falou porque quis, ou seja você confia em mim. — ele disse rindo. — Eu não...Argh! Você é um chato! — eu disse cruzando os braços irritada, o que fez ele rir. Esse garoto é irritante. — Eu sei, ser chato é minha especialidade. Mas agora é sério, porque me contou isso? Pensei que me odiasse. — ele disse com uma cara fofa. Fofa? O que eu estou pensando? Argh...eu odeio esse garoto! — Não sei, eu precisava contar para alguém, uma hora a gente cansa de esconder as coisas para nós mesmos. Eu só estou com raiva de tudo, dos deuses, de Gaia, da guerra, de mim! Não é que eu te odeie, e que eu estou com ódio, e sua personalidade irritante não ajuda em nada. — ele riu. — Eu me sinto um monstro com esse poder de controlar os outros, sempre odiei. Eu sei o que é ser controlada, não poder fazer as coisas do jeito que quer...- eu disse mas ele me interrompeu.
— Mas você usa seus poderes para o bem, não para o mal. — ele disse. — Mas e se Gaia conseguir de alguma forma, me iludir? Eu posso destruir tudo! Meus poderes aumento cada dia mais, pode chegar ao ponto de matar alguém! — eu disse nervosa. Não deveria falar sobre isso com Valdez. Não deveria falar com ninguém na verdade. — Você não mataria ninguém, somente se fosse necessário, e se fosse seria alguém do lado de Gaia. Eu sei que você não faria nada de ruim com ninguém aqui. Eu confio em você. — eu o fitei ele me olhava com...carinho, talvez? Não sei, só sei que ficamos um tempão se encarando, então eu fiz uma coisa que eu nunca fiz com ninguém, somente com Artie e Apolo. Eu o abracei. — Obrigada. — eu disse com a cabeça em seu ombro. — Er...de nada. — ele disse nervoso, o que eu achei engraçado. Eu me afastei e voltei a olhar para ele, ele tinha uma expressão indecifrável no rosto. Eu me levantei. — Isso não muda nada Valdez. Eu ainda te odeio. — eu disse. — Vou fingir que acredito. — ele disse rindo e eu me virei e fui para o meu quarto. Deitei na cama, e pela primeira vez em dias, o sono me veio, logo eu estava dormindo.
Notas finais
O que acharam? Querem mais? Não? Ta bom então );
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