The Poison Smoother

5 Capítulo 5 - Do You Really Want That?


Notas iniciais
Oi pessoal...
Tenho um comunicado... Quem tiver interesse em saber, é só clicar no meu perfil. É o primeiro parágrafo.
Bem... Seja bem vindo FelipeFerjan, e obrigado AmanPaiva pela recomendação! *-*
As coisas começam a melhorar agora ;)
Boa leitura!

Marjorie – Não achou que eu teria 17 anos para sempre não é?

---

Slash – Então quer dizer que vai transar comigo?

Marjorie – Não.

Slash a puxou e a prensou na parede, colocando os dois braços em volta de sua cabeça.

Slash – Tem certeza?

Marjorie – Absoluta.

Marjorie saiu por baixo dos braços dele e foi andando até a porta.

Marjorie – Há três anos eram seis minutos. A tendência é decair, estou certa? Até mais – sai.

Slash não sabia o que sentir... Raiva, nervosismo, emoção... Estava tudo confuso. Divagando em seus pensamentos, viu uma menina saindo junto com Duff.

Slash – Ei, você!

Maressa – Eu?

Slash – Você é amiga da menina das cobras não é?

Maressa – Sim, mas...

Slash – Como ela se chama?

Maressa – Eu não posso contar...

Slash – Você não está entendendo. COMO ELA SE CHAMA? – ele disse isso em um tom mais sério.

Maressa – O sobrenome é Ávillah. Estou indo.

Maressa apressou o passo e saiu de lá.

Duff – O que houve?

Slash – Você se lembra daquela garota que não quis transar comigo há alguns anos atrás... Uma de 17 anos que...

Duff – Sei, a que segurou a Mikah?

Slash – Ela.

Duff – E o que tem?

Slash – Ela veio aqui de novo e fez a mesma coisa, me provocou e não transou comigo.

Duff riu.

Slash – Dessa vez eu não vou deixar isso passar.

Duff foi caminhando em direção à um pequeno armário de madeira e pegou algo que tinha em cima.

Duff – Qual é o sobrenome que essa garota disse que ela tem?

Slash – Ávillah.

Duff – Parece que é seu dia de sorte.

---

Maressa saiu e se encontrou com Marjorie lá fora. Tirou o sapato e foi dando pulinhos no meio do caminho. Marjorie sorriu.

Marjorie – Conseguiu?

Maressa – Siiiim! – faz festa.

Marjorie – E ele se lembrou de você?

Maressa – Não. Mas e o que isso importa? Transei com ele de novo! YaaaY – continua a festa.

Marjorie – O Slash se lembrou de mim.

Maressa – Quem não ia se lembrar de uma garota que segura uma cobra com a maior facilidade do mundo e toma Jack Daniel’s como água?

As duas riram.

Marjorie – Eu sabia que não ia conseguir ficar em cima desse salto.

Maressa – É, e o Duff nem me pegou no colo... Tecnicamente né? – malícia.

Marjorie riu.

Marjorie – Vamos indo?

Maressa – Tá.

Elas foram andando, acenaram para um táxi e entraram. Quando estavam quase chegando...

Marjorie – Merda!

Maressa – O que houve?

Marjorie – Perdi minha bolsa!

Maressa – Tem certeza?

Marjorie – Se ela não está aqui, só se tiver ficado no camarim dos rapazes.

Maressa – Tudo bem, eu pago o táxi.

Marjorie – O problema não é esse.

Maressa – Fica tranquila, tem alguma coisa demais na bolsa?

Marjorie – Não.

Maressa – Então o máximo que pode acontecer é um deles achar a bolsa e te procurar.

Marjorie riu.

Maressa – Então eu tenho que passar o dia todo com você amanhã, vai que o Duff que achou?

Marjorie – Esquece essa ideia – ri.

Maressa entregou o dinheiro para o taxista e elas desceram do carro.

Já no apartamento...

Maressa – E você não transou com um deles de novo...

Marjorie – Lá vem você.

Maressa – Do jeito que eu falo, parece até que sou uma pervertida viciada em sexo e só penso nisso, não é? Mas não sou assim. Eu só não me conformo com isso quando se trata do Guns.

Marjorie – Não precisa se explicar, eu te conheço. Qualquer outra pessoa no seu lugar também ficaria assim.

Maressa – E você não vai me dar uma explicação lógica pra isso?

Marjorie – Não – pisca o olho – Boa noite – entra no quarto.

Maressa – Azar o dela! Eu consegui! De novo!

Ela foi dando pulinhos até seu quarto.

(Com o tempo, fizeram de um pequeno cômodo que tinha ali, um quarto improvisado para Maressa).

---

No dia seguinte...

Slash – Consegui descobrir, tem um lugar que chama Ofidi’s Ávillah. Pelo sobrenome dela e por gostar de cobras, provavelmente devo encontrar ela lá.

A essa altura todos os rapazes da banda já sabiam da história.

Axl – Cara, deixa isso pra lá...

Izzy – Eu não deixaria. Alguém que se negou transar comigo duas vezes? Corria atrás. Mas como isso nunca vai acontecer comigo...

Slash – Ah, cala a boca!

Steven – Eu também deixaria pra lá... Tantas mulheres que posso pegar.

Duff – Verdade. Mas achar uma com esse perfil do Slash? Cobras e Jack Daniel’s? Não é em toda esquina.

Axl – Nada que o dinheiro não faça.

Izzy concordou.

Duff – Mas essa está aí de bandeja. Com um pouco de esforço ele consegue.

Slash – Ela me provocou. Não gosto disso se eu não puder corresponder.

Axl – Ah man, você que sabe.

Slash – Estou saindo.

Ele saiu e bateu a porta.

---

Marjorie levantou e foi para Ofidi’s. Foi fazer algumas rondas antes de pegar no serviço bruto, hoje era dia de mexer com venenos. Foi até a recepção, pegou sua garrafa de Jack e pegou alguns papéis.

- Finalmente encontrei você – diz.

Marjorie levantou apenas os olhos. Viu que era Slash. Sentiu um desespero repentino, mas não o demonstrou.

Marjorie – Oi.

Slash – Você esqueceu sua..

Marjorie – É, seu sei – o interrompe – pode deixar aí – apontou para um canto qualquer.

Slash – Acho que já está explicado o porquê que você sabe lhe dar com cobras.

Marjorie – É, pois é.

Slash – Pode me mostrar o lugar?

Marjorie – Tá.

Ela respondia sempre em monossílabos, como agora estava a trabalho tinha que dar mais atenção e ser amigável.

Os dois começaram a andar pelo local.

Marjorie – Ali ficam as jiboias – aponta.

Slash – Essas são da família da Mikah.

Marjorie – Isso.

Continuaram caminhando.

Marjorie – Logo ali – aponta – as corais.

Slash observou.

Marjorie – Aqui – aponta – najas.

Slash – E sucuri?

Marjorie – Só trabalhamos com duas. Essa espécie é maior e mais perigosa do mundo.

Os dois continuaram andando. Marjorie mostrou todos os lugares pra ele, instalações, laboratórios.

Chegando à portaria, Marjorie se assentou em sua escrivaninha, que tinha um balcão à frente. Slash se debruçou no balcão.

Slash – Quer sair comigo?

Marjorie – Não.

Slash – Mas por quê?

Marjorie – Eu não quero.

Slash a insistiu de todas as formas. Tentou persuadi-la de tudo quando é forma. Por fim...

Slash – Nada vai te fazer mudar de opinião?

Marjorie – Agora que falou... Se tomar 12 doses de Jack Daniel’s e se manter inteiro, eu saio com você. Vai encarar?

Notas finais
O Slash vai encarar?
Acho que vai né? Ele parece estar interessado.
Espero que tenham gostado pessoal!
Hoje postei mais cedo pra compensar o atraso de ontem.
Vejo vocês amanhã!
Até.