Notas iniciais
14/02/2016. atualizado. Não aguentei e postei o segundo capitulo não tá isso tudo e tá bem pequeno... Tô meia que sentindo a minha história com um diário virtual kkkk' Só acho que vou postar por postar porque ninguém vai ler, mas paciência eu tenho de sobra, e se ninguém ler eu posto tudo, não começo uma coisa e não termino. #MomentoDesabafo Boa Leitura...

Eu fiquei totalmente P da vida com aquilo. Ou o troglodita era mesmo filho do reitor ou eles tinham um relacionamento muito fraternal. E se eles fossem mesmo parentes, iria falar com meu papai para saber se isso poderia acontecer, o idiota não poderia ser privilegiado por causa disso, e eu não poderia ser prejudicada.

— Ainda bem que você está aqui, sabe dizer se todos estão aqui também? — o Reitor Rodolf disse olhando para os selvagens que agora se comportavam bem, na verdade eles nem se mexiam.

— Acho que sim, não estou sentindo falta de ninguém... — o lindo troglodita falou olhando para todos, e ao me olhar aumentou seu meio sorriso.

— Reitor Rodolf Tirradelle, como está? — falei dando um beijo estalado na sua bochecha como de costume. O Reitor Rodolf sempre ia jantar lá em casa alguns fins de semana, só que ele nunca ia acompanhado. Sempre achei que ele fosse aqueles coroas lindos que não querem ficar com ninguém e querem ficar com todo mundo (se é que me entendem).

— Sem o Reitor, Bellinha, você me conhece bem demais para essas formalidades. — Rodolf falou devolvendo o beijo, só que em minha testa.

— De onde vocês se conhecem e que intimidade toda é essa? — o idiota, gostoso, porém idiota, falou com cara de quem comeu e não gostou.

— Desde que eu estava na barriga da minha mãe, não melhor, desde que eu era um espermatozoide e estava no saco do meu papai. — falei de forma sínica para o retardado ao lado do tio Rodolf.

— Bellinha, olha os modos de princesa que eu também lhe ensinei a ter. — por causa do troglodita levei uma bronca do Reitor.

— Segura essa, garota intrometida. — era só o que me faltava, desaforo do troglodita.

— Jonny, também não foi essa educação que lhe dei. Cadê as formas de falar com uma dama? — o Reitor fala, me alegro pela bronca com o troglodita ter sido maior que a minha, já vi que as coisas vão ser boas por aqui. Jonny, era esse o nome do troglodita, se bem que meu apelido combinava melhor com ele, apenas abaixou a cabeça e fitou o chão.

— Bom, vim aqui dizer que amanhã vou eleger o representante da República Power, os candidatos devem ir até minha sala para uma entrevista rápida, apresentando propostas para melhor funcionamento das instalações. — Rodolf disse seu pequeno discurso olhando para todos os que estavam presentes. — Vou indo visitar as outras repúblicas, juízo vocês. — e lá se vai o Reitor.

Quando eu ia passar na cara do troglo (vou abreviar, é mais rápido de pensar e falar, claro que vou dividir esse apelido junto com a Vick) outro ser vem correndo em nossa direção, um ser muito lindo, gostoso, fofo... Tá parei, ele foi falar com o troglo. Mas eu prestei atenção nele, não sei por que, mas conheço-o, não de vista, de outro lugar...

— Dony? Dony Relf? É você mesmo? — perguntei baixinho, porque se ele não fosse meu vizinho lindo, que não o via há anos, não passaria tanta vergonha.

— Anne! Pelos Deuses, a Anne gostosa Fhorck é mesmo você? — Dony me abraçou me levantando e girando enquanto falava.

— Peraí, essa garota tem intimidade com todo mundo que eu conheço, é isso? — falou o troglo, enquanto Dony parava e me colocava no chão.

— Você não a conhece? Sério mesmo que você não conhece Annabelle Fhorck? — Dony perguntou olhando incrédulo para o troglo.

— O sobrenome não é estranho, se não me engano, tem alguma coisa haver com uma rede de hipermercados. — Jonny falou meio indeciso da sua conclusão, mas ele estava certo, meu papai era dono de uma das redes mundiais de Hipermercados.

— Agora sim, às vezes acho que você não vive nesse mundo... Vick quanta saudade, você ainda é a bbf dá Anne, não é!? — Dony falou depois foi dar um abraço de urso na Vick. — Anne sua bunda está mais linda ainda! O que andou fazendo?

— Amadureci de corpo e alma! — falei e pisquei para Dony e Vick.

— Amadureceu tanto que a alma apodreceu. — só quem para falar isso? Ganhou meu beijo se disse: Jonny Troglo.

— Inveja, coisa que só dá em pessoas fracas... — falei virando para olha-lo.

— Inveja sente você, já que eu transo e você não! — assim que ele terminou de falar sinto ser agarrada por trás e erguida.

Notas finais
Huum... quem será que deu esse abraço na Anabelle?? Eu sei kkkkkkkkkkkk' (eu era idiota nessa época ¬¬)'