The Prophecy
18 Capítulo 19\ Charles\ Jenna (Gaia)
Notas iniciais
Ah, eu queria agradecer também ao meu amigo "Filho de Apolo" que me deu uma ideia genial! Muito obrigado anjo! E...eu queria agradecer também ao Lucas, meu divo, maravilhoso, lindo e olhosazuisdivos, amigo...que voltou de viagem hoje, e me OBRIGOU a escrever, mesmo depois de eu ter apagado o capítulo inteiro sem querer. Agradeçam a ele! Te amo Lucas, você é meu divo u-u
Bom capítulo para vocês.
AVISO: Coloquem a música Better Than Revenge. - Taylor Swift mas SÓ no PVO Jenna. Não coloquem música nenhuma no PVO Charles. Só no PVO Jenna. Entenderam?
PVO Charles.
Andar nunca foi tão cansativo. Era desanimador ver que nós não chegamos nem na metade do caminho. Uma coisa é certa, pior do que andar até o pulmão arder, e andar até as portas da morte com os pulmões ardendo. E ainda ter que andar até a morte, provavelmente, porque né...se Jenna, forte e corajosa daquele jeito foi morta por um Lestrigão, acho que eu não tenho a mínima chance. Eu estava intrigado com essa história de Jenna. A profecia disse que dependendo da escolha que ela fizesse, o mundo seria salvo ou destruído. Mas como ela podia decidir alguma coisa, se estava morta? Alguns pensavam que isso tinha que acontecer por causa da parte da profecia que falava sobre um sacrifício. Eu não sei, é tudo muito estranho. Mas não quero pensar nisso agora. Na verdade, não quero pensar em nada agora.
– Charles...- disse Anne quase em um sussurro.
Me virei e ela estava no chão com a mão pressionada sobre seu joelho. Sangue escorria pela sua mão, e seu rosto tinha uma expressão dolorosa. Ela se machucou. Como eu não percebi? Que idiota eu sou.
– Anne! — eu corri até ela. — Oh, Anne. Porque não disse que estava machucada? Tragam néctar! — eu gritei para ninguém em especial.
Percy se aproximou com um frasco na mão e entregou a Anne, que quase o deixou cair. Eu segurei o frasco para ajuda-la a beber.
– O que aconteceu? — Percy perguntou confuso.
– Ela se machucou e não me contou. — eu disse um pouco irritado. — Porque você fez isso? Queria sangrar até morrer? — eu disse elevando o tom de voz. Percy se afastou de nós, acho que não queria se meter no fogo cruzado.
– Não precisa gritar comigo! Eu só não queria gastar todo o néctar! — ela gritou de volta.
– Ainda temos muito! Não precisava mentir! Que saco Anne! Você podia ter morrido! — eu gritava tanto que algumas pessoas começaram a olhar. Não me importava.
– Dane-se! A Jenna morreu, a Reyna também! Se eu morresse qual seria o problema? — ela gritou. — Tem vidas mais valiosas do que a minha aqui. Gastar o néctar comigo é ridículo! — ela gritou mais alto ainda. Anne era assim. Achava que ela não prestava. Sua mãe se matou e seus irmãos mais velhos a deixaram. Por isso ela se juntou a Gaia. Ela achava que Hades, seu pai, era o culpado pela morte da sua mãe. Mas depois de ter matado uma menina de uns 11 anos forçada por Gaia, ela resolveu fugir dela junto comigo, ela se culpa pela morte da garota, e sempre vai se culpar.
Lágrimas caiam dos seus olhos.
– Se eu morrer, eu não me importo Charles. Ninguém se importa. — ela disse entre soluços.
– Eu me importo, Anne.
PVO Jenna (Gaia)
– Rápido! Se não o show de abertura não vai estar completo, seus idiotas! — gritou Max para o by Text-Enhance\">exército que se encontrava nas portas da morte, apenas esperando os inimigos chegarem, e bem...tentando se organizarem. (N\\\\A: Lembram do garoto loiro no final do capítulo anterior?)
– Um idiota falando de outros idiotas. — eu disse, sarcástica.
– Engraçada você, Jenna. Ou seria Gaia? — ele disse levantando uma sobrancelha. Rindo de mim. Me aproximei dele rapidamente e botei minha faca no seu pescoço. Ele hesitou mas sorriu.
– É melhor se comportar. — eu disse séria. Ou Gaia disse, tanto faz.
– Ah, claro milady. — ele disse com um sorriso maldoso.
Tirei a faca do seu pescoço em um movimento rápido e perigoso e olhei para o meu...nosso exército. Nós eramos muitos, esses heróis não teriam chance. Percebi que Max estava do meu lado. Olhando na mesma direção que eu. Suspirei.
– Não deveria estar organizando o exército ou distribuindo água por aí? Ou fazendo qualquer outra coisa útil? — eu perguntei sem olhar para ele.
– Deveria. Mas não quero. — ele disse dando de ombros, indiferente. Ah então ele achava ele que mandava? Haha. Estava muito enganado.
– Você não quer? — meu tom de voz mudou muito. Não era eu, era Gaia. E eu podia bater nele, ela podia matar. Não queria chegar a esse ponto. — Você não tem que querer nada! Eu posso mata-lo criatura estúpida! — Gaia gritava com minha voz. — Só não te mato, por ser o meu melhor soldado, depois de Jenna.
Ele parecia surpreso. Mas nem um pouco assustado.
– Desculpe. — eu disse tão baixo que pensei que ele não tivesse escutado.
– Não foi nada. Adoro quando Gaia me da um cala boca. — ele disse. Sempre irônico. Sempre frio. Não me surpreenderia se ele ficasse do lado mal. Do lado dos deuses.
– É maravilhoso levar um fora. — eu disse a ele. Ele sorriu.
– Maravilhoso. — ele repetiu.
Alguns monstros passaram na nossa frente segurando milhares de espadas, adagas, escudos. Um deles se atrapalhou e esbarrou no monstro ao seu lado que fez com que os dois caíssem e as armas também. Max correu até eles, frustado.
– Ei! Seus inúteis! — ele gritou para os monstros que ainda pareciam confusos. — Não sabem carregar armas? Como vão saber lutar então? Idiotas! Eu podia mata-los seus...- eu botei uma mão em seu peito para para-lo. Acho que seu eu não fizesse isso, ele provavelmente teria matado aqueles pobres monstros.
– Calma, foi um acidente. — eu disse calmamente.
– Fique quieta Jenna. Eles são estúpidos demais para carregar míseras armas! Eu deveria mata-los pela idiotice! — ele gritou irritado, quase partindo para cima deles. Não era assim que as coisas funcionavam. Só por eles terem derrubado algumas armas não mereciam ser mortos. Ou mereciam? Claro que sim. Não! Essa é Gaia, não eu. Porque ela está sendo tão cruel? Ela me deu medo no sonho, mas ela parecia ser boa mesmo assim. E agora ela estava tão...estranha. Não parecia mais aquela mulher no meu sonho. Será que eu deveria confiar nela?
Desculpe querida, só estou nervosa. Nunca mataria meus aliados. Disse uma voz na minha cabeça. Gaia. Acreditei nela, não sei se deveria, mas acreditei. Até porque, eu estava do lado dela agora. Eu queria matar os deuses e ela também queria. E eu a ajudaria com todo o prazer.
– Okay, eles foram extremamente burros de deixarem as armas caírem. Mas deixe eles. Mas tarde nós lidamos com eles. — eu me virei aos monstros. — Voltem ao trabalho imbecis, agora! — eu gritei raivosa. Não sabia muito bem com o que, ou com quem.
– Agora sim parece uma garota má. — disse Max rindo feliz.
– E porque eu deveria ser uma garota má?
– Ah, elas são as melhores. As frias. Calculistas. As que não sentem pena. As que conseguem fazer tudo. As mais poderosas. — ele disse olhando para mim. Os seus olhos cor-de-mel brilhavam.
Eu sorri para ele, um sorriso frio e obsessivo.Eu seria o que ele falou. Fria. Calculista. Sem pena. Conseguirei tudo. Serei poderosa. A mais poderosa.
Notas finais
Okay, comentem e recomendem! A fic está no seus momentos finais...sim, triste T.T
Max é muito divo né gente? Meu marido. Invejem u-u
O Charles e a Anne tão fofos *--*
Estão gostando da Jenna má? Eu estou adorando MUAHAHAHA.
Sou maligna não? Sentiram falta do Leo nesse capítulo? Eu senti -q
Ah, um aviso para vocês. O Max foi inspirado no Lucas, lembram do meu amigo divo que eu citei lá em cima, então ele mesmo. Mas ele não é mal não gente, eu que quis que ele fosse assim. Porque? PORQUE EU GOSTO DE MALDADE. Morram de medo da minha maldade infinita.
Olha pandas, se quiserem me enviar recomendações eu não me incomodo, nem um pouco, okay? E tenho um aviso que eu acho que vocês vão gostar, ou não né. Eu vou escrever outra fic depois dessa. Mas vai ser original. Não vou contar muito sobre ela, mas posso dizer que vai ser um romance, nada meloso e cansativo. Vai ser um romance, com drama e vai falar sobre superações e coisas do tipo. Coisas da nossa humilde e dura vida. Enfim, voltando para o mundo de "The Prophecy" Porfavor recomendem e leitores fantasminhas, apareçam!!!
Fale com o autor