The Prophecy
13 Capítulo 14
Notas iniciais
Esse capítulo tem novos personagens!!!! Inspirados nos meus leitores:
FilhodeApolo e Anna Potter Jackson!
Enjoy!
FilhodeApolo e Anna Potter Jackson!
Enjoy!
Hoje com certeza, foi um dia bem estranho. Primeiro, Jenna estava alegre, isso é muito estranho. As pessoas estavam alegres, principalmente Annabeth, Percy, Piper e Jason. Geralmente, alegria não combinava com o Argo ||. E o mais estranho de tudo, nós achamos dois semideuses em um barco. Eu e Jenna ficamos conversando na beira do barco, e olhando para água, então, do nada, Jenna avistou um pequeno barco, com uma menina desmaiada, e um menino remando o barco. Jenna correu em direção a eles, e pediu para deixarmos eles entrarem. Nós deixamos. E para nossa surpresa, eram dois semideuses.
- Vocês estão bem? — perguntou Jenna se ajoelhando para falar com o garoto que estava com a garota desmaiada no colo.- Sim, mas acho que ela não. — ele disse olhando para a garota, com preocupação no rosto.- Alguém traz ambrosia! — eu gritei. Mas a menina abriu os olhos.- O que aconteceu? — ela disse se levantando do colo do garoto. — Aonde eu estou? — ela perguntou com as mãos no rosto.- Nós conseguimos fugir, Anne! — disse o garoto e Anne sorriu e o abraçou. - Ah, que bom! — ela disse soltando ele, um pouco corada.- E, posso perguntar...quem são vocês? — eu perguntei aos dois.- Eu sou Charles, e ela é Anne. Nós eramos aliados de Gaia, nós não tínhamos ódio dos deuses, mas começamos a pensar que, destruir o mundo e pessoas inocentes não era certo. — ele deu uma pausa e olhou para Anne. — Então, nós fugimos. — ele disse.- E...de que lado vocês estão agora? — perguntou Jenna.- Do lado dos deuses, eu acho...- disse Charles.- Do nosso lado então. — eu disse e ele sorriu para mim.- Vocês são os semideuses da profecia? Os sete? — perguntou Anne admirada.- Eu não, eles. — disse Jenna apontando para nós sete.Eles olharam para nós com surpresa, nós fitaram por um bom tempo, e depois começaram a admirar o navio.- E...e como? bem, qual é a história de vocês? — perguntou Anne curiosa.Comecei a contar sobre como conheci a todos. Depois como soube da profecia, contei sobre as coisas que enfrentamos, sobre as missões. Depois sobre Jenna, e sua profecia, e depois o poder dela. Eles ficaram espantados. Começaram a fazer trezentas perguntas, como: Como foi morar no Olimpo? Como ganhou os poderes? Você gosta dos seus poderes? E eu pensei que Jenna iria virar a mão na cara deles, mas como eu disse, ela estava de bom humor. Acredite se quiser.PVO Jenna.- Okay, então você jogou uma faca no trono de Hera? — perguntou Charles rindo. E Anne com as sobrancelhas franzidas. Ele ria muito com as minhas histórias.- Sim, nada que ela não tenha merecido. — eu disse rindo.- Concordo. Bem que a faca poderia ter sido jogada nela. — ele disse.- Ah claro! Eu ia jogar uma faca na rainha dos deuses! — eu disse sarcástica. - Eu jogaria. — ele disse sorrindo.- Você é um anormal. — eu disse tetando parecer séria.- É eu sei. — ele disse sorrindo. Ele parecia ser bem legal, apesar do sarcasmo, ele não me irritava tanto como irritava Anne. Olhei para os outros, eles estavam longe conversando, e Valdez estava...irritado? Com raiva? Sei lá. Garoto estranho.- E...como vocês dois sairão de lá? — eu perguntei ainda encarando o Valdez.- Bem, não foi difícil, já que ninguém luta melhor que eu. — disse Charles irônico. Revirei os olhos.- Ah claro. — disse Anne. — Se eu não tivesse dado uma facada naquele garoto, você nem estaria aqui agora. — disse Anne com um sorriso convencido.- Você que desmaiou, e eu tive que te levar até o barco, querida. Comporte-se. — ele disse em um tom autoritário.Então eles começaram uma briga idiota sobre quem estava certo, eu fiquei ouvindo e rindo da conversa, foi então que me lembrei que fazia muito tempo em que eu não me divertia como hoje. Eles me animaram, eles sabiam de tudo, da guerra, das profecias, sabiam que todos estavam com medo, mas eles pareciam calmos. Isso era de dar inveja. Então, para estragar minha felicidade, o sonho veio na minha cabeça, me senti tonta. Dor. Medo. Era tudo que eu sentia. Tentei disfarçar, mas eles já me olhavam estranho. Fui salva por um barulho forte, ou não. - O que foi isso? -perguntou Anne segurando o braço de Charles.- Vamos descobrir. — eu disse me levantando. Nico olhava para o mar. E estava um pouco mais sombrio que o normal.- O que aconteceu? — ele apenas olhou para mim. — Nico! Por Zeus! O que ouve? — eu perguntei preocupada.- Chegamos. — foi a único coisa que ele disse. Mas conseguiu me arrepiar. Finalmente, as portas da morte. - Nós...vamos descer agora? — ele assentiu. Eu me arrepiei novamente. Fechei os olhos e senti meu corpo caindo, mas como se estivesse caindo em câmera lente. Então alguém me segurou, e eu me dei conta de que era Valdez. Encarei ele por alguns segundos, ele não estava como antes, ele estava triste. Me levantei rapidamente.- Obrigada. — eu disse a ele.- Disponha. — ele disse friamente e indo na direção de Piper. Pensei que ele iria sorrir ou dizer algo do tipo: " Uau, sabe dizer obrigada?" Mas não pensei muito nisso. Não tinha tempo para isso.
Todos fomos descendo aos poucos. Ainda tínhamos que andar muito para chegar nas portas. Acho que nem chegaríamos hoje. Mas dormir naquele caminho escuro e com barulhos assustadores não parecia uma boa opção. Mas quem disse que tínhamos opção?- Ouviram isso? — disse Thalia. Todos pararam.- O que? — perguntou Annabeth confusa.Então eu consegui ouvir também, gritos, berros, rugidos. Barulhos infernais. Cada vez mais altos. Parecia que um exército. Cada vez mais os barulhos pareciam mais próximos.- Preparem suas armas! — gritou Percy pegando contracorrente. Ele segurou a mão de Annabeth para tranquiliza-la. Devo dizer que não adiantou muito.Agora o barulho estava mais alto. Um exército, como eu avia previsto, surgiu da escuridão, um exército com monstros de todos os tipos. Eles se aproximavam rapidamente. Pude sentir o medo de cada um naquele momento. Suspirei. Era o meu sonho. Ele iria acontecer. A único coisa que vinha na minha mente era: É apenas o início do fim.
Notas finais
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